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Ioannes Paulus PP. II
Reconciliatio et Paenitentia

IntraText - Concordâncias

ser

   Parte,  Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,2 | identificar com o mundo, nem ser do mundo, está inserida 2 Intro, 0,3 | reconciliação, todavia, não poderá ser menos profunda do que se 3 Intro, 0,4 | seja o nível em que deva ser posta em prática, residem 4 Intro, 0,4 | reconciliação, portanto, para ser total exige necessariamente 5 Intro, 0,4 | ânimo sincero, pretende ser a resposta que se impõe 6 I, 1,6(21) | ficado irritado», por Deus ser «misericordioso e clemente, 7 I, 2,7 | homens não é e não pode ser senão o fruto do acto redentor 8 I, 2,8(35) | mesma recebeu, o dom de ser perdoada e tornada algo 9 I, 2,9 | de esclarecer que, para ser evangelizadora, a Igreja 10 I, 2,9 | afirmar que a Igreja, para ser reconciliadora, deve começar 11 I, 2,9 | reconciliadora, deve começar por ser uma Igreja reconciliada. 12 I, 2,9 | ecuménica. De facto, para ser inteiramente reconciliada, 13 I, 2,9 | procura uma unidade que, para ser fruto e expressão de verdadeira 14 I, 2,9 | frágeis. A unidade deve ser o resultado de uma verdadeira 15 I, 3,11 | esta reconciliação e de ser o seu sacramento no mundo. 16 I, 3,12 | consciência da Igreja: a de ser em si «indefectivelmente 17 I, 3,12 | manifestações fundamentais: ser sinal daquela caridade universal 18 I, 3,12 | fraternidade e de paz, que tem de ser propagado no mundo inteiro. 19 II, 0,13 | pecador, capaz de pecar e de ser induzido ao pecado, é o 20 II, 0,13 | conversão, de facto, não pode ser desenvolvida somente em 21 II, 0,13 | construir aquilo que devia ser, a um tempo, símbolo e foco 22 II, 1,14 | reunir-se numa estrutura social, ser fortes e poderosos sem Deus, 23 II, 1,14 | pela ilusória pretensão de ser «como Ele». (69) Na narração 24 II, 1,14 | história humana, e continua a ser, sob formas diversas, o 25 II, 1,16 | comunidade. Este homem pode ser condicionado, pressionado, 26 II, 1,16 | deveres dos cidadãos. Pode ser social tanto o pecado de 27 II, 1,16 | situações como as que acabam de ser indicadas, ao generalizarem-se 28 II, 1,16 | colectividade anónima, que poderia ser a situação, o sistema, a 29 II, 1,16 | morais; por isso, não pode ser, em si mesma, boa ou má.~ 30 II, 1,16 | se tal situação vier a ser mudada nos seus aspectos 31 II, 1,17 | declarava que o réu devia ser «eliminado do seu povo», 32 II, 1,17 | que podia significar mesmo ser condenado à morte. (79) 33 II, 1,17 | que leva à morte parece ser, nesta passagem, a negação 34 II, 1,17 | para o cristão do facto de ser «nascido de Deus» pela vinda 35 II, 1,17 | fim último de todo o seu ser e do seu agir. Ora o pecado 36 II, 1,17 | Este, porém, não deverá ser atenuado, como se, automaticamente, 37 II, 1,17 | tratasse de algo que pudesse ser transcurado ou de um «pecado 38 II, 1,17 | que haveriam de passar a ser classificados com veniais, 39 II, 1,17 | fundamental pode, pois, ser radicalmente modificada 40 II, 2,20(106)| desta mensagem continua a ser o «manifestado na carne»: 41 III, 0,23 | na profundidade do seu ser; mas, ao mesmo tempo, movido 42 III, 0,23 | divisão no coração e no ser do homem, divisão entre 43 III, 0,23 | aspecto essencial do seu ser e deixaria por realizar 44 III, 1,24 | de todos