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Ioannes Paulus PP. II
Familiaris Consortio

IntraText - Concordâncias

igreja

    Parte,  Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,1 | A Igreja ao serviço da família ~  2 Intro, 0,1 | preciosos da humanidade, a Igreja quer fazer chegar a sua 3 Intro, 0,1 | e ajudando os outros, a Igreja oferece o seu serviço a 4 Intro, 0,2 | deste profundo interesse da Igreja pela família foi o último 5 Intro, 0,2 | humanidade da viva solicitude da Igreja pela família, e de oferecer 6 Intro, 0,3 | matrimónio e da família ~ 3. A Igreja, iluminada pela , que 7 Intro, 0,3 | qualquer modo deformar, a Igreja, sabedora de que o bem da 8 I, 0,4 | situações sociais e culturais, a Igreja, para cumprir a sua missão, 9 I, 0,4 | famílias do nosso tempo que a Igreja deve levar o imutável e 10 I, 0,4 | história, e, portanto, a Igreja pode ser guiada para uma 11 I, 0,4 | empenham-se pela verdade. A Igreja, com o seu discernimento 12 I, 0,5 | discernimento realizado pela Igreja torna-se oferta para orientação 13 I, 0,5 | portanto, obra de toda a Igreja, segundo a diversidade dos 14 I, 0,5 | actuação da Palavra de Deus. A Igreja, portanto, não realiza o 15 I, 0,5 | no consenso dos fiéis. A Igreja, seguindo a Cristo, procura 16 I, 0,5 | pobres e desprezados. A Igreja pode apreciar também a investigação 17 I, 0,5 | assegurar a permanência da Igreja na verdade de Cristo e introduzi-la 18 I, 0,8 | 8. Põe-se assim a toda a Igreja o dever de uma reflexão 19 I, 0,10 | à tradição constante da Igreja recolher das culturas dos 20 I, 0,10 | sempre mais claramente e a Igreja poderá caminhar para um 21 I, 0,10 | Evangelho e da comunhão com a Igreja universal, deverá prosseguir-se 22 I, 0,10 | que é o próprio Cristo. A Igreja inteira será enriquecida 23 II, 0,13 | Jesus Cristo, esposo da Igreja, e o sacramento do matrimónio ~ 24 II, 0,13 | cruz pela sua Esposa, a Igreja. Neste sacrifício descobre-se 25 II, 0,13 | do matrimónio unido pela Igreja, confirmado pela oblação 26 II, 0,13 | fielmente a Palavra de Deus, a Igreja tem solenemente ensinado 27 II, 0,13 | nupcial de Cristo com a Igreja. E é em razão desta indestrutível 28 II, 0,13 | relação de Cristo com a Igreja. ~Os esposos são portanto 29 II, 0,13 | esposos são portanto para a Igreja o chamamento permanente 30 II, 0,15 | família de Deus», que é a Igreja. ~O matrimónio e a família 31 II, 0,15 | dos cristãos edificam a Igreja: na família, de facto, a 32 II, 0,15 | família de Deus, que é a Igreja. ~A família humana, desagregada 33 II, 0,15 | humana na grande família da Igreja. ~O mandato de crescer e 34 II, 0,15 | integral realização. ~A Igreja encontra assim na família, 35 II, 0,15 | estas, reciprocamente, na Igreja. ~  ~ 36 II, 0,16 | escatológicas de Cristo com a Igreja, dando-se integralmente 37 II, 0,16 | dando-se integralmente à Igreja na esperança de que Cristo 38 II, 0,16 | virgindade mantém viva na Igreja a consciência do mistério 39 II, 0,16 | definitivo. É por isso que a Igreja, durante toda a sua história, 40 III, 0,17 | e do amor de Cristo pela Igreja, sua esposa. ~Cada dever 41 III, 0,17 | participação na vida e na missão da Igreja. ~  ~ 42 III, 1,19 | singularíssima, que torna a Igreja o indivisível Corpo Místico 43 III, 1,19 | revelando deste modo à Igreja e ao mundo a nova comunhão 44 III, 1,20 | É dever fundamental da Igreja reafirmar vigorosamente - 45 III, 1,20 | que Cristo vive para com a Igreja. ~Cristo renova o desígnio 46 III, 1,20 | irrevogável, que liga Cristo à Igreja, sua esposa, por Ele amada 47 III, 1,20 | pastores e pelos fiéis da Igreja. ~  ~ 48 III, 1,21 | com Cristo, na unidade da Igreja de Deus. Uma revelação e 49 