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| Alfabética [« »] conhecimentos 1 coníia 1 conjugais 3 conjugal 73 cônjuge 10 conjuges 1 cónjuges 1 | Freqüência [« »] 76 comunidade 76 humana 76 ser 73 conjugal 73 familiar 71 ou 70 cada | Ioannes Paulus PP. II Familiaris Consortio IntraText - Concordâncias conjugal |
Parte, Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,1| último e da verdade da vida conjugal e familiar. Outras, por 2 II, 0,11 | totalidade, pedida pelo amor conjugal, corresponde também às exigências 3 II, 0,11 | ou seja o pacto de amor conjugal ou escolha consciente e 4 II, 0,11 | interior do pacto de amor conjugal que publicamente se afirma 5 II, 0,12 | mulher se declaram o seu amor conjugal. O seu vínculo de amor torna-se 6 II, 0,12 | que pode ferir o pacto conjugal, torna-se imagem da infidelidade 7 II, 0,13 | Cristo nos amou. O amor conjugal atinge aquela plenitude 8 II, 0,13 | interiormente ordenado: a caridade conjugal, que é o modo próprio e 9 II, 0,13 | grandeza e a beleza desta vida conjugal em Cristo: «Donde me será 10 II, 0,13 | comunidade de vida e de amor conjugal, fundada pelo Criador, é 11 II, 0,13 | propriamente, mas o vínculo conjugal cristão, uma comunhão a 12 II, 0,13 | também específico: o amor conjugal comporta uma totalidade 13 II, 0,13 | e da vontade - ; o amor conjugal dirige-se a uma unidade 14 II, 0,13 | características normais do amor conjugal natural, mas com um significado 15 II, 0,14 | instituto do matrimónio e o amor conjugal se ordenam à procriação 16 II, 0,14 | essencialmente dom e o amor conjugal, enquanto conduz os esposos 17 II, 0,14 | sinal permanente da unidade conjugal e síntese viva e indissociável 18 II, 0,14 | possível, nem por isso a vida conjugal perde o seu valor. A esterilidade 19 II, 0,15 | relações interpessoais - vida conjugal, paternidade-maternidade, 20 III, 1,18 | fundamento e alma da comunidade conjugal e familiar. ~ ~ 21 III, 1,19 | indivisível da comunhão conjugal ~ ~19. A primeira comunhão 22 III, 1,19 | virtude do pacto de amor conjugal, o homem e a mulher «já 23 III, 1,19 | dom total. ~ Esta comunhão conjugal radica-se na complementariedade 24 III, 1,20 | indissolúvel ~20. A comunhão conjugal caracteriza-se não só pela 25 III, 1,20 | definitiva daquele amor conjugal, que tem em Jesus Cristo 26 III, 1,21 | família ~21. A comunhão conjugal constitui o fundamento sobre 27 III, 1,25 | dentro da comunhão-comunidade conjugal e familiar que o homem é 28 III, 1,25 | da minha carne».~O amor conjugal autêntico supõe e exige 29 III, 2,28 | fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo da plena 30 III, 2,28 | autêntico culto do amor conjugal e toda a vida familiar que 31 III, 2,28 | A fecundidade do amor conjugal não se restringe somente 32 III, 2,29 | em particular que o amor conjugal deve ser plenamente humano, 33 III, 2,32 | trata de conciliar o amor conjugal com a transmissão responsável 34 III, 2,32 | sinceramente a virtude da castidade conjugal».~É exactamente partindo 35 III, 2,32 | dois significados do acto conjugal: o significado unitivo e 36 III, 2,32 | ou em previsão do acto conjugal, ou na sua realização, ou 37 III, 2,32 | verdade interior do amor conjugal, chamado a doar-se na totalidade 38 III, 2,32 | espiritual e corpóreo da comunhão conjugal, como também viver o amor 39 III, 2,32 | experiência da comunhão conjugal enriquecida daqueles valores 40 III, 2,33 | Também no campo da moral conjugal a Igreja é e age como Mestra 41 III, 2,33 | favorecer o autêntico amor conjugal. Por isso, a pedagogia concreta 42 III, 2,33 | todas as realidades da vida conjugal, e, portanto, também sobre 43 III, 2,33 | manifestações afectivas da vida conjugal sejam segundo a ordem recta 44 III, 2,33 | longe de prejudicar o amor conjugal, confere-lhe pelo contrário 45 III, 2,34 | compreende toda a vida conjugal. Por isso a obrigação de 46 III, 2,34 | coração para que o amor conjugal se aprofunde e se torne 47 III, 2,34 | recordado como na intimidade conjugal estão implicadas as vontades 48 III, 2,35 | pelas finalidades do acto conjugal que o exprime. Isto quer 49 III, 2,41 | serviço à vida ~41. O amor conjugal fecundo exprime-se num serviço 50 III, 3,46 | direito à intimidade da vida conjugal e familiar; o direito 51 III, 3,47 | realidade humana do amor conjugal com todas as suas consequências, 52 III, 4,50 | de vida: é então no amor conjugal e familiar - vivido na sua 53 III, 4,51 | a Boa Nova - da sua vida conjugal e familiar, feita por Cristo 54 III, 4,51 | da Boa-Nova sobre o amor conjugal: é Palavra de Deus que « 55 III, 4,51 | conjuntamente» pela comunidade conjugal e familiar, através da mesma 56 III, 4,55 | realidades quotidianas da vida conjugal e familiar: em tal sentido 57 III, 4,56 | matrimónio cristão, o amor conjugal é purificado e santificado: « 58 III, 4,56 | deste, a própria missão conjugal e familiar, penetrados do 59 III, 4,56 | realidades próprias da existência conjugal e familiar. Nascem daqui 60 III, 4,56 | profundo espiritualidade conjugal e familiar, que se inspire 61 III, 4,56 | reviver na sua existência conjugal e familiar o mesmo amor 62 III, 4,57 | vivificada a sua aliança conjugal. Como representação do sacrifício 63 III, 4,58 | reconstrói e aperfeiçoa a aliança conjugal e a comunhão familiar. ~ ~ 64 III, 4,61 | desenvolver a espiritualidade conjugal e familiar. Ela, a Mãe de 65 IV, 1,66 | problemas da sexualidade conjugal e da paternidade responsável, 66 IV, 1,67 | eclesial sacramental do pacto conjugal entre os baptizados. ~Enquanto 67 IV, 1,67 | derivantes da natureza do pacto conjugal elevado a sacramento, e 68 IV, 1,67 | humano e religioso do pacto conjugal, desde que nada contenham 69 IV, 1,68 | da criação: o mesmo pacto conjugal instituído pelo Criador « 70 IV, 1,68 | seu irrevogável consenso conjugal toda a vida num amor indissolúvel 71 IV, 1,69 | responsavelmente o amor conjugal em relação com as exigências 72 IV, 4,77 | possível aprofundamento do amor conjugal sempre mais purificado e 73 IV, 4,83 | retomar eventualmente a vida conjugal anterior. ~Análogo é o caso