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Ioannes Paulus PP. II
Reconciliatio et Paenitentia

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
cansa-devid | devoc-histo | homem-opina | opini-respl | respo-zelo

     Parte,  Capítulo, Parágrafo
501 I, 3,12 | como Mãe e Mestra, não se cansa de propor aos homens a reconciliação 502 II, 1,16 | pretende esquivar-se ao cansaço e ao sacrifício, aduzindo 503 III, 2,29 | chamada do Sínodo, nunca me cansarei de pedir aos meus Irmãos, 504 III, 2,29 | difícil e delicado, do mais cansativo e exigente; mas também de 505 III, 1,26 | bateu, ou a deixar também a capa a quem já se apossou da 506 III, 2,29 | de virtudes cristãs e de capacidades pastorais não se improvisa 507 Intro, 0,4 | solícita e atenta, aplica-se em captar na sociedade, com os sinais 508 Intro, 0,3 | suficientemente perspicaz, captará no seio da divisão um desejo 509 II, 2,20 | João, com a sua linguagem característica, que é diversa da de São 510 Intro, 0,1 | infelizmente, entre diversas características do mundo e da humanidade 511 Intro, 0,4 | consciência do homem.~O carisma e, simultaneamente, a originalidade 512 I, 2,9 | necessariis unitas, in omnibus caritas (liberdade naquilo que é 513 II, 1,17(93) | Laurentium de fide et spe et caritate, XIX, 71: CCL 46, 88; In 514 III, 1,27 | signum unitatis, vinculum caritatis»), (155) põe em evidência 515 II, 1,18 | assumidas pelo pecado, nos mil carizes com que ele se apresenta. 516 Intro, 0,4 | superar em si mesmo o que é carnal, para que prevaleça o que 517 III, 2,29 | como o Cordeiro que tira e carrega sobre si o pecado do mundo, (158) 518 Intro, 0,1 | olhar preocupado, se bem que carregado de esperança, do pastor.~ 519 III, 2,31(179) | si as nossas enfermidades carregou-se com as nossas dores» e que « 520 II, 2,19 | esta expressão numa das Cartas Pastorais de São Paulo, 521 III, 2,34 | dos divorciados novamente casados (199) ou de cristãos que, 522 III, 2,29 | Cafasso e São Leopoldo de Castelnuovo, para falar só de alguns 523 II, 0,13 | segundo a expressão de Santa Catarina de Sena, (61) ao desapego 524 I, 2,9(38) | PAULO II, Exort. Apostólica Catechesi Tradendae, n. 24: AAS 71 ( 525 Conclu, 0,35 | primeiro a sentar-se nesta Cátedra romana, como testemunha 526 II, 1,17 | para a constituição de uma categoria teológica, como é precisamente 527 III, 2,32 | estão obrigadas algumas categorias de fiéis — reforça a consciência 528 Intro, 0,4(6) | não se devem esquecer as catequeses que o mesmo Sumo Pontífice 529 III, 2,29 | psicologia, na didáctica catequética, na metodologia do diálogo 530 II, 1,18(100) | Radiomensagem ao Congresso Catequístico Nacional dos Estados Unidos 531 I, 2,9 | falei de uma Igreja que se catequiza na medida em que faz catequese. (38)~ 532 Intro, 0,2(5) | CIPRIANO, De Ecclesiae catholicae unitate, 7: CCL 3/1, 254 533 II, 1,18 | grande parte da humanidade, causando a tendência para se verem 534 II, 2,22 | de que este amor chegou a causar a paixão e a morte do Verbo 535 II, 1,16 | sempre identificáveis as suas causas. Por isso, ao falar-se aqui 536 I, 3,10 | pai, de maneira diversa, cavando um abismo entre si. A recusa 537 I, 1,6 | endurece-lhe o coração, cega-o e leva-o a fechar-se aos 538 III, 2,29 | confessor.~Como no altar onde celebra a Eucaristia e como em cada 539 III, 2,32 | comunitário e pela modalidade celebrativa que a caracteriza, faz ressaltar 540 III, 2,32 | cuidado dispensado ao aspecto celebrativo, (195) com particular referência 541 I, 1,6 | a parábola faz entrar em cena também o irmão mais velho, 542 III, 1,25 | uma sincera reconciliação centralizada em tudo aquilo que já possamos 543 III, 1,26 | que abra e ilumine, com as certezas da , o além da vida presente: 544 Intro, 0,4 | Os meus Predecessores não cessaram de pregar a reconciliação 545 III, 2,31(179) | dores» e que «pelas suas chagas nós fomos curados» (Is 53, 546 I, 3,10 | isolamento e na divisão e chama-os a reunirem-se à volta da 547 I, 2,7 | renovadas na Eucaristia, são chamadas pela Liturgia «sacrifício 548 II, 1,17 | toda a tradição da Igreja, chamamos pecado mortal a este acto 549 Intro, 0,2 | íntimo do homem. À luz da chamamos-lhe pecado, começando pelo pecado 550 III, 2,31 | penitência». (186)~Supondo e chamando a atenção para tudo aquilo 551 I, 2,9 | aqueles que se prezam de chamar-se cristãos, mas se encontram 552 I, 3,12 | meu Predecessor Paulo VI chamava «a civilização do amor».~ 553 II, 1,16(72) | LESEUR: Journal et pensées de chaque jour, Paris 1918, p. 31.~ 554 Intro, 0,4 | Pastor universal da Igreja e Chefe do Colégio episcopal, na 555 II, 2,19 | falara depois do papel dos chefes da comunidade, para se referir 556 II, 1,15 | primeiro pecado e agora chega ao extremo na sua forma 557 I, 1,5 | do filho, abraça-o à sua chegada e põe a mesa para o banquete 558 III, 2,34 | delicados~34. Sinto-me no dever, chegado a este ponto, de fazer uma 559 II, 1,16 | obscurecendo-lhe a inteligência.