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Ioannes Paulus PP. II
Familiaris Consortio

IntraText - Concordâncias

deus

    Parte,  Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,3 | na família. ~Queridos por Deus com a própria criação, o 2 Intro, 0,3 | integral do desígnio de Deus. ~Num momento histórico 3 Intro, 0,3 | proclamar a todos o desígnio de Deus sobre o matrimónio e sobre 4 Intro, 0,3 | sociedade e do próprio Povo de Deus.~~  ~ 5 I, 0,4 | Uma vez que o desígnio de Deus sobre o matrimónio e sobre 6 I, 0,4 | e a viver o projecto de Deus que lhes diz respeito. Não 7 I, 0,5 | e actuação da Palavra de Deus. A Igreja, portanto, não 8 I, 0,5 | temporais segundo o desígnio de Deus Criador e Redentor. ~O « 9 I, 0,6 | que o homem faz ao amor de Deus. ~Por um lado, de facto, 10 I, 0,6 | a verdade do projecto de Deus sobre o matrimónio e a família, 11 I, 0,6 | entre dois amores: o amor de Deus impelido até ao desprezo 12 I, 0,6 | impelido até ao desprezo de Deus. ~Segue-se que só a educação 13 I, 0,8 | homens da sua relação com Deus, mas conduzi-los-á para 14 I, 0,8 | pelo mesmo gesto criador de Deus. E é só na fidelidade a 15 I, 0,9 | progressiva integração dos dons de Deus e das exigências do seu 16 I, 0,10 | aliança com a Sabedoria de Deus, que é o próprio Cristo. 17 I, 0,10 | o projecto originário de Deus acerca do matrimónio e da 18 II | SEGUNDA PARTE   ~O DESÍGNIO DE DEUS SOBRE O MATRIMÓNIO~E SOBRE 19 II, 0,11 | O homem imagem de Deus Amor ~ 11. Deus criou o 20 II, 0,11 | imagem de Deus Amor ~ 11. Deus criou o homem à sua imagem 21 II, 0,11 | ao mesmo tempo ao amor. ~Deus é amor e vive em si mesmo 22 II, 0,11 | conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do 23 II, 0,11 | do seu «ser à imagem de Deus». ~Por consequência a sexualidade, 24 II, 0,11 | amor, querida pelo próprio Deus, que só a esta luz manifesta 25 II, 0,11 | fidelidade ao desígnio de Deus Criador. Longe de mortificar 26 II, 0,12 | matrimónio e a comunhão entre Deus e os homens ~12. A comunhão 27 II, 0,12 | A comunhão de amor entre Deus e os homens, conteúdo fundamental 28 II, 0,12 | palavra central da Revelação, «Deus ama o seu povo», é também 29 II, 0,12 | símbolo da Aliança que une Deus e o seu povo. E o mesmo 30 II, 0,12 | infidelidade do povo para com o seu Deus: a idolatria é prostituição, 31 II, 0,12 | portanto, o amor sempre fiel de Deus põe-se como exemplar das 32 II, 0,13 | matrimónio ~13. A comunhão entre Deus e os homens encontra o seu 33 II, 0,13 | dom do amor que o Verbo de Deus faz à humanidade, assumindo 34 II, 0,13 | inteiramente aquele desígnio que Deus imprimiu na humanidade do 35 II, 0,13 | meditando fielmente a Palavra de Deus, a Igreja tem solenemente 36 II, 0,13 | recordar as grandes obras de Deus e de as testemunhar aos 37 II, 0,14 | 14. Segundo o desígnio de Deus, o matrimónio é o fundamento 38 II, 0,14 | tornam cooperadores com Deus no dom da vida a uma nova 39 II, 0,14 | pais, os esposos recebem de Deus o dom de uma nova responsabilidade. 40 II, 0,14 | visível do próprio amor de Deus, «do qual deriva toda a 41 II, 0,15 | humana» e na «família de Deus», que é a Igreja. ~O matrimónio 42 II, 0,15 | introduzida também na família de Deus, que é a Igreja. ~A família 43 II, 0,16 | o celibato pelo Reino de Deus não só não contradizem a 44 II, 0,16 | único Mistério da Aliança de Deus com o seu povo. Quando não 45 II, 0,16 | mais de caridade para com Deus e para com todos os homens», 46 II, 0,16 | testemunha que o Reino de Deus e a sua justiça são aquela 47 II, 0,16 | que ele tem com o Reino de Deus. ~Embora tendo renunciado 