os tempos, pode ser levada a efeito seguindo 45 III, 1,25 | que a mesma Igreja deve ser capaz de «estabelecer um 46 III, 1,25 | reconciliação, continua a ser hoje uma solicitude fundamental 47 III, 1,25 | Esta tem a consciência de ser, por natureza, sacramento 48 III, 1,25 | interior da Igreja, deve ser assíduo, cheio de boa vontade 49 III, 1,25 | reconciliado». (128) E então poderá ser sinal de reconciliação no 50 III, 1,25 | relação à verdade; mas tem de ser, sobretudo, uma apresentação 51 III, 1,26 | da mensagem bíblica deve ser a fonte. Esta mensagem acentua 52 III, 1,26 | conversão, bem longe de ser um sentimento superficial, 53 III, 1,26 | penitencial da Igreja não pode ser abandonada sem grave prejuízo, 54 III, 1,26 | verdadeira (da pessoa), mas ser sempre o lugar sagrado onde 55 III, 1,26 | excepto no pecado», (147) quis ser tentado pelo Maligno, (148) 56 III, 1,26 | quem implora do Pai não ser tentado acima das próprias 57 III, 1,26 | ocasiões de pecado, o facto de ser submetido à tentação não 58 III, 1,26 | outras iniciativas podem ser tomadas com o mesmo objectivo, 59 III, 1,26 | nosso tempo, elas podem ser, hoje como ontem, um válido 60 III, 1,26 | uma sociedade que queira ser coerente com a lei moral, 61 III, 1,26 | exigências do bem comum, que deve ser tido em vista pela política 62 III, 1,27 | Trento: «a Eucaristia há-de ser proposta aos fiéis "como 63 III, 1,27 | e guias, são chamados a ser também testemunhas e operadores 64 III, 2,29 | sacramental cada Sacerdote deve ser preparado desde os anos 65 III, 2,29 | pastoral. Há-de, ainda, ser iniciado e amparado nas 66 III, 2,31 | que tem assim uma razão de ser, não só inspirada em fins 67 III, 2,31 | inscrita no íntimo do próprio ser; (183) enquanto não reconhecer 68 III, 2,31 | que avassala todo o seu ser e o separa de Deus e dos 69 III, 2,31 | consciência, acto que deveria ser sempre, não tanto uma introspecção 70 III, 2,31 | alegria perdida, a alegria de ser salvado, (187) que a maioria 71 III, 2,31 | pela necessidade do pecador ser conhecido por aquele que 72 III, 2,31 | pecados, portanto, não pode ser reduzida a qualquer tentativa 73 III, 2,31 | acusação dos pecados deve ser ordinariamente individual 74 III, 2,31 | mais profundo do próprio ser, onde recupera a própria 75 III, 2,31 | se confessasse mal, o seu ser padre e o exercício do seu 76 III, 2,31 | acrescento também que, até para ser bom e eficaz ministro da 77 III, 2,31 | alguma maneira deixássemos de ser bons penitentes. Tal é a 78 III, 2,31 | e da nossa vocação para ser pastores e servidores dos 79 III, 2,32 | deixar-se cair em desuso ou ser descurada. A segundareconciliação 80 III, 2,32 | pecados; e, por isso, pode ser equiparada à primeira forma 81 III, 2,32 | rotineiro. O penitente há-de ser ajudado sobretudo a descobrir 82 III, 2,33 | equilibrada consideração, devem ser acolhidas e aplicadas evitando 83 III, 2,33 | que todos os pecados devem ser sempre declarados, com as 84 III, 2,33 | e que não pode nem deve ser adoptada — repetiu-o o Sínodo — 85 III, 2,33 | possível. Os mesmos fiéis devem ser advertidos e instruídos 86 III, 2,34 | de pastores, pareceu-me ser meu preciso dever, já na 87 Conclu, 0,35 | plenitude dos tempos» que viu ser realizada por Cristo a reconciliação


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