~Chegados a este ponto, devemos perguntar-nos: 560 III, 1,25 | estável que todos desejamos. Chegar-se-á a esta comunhão, no momento 561 I, 3,12 | e os Santos, que já chegaram ao termo da caminhada terrena 562 II, 2,22 | apercebemos de que este amor chegou a causar a paixão e a morte 563 III, 1,25(122) | Múnus Pastoral dos Bispos Christus Dominus, 13; cf. Decl. sobre 564 Intro, 0,3 | recompor as fracturas, de cicatrizar as lacerações e de instaurar, 565 II, 1,16 | direitos e dos deveres dos cidadãos. Pode ser social tanto o 566 II, 1,18 | extrapolação dos critérios da ciência sociológica acaba-se — como 567 Intro, 0,2(5) | unidade da Igreja: cf. S. CIPRIANO, De Ecclesiae catholicae 568 Intro, 0,4 | nas reuniões de grupocirculi minores») e, sobretudo, 569 II, 0,13 | homem, mas também nos vários círculos em que ele vive: famíliar, 570 III, 2,31 | poderem em qualquer tempo e circunstância da história da salvação 571 III, 2,32 | Penitência a determinadas circunstancias pastorais.~A primeira forma — 572 Intro, 0,2 | sociedade humana. Para além das cisões entre as Comunidades cristãs 573 II, 2,20(105) | pronome relativo, que abre a citação literal, não concorda com 574 III, 1,26 | na família, na comunidade civil, nas estruturas sociais) 575 I, 3,11(52) | Cf. S. AGOSTINHO, De Civitate Dei, XXII, 17: CCL 48, 835 576 I, 2,7 | relação a Deus, ao ponto de clamar com o Salmista: «Meu Deus, 577 III, 2,34 | Consortio, dizer palavras claras pelo que se refere ao caso 578 II, 1,17 | formular, nos termos mais claros que foi possível, a doutrina 579 II, 1,17 | haveriam de passar a ser classificados com veniais, graves e mortais. 580 III, 2,29 | oposição ao persistente cliché, segundo o qual o Deus do 581 III, 1,26 | que só são realizáveis num clima genuinamente evangélico, 582 III, 2,33 | e recordou a lei com que codificou a antiga prática penitêncial: 583 III, 1,26 | sociedade que queira ser coerente com a lei moral, que é fundamento 584 Intro, 0,2 | escandaloso, na medida em que coexiste com uma retórica, nunca 585 III, 2,34 | Padres, puseram bem a claro a coexistência e a influência mútua de 586 III, 2,31 | ordinariamente individual e não colectiva, tal como o pecado é um 587 II, 1,16 | quanto a uma entidade vaga e colectividade anónima, que poderia ser 588 II, 1,16 | ou certos comportamentos colectivos de grupos sociais, mais 589 Conclu, 0,35 | confortado pela reflexão colegial que muitos deles, reunidos 590 Intro, 0,4 | universal da Igreja e Chefe do Colégio episcopal, na sua qualidade 591 III, 2,29 | muitas vezes conteve a sua cólera e não deixou acender-se 592 Intro, 0,4 | ministério, a tarefa de colher na imensa riqueza do Sínodo 593 III, 2,30 | integridade a doutrina da tradição coligida pelo Concílio de Trento, 594 I, 2,9 | prática. (37) Também eu, coligindo num documento orgânico as 595 II, 0,13 | arrependido, que é a de quem se coloca no caminho do regresso ao 596 II, 0,13 | Porque os homens tinham colocado como sinal e garantia da 597 III, 1,25 | sabe igualmente que deve colocar na base de um diálogo leal 598 II, 2,21 | conversão e de reconciliação, combate a iniquidade e o pecado. 599 Intro, 0,4(17) | que muitos elementos se combatem. Enquanto por um lado, como 600 Intro, 0,2 | chamamos-lhe pecado, começando pelo pecado original, que 601 II, 1,15 | da família humana, que já começara com o primeiro pecado e 602 I, 3,11 | Efectivamente, uma vez que comemoram e renovam o mistério da 603 II, 2,20 | entendermos — como propõem alguns comentadoresJesus, o Filho de Deus, 604 III, 2,31 | propósito de não o tornar a cometer, (185) pelo amor que se 605 II, 1,18 | falta o sentido da ofensa cometida contra Deus, isto é, o verdadeiro 606 II, 1,16 | social tanto o pecado de comissão como o de omissão: da parte 607 I, 1,6(21) | entender que o Senhor «se compadeça de Nínive»: cf. Jon 4.~ 608 III, 2,31 | justiça, pelo que não é comparável aos tribunais humanos, (178) 609 I, 3,12 | dia, até que Cristo a faça comparecer na sua presença, gloriosa, 610 I, 2,9 | mundo contemporâneo, não compartilham a sua e que, devido a 611 I, 3,10 | iniciativa, cheia de amor compassivo e de misericórdia, daquele 612 Conclu, 0,35 | sede todos concordes, sede compassivos, em amor de irmãos, misericordiosos, 613 III, 1,25 | intermédio dos Bispos, com a competência e a responsabilidade que 614 Intro, 0,4 | sentido, o fazer penitência completa-se com o produzir frutos condignos 615 II, 1,18 | como não se pode apagar completamente o sentido de Deus nem extinguir 616 I, 2,8 | da Igreja, assaz rica e complexa, pode, portanto, resumir-se 617 III, 1,25 | concórdia.~Trata-se de um complexo e delicado diálogo de reconciliação, 618 Intro, 0,4 | penitência são bastante complexos. Se a relacionarmos com 619 III, 1,25 | evangelizadora o mundo vasto e complicado da politica, da realidade 620 III, 2,31 | realidades ou partes que compõem o sinal sacramental do perdão 621 III, 1,26 | luz sobre esta altíssima componente da grandeza e dignidade 622 III, 2,31 | inegáveis exigências que elas comportam e da mortificação que impõem 623 III, 2,32 | e essenciais — que estão compreendidos no itinerário penitêncial. 