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Parte, Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,1 | da adopção como filhos de Deus e, consequentemente, da 2 Intro, 0,4 | o influxo da Palavra de Deus e na perspectiva do Reino. (9) 3 Intro, 0,4 | amparado pela graça de Deus, por perder a própria vida, 4 Intro, 0,4 | vez que reconciliar-se com Deus, consigo mesmo e com os 5 Intro, 0,4 | um dom misericordioso de Deus ao homem. (16) A história 6 Intro, 0,4(15)| Cristo: reconciliai-vos com Deus»: 2 Cor 5, 20.~ 7 Intro, 0,4 | reconciliação pela qual Deus, que é Pai, no Sangue e 8 Intro, 0,4 | pessoa, do seu regresso a Deus, querendo confirmar e proclamar 9 Intro, 0,4(16)| Nós gloriamo-nos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, 10 Intro, 0,4 | para apresentar ao Povo de Deus, qual fruto do mesmo Sínodo, 11 Intro, 0,4 | renovado entre o homem e Deus, entre o homem e o seu irmão 12 Intro, 0,4 | de mais, em relação com Deus: o pecado; por fim, apontarei 13 Intro, 0,4 | reconciliação dos homens com Deus e, consequentamente, dos 14 Intro, 0,4 | Cristo, pelo qual aprouve a Deus reconciliar consigo todas 15 I, 1,5 | Como o pai da parábola, Deus fica à espreita do regresso 16 I, 1,5 | imagem da misericórdia de Deus sempre pronto a perdoar. 17 I, 1,6 | fechar-se aos outros e a Deus. A benignidade e a misericórdia 18 I, 1,6 | grande amor de um Pai — Deus — que oferece ao filho, 19 I, 1,6 | distância à amizade filial com Deus, do qual reconhece a misericórdia 20 I, 1,6 | reconciliação dos homens com Deus e entre si, duas realidades 21 I, 1,6(21) | ter ficado irritado», por Deus ser «misericordioso e clemente, 22 I, 2,7 | reconciliação é um dom de Deus e uma iniciativa sua. Mas 23 I, 2,7 | Nazaré, Verbo e Filho de Deus feito homem.~Também nós 24 I, 2,7 | fomos reconciliados com Deus, mediante a morte do Seu 25 I, 2,7 | também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, 26 I, 2,7 | Sendo assim, uma vez que «Deus nos reconciliou consigo 27 I, 2,7 | Corinto: «Reconciliai-vos com Deus». (23)~De tal missão reconciliadora 28 I, 2,7 | reconduzidos à unidade os filhos de Deus que andavam dispersos». (24)~ 29 I, 2,7 | reconciliação com Deus e com os irmãos, dado que 30 I, 2,7 | de comunhão de graça com Deus.~E exactamente perante o 31 I, 2,7 | divisão do homem em relação a Deus, ao ponto de clamar com 32 I, 2,7 | clamar com o Salmista: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?»; (30) 33 I, 2,7 | Salmista: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?»; (30) 34 I, 2,7 | restabelecer a aliança com Deus e abater assim o muro de 35 I, 2,8 | tudo aquilo que o Filho de Deus fez e ensinou para a reconciliação 36 I, 2,8 | São Paulo, ao escrever que Deus deu aos Apóstolos de Cristo 37 I, 2,8 | sua obra reconciliadora. «Deus - diz ele - confiou-nos 38 I, 2,8 | instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género 39 I, 2,8 | reconciliação do homem: com Deus, consigo mesmo, com os irmãos 40 I, 2,8(35) | e tornada algo unido com Deus»: JOÃO PAULO II, Discurso 41 I, 2,8 | amorosa escuta da Palavra de Deus, da oração pessoal e comunitária 42 I, 2,9 | Paulo: «Reconciliai-vos com Deus». (40)~Em qualquer caso, 43 I, 3 | TERCEIRO~A INICIATIVA DE DEUS E O MINISTÉRIO DA IGREJA~ 44 I, 3,10 | de misericórdia, daquele Deus que é amor (41) e que por 45 I, 3,10 | A reconciliação vem de Deus~Deus é fiel ao seu desígnio 46 I, 3,10 | reconciliação vem de Deus~Deus é fiel ao seu desígnio eterno 47 I, 3,10 | responder com amor ao amor de Deus, se opõe a Ele como a um 48 I, 3,10 | esta prevaricação do homem, Deus permanece fiel no amor. 49 I, 3,10 | si. A recusa do amor de Deus e dos seus dons de amor 50 I, 3,10 | humanidade.