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Ioannes Paulus PP. II
Redemptor hominis

IntraText - Concordâncias

homem

    Cap., Parágrafo
1 Her, 1| segundo Milénio~O Redentor do homem, Jesus Cristo, é o centro 2 Her, 1| Filho-Verbo, que se fez homem e nasceu da Virgem Maria. 3 Her, 1| acto redentor a história do homem atingiu, no desígnio de 4 Her, 1| da humanidade e, enquanto homem, tornou-se sujeito à mesma, 5 Her, 1| dimensão, que intentava dar ao homem já desde o seu primeiro 6 2, 7| direcção de Cristo, Redentor do homem; na direcção de Cristo, 7 2, 7| fala aos homens também como Homem: é a sua própria vida que 8 2, 8| criado por Deus para o homem — aquele mundo que, entrando 9 2, 8| sobre o mundo por parte do homem, não revela acaso ele próprio 10 2, 8| importante do mundo visível, o homem, descendo — como Cristo — 11 2, 8| mesmo o mistério interior do homem, que na linguagem bíblica ( 12 2, 8| repetir, no mistério do homem e entrou no seu « coração ». 13 2, 8| verdadeiramente o mistério do homem. Adão, de facto, o primeiro 14 2, 8| Adão, de facto, o primeiro homem, era figura do futuro (Rom 15 2, 8| revela também plenamente o homem ao mesmo homem e descobre-lhe 16 2, 8| plenamente o homem ao mesmo homem e descobre-lhe a sua vocação 17 2, 8| invisível (Col 1, 15), Ele é o homem perfeito, que restitui aos 18 2, 8| uniu-se de certo modo a cada homem. Trabalhou com mãos de homem, 19 2, 8| homem. Trabalhou com mãos de homem, pensou com uma mente de 20 2, 8| pensou com uma mente de homem, agiu com uma vontade de 21 2, 8| agiu com uma vontade de homem e amou com um coração de 22 2, 8| e amou com um coração de homem. Nascendo da Virgem Maria, 23 2, 8| pecado ». Ele, o Redentor do homem.~ ~ 24 2, 9| criação do mundo, na doação ao homem de toda a riqueza do que 25 2, 9| certo modo rejeitado pelo homem, com a ruptura da primeira 26 2, 9| mediante a qual Jesus CristoHomem, Filho de Maria Virgem, 27 2, 9| fiel ao seu amor para com o homem e para com o mundo, que 28 2, 9| misericórdia tem na história do homem uma forma e um nome: chama-se 29 2, 10| do mistério da Redenção~O homem não pode viver sem amor. 30 2, 10| acima, revela plenamente o homem ao próprio homem. Esta é — 31 2, 10| plenamente o homem ao próprio homem. Esta é — se assim é lícito 32 2, 10| Redenção. Nesta dimensão o homem reencontra a grandeza, a 33 2, 10| No mistério da Redenção o homem é novamente « reproduzido » 34 2, 10| escravo nem livre, não há homem nem mulher: todos vós sois 35 2, 10| só em Cristo Jesus ». O homem que quiser compreender-se 36 2, 10| encontrar a si mesmo. Se no homem se actuar este processo 37 2, 10| grande valor deve ter o homem aos olhos do Criador, se « 38 2, 10| Filho », para que ele, o homem, « não pereça, mas tenha 39 2, 10| do valor e dignidade do homem chama-se Evangelho, isto 40 2, 10| cidadania na história do homem e da humanidade. A Igreja, 41 2, 10| restituíu definitivamente ao homem a dignidade e o sentido 42 2, 10| a de dirigir o olhar do homem e de endereçar a consciência 43 2, 10| esfera mais profunda do homem, a esferaqueremos dizer — 44 2, 11| conjunto com a história do homem desde o início; depois, 45 2, 11| ser revelado no tempo, no Homem Jesus Cristo, e para se 46 2, 11| em Cristo e por Cristo, o homem adquiriu plena consciência 47 2, 11| próprio Deus confiou ao homem. E nesta missão devemos 48 2, 12| da Igreja e liberdade do homem~Nesta união na missão, da 49 