624 III, 2,31 | interior, ou seja, para a compreensão mais profunda da natureza 625 III, 2,31 | criatura sujeita ao pecado; se compromete a renunciar e a combater 626 III, 2,31 | Penitência, a que estamos comprometidos por força do nosso Sacerdócio 627 I | RECONCILIAÇÃO: TAREFA E COMPROMISSO DA IGREJA~ 628 II, 1,17 | repetir até hoje, tem uma comprovação cabal na experiência humana 629 I, 2,9 | si, mesmo como Igrejas ou Comunhões, e da Igreja de Roma. Esta 630 II, 1,18 | veiculado pelos meios de comunicação, favorece bastante a progressiva 631 II, 1,18 | no ensino aos jovens, nas comunicações de massa e na própria educação 632 III, 2,31 | Ressurreição de Jesus é comunicada ao mesmo penitente, como « 633 I, 3,10 | mandamento novo» (47) do amor, comunicando-nos, ao mesmo tempo, a certeza 634 III, 2,29 | santificador no seu coração, comunicar-lhe o perdão que só Deus pode 635 Conclu, 0,35 | da reconciliação, desejei comunicar-vos, com o mesmo espírito do 636 III, 2,29 | no conhecimento vivo e comunicativo da Palavra de Deus. Mas 637 III, 2,32 | precisamente pelo seu carácter comunitário e pela modalidade celebrativa 638 III, 2,32 | realçar mais os aspectos comunitários do Sacramento, vai confluir 639 III, 0,23 | reconciliação é a missão conatural da Igreja, como continuadora 640 III, 1,26 | Sobre o nexo íntimo que concatena a superação das divisões 641 II, 1,15 | deixar de considerar esta concatenação de causa e efeito. Como 642 III, 2,30 | consciência do sinal do perdão, concedido mediante o Sacramento da 643 Conclu, 0,35 | em prática pastoral viva, concedo de todo o coração a minha 644 II, 1,16 | fruto, a acumulação e a concentração de muitos pecados pessoais. 645 II, 1,18 | abstrai de Deus totalmente, concentrado só no culto do empreender 646 III, 2,32 | diferente, mas perfeitamente conciliável com ele: refiro-me à direcção 647 III, 2,30(177) | Romanum ex Decreto Sacrosancti Concilii Oecumenici Vaticani II instauratum, 648 III, 2,30 | sacramentários, as actas dos Concílios e dos Sínodos episcopais, 649 III, 2,30(176) | Sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium, 72.~ 650 Conclu, 0,35 | conseguirdes a bênção». E concluía com uma palavra de encorajamento 651 III, 2,31(179) | que estão doentes», com a conclusão: «Eu (...) vim para chamar (...) 652 III, 1,26 | PropostasPropositiones») conclusivas: a penitência e a reconciliação, 653 Conclu | VOTOS CONCLUSIVOS~ 654 Intro, 0,4 | Presidente do Sínodo, as conclusões do próprio trabalho. Aceitei, 655 II, 2,20(105) | abre a citação literal, não concorda com o neutro «mysterion». 656 III, 0,23 | promoção de uma e outra. Mais concretamente, falar desta pastoral significa 657 I, 2,7 | ensina-nos que esta iniciativa se concretiza no mistério de Cristo redentor 658 I, 3,10 | Esta iniciativa de Deus concretiza-se e manifesta-se no acto redentor 659 II, 1,17 | podia significar mesmo ser condenado à morte. (79) A estes contrapunham-se 660 II, 1,18 | generalizado, mesmo quando são condenados pela consciência individual; 661 III, 2,29 | e que veio não para condenar, mas para perdoar e salvar. (161)~ 662 II, 1,16 | comunidade. Este homem pode ser condicionado, pressionado, impelido por 663 II, 1,18 | à força de aumentar os condicionamentos e influxos ambientais e 664 Intro, 0,4 | completa-se com o produzir frutos condignos de arrependimento: (10) 665 III, 2,33 | verdade que, verificando-se as condizões requeridas pela disciplina 666 I, 1,6 | realidades que estão intimamente conexas.~ 667 Intro, 0,4 | numerosos e variados, com ele conexos. Do debate, do estudo em 668 III, 2,29 | novidades evangélicas! Jesus confere tal poder aos Apóstolos 669 III, 2,29 | perdoar os pecados Jesus confere-o, mediante o Espírito Santo, 670 III, 1,25 | particulares, quer reunidos nas Conferências Episcopais, com a colaboração 671 III, 2,30 | poder de perdoar os pecados, conferido por Cristo aos Apóstolos 672 III, 1,27 | Sacramento de iniciação, ao conferir a plenitude do Espírito 673 III, 0,23 | suas próprias torpezas, confessando: «Pequei contra o Senhor». (115) 674 II, 0,13 | verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele que 675 III, 2,31 | deixasse de se confessar ou se confessasse mal, o seu ser padre e o 676 III, 1,25 | realizadas por Cristo e confiadas ao ministério da sua Igreja. 677 III, 1,24 | principalmente, que lhe foram confiados pelo seu próprio Fundador: 678 III, 2,30 | Senhor Jesus instituíu e confiou à Igreja — qual dom da sua 679 I, 2,8 | reconciliadora. «Deus - diz ele - confiou-nos o ministério da reconciliação ... 