48 II, 0,16 | família segundo o desígnio de Deus. ~Os esposos cristãos têm 49 III, 0,17 | que és! ~17. No plano de Deus Criador e Redentor a família 50 III, 0,17 | a família é chamada por Deus a desenvolver na história, 51 III, 0,17 | princípio» do gesto criativo de Deus é então uma necessidade 52 III, 0,17 | porque, segundo o plano de Deus, é constituída qual «íntima 53 III, 0,17 | a plenitude no Reino de Deus. E numa perspectiva que 54 III, 0,17 | participação real do amor de Deus pela humanidade e do amor 55 III, 1,19 | humana. Porém, em Cristo, Deus assume esta exigência humana, 56 III, 1,19 | directamente o plano de Deus como nos foi revelado nas 57 III, 1,20 | verdade última no desígnio que Deus manifestou na Revelação: 58 III, 1,20 | amor absolutamente fiel que Deus Pai manifesta pelo homem 59 III, 1,20 | o «sim» das promessas de Deus e, portanto, a realização 60 III, 1,20 | fidelidade incondicional com que Deus ama o seu povo, da mesma 61 III, 1,20 | vontade do Senhor: «O que Deus uniu, não o separe o homem». ~ 62 III, 1,20 | fidelidade infatigável com que Deus e Jesus Cristo amam todos 63 III, 1,21 | na unidade da Igreja de Deus. Uma revelação e actuação 64 III, 1,21 | família é sempre chamada pelo Deus da paz a fazer a experiência 65 III, 1,21 | plena verdade querida por Deus, respondendo assim ao vivíssimo 66 III, 1,22 | isto é, de imagens vivas de Deus. Como justamente afirmaram 67 III, 1,22 | plenamente pela Palavra de Deus: a história da salvação 68 III, 1,22 | homem «varão e mulher», Deus a dignidade pessoal de 69 III, 1,22 | próprias da pessoa humana. Deus manifesta ainda na forma 70 III, 1,22 | Igreja honra como Mãe de Deus, chamando-a nova Eva e propondo-a 71 III, 1,22 | todos vós sois filhos de Deus, mediante a em Jesus 72 III, 1,23 | esplendente a imagem de Deus no homem e na mulher. ~Se 73 III, 1,24 | estima plena da imagem de Deus que esplandece em todos 74 III, 1,25 | cumprimento do desígnio de Deus: «Não é conveniente que 75 III, 1,25 | terra a mesma paternidade de Deus, o homem é chamado a garantir 76 III, 1,26 | em destaque no Reino de Deus: «Deixai vir a Mim os pequeninos 77 III, 1,26 | pois deles é o reino de Deus». ~Repito novamente o que 78 III, 1,26 | idade e graça diante de Deus e dos homens», darão o seu 79 III, 1,27 | interdependência do povo de Deus. Os anciãos têm além disso 80 III, 2,28 | Cooperadores do amor de Deus Criador ~28. Com a criação 81 III, 2,28 | sua imagem e semelhança, Deus coroa e leva à perfeição 82 III, 2,28 | do dom da vida humana: «Deus abençoou-os e disse-lhes: " 83 III, 2,29 | vida e no amor do próprio Deus, a Igreja tem consciência 84 III, 2,30 | memtalidades é a ausência de Deus do coração dos homens, cujo 85 III, 2,30 | sempre um esplêndido dom do Deus da bondade. Contra o pessimismo 86 III, 2,31 | guia autêntico do Povo de Deus, apresenta particular urgência 87 III, 2,32 | homem e mulher, à imagem de Deus. ~Nesta perspectiva o Concílio 88 III, 2,32 | conexão inseparável, que Deus quis e que o homem não pode 89 III, 2,32 | estes dois significados que Deus Criador inscreveu no ser 90 III, 2,32 | ministros» de plano de Deus e «usufruem» da sexualidade 91 III, 2,32 | fere a própria criação de Deus na relação mais íntima entre 92 III, 2,33 | espirito, a filial confiança em Deus e na sua graça, o recurso 93 III, 2,33 | humana segundo o plano de Deus e como sinal do amor unitivo 94 III, 2,34 | revela e propõe o desígnio de Deus Criador, a ordem moral não 95 III, 2,34 | profundas do homem criado por Deus, põe-se ao serviço da sua 96 III, 2,34 | e vinculante com o qual Deus mesmo