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Parte, Capítulo, Parágrafo
1 Intro, 0,1 | a grandeza da vocação ao amor e ao serviço da vida.~ ~ 2 Intro, 0,2 | interpessoais, ricas de justiça e de amor. ~Os Padres Sinodais, como 3 I, 0,6 | recusa que o homem faz ao amor de Deus. ~Por um lado, de 4 I, 0,6 | conflito entre dois amores: o amor de Deus impelido até ao 5 I, 0,6 | até ao desprezo de si, e o amor de si impelido até ao desprezo 6 I, 0,6 | que só a educação para o amor, radicada na fé, pode levar 7 I, 0,6 | expressão histórica deste duplo amor. ~ ~ 8 I, 0,9 | e das exigências do seu amor definitivo e absoluto em 9 II, 0,11 | O homem imagem de Deus Amor ~ 11. Deus criou o homem 10 II, 0,11 | chamando-o à existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo 11 II, 0,11 | chamou-o ao mesmo tempo ao amor. ~Deus é amor e vive em 12 II, 0,11 | mesmo tempo ao amor. ~Deus é amor e vive em si mesmo um mistério 13 II, 0,11 | mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem 14 II, 0,11 | e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, 15 II, 0,11 | do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental 16 II, 0,11 | imortal, o homem é chamado ao amor nesta sua totalidade unificada. 17 II, 0,11 | totalidade unificada. O amor abraça também o corpo humano 18 II, 0,11 | torna-se participante do amor espiritual. ~A Revelação 19 II, 0,11 | humana na sua totalidade ao amor: o Matrimónio e a Virgindade. 20 II, 0,11 | somente se é parte integral do amor com o qual homem e mulher 21 II, 0,11 | totalidade, pedida pelo amor conjugal, corresponde também 22 II, 0,11 | matrimónio, ou seja o pacto de amor conjugal ou escolha consciente 23 II, 0,11 | comunidade íntima de vida e de amor, querida pelo próprio Deus, 24 II, 0,11 | exigência interior do pacto de amor conjugal que publicamente 25 II, 0,12 | homens ~12. A comunhão de amor entre Deus e os homens, 26 II, 0,12 | mulher se declaram o seu amor conjugal. O seu vínculo 27 II, 0,12 | conjugal. O seu vínculo de amor torna-se a imagem e o símbolo 28 II, 0,12 | desobediência à lei é abandono do amor nupcial para com o Senhor. 29 II, 0,12 | do Senhor e, portanto, o amor sempre fiel de Deus põe-se 30 II, 0,12 | exemplar das relações do amor fiel que devem existir entre 31 II, 0,13 | definitiva plenitude no dom do amor que o Verbo de Deus faz 32 II, 0,13 | como Cristo nos amou. O amor conjugal atinge aquela plenitude 33 II, 0,13 | comunidade de vida e de amor conjugal, fundada pelo Criador, 34 II, 0,13 | filhos, as exigências de um amor que perdoa e que redime; 35 II, 0,13 | Cristo é também específico: o amor conjugal comporta uma totalidade 36 II, 0,13 | espírito e da vontade - ; o amor conjugal dirige-se a uma 37 II, 0,13 | características normais do amor conjugal natural, mas com 38 II, 0,14 | instituto do matrimónio e o amor conjugal se ordenam à procriação 39 II, 0,14 | realidade mais profunda, o amor é essencialmente dom e o 40 II, 0,14 | é essencialmente dom e o amor conjugal, enquanto conduz 41 II, 0,14 | filho, reflexo vivo do seu amor, sinal permanente da unidade 42 II, 0,14 | responsabilidade. O seu amor paternal é chamado a tornar-se 43 II, 0,14 | sinal visível do próprio amor de Deus, «do qual deriva 44 III, 0,17 | comunidade de vida e de amor», a família tem a missão 45 III, 0,17 | comunidade de vida e de amor, numa tensão que, como para 46 III, 0,17 | análise, definidos pelo amor. Por isto é-lhe confiada 47 III, 0,17 | guardar, revelar e comunicar o amor, qual reflexo vivo e