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Parte, Capítulo, Parágrafo
1 I, 2,7 | céu e as da terra. (25) Pode dizer-se de Cristo Redentor, 2 I, 2,7 | entre os homens não é e não pode ser senão o fruto do acto 3 I, 2,8 | para a actuar no mundo.~Pode dizer-se que também o Concílio 4 I, 2,8 | assaz rica e complexa, pode, portanto, resumir-se na 5 I, 3,10 | reconciliadora, a Igreja não pode esquecer que na origem do 6 I, 3,12 | Este testemunho não pode deixar de assumir duas manifestações 7 II, 0,13 | conversão, de facto, não pode ser desenvolvida somente 8 II, 0,13 | homem pecador, em que não pode haver conversão sem reconhecimento 9 II, 0,13 | social, como tantas vezes se pode verificar pela experiência, 10 II, 0,13 | último do seu caminho.~Ora, pode dizer-se que o drama do 11 II, 1,14 | diversas, o pecado, que pode chegar até à negação de 12 II, 1,15 | o mistério do pecado não pode deixar de considerar esta 13 II, 1,15 | com o próximo. Por isso, pode falar-se de pecado pessoal 14 II, 1,16 | uma comunidade. Este homem pode ser condicionado, pressionado, 15 II, 1,16 | factores externos, como também pode estar sujeito a tendências, 16 II, 1,16 | humana é livre. E não se pode ignorar esta verdade, para 17 II, 1,16 | Santos, graças à qual se pode dizer que «cada alma que 18 II, 1,16 | descida, de tal modo que se pode falar de uma comunhão no 19 II, 1,16 | primeira acepção, a cada pecado pode atribuir-se indiscutivelmente 20 II, 1,16 | dos deveres dos cidadãos. Pode ser social tanto o pecado 21 II, 1,16 | social. Em ambos os casos, pode fazer-se a pergunta, se 22 II, 1,16 | actos morais; por isso, não pode ser, em si mesma, boa ou 23 II, 1,17 | ainda São João. (90) Deus pode, de facto, vencer todas 24 II, 1,17 | infinitamente justo, não se pode deixar de nutrir sentimentos 25 II, 1,17 | união com ele na eternidade, pode parar ou distrair-se, sem 26 II, 1,17 | consciente e livre da sua vontade pode inverter a marcha, caminhar 27 II, 1,17 | conversio ad creaturam). Isto pode acontecer de modo directo 28 II, 1,17 | A orientação fundamental pode, pois, ser radicalmente 29 II, 1,17 | esfera psicológica não se pode passar para a constituição 30 II, 1,18 | Pai. E assim como não se pode apagar completamente o sentido 31 II, 1,18 | da cultura contemporânea pode ajudar-nos a compreender 32 II, 1,18 | perder a própria alma», não pode deixar de minar o sentido 33 II, 1,18 | Encíclica; ou seja, que o homem pode construir um mundo sem Deus, 34 II, 1,18 | relativismo historicista. Pode tratar-se da ética que relativiza 35 II, 1,18 | do pecado quando — como pode acontecer no ensino aos 36 III, 1,24 | homens de todos os tempos, pode ser levada a efeito seguindo 37 III, 1,25 | interna, a Igreja católica pode dirigir o apelo à reconciliação - 38 III, 1,26 | e a acção pastoral não pode prescindir do conteúdo doutrinal; 39 III, 1,26 | reconciliação. Esta não pode deixar de fundamentar-se 40 III, 1,26 | de voltar para o pai. Não pode haver reconciliação sem 41 III, 1,26 | penitencial da Igreja não pode ser abandonada sem grave 42 III, 1,26 | paciência, da austeridade e, pode dizer-se, da vida penitente.~ 43 III, 1,26 | vigilância. Sobre o jejum: este pode praticar-se em formas antigas 44 III, 1,26 | criado. E a Igreja não pode omitir, ainda, sem grave 45 III, 1,26 | incluindo o internacional, não pode faltar à catequese o precioso 46 III, 1,27 | de estar em pecado grave, pode receber a Eucaristia sem 47 III, 1,27 | se faz, mais propriamente pode considerar-se o Sacramento 48 III, 2,29(162)| acentua: «A Igreja nada pode perdoar sem Cristo e Cristo 49 III, 2,29(162)| sem a Igreja. A Igreja não pode perdoar senão a quem é penitente, 50 III, 2,29 | comunicar-lhe o perdão que só Deus pode conceder, «celebrar» a sua 51 III, 2,31 | dos pecados, portanto, não pode ser reduzida a qualquer 52 III, 2,31 | soli peccavi!») — e só Deus pode perdoar. Por isso, a absolvição 53 III, 2,31 | Sacramento da Penitência. Só a fé pode assegurar que naquele momento 54 III, 2,31 | alcançado: nenhum preço humano pode equivaler ao que se obteve, 55 III, 2,31 | a sua confiança. Ninguém pode arrepender-se em seu lugar 56 III, 2,31 | arrepender-se em seu lugar ou pode pedir perdão em seu nome. 57 III, 2,31 | pecador na sua culpa, que se pode ver dramaticamente representada 58 III, 2,32 | celebração sacramental, e não pode nem deve deixar-se cair 59 III, 2,32 | dos pecados; e, por isso, pode ser equiparada à primeira 60 III, 2,33 | disciplina canónica, se pode fazer uso da terceira forma 61 III, 2,33 | no entanto, que esta não pode tornar-se uma forma ordinária, 62 III, 2,33 | forma ordinária, e que não pode nem deve ser adoptada — 63 III, 2,34 | complementares, a Igreja mais não pode do que convidar os seus