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Parte, Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,2| comunidade educativa, a família deve ajudar o homem a discernir 2 I, 0,4 | para cumprir a sua missão, deve esforçar-se por conhecer 3 I, 0,4 | nosso tempo que a Igreja deve levar o imutável e sempre 4 I, 0,4 | esposos e dos pais de hoje.~Deve ainda juntar-se a isto uma 5 I, 0,5 | no qual a acção pastoral deve desenrolar-se e para conhecer 6 I, 0,8 | com a sabedoria divina que deve ser mais profundamente reconstituída 7 II, 0,14 | no céu e na terra».~Não deve todavia esquecer-se que, 8 II, 0,16 | mesmo na provação eventual, deve edificar a fidelidade daqueles. ~ 9 III, 0,17 | missão», o que ela pode e deve «fazer». As tarefas, que 10 III, 0,17 | próprias raízes da realidade, deve dizer-se que a essência 11 III, 1,19 | mulher e do homem que se deve reconhecer no mútuo e pleno 12 III, 1,21 | também, por isto, se pode e deve chamar «Igreja doméstica»,~ 13 III, 1,22 | mulher ~22. Enquanto é, e deve tornar-se, comunhão e comunidade 14 III, 1,23 | Portanto a Igreja pode e deve ajudar a sociedade actual 15 III, 1,23 | tarefas públicas, a sociedade deve estruturar-se, contudo, 16 III, 1,23 | totalmente ao lar próprio. ~Deve além disso superar-se a 17 III, 1,23 | diversa do homem e da mulher, deve promover, na medida do possível, 18 III, 1,23 | humanidade feminil, tal como se deve exprimir no seu agir, quer 19 III, 1,25 | amor». Com a esposa o homem deve viver «uma forma muito especial 20 III, 1,26 | comunidade de pessoas, deve reservar-se uma especialíssima 21 III, 2,29 | particular que o amor conjugal deve ser plenamente humano, exclusivo 22 III, 2,32 | apreciação dos motivos; deve também determinar-se por 23 III, 2,33 | proclamar a norma moral que deve guiar a transmissão responsável 24 III, 2,33 | pedagogia concreta da Igreja deve estar sempre ligada e nunca 25 III, 2,33 | peritos. O conhecimento deve conduzir à educação para 26 III, 2,34 | obrigação de transmitir a vida deve integrar-se na missão global 27 III, 2,34 | ministério da reconciliação. Deve também ser recordado como 28 III, 2,34 | sacerdotes: tal unidade deve cuidadosamente ser procurada 29 III, 2,35 | eclesial, no tempo presente, deve assumir como seu dever suscitar 30 III, 2,35 | testemunho precioso pode e deve ser dado por aqueles esposos 31 III, 2,37 | amor mútuo dos cônjuges, deve por-se como modelo e norma 32 III, 2,37 | modelo e norma daquele que deve ser actuado nas relações 33 III, 2,37 | serviço educativo dos pais deve dirigir-se com firmeza para 34 III, 2,37 | dever fundamental dos pais, deve actuar-se sempre sob a sua 35 III, 2,37 | subsidiariedade, que a escola deve observar quando coopera 36 III, 2,37 | éticos, o dever educativo deve conduzir os filhos a conhecer 37 III, 2,40 | renovação da escola ca tólica deve dar uma atenção especial 38 III, 2,40 | perfeita comunidade educadora. ~Deve ser absolutamente assegurado 39 III, 2,40 | mediante formas associativas, deve com todas as forças e com 40 III, 2,41 | fecundidade das famílias deve conhecer uma sua incessante « 41 III, 3,43 | comunhão e de participação, que deve caracterizar a vida quotidiana 42 III, 3,45 | princípio o Estado não pode nem deve subtrair às famílias tarefas 43 III, 3,47 | para com todos os pobres, deve cuidar especialmente dos 44 III, 4,49 | identidade, o que ela é e deve ser segundo o desígnio do 45 III, 4,50 | participação na missão da Igreja deve dar-se segundo uma modalidade 46 III, 4,51 | protagonistas e celebrantes, deve ser uma «profissão de fé» 47 III, 4,52 | família, como a Igreja, deve ser um lugar onde se transmite 48 III, 4,52 | certeza da esperança, da qual deve tornar-se reflexo: «A família 49 III, 4,53 | do quotidiano. ~A família deve formar os filhos para a 50 III, 4,53 | e de catequese dos pais deve acompanhar também a vida 51 III, 4,53 | catequese da Igreja doméstica deve permanecer em comunhão intima 52 III, 4,53 | permanecer em comunhão intima e deve harmonizar-se responsavelmente 53 III, 4,55 | a família cristã pode e deve exercitar em comunhão íntima 54 III, 4,61 | bem-aventurada Virgem Maria deve ser considerado uma das 55 III, 4,64 | de filho de Deus. ~Isto deve acontecer, antes de tudo, 56 III, 4,64 | íntima comunhão de amor. Deve além disso ampliar-se para 57 III, 4,64 | família, a Igreja pode e deve assumir uma dimensão mais 58 IV, 1,65 | acção pastoral da Igreja deve ser progressiva, também 59 IV, 1,65 | também no sentido de que deve seguir a família, acompanhando-a 60 IV, 1,66 | mulheres. Por isso a Igreja deve promover melhores e mais 61 IV, 1,66 | preparação para o matrimónio deve ver-se e actuar-se como 62 IV, 1,66 | sacramento do matrimónio deve ter lugar nos últimos meses 63 IV, 1,66 | análogo ao do catecumenato, deve incluir-se uma profunda 64 IV, 1,66 | todavia, tal preparação deve ser sempre proposta e actuada 65 IV, 1,67 | sua força santificadora deve ser por si válida, digna 66 IV, 1,67 | celebração. Este último deve ser simples e digno, de 67 IV, 1,67 | a celebração litúrgica deve desenvolver-se de maneira 68 IV, 1,67 | litúrgica do matrimónio deve envolver a comunidade cristã, 69 IV, 1,68 | igreja. ~Todavia, não se deve esquecer que estes noivos, 70 IV, 2,70 | salva e salvadora, a Igreja deve considerar-se aqui na sua 71 IV, 2,70 | cada comunidade paroquial, deve ter consciência mais viva 72 IV, 2,70 | de tal responsabilidade deve compreender-se também a 73 IV, 2,71 | A família ~ 71. Mas deve sobretudo reconhecer-se 74 IV, 2,71 | no sacramento. Tal missão deve ser posta ao serviço da 75 IV, 3,73 | Como Pai e Pastor, ele deve estar atento de um modo 76 IV, 3,73 | sem dúvida prioritário. Deve consagrar-lhe uma grande 77 IV, 3,76 | comunicacão social ~76. Deve reservar-se uma palavra 78 IV, 4,78 | este tipo de matrimónio, deve ser feito um esforço razoável 79 IV, 4,78 | catolicamente. O cônjuge católico deve ser, além disso, apoiado 80 IV, 4,83 | Obviamente que a separação deve ser considerada remédio 81 IV, 4,83 | caso, a comunidade eclesial deve ajudá-lo mais que nunca; 82 IV, 4,84 | ambientes católicos, o problema deve ser enfrentado com urgência