680 II, 1,16 | uma verdade de , também confirmada pela nossa experiência e 681 III, 1,26 | do magistério social, que confirmam e reapresentam os ditames 682 II, 1,14 | gravando-lha no coração e confirmando-a e aperfeiçoando-a com a 683 Intro, 0,4 | regresso a Deus, querendo confirmar e proclamar que a união 684 III, 2,32 | comunitários do Sacramento, vai confluir na primeira forma no acto 685 III, 2,32 | cristãos «ocasião e estímulo a conformarem-se mais intimamente com Cristo 686 III, 2,29 | médico que cura e conforta, (166) mestre único que 687 Conclu, 0,35 | sucessores dos Apóstolos e confortado pela reflexão colegial que 688 II, 0,13 | divino, no qual o pecado é confrontado com a verdade do amor de 689 II, 1,14 | novidade evangélica e a confrontarmos com a outra página da queda 690 III, 1,25 | é preciso que todos nos confrontemos com a Palavra de Deus e, 691 II, 0,13 | dispersos do que antes, confundidos na linguagem, divididos 692 II, 1,18(100) | PIO XII, Radiomensagem ao Congresso Catequístico Nacional dos 693 I, 2,8 | reconciliação do mundo, nós não o conhecemos somente pela história das 694 II, 1,14(69) | Tornar-vos-eis como Deus, conhecendo o bem e o mal»; cf. também 695 III, 2,30 | celebração e à sua forma, conheceu um longo processo de desenvolvimento, 696 Intro, 0,2 | uma retórica, nunca antes conhecida, sobre os mesmos direitos; 697 III, 2,29 | falar só de alguns mais conhecidos, que a Igreja inscreveu 698 II, 1,16 | preguiça, por medo e temerosa conivência, por cumplicidade disfarçada 699 III, 2,34 | qualquer maneira, convivem conjugalmente de modo irregular.~Ao mesmo 700 II, 1,17 | definir o pecado mortal) conjugam-se com a ideia da gravidade 701 III, 0,23 | segundo aquele nexo íntimo que conjunge estreitamente o perdão e 702 III, 2,32 | ditados, não por motivações conjunturais e subjectivas, mas pelo 703 II, 2,20 | infinita piedade de Deus para connosco é capaz de penetrar até 704 Intro, 0,3 | como o objecto de uma árdua conquista e, portanto, uma meta a 705 II, 2,22 | valores cristãos concretos a conquistar no dia a dia.~Insidiados 706 II, 2,19 | O Apóstolo, na verdade, consagrara em precedência longos parágrafos 707 III, 2,31 | prática pessoal assídua e conscienciosa do Sacramento da Penitência. (193)~ 708 Intro, 0,2 | observando-as em profundidade se consegue individuar a sua raiz: esta 709 III, 2,29 | recuperação e os esforços para a conseguir, discernir a acção do Espírito 710 Conclu, 0,35 | isto fostes chamados, para conseguirdes a bênção». E concluía com 711 Intro, 0,4 | interessa. Além disso, o Conselho da Secretaria do Sínodo, 712 II, 1,17 | com plena advertência e consentimento deliberado. E impõe-se acrescentar — 713 Intro, 0,4 | reconciliação dos homens com Deus e, consequentamente, dos homens entre si.~O 714 III, 1,26 | quatro reconciliações que consertam as quatro fracturas fundamentais: 715 III, 2,31 | satisfação — que, embora conservando um carácter de simplicidade 716 III, 1,25 | recebi e me esforço por conservar e pôr em actuação, posso 717 I, 1,5 | esquecido o filho; ao contrário, conservara intactos o afecto e a estima 718 III, 2,30 | formas práticas, sempre conservou e realçou claramente essas 719 III, 2,31 | tido presente. Não raro se considera a conversão e a contrição 720 III, 2,33 | sido dados — com base nas considerações doutrinais e pastorais acima 721 II, 1,17 | salvação de ninguém nesta vida, consideradas a omnipotência e a misericórdia 722 II, 1,16 | um homem, individualmente considerado, e não propriamente de um 723 II, 1,17 | consequência do pecado mortal.~Considerando o pecado, ademais, sob o 724 III, 1,27 | mais propriamente pode considerar-se o Sacramento da Penitência 725 III, 2,28 | do seu decurso, o Sínodo considerou com a máxima atenção aquele 726 II, 1,18 | pois, esperar que ganhe consistência um sentido do pecado, no 727 Intro, 0,3 | reconciliação sincera e consistente é, sem sombra de dúvida, 728 I, 1,6(21) | parábola. O pecado de Jonas consistiu em ele ter experimentado « 729 III, 2,29 | também de um dos mais belos e consoladores ministérios do Sacerdote; 730 II, 2,22 | podem, no entanto, sentir-se consolados pela promessa divina, que 731 II, 1,17 | Igreja, já há séculos, fala constantemente em pecado mortal e pecado 732 III, 1,26 | diversos âmbitos, e à própria constitução de uma sociedade que queira 733 I, 3,10 | isto é, de inimizade que constituía a barreira (...) estabelecendo 734 I, 2,8 | se entregou a si mesmo, constituindo-a sinal e, conjuntamente, 735 III, 1,27 | Mas esta dimensão constitutiva essencial e original do 736 II, 1,14 | narração bíblica relativa à construção da torre de Babel emerge 737 III, 1,25 | base de um diálogo leal e construtivo a clareza na posição dos 738 II, 1,18 | arrastado pela embriaguez do consumo e do prazer, sem preocupações 739 Intro, 0,4 | do homem na sua nascente contaminada indicando a raiz das divisões 740 II, 1,16 | pouca duração e, no fim de contas, vã e ineficaz — para não 741 I, 3,10 | parte da Nova Aliança, ele contém, todavia, a afirmação da 742 II, 2,21 | cristão acolhe o mistério, o contempla e a ele vai buscar a força 743 I, 3,12 | Anjos e os Santos, os quais contemplam e adoram o Deus três vezes 744 III, 2,34 | lhe era possível fazê-locontemplando-o também numa das Propostas (« 745 III, 1,27 | rico de simbolismos e de conteúdos, é possível perceber um 746 III, 2,29 | exterminava; antes, muitas vezes conteve a sua cólera e não deixou 747 I, 3,10 | a experiência da verdade contida naquele outro anúncio de 748 Conclu, 0,35 | sugestões e as directrizes contidas neste Documento, esforçando-vos 749 II, 1,18 | fermentos de morte que estão contidos no pecado; sensibilidade 750 Intro, 0,4 | penitêncial, aplicada numa contínua caminhada em tensão para 751 I, 3,10 | homem consigo.