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Ioannes Paulus PP. II
Familiaris Consortio

IntraText - Concordâncias

homem

    Parte,  Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,1 | oferece o seu serviço a cada homem interessado nos caminhos 2 Intro, 0,2 | a família deve ajudar o homem a discernir a própria vocação 3 Intro, 0,3 | plena toda a esperança que o homem põe legitimamente no matrimónio 4 I, 0,4 | e sobre a família visa o homem e a mulher no concreto da 5 I, 0,4 | presente. Não raramente ao homem e à mulher de hoje, em sincera 6 I, 0,4 | liberdade e da dignidade de cada homem e de cada mulher. ~  ~ 7 I, 0,5 | situações e culturas em que o homem e a mulher vivem o seu matrimónio 8 I, 0,6 | nestes, da recusa que o homem faz ao amor de Deus. ~Por 9 I, 0,8 | defendidos os direitos do homem e da mulher e seja promovida 10 I, 0,8 | possibilidades colocadas nas mãos do homem pela ciência, que vise verdadeiramente 11 I, 0,8 | consciência moral, que faz o homem capaz de julgar e discernir 12 I, 0,8 | moderna. De tal Sabedoria cada homem foi feito participante pelo 13 I, 0,9 | vida pessoal e social do homem. É, por isso, necessário 14 II, 0,11 | O homem imagem de Deus Amor ~ 11. 15 II, 0,11 | Amor ~ 11. Deus criou o homem à sua imagem e semelhança: 16 II, 0,11 | inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, 17 II, 0,11 | por um espírito imortal, o homem é chamado ao amor nesta 18 II, 0,11 | verdade mais profunda do homem, do seu «ser à imagem de 19 II, 0,11 | sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao 20 II, 0,11 | integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente 21 II, 0,11 | consciente e livre, com a qual o homem e a mulher recebem a comunidade 22 II, 0,12 | que se instaura entre o homem e a mulher. ~É por isto 23 II, 0,12 | vivas e concretas com que o homem e a mulher se declaram o 24 II, 0,13 | princípio» e, libertando o homem da dureza do seu coração, 25 II, 0,13 | imprimiu na humanidade do homem e da mulher, desde a sua 26 II, 0,13 | um coração novo e torna o homem e a mulher capazes de se 27 II, 0,13 | mediante o baptismo, o homem e a mulher estão definitivamente 28 II, 0,15 | dirigido desde o princípio ao homem e à mulher, atinge desta 29 II, 0,16 | superlativo»~Na virgindade o homem está inclusive corporalmente 30 III, 1,18 | de pessoas: dos esposos, homem e mulher, dos pais e dos 31 III, 1,18 | originária e privilegiada: «O homem não pode viver sem amor. 32 III, 1,18 | vivamente». ~O amor entre o homem e a mulher no matrimónio 33 III, 1,19 | pacto de amor conjugal, o homem e a mulher «já não são dois, 34 III, 1,19 | natural que existe entre o homem e a mulher e alimenta-se 35 III, 1,19 | dignidade pessoal entre o homem e a mulher, que no matrimónio 36 III, 1,19 | dignidade pessoal da mulher e do homem que se deve reconhecer no 37 III, 1,20 | Deus Pai manifesta pelo homem e que Cristo vive para com 38 III, 1,20 | inscreveu no coração do homem e da mulher, e, na celebração 39 III, 1,20 | Deus uniu, não o separe o homem». ~ Testemunhar o valor 40 III, 1,20 | amam todos os homens e cada homem. Mas é também imperioso 41 III, 1,22 | devem considerar-se também o homem como esposo e pai, a criança 42 III, 1,22 | da mulher em relação ao homem: tal igualdade encontra 43 III, 1,22 | dignidade da mulher. ~Ao criar o homem «varão e mulher», Deus 44 III, 1,22 | pessoal de igual modo ao homem e à mulher, enriquecendo-os 45 III, 1,22 | servo nem livre; não há homem nem mulher, pois todos vós 46 III, 1,23 | em geral, reservadas ao homem. ~Não há dúvida que a igual 47 III, 1,23 | dignidade e responsabilidade do homem e da mulher justificam plenamente 48 III, 1,23 | esplendente a imagem de Deus no homem e na mulher. ~Se há que 49 III, 1,23 | pela vocação diversa do homem e da mulher, deve promover, 50 III, 1,24 | amargos, como o desprezo do homem e da mulher, a escravidão, 51 III, 1,25 | O homem esposo e pai ~25. É dentro 52 III, 1,25 | conjugal e familiar que o homem é chamado a