~Mas nós sabemos que Deus, «rico em misericórdia» (45) 51 I, 3,10 | reconciliação.~Esta iniciativa de Deus concretiza-se e manifesta-se 52 I, 3,10 | fé, de facto, o Verbo de Deus fez-se carne e veio habitar 53 I, 3,10 | Ele revelou-nos que Deus é amor e deu-nos o «mandamento 54 I, 3,10 | reconciliação». N'Ele, Deus reconciliou o homem consigo.~ 55 I, 3,10 | serviço de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. 56 I, 3,10 | Cristo: Reconciliai-vos com Deus». (50)~Quem aceita este 57 I, 3,10 | reconciliar uns e outros com Deus». (51) Embora este texto 58 I, 3,10 | espiritual, querida por Deus e por Ele realizada, mediante 59 I, 3,10 | reconciliação querida por Deus: todos e cada um dos homens, 60 I, 3,11 | geração o desígnio de amor de Deus e indica a cada um as vias 61 I, 3,11 | instrumento de conversão a Deus e de reconciliação dos homens.~ 62 I, 3,12 | quais contemplam e adoram o Deus três vezes santo. Igreja 63 I, 3,12 | reconciliar o mundo com Deus.~A primeira via desta acção 64 I, 3,12 | terrena e à posse da glória de Deus, sustentam, com a sua intercessão, 65 II, 0,13 | com a verdade do amor de Deus, justo, generoso e fiel, 66 II, 0,13 | alguma coisa nos acusa, Deus é maior do que o nosso coração». (57)~ 67 II, 0,13 | indispensável do retorno a Deus. É a experiência exemplar 68 II, 0,13 | realidade, reconciliar-se com Deus supõe e inclui o apartar-se 69 II, 0,13 | restabelecimento da amizade com Deus, à reordenação interior 70 II, 0,13 | encontrado radicados em Deus, seu Criador e Senhor, e 71 II, 1,14 | A desobediência a Deus~Da narração bíblica relativa 72 II, 1,14 | ser fortes e poderosos sem Deus, se bem que, talvez, não 73 II, 1,14 | que, talvez, não contra Deus. (68) Neste sentido, a narração 74 II, 1,14 | diante de uma exclusão de Deus, pela oposição frontal a 75 II, 1,14 | narração de Babel a exclusão de Deus não aparece tanto num tom 76 II, 1,14 | num tom de contraste com Deus, mas como esquecimento e 77 II, 1,14 | a ele, como se e o mesmo Deus não merecesse nenhum interesse 78 II, 1,14 | ambos os casos a relação com Deus é cortada com violência. 79 II, 1,14 | pecado: a desobediência a Deus, à sua lei, à norma moral 80 II, 1,14 | a revelação.~Exclusão de Deus, ruptura com Deus, desobediência 81 II, 1,14 | Exclusão de Deus, ruptura com Deus, desobediência a Deus: é 82 II, 1,14 | com Deus, desobediência a Deus: é isto o que tem sido, 83 II, 1,14 | chegar até à negação de Deus e da sua existência: é o 84 II, 1,14 | reconhece o senhorio de Deus sobre a sua vida, pelo menos 85 II, 1,14(69) | 5: «Tornar-vos-eis como Deus, conhecendo o bem e o mal»; 86 II, 1,15 | recordadas a ruptura com Deus desemboca dramaticamente 87 II, 1,15 | efeito. Como ruptura com Deus, o pecado é o acto de desobediência 88 II, 1,15 | se recusa a submeter-se a Deus, também se transtorna o 89 II, 1,16 | seja, na relação dele com Deus, que é o próprio fundamento 90 II, 1,16 | Estes são uma ofensa a Deus, porque ofendem o próximo. 