~A Igreja, continuando o anúncio de reconciliação 752 III, 2,34 | encontrar-se cristãos desejosos de continuarem a prática religiosa sacramental, 753 II, 1,15 | no seu íntimo, irrompem contradições e conflitos. Assim dilacerado, 754 II, 1,17 | se não for remido, faz contrair uma pena eterna; venial, 755 Intro, 0,2 | Nações, e blocos de países contrapostos, numa árdua busca de hegemonia. 756 II, 1,16 | ineficaz — para não dizer mesmo contraproducente — se não se converterem 757 II, 1,17 | condenado à morte. (79) A estes contrapunham-se outros pecados, sobretudo 758 III, 1,26 | nos comportamentos sociais contrastam abertamente com o tríplice 759 Intro, 0,4 | integrais da reconciliação, contribuindo assim, já só com isso, para 760 III, 2,32 | aos fiéis e com os fiéis, contribuirá para vivificar a prática 761 III, 1,26 | faltar à catequese o precioso contributo da doutrina social da Igreja. 762 Intro, 0,2 | cristãs que de há séculos a contristam, a Igreja experimenta hoje 763 III, 2,31(185) | Poenitentiae, cap. IV De contritione: Conciliorum Oecumenicorum 764 III, 2,31(185) | penitente «ex attrito fit contritus»; de tal modo que a Penitência, 765 Intro, 0,2 | a acumulação de armas convencionais ou atómicas, a corrida aos 766 III, 1,27 | seja-lhes indicada a maneira conveniente para se utilizarem das partes 767 III, 2,31 | todos os meios possíveis e convenientes e tentem todas as vias para 768 I, 3,11 | valor diferente, mas todos convergentes para a obtenção daquilo 769 I, 2,7 | legitimo, portanto, fazer convergir as reflexões sobre todo 770 II, 1,17 | contrário ao querer divino (conversio ad creaturam). Isto pode 771 III, 2,34 | morte do pecador, mas que se converta e viva, (197) atenta a não 772 Intro, 0,1 | iniciar a sua pregação: «Convertei-vos e acreditai no Evangelho», (1) 773 I, 3,10 | para todos aqueles que se convertem e acreditam em Cristo. Todos, 774 I, 1,6 | aspecto ele precisa de se converter para se reconciliar.~A parábola 775 I, 3,10 | convidar a humanidade inteira a converter-se e a acreditar na Boa Nova; 776 I, 1,6 | azedume e de raiva, não se converteu e se reconciliou com o pai 777 III, 2,31 | momento o pecador contrito e convertido entra em contacto com o 778 III, 1,26 | fraterna, quando, por exemplo, convida a oferecer a outra face 779 Intro, 0,1 | mulheres do nosso tempo, é convidá-los a reencontrar, traduzidas 780 III, 2,31 | deste grande Sacramento. Ele convida-nos, a todos nós Sacerdotes 781 III, 2,31 | que recebeu; e a Igreja convida-o à acção de graças.~Todos 782 II, 2,22 | Cada um, pois, é convidado pela voz da Verdade divina 783 Intro, 0,4 | fala a Sagrada Escritura, convidando-nos a fazer todos os esforços 784 I, 2,7 | reconciliação entre os homens, convido a olhar para o mistério 785 III, 2,34 | que, de qualquer maneira, convivem conjugalmente de modo irregular.~ 786 I, 1,6 | a festa do encontro e do convívio recuperado.~O homem — cada 787 Intro, 0,4 | reconciliação: em primeiro lugar, convocando a VI Assembleia Geral do 788 Intro, 0,4(6) | bastará recordar que, ao convocar a Igreja e o Mundo inteiro 789 III, 2,30 | com o pecado: a Igreja que coopera na sua conversão com a caridade, 790 I, 3,12 | misteriosamente unidas nesta cooperação com Cristo para reconciliar 791 II, 1,16 | sentido de serem séria e corajosamente modificadas essas realidades 792 III, 2,30 | histórico (o de um esforço corajoso de esclarecimento doutrinal, 793 III, 2,29 | Filho de Deus, vindo como o Cordeiro que tira e carrega sobre 794 I, 2,7 | a exortar os cristãos de Corinto: «Reconciliai-vos com Deus». (23)~ 795 III, 2,31 | satisfação é o acto final que coroa o sinal sacramental da Penitência. 796 II, 1,17 | por outro, o risco que se corre de contribuir para atenuar 797 III, 1,25 | no seu seio tensões que correm o risco de se transformar 798 III, 2,31 | psicológica, ainda que esta corresponda a uma necessidade legítima 799 Intro, 0,2 | convencionais ou atómicas, a corrida aos armamentos, com despesas 800 II, 1,17 | esta desobediência a Deus corta a ligação com o seu princípio 801 II, 1,14 | casos a relação com Deus é cortada com violência. No caso do 802 I, 2,7 | obra de Cristo a dimensões cósmicas, quando escreve que n'Ele 803 I, 2,8 | aquele a que, com razão, costumamos chamar o Sacramento da Reconciliação 804 II, 1,18 | movimento de ideias e de costumes, o qual propugna um humanismo 805 II, 1,17 | querer divino (conversio ad creaturam). Isto pode acontecer de 806 III, 1,25 | e como condição da sua credibilidade e eficácia, deve haver um 807 Intro, 0,4 | como a todos aqueles que, crentes ou não, olham a mesma Igreja 808 II, 1,16 | contra a suprema liberdade de crer em Deus e de o adorar; todo 809 I, 3,12 | perdão recíproco e com o crescimento no espírito de fraternidade 810 II, 1,17 | Deus de certas realidades criadas, erigindo-as em ídolos ou 811 III, 2,32 | fiéis, especialmente as crianças e os jovens, a aterem-se 812 I, 2,7 | reconciliou consigo todas as criaturas, as do céu e as da terra. (25) 813 II, 1,17 | de letalia ou mortifera crimina, opondo-os a venialia, levia 814 I, 3,10 | amor criou os homens: (42) criou-os, com o fim de viverem em 815 III, 1,27 | reconciliados.