participação 48 III, 0,17 | vivo e participação real do amor de Deus pela humanidade 49 III, 0,17 | Deus pela humanidade e do amor de Cristo pela Igreja, sua 50 III, 0,17 | tal sentido, partindo do amor e em permanente referência 51 III, 1,18 | O amor, princípio e força de comunhão ~ 52 III, 1,18 | fundada e vivificada pelo amor, é uma comunidade de pessoas: 53 III, 1,18 | última de tal dever é o amor: como, sem o amor, a família 54 III, 1,18 | dever é o amor: como, sem o amor, a família não é uma comunidade 55 III, 1,18 | de pessoas, assim, sem o amor, a família não pode viver, 56 III, 1,18 | homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio 57 III, 1,18 | se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra 58 III, 1,18 | ele não se encontra com o amor, se não o experimenta e 59 III, 1,18 | participa vivamente». ~O amor entre o homem e a mulher 60 III, 1,18 | forma derivada e ampla, o amor entre os membros da mesma 61 III, 1,19 | em virtude do pacto de amor conjugal, o homem e a mulher « 62 III, 1,19 | uma comunidade nova, de amor, que é a imagem viva e real 63 III, 1,19 | mundo a nova comunhão de amor, doada pela graça de Cristo. ~ 64 III, 1,19 | matrimónio se doam com um amor total e por isso mesmo único 65 III, 1,19 | reconhecer no mútuo e pleno amor». ~ ~ 66 III, 1,20 | forma definitiva daquele amor conjugal, que tem em Jesus 67 III, 1,20 | fruto, sinal e exigência do amor absolutamente fiel que Deus 68 III, 1,20 | e sobretudo compartir o amor pleno e definitivo de Cristo, 69 III, 1,21 | profundos e ricos do espírito: o amor, que anima as relações interpessoais 70 III, 1,21 | surgir com o cuidado e o amor para com os mais pequenos, 71 III, 1,21 | dá e recebe. Mediante o amor, o respeito, a obediência 72 III, 1,22 | pessoas, a família encontra no amor a fonte e o estímulo incessante 73 III, 1,25 | carne da minha carne».~O amor conjugal autêntico supõe 74 III, 1,25 | sê-lhe agradecido pelo seu amor». Com a esposa o homem deve 75 III, 1,25 | desenvolver uma atitude de amor novo, manifestando para 76 III, 1,25 | Cristo nutre pela Igreja. ~O amor à esposa tornada mãe e o 77 III, 1,25 | à esposa tornada mãe e o amor aos filhos são para o homem 78 III, 1,26 | mil?». ~O acolhimento, o amor, a estima, o serviço multíplice 79 III, 1,27 | veneração singular e um grande amor pelo ancião: longe de ser 80 III, 1,27 | encontrado compreensão e amor nos olhos, nas palavras 81 III, 2,28 | da vida ~Cooperadores do amor de Deus Criador ~28. Com 82 III, 2,28 | participação especial do seu amor e do seu poder de Criador 83 III, 2,28 | fecundidade é o fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo 84 III, 2,28 | esposos: «O autêntico culto do amor conjugal e toda a vida familiar 85 III, 2,28 | dispostos a colaborar com o amor do Criador e Salvador, que 86 III, 2,28 | família», ~A fecundidade do amor conjugal não se restringe 87 III, 2,29 | 29. Exactamente porque o amor dos cônjuges é uma participação 88 III, 2,29 | no mistério da vida e no amor do próprio Deus, a Igreja 89 III, 2,29 | Vitae, e em particular que o amor conjugal deve ser plenamente 90 III, 2,30 | coração dos homens, cujo amor só por si é mais forte do 91 III, 2,32 | se trata de conciliar o amor conjugal com a transmissão 92 III, 2,32 | num contexto de autêntico amor, o sentido da mútua doação 93 III, 2,32 | falsificação da verdade interior do amor conjugal, chamado a doar-se 94 III, 2,32 | conjugal, como também viver o amor pessoal na sua exigência 95 III, 2,33 | de favorecer o autêntico