91 II, 1,16 | suprema liberdade de crer em Deus e de o adorar; todo o pecado 92 II, 1,16 | sintonia com a desígnio de Deus, que quer no mundo justiça, 93 II, 1,17 | grave na ofensa que faz a Deus e na sua repercussão sobre 94 II, 1,17 | essência do pecado, a recusa de Deus, actuada sobretudo na apostasia 95 II, 1,17 | revelada e na equiparação a Deus de certas realidades criadas, 96 II, 1,17 | facto de ser «nascido de Deus» pela vinda do Filho: há 97 II, 1,17 | preserva da queda no pecado; Deus guarda-o «e o Maligno não 98 II, 1,17 | e radicais: rejeição de Deus, rejeição da sua graça e, 99 II, 1,17 | rebelião ou até de desafio a Deus, o qual, aliás, no seu amor 100 II, 1,17 | ensina ainda São João. (90) Deus pode, de facto, vencer todas 101 II, 1,17 | omnipotência e a misericórdia de Deus». (91)~Mas, diante do problema 102 II, 1,17 | uma vontade rebelde com Deus infinitamente justo, não 103 II, 1,17 | princípio supremo da vida, que é Deus, enquanto fim último de 104 II, 1,17 | separação do fim último — Deus — ao qual se encontra ligada 105 II, 1,17 | fica aquém da separação de Deus, então o pecado é venial». (94) 106 II, 1,17 | santificante, da amizade com Deus, da caridade, nem, por conseguinte, 107 II, 1,17 | de ruptura radical com Deus, sumo bem, de desvio do 108 II, 1,17 | desvio do caminho que leva a Deus ou de interrupção da caminhada 109 II, 1,17 | conhecimento e ao amor de Deus nesta vida e à perfeita 110 II, 1,17 | abandonar, no entanto, o rumo de Deus: neste caso há efectivamente 111 II, 1,17 | sentido oposto à vontade de Deus e, desse modo, afastar-se 112 II, 1,17 | liberdade e advertência, rejeita Deus, a sua lei, a aliança de 113 II, 1,17 | lei, a aliança de amor que Deus lhe propõe, preferindo voltar-se 114 II, 1,17 | desobediências aos mandamentos de Deus em matéria grave. O homem 115 II, 1,17 | que esta desobediência a Deus corta a ligação com o seu 116 II, 1,17 | que ofende gravemente a Deus e acaba por se voltar contra 117 II, 1,17 | opção fundamental» contra Deus — como hoje em dia se costuma 118 II, 1,17 | desprezo explícito e formal de Deus e do próximo. Dá-se, efectivamente, 119 II, 1,17 | uma rejeição do amor de Deus para com a humanidade e 120 II, 1,17 | afasta-se a si próprio de Deus e perde a caridade. A orientação 121 II, 1,17 | serem fiéis à Palavra de Deus, que nos elucida também 122 II, 1,18 | Anda ligado ao sentido de Deus, uma vez que deriva da consciência 123 II, 1,18 | o homem tem com o mesmo Deus, como seu Criador, Senhor 124 II, 1,18 | completamente o sentido de Deus nem extinguir a consciência, 125 II, 1,18 | tempo, da sua relação com Deus». (99) É inevitável, portanto, 126 II, 1,18 | obscurecido o sentido de Deus, e então, perdido este decisivo 127 II, 1,18 | consciência e do sentido de Deus, acima realçada.~O «secularismo», 128 II, 1,18 | humanismo que abstrai de Deus totalmente, concentrado 129 II, 1,18 | pode construir um mundo sem Deus, mas esse mundo acabará 130 II, 1,18 | homem. (101) Na realidade, Deus é a origem e o fim supremo 131 II, 1,18 | Por isso, é a realidade de Deus, que desvenda e ilumina 132 II, 1,18 | da ofensa cometida contra Deus, isto é, o verdadeiro sentido 133 II, 1,18 | ou um fruto da negação de Deus: não só da negação ateísta, 134 II, 1,18 | interrupção da relação filial com Deus para levar a própria existência 135 II, 1,18 | então pecar não é só negar Deus; pecar é também viver como 136 