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Parte, Capítulo, Parágrafo
1 I, 2,7 | a reconciliação fraterna deve realizar-se antes do sacrifício. (29)~ 2 I, 2,7 | fixo no mistério do Gólgota deve fazer-nos recordar sempre 3 I, 2,8 | reconhecia que a mesma Igreja deve tender, sobretudo, para 4 I, 2,9 | evangelizadora, a Igreja deve começar por se mostrar ela 5 I, 2,9 | para ser reconciliadora, deve começar por ser uma Igreja 6 I, 2,9 | ao mundo a reconciliação, deve tornar-se cada vez mais 7 I, 2,9 | mesmo critério, que a Igreja deve actuar também no que se 8 I, 2,9 | reconciliada, a Igreja sabe que deve prosseguir na busca da unidade 9 I, 2,9 | superficiais e frágeis. A unidade deve ser o resultado de uma verdadeira 10 II, 0,13 | uma lei geral, que cada um deve seguir na situação particular 11 II, 1,16 | conseguinte, o pecado. Ora, deve admitir-se que realidades 12 II, 1,16 | em sentido analógico, não deve induzir ninguém a subestimar 13 II, 1,17 | espiritualmente, o homem deve permanecer em comunhão com 14 II, 2,21 | Evangelho. Também aqui se deve dizer que «quem nasceu de 15 III, 0,23| reconciliadora da Igreja deve desenvolver-se, pois, segundo 16 III, 1,25| acrescenta que a mesma Igreja deve ser capaz de «estabelecer 17 III, 1,25| credibilidade e eficácia, deve haver um sincero esforço 18 III, 1,25| no interior da Igreja, deve ser assíduo, cheio de boa 19 III, 1,25| lhe diz respeito, sabe que deve estar aberta e sensível 20 III, 1,25| mas sabe igualmente que deve colocar na base de um diálogo 21 III, 1,26| riqueza da mensagem bíblica deve ser a fonte. Esta mensagem 22 III, 1,26| conversão, e a catequese deve explicá-las com conceitos 23 III, 1,26| nas estruturas sociais) se deve realizar; e, particularmente, 24 III, 1,26| exigências do bem comum, que deve ser tido em vista pela política 25 III, 2,29| pela mansidão e bondade. Deve ter, ainda, séria e cuidada 26 III, 2,29| o ministro da Penitência deve percorrer, ele próprio, 27 III, 2,29| sacramental cada Sacerdote deve ser preparado desde os anos 28 III, 2,30| finalidade da Penitência deve reafirmar-se que «o nosso 29 III, 2,31| mesma renovação devia e deve servir, segundo a intenção 30 III, 2,31| o papel de juiz, o qual deve avaliar, quer a gravidade 31 III, 2,31| o papel de médico, que deve conhecer o estado do enfermo 32 III, 2,31| que a acusação dos pecados deve ser ordinariamente individual 33 III, 2,31| por sua vez, torna-se e deve tornar-se hoje um estímulo 34 III, 2,32| sacramental, e não pode nem deve deixar-se cair em desuso 35 III, 2,32| Espírito». (194) Sobretudo deve frisar-se bem o facto de 36 III, 2,33| celebração da Penitência, não se deve esquecer, no entanto, que 37 III, 2,33| ordinária, e que não pode nem deve ser adoptada — repetiu-o 38 III, 2,33| responsabilidade, que sempre nos deve guiar ao tratar das coisas