inspira, sustenta 97 III, 2,34 | plano sapiente e amoroso de Deus, é um ser histórico, que 98 III, 2,34 | chamados, segundo o plano de Deus, à santidade no matrimónio 99 III, 2,35 | cooperação deles com o amor de Deus autor da vida humana». ~  ~ 100 III, 2,36 | participação na obra criadora de Deus: gerando no amor e por amor 101 III, 2,36 | e pela piedade para com Deus e para com os homens que 102 III, 2,37 | os sinais da chamada de Deus, para a educação para a 103 III, 2,38 | participação na obra criadora de Deus, tem uma nova e específica 104 III, 2,38 | autoridade e do mesmo amor de Deus Pai e de Cristo Pastor, 105 III, 2,38 | eduquem para o culto de Deus». ~A consciência viva e 106 III, 2,38 | responsabilidade diante de Deus que os chama e os manda 107 III, 2,39 | crescimento de um filho de Deus, de um irmão de Cristo, 108 III, 2,39 | acção litúrgica, a adorar a Deus Pai em espírito e verdade ( 109 III, 2,39 | à leitura da Palavra de Deus e inserindo-os no íntimo 110 III, 2,40 | constituídos pelo próprio Deus como primeiros e principais 111 III, 2,41 | única família dos filhos de Deus. Os pais cristãos terão 112 III, 2,41 | e próvida paternidade de Deus, teste munhada pelos pais 113 III, 2,41 | maravilhoso do Espírito de Deus, que abre os olhos do coração 114 III, 3,46 | que, segundo o desígno de Deus, é a célula base da sociedade, 115 III, 3,47 | tanto a «procurar o Reino de Deus tratando das realidades 116 III, 3,47 | temporais e ordenando-as segundo Deus». ~O dever social e político 117 III, 4,49 | da edificação do Reino de Deus na história, mediante a 118 III, 4,49 | o anúncio da Palavra de Deus, a Igreja revela à família 119 III, 4,49 | um dom próprio no Povo de Deus». Por isso não só «recebem» 120 III, 4,50 | pois, edifica o Reino de Deus na história mediante aquelas 121 III, 4,50 | comunidade em diálogo com Deus, 3) comunidade ao serviço 122 III, 4,51 | admiração do desígnio de Deus sobre a família ~51. Partícipe 123 III, 4,51 | religiosa escuta da Palavra de Deus e a proclama com firme confiança, 124 III, 4,51 | anunciando a Palavra de Deus: torna-se assim, cada dia 125 III, 4,51 | gratidão a que dignidade Deus quis elevar o matrimónio 126 III, 4,51 | da aliança de amor entre Deus e os homens, entre Jesus 127 III, 4,51 | pôr ao serviço do Reino de Deus no estado matrimonial. ~ 128 III, 4,51 | amor conjugal: é Palavra de Deus que «revela» e «cumpre» 129 III, 4,51 | sábio e amoroso projecto que Deus tem sobre os esposos, introduzidos 130 III, 4,51 | participação do próprio amor de Deus pela humanidade. Se em si 131 III, 4,51 | proclamação da Palavra de Deus, enquanto os noivos são 132 III, 4,51 | dos esposos e da família: Deus, que de facto, chamou os 133 III, 4,51 | existência de todos os dias, Deus vai-lhes revelando e propondo 134 III, 4,51 | obediência ao desígnio de Deus devem fazer-se «conjuntamente» 135 III, 4,52 | actual segundo o desígnio de Deus. ~A família cristã, sobretudo 136 III, 4,52 | virtudes presentes do Reino de Deus e a esperança na vida bem-aventurada», ~ 137 III, 4,53 | segundo a vocação recebida de Deus. De facto, a família que 138 III, 4,53 | vida consagrada ao Reino de Deus. ~O ministério de evangelização 139 III, 4,54 | para conhecerem o amor de Deus por todos os homens».   ~ 140 III, 4,55 | comunidade em diálogo com Deus ~  ~O santuário doméstico 141 III, 4,55 | empenhada no diálogo com Deus mediante a vida sacramental, 142 III, 4,56 | juntos para a glória de Deus». ~A vocação universal à 143 III, 4,56 | enfim, a prestar culto a Deus», é em si mesmo um acto 144 III, 4,56 | acto litúrgico de louvor a Deus em Jesus Cristo e na Igreja: 145 III, 4,56 | professam a sua gratidão a Deus pelo dom sublime que lhes 146 III, 4,56 | familiar o mesmo amor de Deus pelos homens e de Cristo 147 III, 4,56 | adoradores, consagram a Deus o próprio mundo».