III, 1,21 | se pode e deve chamar «Igreja doméstica»,~Todos os membros 50 III, 1,22 | humana da Virgem Maria, que a Igreja honra como Mãe de Deus, 51 III, 1,23 | educação dos filhos. Portanto a Igreja pode e deve ajudar a sociedade 52 III, 1,23 | o trabalho doméstico. ~A Igreja, com o devido respeito pela 53 III, 1,23 | de todos: da família, da Igreja e da sociedade. ~É evidente, 54 III, 1,25 | forte que Cristo nutre pela Igreja. ~O amor à esposa tornada 55 III, 1,25 | experiência viva de Cristo e da Igreja. ~  ~ 56 III, 1,26 | que vem a este mundo, a Igreja cumpre uma sua missão fundamental: 57 III, 1,27 | que a acção pastoral da Igreja estimule todos a descobrir 58 III, 2,28 | e, através dos filhos, à Igreja e ao mundo. ~  ~ 59 III, 2,29 | antigas e sempre novas da Igreja ~29. Exactamente porque 60 III, 2,29 | amor do próprio Deus, a Igreja tem consciência de ter recebido 61 III, 2,29 | antigas e sempre novas da Igreja sobre o matrimónio e sobre 62 III, 2,30 | A Igreja está do lado da vida ~30. 63 III, 2,30 | vida ~30. A doutrina da Igreja coloca-se hoje numa situação 64 III, 2,30 | qualidade da vida. ~Mas a Igreja crê firmemente que a vida 65 III, 2,30 | que obscurecem o mundo, a Igreja está do lado da vida: e 66 III, 2,30 | e mortificam a vida. ~ A Igreja é chamada a manifestar novamente 67 III, 2,30 | encontre. ~Por tudo isto a Igreja condena como ofensa grave 68 III, 2,31 | mais plenamente ~ 31. A Igreja está sem dúvida consciente 69 III, 2,31 | relativas implicações morais. ~A Igreja considera, todavia, que 70 III, 2,31 | organica, tornar a doutrina da Igreja sobre este tema fundamental 71 III, 2,31 | da visão do homem que a Igreja propõe: dúvidas ou erros 72 III, 2,32 | referência essencial à pessoa, a Igreja sente como mais urgente 73 III, 2,32 | afirmou que a doutrina da Igreja «se funda na conexão inseparável, 74 III, 2,33 | A Igreja Mestra e Mãe para os cônjuges 75 III, 2,33 | campo da moral conjugal a Igreja é e age como Mestra e Mãe. ~ 76 III, 2,33 | da vida. De tal norma a Igreja não é, certamente, nem a 77 III, 2,33 | dignidade da pessoa humana, a Igreja interpreta a norma moral 78 III, 2,33 | perfeição. ~Como Mãe, a Igreja está próxima dos muitos 79 III, 2,33 | Mas é a mesma e única Igreja a ser ao mesmo tempo Mestra 80 III, 2,33 | Mestra e Mãe. Por isso a Igreja nunca se cansa de convidar 81 III, 2,33 | a pedagogia concreta da Igreja deve estar sempre ligada 82 III, 2,33 | e fecundo de Cristo pela Igreja. ~Mas, entre as condições 83 III, 2,34 | mesma linha a pedagogia da Igreja compreende que os cônjuges 84 III, 2,34 | na estima da doutrina da Igreja e na confiança na graça 85 III, 2,35 | extensão de tais estudos, a Igreja cristã não pode não solicitar 86 III, 2,37 | por eles. Neste sentido a Igreja reafirma a lei da subsidiariedade, 87 III, 2,37 | sexualidade humana. ~Por isto a Igreja opõe-se firmemente a uma 88 III, 2,38 | também do amor materno da Igreja, e os enriquece de sabedoria, 89 III, 2,38 | próprio «ministério» da Igreja ao serviço da edificação 90 III, 2,38 | chama e os manda edificar a Igreja nos filhos. Assim a família 91 III, 2,38 | baptizados, convocada qual igreja doméstica pela Palavra e 92 III, 2,38 | conjuntamente, como a grande Igreja, mestra e mãe. ~  ~ 93 III, 2,39 | primeira experiência de Igreja ~39. A missão de educar 94 III, 2,39 | Espírito Santo, de um membro da Igreja, ajudará os pais cristãos 95 III, 2,40 | religiosa. ~O Estado e a Igreja têm obrigação de prestar 96 III, 2,40 | educativos. Por isso, quer a Igreja quer o Estado devem criar 97 III, 3,46 | injustiças. ~Por tudo isto a Igreja defende aberta e fortemente 98 III, 3,48 | os homens. Como «pequena Igreja», a