II, 1,18 | ideia da paternidade de Deus e do seu domínio sobre a 137 II, 1,18 | à pregação dum amor de Deus, que excluiria toda e qualquer 138 II, 2,19 | o desígnio salvífico de Deus ficaria incompleto ou mesmo 139 II, 2,19 | próprio Timóteo na «Igreja do Deus vivo, coluna e sustentáculo 140 II, 2,20 | Páscoa de Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria: mistério 141 II, 2,20 | faz da Igreja a casa de Deus, a coluna e o fundamento 142 II, 2,20 | mistério da infinita piedade de Deus para connosco é capaz de 143 II, 2,20 | que «aquele que nasceu de Deus, não peca»: o Filho de Deus 144 II, 2,20 | Deus, não peca»: o Filho de Deus salva-o e «o Maligno não 145 II, 2,20(106) | é que o eterno Filho de Deus se tenha feito homem.~ 146 II, 2,20 | um resultado da acção de Deus. Para não pecar, o cristão 147 II, 2,20 | dispõe do conhecimento de Deus, recorda São João nesta 148 II, 2,20 | escrito: «Todo o que nasceu de Deus não comete pecado, porque 149 II, 2,20 | Se por esta «semente de Deus» entendermos — como propõem 150 II, 2,20 | comentadores — Jesus, o Filho de Deus, então podemos dizer que 151 II, 2,21 | outro aspecto: à piedade de Deus para com o cristão há-de 152 II, 2,21 | piedade do cristão para com Deus. Nesta segunda acepção, 153 II, 2,21 | que à piedade paterna de Deus corresponde com a sua piedade 154 II, 2,21 | dizer que «quem nasceu de Deus não comete pecado»; mas 155 II, 2,21 | comportar-se dignamente «na casa de Deus, que é a Igreja do Deus 156 II, 2,21 | Deus, que é a Igreja do Deus vivo», (109) sendo como 157 II, 2,21 | sendo como é um filho de Deus.~ 158 II, 2,22 | da piedade, da parte de Deus, é a misericórdia de que 159 II, 2,22 | conta de que o amor que Deus nos dispensa não se detém 160 III, 0,23 | e a natureza criada por Deus — só a conversão do pecado 161 III, 1,25 | constituem o único Povo de Deus», (121) assim como de «estabelecer 162 III, 1,25 | à fé em Cristo, Filho de Deus e único Salvador, e um diálogo 163 III, 1,25 | comunidades de homens que buscam a Deus e desejam estabelecer uma 164 III, 1,25 | confrontemos com a Palavra de Deus e, postas de parte as próprias 165 III, 1,25 | quem simplesmente procura Deus com coração sincero.~À luz 166 III, 1,25 | encontrar-nos pelo menos na fé num Deus único e na certeza da vida 167 III, 1,25 | em Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem, Salvador e 168 III, 1,26 | reconstituir a aliança com Deus em Cristo Redentor e Reconciliador; 169 III, 1,26 | para o fazer voltar-se para Deus. São estes, aliás, os dois 170 III, 1,26 | sempre o lugar sagrado onde Deus lhe revela o seu verdadeiro 171 III, 1,26 | próprio Senhor Jesus, Filho de Deus, «provado em tudo, à nossa 172 III, 1,26 | com a comunhão plena com Deus e entre os homens, finalidade 173 III, 1,26 | reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo, com os irmãos 174 III, 1,26 | alegria na comunhão com Deus, ou de pena no afastamento 175 III, 1,26 | vai buscar à Palavra de Deus: a respeito dos direitos 176 III, 1,27 | que consiste em pedir a Deus uma boa consciência». (151) 177 III, 1,27 | justa ordem das relações com Deus, de reconciliação com Deus, 178 III, 1,27 | Deus, de reconciliação com Deus, com o apagamento da mancha 179 III, 1,27 | obtido antes o perdão de Deus. Assim se lê na Instrução 180 III, 1,27 | construtores da família de Deus, defensores e