amor conjugal. Por isso, a pedagogia 96 III, 2,33 | de Deus e como sinal do amor unitivo e fecundo de Cristo 97 III, 2,33 | espiritual que sabe defender o amor dos perigos do egoísmo e 98 III, 2,33 | intuito de sabedoria e de amor, não fez outra coisa senão 99 III, 2,33 | muito longe de prejudicar o amor conjugal, confere-lhe pelo 100 III, 2,33 | superar o egoísmo, inimigo do amor, e aprofunda o sentido da 101 III, 2,34 | plena humanidade, com o amor delicado e vinculante com 102 III, 2,34 | com o coração para que o amor conjugal se aprofunde e 103 III, 2,34 | libertação e da promoção do amor autêntico, que o Evangelho 104 III, 2,35 | os cônjuges a viver o seu amor com respeito pela estrutura 105 III, 2,35 | mais madura em relação ao amor e à vida. Como escrevia 106 III, 2,35 | suavidade da lei que une o amor mútuo dos esposos e a cooperação 107 III, 2,35 | a cooperação deles com o amor de Deus autor da vida humana». ~ ~ 108 III, 2,36 | criadora de Deus: gerando no amor e por amor uma nova pessoa, 109 III, 2,36 | Deus: gerando no amor e por amor uma nova pessoa, que traz 110 III, 2,36 | de tal modo animado pelo amor e pela piedade para com 111 III, 2,36 | unicidade da relação de amor que subsiste entre pais 112 III, 2,36 | dever de educar dos pais é o amor paterno e materno, o qual 113 III, 2,36 | perfeito o serviço à vida: o amor dos pais de fonte torna-se 114 III, 2,36 | o fruto mais precioso do amor. ~ ~ 115 III, 2,37 | do sentido do verdadeiro amor, como solicitude sincera 116 III, 2,37 | enquanto comunidade de amor, ela encontra no dom de 117 III, 2,37 | dom de si, que inspira o amor mútuo dos cônjuges, deve 118 III, 2,37 | sociedade. ~A educação para o amor como dom de si constitui 119 III, 2,37 | pes soa ao dom de si no amor. ~A educação sexual, direito 120 III, 2,38 | mesma autoridade e do mesmo amor de Deus Pai e de Cristo 121 III, 2,38 | Cristo Pastor, como também do amor materno da Igreja, e os 122 III, 2,41 | múltiplo serviço à vida ~41. O amor conjugal fecundo exprime-se 123 III, 2,41 | realidade, cada acto de amor verdadeiro para com o homem 124 III, 2,41 | profundo dinamismo interior do amor como doação de si aos outros. ~ 125 III, 2,41 | oportunidade de alargar o seu amor para além dos vínculos da 126 III, 2,41 | famílias cristãs: o seu amor espiritualmente fecundo 127 III, 3,43 | justiça, do diálogo, do amor. ~Deste modo a família, 128 III, 3,47 | Assumindo a realidade humana do amor conjugal com todas as suas 129 III, 3,48 | liberdade, da justiça e do amor, quer com um empenho activo 130 III, 4,49 | família cristã ao serviço do amor, a fim de que imite e reviva 131 III, 4,49 | que imite e reviva o mesmo amor de doação e sacrifício, 132 III, 4,49 | isso não só «recebem» o amor de Cristo tornando-se comunidade « 133 III, 4,49 | transmitir» aos irmãos o mesmo amor de Cristo, tornando-se assim 134 III, 4,50 | comunidade íntima de vida e de amor. ~Se a família cristã é 135 III, 4,50 | condição de vida: é então no amor conjugal e familiar - vivido 136 III, 4,50 | Cristo e da sua Igreja: o amor e a vida constituem portanto 137 III, 4,50 | participação da aliança de amor entre Cristo e a Igreja, 138 III, 4,50 | Igreja, quer por meio do amor dos esposos, quer pela sua 139 III, 4,51 | sinal e lugar da aliança de amor entre Deus e os homens, 140 III, 4,51 | Igreja, da Boa-Nova sobre o amor conjugal: é Palavra de Deus 141 III, 4,51 | participação do próprio amor de Deus pela humanidade. 