família cristã é chamada, 99 III, 3,48 | à semelhança da «grande Igreja» a ser sinal de unidade 100 III, 4 | PARTICIPAÇÃO NA VIDA E NA MISSÃO DA IGREJA ~  ~ 101 III, 4,49 | A família no mistério da Igreja ~49. Entre os deveres fundamentais 102 III, 4,49 | participação na vida e na missão da Igreja. ~Para melhor compreender 103 III, 4,49 | profundos que ligam entre si a Igreja e a família cristã, e constituem 104 III, 4,49 | constituem esta última como «uma Igreja em miniatura» (Ecclesia 105 III, 4,49 | histórica do próprio mistério da Igreja. ~É antes de tudo a Igreja 106 III, 4,49 | Igreja. ~É antes de tudo a Igreja Mãe que gera, educa, edifica 107 III, 4,49 | anúncio da Palavra de Deus, a Igreja revela à família cristã 108 III, 4,49 | celébração dos sacramentos, a Igreja enriquece e corrobora a 109 III, 4,49 | mandamento novo da caridade, a Igreja anima e guia a família cristã 110 III, 4,49 | tal ponto no mistério da Igreja que se torna participante, 111 III, 4,49 | missão de salvacão própria da Igreja: os cônjuges e os pais cristãos, 112 III, 4,49 | fecundidade sobrenatural da Igreja, a família cristã torna-se 113 III, 4,49 | participação da maternidade da Igreja. ~  ~ 114 III, 4,50 | responsável na missão da Igreja de modo próprio e original, 115 III, 4,50 | colocando-se ao serviço da Igreja e da sociedade no seu ser 116 III, 4,50 | participação na missão da Igreja deve dar-se segundo uma 117 III, 4,50 | devem viver o seu serviço à Igreja e ao mundo. Devem ser na 118 III, 4,50 | de Jesus Cristo e da sua Igreja: o amor e a vida constituem 119 III, 4,50 | salvífica da família cristã na Igreja e pela Igreja ~O Concílio 120 III, 4,50 | cristã na Igreja e pela Igreja ~O Concílio Vaticano II 121 III, 4,50 | de amor entre Cristo e a Igreja, manifestará a todos a presença 122 III, 4,50 | a autêntica natureza da Igreja, quer por meio do amor dos 123 III, 4,51 | Partícipe da vida e da missão da Igreja, que está em religiosa escuta 124 III, 4,51 | entre Jesus Cristo e a Igreja sua esposa. ~A preparação 125 III, 4,51 | profunda é a proclamação, na Igreja, da Boa-Nova sobre o amor 126 III, 4,51 | profissão de » feita dentro da Igreja e com a Igreja comunidade 127 III, 4,51 | dentro da Igreja e com a Igreja comunidade dos crentes. ~ 128 III, 4,51 | participação no amor de Cristo pela Igreja em relação com a situação 129 III, 4,51 | Por isto, como a grande Igreja, assim também a pequena 130 III, 4,51 | assim também a pequena Igreja doméstica tem necessidade 131 III, 4,52 | Paulo VI: «A família, como a Igreja, deve ser um lugar onde 132 III, 4,52 | depende em grande parte da Igreja doméstica. Esta missão apostólica 133 III, 4,52 | situações que infelizmente a Igreja experimenta em diversos 134 III, 4,52 | que poderia ser chamada "Igreja doméstica" fica como único 135 III, 4,53 | primeiros anos da vida. Como na Igreja a obra de evangelização 136 III, 4,53 | reentra no contexto da Igreja inteira, qual comunidade 137 III, 4,53 | derivado da única missão da Igreja e enquanto ordenado à edificação 138 III, 4,53 | evangelização e de catequese da Igreja doméstica deve permanecer 139 III, 4,54 | espirito missionário, a Igreja doméstica é chamada a ser 140 III, 4,54 | missionário, assim hoje a Igreja testemunha a sua incessante 141 III, 4,54 | particular à causa missionária da Igreja cultivando as vocações missionárias 142 III, 4,55 | O santuário doméstico da Igreja ~55.O anúncio do Evangelho 143 III, 4,55 | celebração sacramental. A Igreja, comunidade crente e evangelizadora, 144 III, 4,55 | também está inserida na Igreja, povo sacerdotal: mediante 145 III, 4,55 | comunhão íntima com toda a Igreja, através das realidades 146 III, 4,56 | que, assim