viver o seu 53 III, 1,25 | Não é conveniente que o homem esteja só; vou dar-lhe um 54 III, 1,25 | autêntico supõe e exige que o homem tenha um profundo respeito 55 III, 1,25 | seu amor». Com a esposa o homem deve viver «uma forma muito 56 III, 1,25 | amor aos filhos são para o homem o caminho natural para a 57 III, 1,25 | mesma paternidade de Deus, o homem é chamado a garantir o desenvolvimento 58 III, 1,26 | fundamental prova da relação do homem com o homem. E, portanto, 59 III, 1,26 | da relação do homem com o homem. E, portanto, que mais se 60 III, 1,26 | respeito dos direitos do homem se torne plena realidade 61 III, 2,28 | Criador ~28. Com a criação do homem e da mulher à sua imagem 62 III, 2,28 | imagem divina pela geração de homem a homem. ~A fecundidade 63 III, 2,28 | pela geração de homem a homem. ~A fecundidade é o fruto 64 III, 2,30 | promover o verdadeiro bem do homem e da mulher. ~De facto o 65 III, 2,30 | científico-técnico que o homem contemporaneo amplia continuamente 66 III, 2,30 | defendendo deste modo o homem e o mundo de quantos insidiam 67 III, 2,31 | cumprido para a salvação do homem e para a glória do Criador. ~ 68 III, 2,31 | mesmo em razão da visão do homem que a Igreja propõe: dúvidas 69 III, 2,31 | verdade integral sobre o homem numa situação cultural 70 III, 2,32 | Na visão integral do homem e da sua vocação ~32. No 71 III, 2,32 | de toda a pessoa criada, homem e mulher, à imagem de Deus. ~ 72 III, 2,32 | partindo da «visão integral do homem e da sua vocação, não só 73 III, 2,32 | inseparável, que Deus quis e que o homem não pode quebrar por sua 74 III, 2,32 | Criador inscreveu no ser do homem e da mulher e no dinamismo 75 III, 2,34 | algo de mortificante para o homem e de impessoal; pelo contrário, 76 III, 2,34 | exigências mais profundas do homem criado por Deus, põe-se 77 III, 2,34 | para a felicidade. ~Mas o homem, chamado a viver responsavelmente 78 III, 2,37 | austero, convencidos de que «o homem vale mais pelo que é do 79 III, 2,38 | do matrimónio, que une o homem e a mulher para que tenham 80 III, 2,39 | a própria vida segundo o homem novo em justiça e santidade 81 III, 2,39 | e assim se aproximem do homem perfeito, da idade plena 82 III, 2,40 | comunitária, civil e eclesial do homem exige e conduz a uma obra 83 III, 2,41 | amor verdadeiro para com o homem testemunha e aperfeiçoa 84 III, 3,43 | formidáveis capazes de arrancar o homem do anonimato, de o manter 85 III, 3,45 | de todos homens e de cada homem. Mas a sociedade, e mais 86 III, 3,46 | isto é o direito de cada homem, mesmo o pobre, a fundar 87 III, 4,50 | comunidade ao serviço do homem. ~  1) A Família cristã, 88 III, 4,54 | o Evangelho, servindo o homem com o amor de Jesus Cristo. ~ 89 III, 4,62 | expressão da vida interior do homem, a primeira condição da 90 III, 4,63 | comunidade ao serviço do homem ~O mandamento novo do amor ~ 91 III, 4,63 | serviço no que diz respeito ao homem: «Comunicou (Cristo) este 92 III, 4,64 | respeito, o serviço para com a homem, considerado sempre na sua 93 III, 4,64 | irmãos na , porque «todo o homem é meu irmão»; em cáda um, 94 III, 4,64 | Para que o serviço ao homem seja vivido pela família 95 III, 4,64 | caridade, põe-se ao serviço do homem e do mundo, actuando verdadeiramente 96 IV, 1,66 | relação interpessoal do homem e da mulher em contínuo 97 IV, 1,68 | princípio». A decisão do homem e da mulher de se casarem 98 IV, 1,68 | comunidade cristã, para que cada homem e cada mulher que se casam, 99 IV, 3,76 | dignidade e do destino do homem. ~Perigo tanto mais real, 100 IV, 3,76 | ofensa ao bem verdadeiro do homem». ~E eu mesmo, em ocasião 101 IV, 4,84 | concretamente, que quando o homem e a mulher, por motivos 102 Conclu, 0,86| indispensável e urgente que cada homem de boa vontade se empenhe 103 Conclu, 0,86| valores do Evangelho e do homem e no respeito a um legítimo 104 Conclu, 0,86| respeito. ~Que São José, «homem justo», trabalhador incansável,


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