~Paralelamente, o Crisma, também como confirmação 816 III, 1,26 | na necessidade de «formar cristãmente a própria consciência pessoal», 817 III, 2,31(179) | os enfermos». A imagem de Cristo-médico adquire novas e impressionantes 818 I, 2,7 | salvação e ponto-chave da cristologia do Apóstolo. «Se, de facto, 819 II, 2,20 | três linhas de um Hino cristológico, que — segundo a opinião 820 I, 2,9 | coisas).~É segundo este mesmo critério, que a Igreja deve actuar 821 III, 1,26 | consistir num sério esforço para crucificar o «homem velho», a fim de 822 I, 2,7 | mistério da Cruzmysterium Crucis»), como para o drama mais 823 II, 1,17(93) | spiritu et littera, XXVIII: CSEL 60, 202 s.; Enarrat. in 824 Intro, 0,4 | em comum e da assídua e cuidadosa indagação promanou um amplo 825 III, 2,29 | cada Sacerdote se mostrasse cuidadoso em nunca faltar, por negligência 826 III, 2,29 | primeiras experiências. Deverá cuidar sempre do próprio aperfeiçoamento 827 | cujos 828 III, 2,32 | forma no acto sacramental culminante, que é o da confissão e 829 II, 1,16 | a sua responsabilidade e culpabilidade. No entanto, é uma verdade 830 III, 1,26 | e às diversas condições culturais, morais e sociais.~Trata-se 831 III, 1,25(125) | Exort. Apostólica Paterna cum Benevolentia: AAS 67 (1975), 832 II, 1,16 | temerosa conivência, por cumplicidade disfarçada ou por indiferença; 833 III, 0,23 | uma missão que não será cumprida só com algumas afirmações 834 Intro, 0,2 | civilização, que atinge o seu cúmulo num tipo de organização 835 III, 2,31(179) | pelas suas chagas nós fomos curados» (Is 53, 4 s.).~ 836 III, 1,26 | palestras, debates, encontros e cursos de cultura religiosa, etc., 837 III, 1,26 | ou de pena no afastamento d'Ele. Somente nesta visão 838 I, 1,5 | novo disse ao Pai: "Pai, dá-me a parte da herança que me 839 II, 1,17 | formal de Deus e do próximo. Dá-se, efectivamente, o pecado 840 III, 2,33 | normas e as directrizes dadas quanto a este ponto, fruto 841 II, 2,22 | que a morte. Quando nos damos conta de que o amor que 842 II, 1,16 | veemência, com maior ou menor dano, em toda a estrutura eclesial 843 II, 1,14(68) | conceitos; todos em conjunto dão-nos a imagem do pecado.~ 844 | daqueles 845 II, 1,16 | A tais pecados costuma dar-se a qualificação de sociais; 846 III, 2,33 | uso dessa terceira forma, dará tal juízo, onerando gravemente 847 III, 2,34 | sobretudo os Bispos, a darem toda a ajuda possível aos 848 III, 2,31 | ressentiriam e disso se daria conta a própria Comunidade 849 III, 2,29 | entendeu a Igreja desde o seu dealbar — aos seus sucessores, investidos 850 Intro, 0,4 | variados, com ele conexos. Do debate, do estudo em comum e da 851 III, 1,26 | como: pregações, palestras, debates, encontros e cursos de cultura 852 II, 1,18 | situação, o ofuscamento ou a debilitação do sentido do pecado resulta: 853 III, 2,28 | num momento em que poderia debilitar-se, perder algo da sua integridade 854 III, 0,23 | que lhes está confiado, debruçaram-se sobre esta pastoral nos 855 III, 2,31 | sacerdotal sofre inexorável decadência, se lhe falta por negligência 856 II, 1,18 | pecar.~O sentido do pecado decai facilmente, ainda, sob a 857 III, 2,32 | Sacramento e para impedir que decaia para algo de formal e rotineiro. 858 III, 2,31 | pelo afastamento do pai e decide voltar para junto dele: (192) 859 III, 1,26 | seus próprios erros e em decidir voltar atrás para retomar 860 Intro, 0,1 | mundo contemporâneo, de lhe decifrar o enigma e desvendar o seu 861 II, 1,17 | a distinção essencial e decisiva é a que existe entre pecados 862 II, 1,18 | Deus, e então, perdido este decisivo ponto de referência interior, 863 III, 1,25(122) | Christus Dominus, 13; cf. Decl. sobre a Educação Cristã 864 III, 1,26(143) | Cf. Declaração sobre a Liberdade Religiosa 865 II, 1,18 | culpas, de que o indivíduo é declarado inocente. E uma certa antropologia 866 III, 2,33 | pecados devem ser sempre declarados, com as suas circunstâncias 867 II, 1,17 | falsos deuses (78) — se declarava que o réu devia ser «eliminado 868 II, 1,18 | favorecem inevitavelmente o declínio do sentido do pecado. Alguns, 869 III, 2,31 | judicial; mas este acto decorre junto de um tribunal mais 870 Intro, 0,4 | Igreja de Jesus Cristo. Com dedicação de Mãe e inteligência de 871 II, 2,22 | Como disse na Encíclica dedicada ao tema da misericórdia 872 Conclu, 0,35 | deles, reunidos no Sínodo, dedicaram aos temas e problemas da 873 II, 1,15 | como que a apontarem com o dedo acusador um contra o outro; (70) 874 I, 2,7 | Reconciliador~7. Como se deduz da parábola do filho pródigo, 875 II, 1,18 | deixar-se em silêncio alguns defeitos na prática da Penitência 876 III, 1,27 | construtores da família de Deus, defensores e preservadores da comunhão 877 III, 1,27 | derradeira do cristão, é sinal da definitiva conversão ao Senhor, bem 878 II, 1,18 | eclipse da consciência, de uma deformação da consciência e de um entorpecimento 879 III, 1,27 | obterem sobre as forças que deformam e destroem o amor, de tal 880 III, 2,30 | esclarecimento doutrinal, defronte aos graves desvios em relação 881 III, 2,31 | experiência do pecado não degenera em desespero. (181) O Ritual 882 III, 2,28 | uma consideração errada e degenerada dos efeitos do Sacramento.