como Ele amou a Igreja e se entregou por ela, de 147 III, 4,56 | Deus em Jesus Cristo e na Igreja: celebrando-o, os cônjuges 148 III, 4,56 | homens e de Cristo pela Igreja sua esposa. ~E como do sacramento 149 III, 4,57 | de amor de Cristo com a Igreja, enquanto sigilada com o 150 III, 4,57 | sacrifício de amor de Cristo pela Igreja, a Eucaristia é fonte de 151 III, 4,57 | na mais ampla unidade da Igreja; a participação pois ao 152 III, 4,59 | A oração familiar ~59. A Igreja reza pela família cristã 153 III, 4,59 | responsabilidade da família cristã como Igreja domésticapodem pois 154 III, 4,60 | deste modo construís a Igreja!». ~  ~ 155 III, 4,61 | privada ~61. Entre a oração da Igreja e a de cada um dos fiéis 156 III, 4,61 | importante da oração da Igreja doméstica é a de constituir, 157 III, 4,61 | oração litúrgica própria da Igreja inteira, no sentido quer 158 III, 4,61 | casa o culto celebrado na Igreja, a família cristã recorre 159 III, 4,61 | liberdade dos filhos de Deus, a Igreja propôs e continua a sugerir 160 III, 4,61 | Ela, a Mãe de Cristo e da Igreja, é também, de facto, de 161 III, 4,62 | participação na vida e na missão da Igreja no mundo é proporcional 162 III, 4,63 | mandamento novo do amor ~63. A Igreja, povo profético, sacerdotal 163 III, 4,63 | em íntima comunhão com a Igreja, povo real, chamada a viver 164 III, 4,64 | à caridade da família, a Igreja pode e deve assumir uma 165 III, 4,64 | cristã, enquanto edifica a Igreja pela caridade, põe-se ao 166 IV, 1,65 | A Igreja acompanha a família cristã 167 IV, 1,65 | participa, em comunhão com a Igreja, na experiência de peregrinação 168 IV, 1,65 | intervenção pastoral da Igreja em prol da família. É preciso 169 IV, 1,65 | depende em grande parte da Igreja doméstica. ~A solicitude 170 IV, 1,65 | A solicitude pastoral da Igreja não se limitará somente 171 IV, 1,65 | irregulares. Para todas a Igreja terá uma palavra de verdade, 172 IV, 1,65 | redentora. ~A acção pastoral da Igreja deve ser progressiva, também 173 IV, 1,66 | mas também a sociedade e a Igreja se empenhem no esforço de 174 IV, 1,66 | homens e mulheres. Por isso a Igreja deve promover melhores e 175 IV, 1,66 | mistério de Cristo e da Igreja, dos significados de graça 176 IV, 1,67 | cume de toda a acção da Igreja e fonte da sua força santificadora 177 IV, 1,67 | observada a disciplina da Igreja sobre a liberdade do consentimento, 178 IV, 1,67 | competentes autoridades da Igreja, às quais também incumbe - 179 IV, 1,67 | Enquanto gesto sacramental da Igreja, a celebração litúrgica 180 IV, 1,67 | mistério de Cristo e da sua Igreja. ~Para a celebração do matrimónio 181 IV, 1,68 | encontrar os pastores da Igreja no contexto da nossa sociedade 182 IV, 1,68 | quem pede casar-se pela Igreja pode existir em graus diversos 183 IV, 1,68 | compreender as razões que levam a Igreja a admitir à celebração do 184 IV, 1,68 | os noivos a casarem-se na igreja. Não admira. O matrimónio, 185 IV, 1,68 | petição do casamento na igreja. ~Todavia, não se deve esquecer 186 IV, 1,68 | nupcial de Cristo com a Igreja e que, pela sua recta intenção, 187 IV, 1,68 | implicitamente, querem aquilo que a Igreja faz quando celebra o matrimónio. 