142 III, 4,51 | concretas da sua participação no amor de Cristo pela Igreja em 143 III, 4,51 | mesma experiência humana do amor vivido do Espírito de Cristo 144 III, 4,52 | constante da alegria do amor e da certeza da esperança, 145 III, 4,53 | entrelaçada como deveria ser com o amor, com a simplicidade, com 146 III, 4,54 | próprios «missionários» do amor e da vida. ~Uma certa forma 147 III, 4,54 | presença de Cristo e do seu amor mesmo para os «afastados», 148 III, 4,54 | servindo o homem com o amor de Jesus Cristo. ~As famílias 149 III, 4,54 | infancia para conhecerem o amor de Deus por todos os homens». ~ 150 III, 4,56 | o matrimónio cristão, o amor conjugal é purificado e 151 III, 4,56 | aperfeiçoar e elevar este amor com um dom especial de graça 152 III, 4,56 | conjugal e familiar o mesmo amor de Deus pelos homens e de 153 III, 4,57 | representa a aliança de amor de Cristo com a Igreja, 154 III, 4,57 | representação do sacrifício de amor de Cristo pela Igreja, a 155 III, 4,58 | o qual, alargando o seu amor que é mais forte do que 156 III, 4,59 | assinalam a intervenção do amor de Deus, na história da 157 III, 4,61 | alimentar a comunhão de amor da família e para desenvolver 158 III, 4,63 | homem ~O mandamento novo do amor ~63. A Igreja, povo profético, 159 III, 4,63 | dom e o mandamento novo do amor. ~A vida cristã encontra 160 III, 4,63 | vida em Cristo Jesus»: «o amor de Deus foi derramado em 161 III, 4,63 | vez a lei evangélica do amor, e, com o dom do Espírito, 162 III, 4,63 | conjuges cristãos: o seu amor, purificado e salvo, é fruto 163 III, 4,63 | viver o seu «serviço» de amor a Deus e aos irmãos. Como 164 III, 4,63 | graça, reino de justiça, de amor e de paz, no qual a própria 165 III, 4,64 | pelo mandamento novo do amor, a família cristã vive a 166 III, 4,64 | por uma íntima comunhão de amor. Deve além disso ampliar-se 167 III, 4,64 | formar os homens para o amor e educá-los a agir com amor 168 III, 4,64 | amor e educá-los a agir com amor em todas as relações humanas, 169 III, 4,64 | relações humanas, de modo que o amor fique aberto à comunidade 170 IV, 1,68 | conjugal toda a vida num amor indissolúvel e numa fidelidade 171 IV, 1,69 | verdadeira comunidade de amor, é necessário que todos 172 IV, 1,69 | viver responsavelmente o amor conjugal em relação com 173 IV, 4,77 | multiplicadas as manifestações de amor e de respeito, na esperança 174 IV, 4,77 | na fé e no testemunho de amor. Outros momentos difíceis 175 IV, 4,77 | incompreensão ou a falta de amor da parte das pessoas mais 176 IV, 4,77 | possível aprofundamento do amor conjugal sempre mais purificado 177 IV, 4,78 | a vida e a qualidade de amor demonstrado ao cônjuge e 178 IV, 4,80 | só e sempre, o termo do amor de doação sem limite algum 179 IV, 4,80 | plena sem o concurso do amor de caridade, dado por Cristo. 180 IV, 4,80 | com os outros relações de amor genuíno. Isso não se consegue 181 IV, 4,80 | verdadeira educação para o amor autêntico e para o recto 182 IV, 4,83 | exigência do perdão própria do amor cristão e a disponibilidade 183 IV, 4,83 | desta, uma acção contínua de amor e de ajuda, sem algum obstáculo 184 IV, 4,84 | Saibam os pastores que, por amor à verdade, estão obrigados 185 IV, 4,84 | objectivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, 186 Conclu | esposos a realidade última do amor de Deus; ~a vós, homens 187 Conclu, 0,86| por fim, forma eminente de amor à família cristã de hoje, 188 Conclu, 0,86| ser e a perfeição do seu amor. ~Desejo, por fim, convidar 189 Conclu, 0,86| de graça, de justiça, de amor e de paz», para o qual