~ 883 I, 3,11(52) | AGOSTINHO, De Civitate Dei, XXII, 17: CCL 48, 835 s.; 884 III, 2,32 | excepcional e não é, por isso, deixada à livre escolha, mas é regulada 885 III, 2,33 | têm direito a não serem deixadas na incerteza e na confusão, 886 III, 2,33 | duas. Não é, efectivamente, deixado à liberdade dos Pastores 887 III, 1,25 | realização, através dos meios deixados por Cristo à Igreja para 888 III, 0,23 | aspecto essencial do seu ser e deixaria por realizar uma sua função 889 III, 2,31 | Penitência. Num sacerdote que deixasse de se confessar ou se confessasse 890 III, 2,31 | eficácia, se de alguma maneira deixássemos de ser bons penitentes. 891 I, 3,12 | pedir aos homens que «se deixem reconciliar». Na realidade, 892 III, 1,26 | seguindo as suas pegadas, não deixo passar ocasião alguma para 893 II, 1,17 | pecados — os cometidos com deliberação, (75) as várias formas de 894 II, 1,17 | advertência e consentimento deliberado. E impõe-se acrescentar — 895 III, 2,34 | Alguns casos mais delicados~34. Sinto-me no dever, chegado 896 II, 1,17 | concreto das situações, fazer delimitações nítidas de fronteiras.~Já 897 III, 1,26 | misteriosas portas da morte, delineia-se uma eternidade de alegria 898 | demais 899 II, 1,18 | vislumbrar em lado nenhum; da demasiada acentuação do temor das 900 I, 1,6 | pai. Enquanto este irmão, demasiado seguro de si mesmo e dos 901 II, 1,18 | das consciências?». (97) Demasiados sinais indicam que no nosso 902 III, 1,27 | E a prática da Igreja demonstra que esse exame é necessário, 903 III, 2,34 | Sacramento da Penitência, as demonstrações de maternal bondade por 904 II, 2,20 | Cristo, E, numa síntese bem densa, ele é o mistério da Encarnação 905 II, 2,20 | as palavras desse Hino, densas de conteúdo teológico e 906 II, 1,14 | liberdade do homem; mas por dentro da realidade desta experiência 907 II, 1,16 | de situações de pecado ou denuncia como pecados sociais certas 908 Intro, 0,4 | verdadeiro papel profético, denunciando os males do homem na sua 909 II, 1,17 | afastar-se dele (aversio a Deo), recusando a comunhão de 910 I, 2,8 | seus mensageiros, o Pai depôs misericordiosamente um ministério 911 III, 2,31 | exercício do seu Sacerdócio bem depressa se ressentiriam e disso 912 Intro, 0,2 | economicamente em condições deprimentes; a distribuição iníqua 913 II, 1,16 | revela com facilidade a sua derivação de ideologias e sistemas 914 III, 1,27 | unidade e caridade), que derivam da própria essência do Mistério 915 I, 1,6 | ela só será possível, se derivar de uma primeira e fundamental 916 Intro, 0,4 | ruptura do pecado, da qual derivaram todas as outras formas de 917 III, 1,27 | velhice, especialmente na hora derradeira do cristão, é sinal da definitiva 918 II, 1,18 | verdadeira «reviravolta e derrocada dos valores morais»; e « 919 III, 1,25 | Apesar da ameaça dum aparente derrotismo e malgrado a inevitável 920 Intro, 0,4(17) | actual, estão ligados a um des equilíbrio mais fundamental 921 II, 1,17 | atitude de rebelião ou até de desafio a Deus, o qual, aliás, no 922 I, 1,6(21) | experimentado «profundo desagrado e ter ficado irritado», 923 II, 1,15 | consequência do pecado é a desagregação da família humana, que já 924 III, 1,25 | optimismos fáceis, mas também sem desalento e sem hesitações ou perdas 925 II, 1,18 | de referência interior, desaparece o sentido do pecado. Foi 926 II, 0,13 | Catarina de Sena, (61) ao desapego do mal, ao restabelecimento 927 II, 1,16 | se bem que negativa e desastrosamente — também nessa responsabilidade 928 II, 1,16 | infelizmente, a lei da descida, de tal modo que se pode 929 III, 2,31 | ministro; sinal do seu pôr-se a descoberto diante de Deus e da Igreja 930 III, 2,32 | situação concreta do penitente. Descobre-se o valor de tais elementos, 931 III, 2,32 | ser ajudado sobretudo a descobrir que está a viver um acontecimento 932 III, 1,25 | atitudes de hostilidade, de desconfiança, de mútua condenação e quiçá 933 III, 1,25 | Ecclesiam Suam, na qual o descreve e caracteriza significativamente 934 II, 1,15 | divisão entre os irmãos.