188 IV, 1,68 | da comunhão plena com a Igreja Católica, contradizendo 189 IV, 1,68 | explícito e formal o que a Igreja quer fazer ao celebrar o 190 IV, 1,68 | assim as coisas, não é a Igreja, mas eles mesmos a impedirem 191 IV, 1,69 | com as famílias jovens, a Igreja deverá prestar uma atenção 192 IV, 1,69 | e generosa de edificar a Igreja e a sociedade humana. Quando, 193 IV, 1,69 | específico uma família, a Igreja estará ainda próxima dos 194 IV, 2 | dinamica da realidade da Igreja, empenhada na missão de 195 IV, 2 | protagonista responsável a mesma Igreja, através das suas estruturas 196 IV, 2,70 | comunidade salva e salvadora, a Igreja deve considerar-se aqui 197 IV, 2,70 | paróquia. ~A comunhão com a Igreja universal não mortifica, 198 IV, 2,70 | familiar. Em tal sentido cada Igreja local e, em termos mais 199 IV, 2,71 | serviço da edificação da Igreja, da construção do Reino 200 IV, 2,71 | com os outros membros da Igreja, que também trabalham para 201 IV, 2,72 | 72. Sempre no âmbito da Igreja, responsável pela pastoral 202 IV, 2,72 | algum modo o mistério da Igreja de Cristo. Devem, portanto 203 IV, 2,72 | no Evangelho e na da Igreja, formar as conciências segundo 204 IV, 2,72 | dignidade humana e à doutrina da Igreja. Outras têm em vista a construção 205 IV, 3,73 | essencialmente o ministério da Igreja para com o matrimónio e 206 IV, 3,73 | apostólico, o ministro da Igreja recebe novos estímulos e 207 IV, 3,73 | Magistério autêntico da Igreja, de modo a ajudar o Povo 208 IV, 3,73 | e leigos participam, na Igreja, da missão profética de 209 IV, 3,73 | conteúdo do Magistério da Igreja e o da experiência da vida 210 IV, 3,74 | século futuro, pelo que a Igreja tem Cristo como único esposo», 211 IV, 3,75 | O futuro do mundo e da Igreja passa através da família». ~  ~ 212 IV, 3,76 | é imperioso que também a Igreja continue a dedicar toda 213 IV, 4,77 | encontrar em toda a parte, na Igreja, a sua pátria. É este um 214 IV, 4,77 | este um dever conatural à Igreja, sendo como é sinal de unidade 215 IV, 4,77 | idioma. Diz respeito também à Igreja apelar à consciência pública 216 IV, 4,77 | pode ser transcurado pela Igreja o momento da velhice, com 217 IV, 4,80 | circunstância. ~Por sua parte, a Igreja não pode admitir um tal 218 IV, 4,80 | da união de Cristo com a Igreja, uma união não temporária 219 IV, 4,81 | um destes elementos põe à Igreja árduos problemas pastorais, 220 IV, 4,82 | é aceitável por parte da Igreja. ~A acção pastoral procurará 221 IV, 4,82 | comunidades, os pastores da Igreja não poderão infelizmente 222 IV, 4,83 | testemunho diante do mundo e da Igreja, tornando mais necessária 223 IV, 4,84 | estudaram-no expressamente. A Igreja, com efeito, instituída 224 IV, 4,84 | considerem separados da Igreja, podendo, e melhor devendo, 225 IV, 4,84 | de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se 226 IV, 4,84 | na e na esperança. ~A Igreja, contudo, reafirma a sua 227 IV, 4,84 | de amor entre Cristo e a Igreja, significada e actuada na 228 IV, 4,84 | confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade 229 IV, 4,84 | Agindo de tal maneira, a Igreja professa a própria fidelidade 230 IV, 4,85 | afecto e da solicitude da Igreja e dos pastores. ~Infelizmente 231 IV, 4,85 | da grande família que é a Igreja, concretizada na família 232 IV, 4,85 | da família neste mundo: a Igreja é casa e família para todos, 233 Conclu | futuro e a esperança da Igreja e do mundo e construireis 234 Conclu, 0,86| dever de pedir aos filhos da Igreja um esforço especial neste 235 Conclu, 0,86| homens e na de Deus. ~A Igreja conhece o caminho pelo qual 236 Conclu, 0,86| profunda. Este caminho, que a Igreja aprendeu na escola de Cristo 237 Conclu, 0,86| família. Os que dentro da Igreja, em seu nome e sob a sua 238 Conclu, 0,86| Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, seja também a Mãe da «Igreja 239 Conclu, 0,86| Igreja, seja também a Mãe da «Igreja doméstica» e, graças ao 240 Conclu, 0,86| verdadeiramente uma «pequena Igreja», na qual se manifeste e 241 Conclu, 0,86| manifeste e reviva o mistério da Igreja de Cristo. Seja Ela, a Escrava


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