~  ~ 148 III, 4,58 | perseverança à misericórdia de Deus, que com prodigalidade é 149 III, 4,58 | contradiz não só a aliança com Deus, mas também a aliança dos 150 III, 4,58 | conduzidos ao encontro com Deus «rico em misericórdia», 151 III, 4,59 | sacrifício espiritual agradável a Deus por meio de Jesus Cristo»: 152 III, 4,59 | de si mesmos à glória de Deus, mas também com a vida de 153 III, 4,59 | interpretada como vocação de Deus e actuada como resposta 154 III, 4,59 | a intervenção do amor de Deus, na história da família, 155 III, 4,59 | com a ajuda incessante de Deus, que não faltará, se implorada 156 III, 4,60 | progressiva do mistério de Deus e no colóquio pessoal com 157 III, 4,60 | Baptismo, a conhecer e a adorar Deus e amar o próximo».~Elemento 158 III, 4,61 | meditação da Palavra de Deus, a preparação para a recepção 159 III, 4,61 | liberdade dos filhos de Deus, a Igreja propôs e continua 160 III, 4,63 | acolher na a Palavra de Deus, a celebrá-la e a professá-la 161 III, 4,63 | Cristo Jesus»: «o amor de Deus foi derramado em nossos 162 III, 4,63 | seu «serviço» de amor a Deus e aos irmãos. Como Cristo 163 III, 4,63 | da glória dos filhos de Deus (cfr. Rom. 8, 21)». ~  ~ 164 III, 4,64 | em cada irmão a imagem de Deus ~64. Animada e sustentada 165 III, 4,64 | de pessoa e de filho de Deus. ~Isto deve acontecer, antes 166 III, 4,64 | considere-se no próximo a imagem de Deus, para o qual foi criado, 167 IV, 1,65 | e realização do Reino de Deus. ~Sublinha-se, portanto, 168 IV, 1,66 | possibilidade do dom total de si a Deusvocação à vida sacerdotal 169 IV, 1,67 | proclamação da Palavra de Deus e uma profissão de da 170 IV, 1,68 | obediência à vontade de Deus, que não pode acontecer 171 IV, 1,68 | acolheram o projecto de Deus sobre o matrimónio, e, portanto, 172 IV, 2,71 | da construção do Reino de Deus na história. Isto é pedido 173 IV, 3,73 | modo a ajudar o Povo de Deus a formar-se um recto sentido 174 IV, 3,74 | exactamente na consagraçao a Deus que os torna «diante de 175 IV, 3,74 | admirável conúbio realizado por Deus e que se manifestará plenamente 176 IV, 3,74 | encontrar lá o sentido de Deus, o gosto da oração e do 177 IV, 3,74 | família maior que é a de Deus. ~Desejo acrescentar uma 178 IV, 4,81 | matrimónio à luz da Aliança de Deus com o seu Povo; privação 179 IV, 4,81 | matrimónio-sacramento. ~O Povo de Deus actue também junto das autoridades 180 IV, 4,84 | exortados a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o Sacrifício 181 IV, 4,84 | implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, 182 IV, 4,84 | estado, poderão obter de Deus a graça da conversão e da 183 Conclu | realidade última do amor de Deus; ~a vós, homens todos de 184 Conclu, 0,86| o maravilhoso plano de Deus, eles têm uma razão mais 185 Conclu, 0,86| da graça e na missão que Deus lhe confiou. «É necessário 186 Conclu, 0,86| Cidade dos homens e na de Deus. ~A Igreja conhece o caminho 187 Conclu, 0,86| Por misterioso desígnio de Deus, nela viveu o Filho de Deus 188 Conclu, 0,86| Deus, nela viveu o Filho de Deus escondido por muitos anos: 189 Conclu, 0,86| exílio; que glorificou a Deus de modo incomparavelmente 190 Conclu, 0,86| cumprimento do plano de Deus a seu respeito. ~Que São 191 Conclu, 0,86| e generoso da vontade de Deus; seja Ela, Mãe das Dores


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