~Na descrição do «primeiro pecado», a 935 Conclu, 0,35 | intercessão, a mesma humanidade descubra e percorra o caminho da 936 III, 2,29 | faltar, por negligência ou desculpas várias, ao encontro com 937 III, 2,32 | deixar-se cair em desuso ou ser descurada. A segundareconciliação 938 II, 0,13 | trabalho e da vida social, descurando a dimensão vertical, pela 939 III, 1,26 | Mestra, como poderia ela descurar a tarefa de ensinar a verdade 940 I, 1,6 | próprios méritos, ciumento e desdenhoso, cheio de azedume e de raiva, 941 II, 0,13 | como sinal e garantia da desejada unidade unicamente uma obra 942 III, 1,25 | homens que buscam a Deus e desejam estabelecer uma relação 943 III, 1,25 | profunda e estável que todos desejamos. Chegar-se-á a esta comunhão, 944 Conclu, 0,35 | problemas da reconciliação, desejei comunicar-vos, com o mesmo 945 III, 2,34 | a encontrar-se cristãos desejosos de continuarem a prática 946 II, 1,15 | recordadas a ruptura com Deus desemboca dramaticamente na divisão 947 Intro, 0,4 | através dos Sacramentos, desempenha um verdadeiro papel profético, 948 III, 1,25 | Comunidades cristãs. Eles desempenham regularmente essas suas 949 III, 2,31 | e com boas disposições, desempenhamos melhor o nosso próprio ministério 950 I, 2,8 | bens materiais ou a busca desenfreada do prazer. Os meios são 951 III, 1,25 | forma sob a qual ele se desenrole — e existem e podem existir 952 III, 1,25 | meio e sobretudo um modo de desenvolver a sua acção no mundo contemporâneo.~ 953 III, 0,23 | reconciliadora da Igreja deve desenvolver-se, pois, segundo aquele nexo 954 III, 2,30 | Apóstolos e aos seus sucessores, desenvolveu-se na Igreja a consciência 955 II, 0,13 | de facto, não pode ser desenvolvida somente em termos abstractos.~ 956 III, 2,30 | conheceu um longo processo de desenvolvimento, como atestam os mais antigos 957 II, 1,18 | de sociedade mutilado ou desequilibrado num ou noutro sentido, como 958 Intro, 0,4(17) | salienta: «Na verdade, os desequilíbrios de que sofre o mundo actual, 959 II, 1,17 | de Aquino — «não há que desesperar da salvação de ninguém nesta 960 II, 1,16 | favorece a iniquidade ou a desfruta; de quem, podendo fazer 961 III, 1,26 | linguagem cristã tradicional designa como os quatro novíssimos 962 II, 1,14(68) | Testamento acerca do pecado. A designação mais comum é a de hamartía, 963 II, 1,14(68) | divindade. Mas o pecado é também designado adikía, cujo significado 964 III, 2,31 | culpa e a ofensa», como a designei na Encíclica Dives in Misericordia. 965 II, 1,14 | interesse no âmbito dos desígnios empreendedores e associativos 966 I, 1,5 | existência; caído na tentação; desiludido do nada que, como miragem, 967 I, 1,6(21) | e cheio de bondade, que desiste facilmente do mal ameaçado»; 968 I, 1,5 | que, como miragem, o tinha deslumbrado; sozinho, desonrado e explorado 969 II, 1,17 | equivalente, como em todas as desobediências aos mandamentos de Deus 970 I, 1,5 | tinha deslumbrado; sozinho, desonrado e explorado no momento em 971 II, 1,17 | alguma coisa gravemente desordenada. Com efeito, numa escolha 972 Intro, 0,2 | corrida aos armamentos, com despesas bélicas que poderiam servir 973 Intro, 0,4 | ganhar: (11) esforço por se despojar do homem velho e revestir-se 974 III, 2,29(162) | considerar como perdoado a quem despreza a sua Igreja»: Sermo 11 ( 975 | dessa 976 | desses 977 III, 1,27 | O Sacramento da Ordem destina-se a dar à Igreja os Pastores, 978 III, 0,23 | energias operativas; mas está destinada a expressar-se em funções 979 III, 2,32 | fixar em cada Igreja tempos destinados à celebração do Sacramento 980 III, 2,28 | sacramental algumas vezes destituída de verdadeiro fervor e sem 981 I, 2,7 | morto e ressuscitado para destroçar o reino do pecado, restabelecer 982 II, 1,17 | força obscura e potente de destruição.~Durante a Assembleia sinodal 983 II, 2,19 | seria vencedor e, por fim, destruidor, e o desígnio salvífico 984 III, 1,26 | não se tornar «numa força destruidora da humanidade verdadeira ( 985 I, 3,10 | fez de dois povos um só, destruindo o muro de separação, isto 986 III, 2,32 | nem deve deixar-se cair em desuso ou ser descurada. A segunda — 987 II, 1,18 | verdadeiro sentido do pecado.~Desvanece-se este sentido do pecado na 988 II, 1,18 | a realidade de Deus, que desvenda e ilumina o mistério do 989 Intro, 0,1 | lhe decifrar o enigma e desvendar o seu mistério, de discernir 990 II, 1,17 | radical com Deus, sumo bem, de desvio do caminho que leva a Deus 991 III, 2,30 | doutrinal, defronte aos graves desvios em relação ao genuino ensino 992 II, 2,22 | Deus nos dispensa não se detém diante do nosso pecado, 993 II, 0,13 | apartar-se com lucidez e determinação do pecado, no qual se caiu. 994 II, 1,17 | mortais. Quer dizer, há determinados actos que, por si mesmos 995 III, 2,33 | com as suas circunstâncias determinantes, numa confissão individual.~ 996 Conclu, 0,35 | energia interior para a detestação do pecado e para a conversão 997 I, 3,10 | revelou-nos que Deus é amor e deu-nos o «mandamento novo» (47) 998 III, 2,33 | individual dos pecados, que deverão fazer logo que seja possível. 999 III, 2,31 | de consciência, acto que deveria ser sempre, não tanto uma 1000 III, 1,27 | Eucharisticum Mysterium, a qual, devidamente aprovada pelo Papa Paulo


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