preservadores 181 III, 2,28 | o perdão directamente de Deus, mesmo de modo ordinário, 182 III, 2,29 | cliché, segundo o qual o Deus do Antigo Testamento é apresentado 183 III, 2,29 | reevoca a acção benigna de Deus no meio do seu povo. Tal 184 III, 2,29 | plenitude dos tempos, o Filho de Deus, vindo como o Cordeiro que 185 III, 2,29 | e indica os caminhos de Deus, (167) juiz dos vivos e 186 III, 2,29 | comunicar-lhe o perdão que só Deus pode conceder, «celebrar» 187 III, 2,29 | comunicativo da Palavra de Deus. Mas é mais necessário ainda 188 III, 2,29 | obediência à vontade de Deus, de amor à Igreja e de docilidade 189 III, 2,30 | recebem da misericórdia de Deus o perdão das ofensas que 190 III, 2,30 | e se reconciliassem com Deus». (175)~A fé da Igreja neste 191 III, 2,31(179)| enviou-os a pregar o Reino de Deus e a curar os enfermos». 192 III, 2,31 | o seu ser e o separa de Deus e dos irmãos. O sinal sacramental 193 III, 2,31 | pelo amor que se tem a Deus e que renasce com o arrependimento. 194 III, 2,31 | evangélica que reconduz o homem a Deus, como o filho pródigo que 195 III, 2,31 | inspirada pela palavra de Deus, ensina acerca da contrição, 196 III, 2,31 | aproximação da santidade de Deus, um reencontro da própria 197 III, 2,31 | pôr-se a descoberto diante de Deus e da Igreja como pecador, 198 III, 2,31 | si mesmo sob o olhar de Deus. A acusação dos pecados, 199 III, 2,31 | juiz e médico, imagem de Deus Pai que acolhe aquele que 200 III, 2,31 | poder e a misericórdia de Deus. É em tal momento que, em 201 III, 2,31 | Encíclica Dives in Misericordia. Deus é sempre o principal ofendido 202 III, 2,31 | tibi soli peccavi!») — e só Deus pode perdoar. Por isso, 203 III, 2,31 | que o cristão assumiu com Deus, no Sacramento, de começar 204 III, 2,31 | encontra na presença de Deus, só, com a sua culpa, o 205 III, 2,31 | passa só entre o homem e Deus. Mas, ao mesmo tempo, é 206 III, 2,31 | consiste na reconciliação com Deus, a qual se verifica no segredo 207 III, 2,31 | que tal reconciliação com Deus tem como consequência, por 208 III, 2,31 | sentimento de gratidão para com Deus pelo dom da misericórdia 209 III, 2,31 | alma e de todo o mundo com Deus, em Cristo.~ 210 III, 2,32 | readmissão na amizade com Deus, recuperando a graça perdida 211 III, 2,32 | importância: a Palavra de Deus, escutada em comum, tem 212 III, 2,32 | pecados menores ofendem a Deus e ferem a Igreja, corpo 213 III, 2,32 | importância da Palavra de Deus, lida, evocada e explicada, 214 III, 2,33 | grave, é reconciliado com Deus e com a Igreja. Desta confirmação 215 III, 2,34 | assumidos livremente diante de Deus e da Igreja. São situações 216 III, 2,34 | o caminho do retorno a Deus e da reconciliação com ele. 217 Conclu, 0,35 | segundo a presciência de Deus Pai»: «sede todos concordes, 218 Conclu, 0,35 | assim agrada à vontade de Deus, do que fazendo o mal». (203)~ 219 Conclu, 0,35 | misericórdia, confio ao Filho de Deus, feito homem como nosso 220 Conclu, 0,35 | pecado e para a conversão a Deus, e aí encontrarmos a benignidade 221 Conclu, 0,35 | operou a reconciliação de Deus com a humanidade (...), 222 Conclu, 0,35 | reconciliação, porque ela recebeu de Deus a plenitude da graça, em 223 Conclu, 0,35 | tornou-se «a aliada de Deus» na obra da reconciliação. (206)~ 224 Conclu, 0,35 | reconciliação do homem com Deus e ao seu Coração Imaculado —