2, 12| para com aquilo « que há no homem », por aquilo que ele, no 50 2, 12| obra da graça, na qual o homem há-de encontrar-se plenamente 51 2, 12| uma profunda estima pelo homem, pela sua inteligência, 52 2, 12| verdadeira liberdade do homem, mais a Igreja, por força 53 2, 12| Cristo vai ao encontro do homem de todas as épocas, também 54 2, 12| cabalmente a verdade sobre o homem e sobre o mundo. Ainda hoje, 55 2, 12| como Aquele que traz ao homem a liberdade baseada na verdade, 56 2, 12| como Aquele que liberta o homem daquilo que limita, diminui 57 2, 12| próprias raízes, na alma do homem, no seu coração e na sua 58 2, 12| porta-voz e advogado do homem que vive « em espírito e 59 2, 12| em relação à história do homem. E a Igreja, por sua vez, 60 3 | III. O HOMEM REMIDO E A SUA SITUAÇÃO 61 3, 13| uniu de certo modo a cada homem ». A Igreja reconhece, portanto, 62 3, 13| única finalidade: que cada homem possa encontrar Cristo, 63 3, 13| percorrer juntamente com cada homem o caminho da vida, com a 64 3, 13| daquela verdade sobre o homem e sobre o mundo, contida 65 3, 13| é também a via para cada homem. Por esta via que leva de 66 3, 13| via que leva de Cristo ao homem, por esta via na qual Cristo 67 3, 13| qual Cristo se une a cada homem, a Igreja não pode ser entravada 68 3, 13| e do bem eterno do mesmo homem. Por respeito a Cristo e 69 3, 13| serve o verdadeiro bem do homem, assim como não pode permanecer 70 3, 13| com a dignidade sublime de homem », em todos os seus aspectos, 71 3, 13| Aqui, portanto, trata-se do homem em toda a sua verdade, com 72 3, 13| dimensão. Não se trata do homem « abstracto », mas sim real: 73 3, 13| abstracto », mas sim real: do homem « concreto », « histórico ». 74 3, 13| Trata-se de « cada » homem, porque todos e cada um 75 3, 13| através deste mistério. Todo o homem vem ao mundo concebido no 76 3, 13| solicitude diz respeito ao homem todo, inteiro, e está centrada 77 3, 13| destes cuidados da Igreja é o homem na sua única e singular 78 3, 13| semelhança recorda que o homem é « a única criatura sobre 79 3, 13| Deus por si mesma ». O homem tal como foi « querido » 80 3, 13| à graça e à glória, este homem assim é exactamente « todo 81 3, 13| exactamente « todo e qualquer » homem, o homem « o mais concreto », « 82 3, 13| todo e qualquer » homem, o homem « o mais concreto », « o 83 3, 13| o mais real »; este homem, depois, é o homem em toda 84 3, 13| este homem, depois, é o homem em toda a plenitude do mistério 85 3, 14| vias da Igreja levam ao homem~A Igreja não pode abandonar 86 3, 14| Igreja não pode abandonar o homem, cuja « sorte », ou seja, 87 3, 14| Criador deu ao primeiro homem, dizendo ao mesmo tempo 88 3, 14| dizendo ao mesmo tempo ao homem e à mulher: « submetei-a ( 89 3, 14| terra) e dominai-a ». Cada homem, pois, em toda a sua singular 90 3, 14| consciência e do coração. O homem nessa sua singular realidade ( 91 3, 14| história da sua alma. O homem que, segundo a interior 92 3, 14| concepção e do seu nascimento. O homem, na plena verdade da sua 93 3, 14| toda a humanidade — este homem é o primeiro caminho que 94 3, 14| Encarnação e da Redenção.~Este homem assim precisamente, em toda 95 3, 14| amor, precisamente um tal homem tinha diante dos olhos o 96 3, 14| humanidade: « É no íntimo do homem precisamente que muitos 97 3, 14| para a sociedade ». É este homem assim que é a via da Igreja; 98 3, 14| deve caminhar: porque o homem — todos e cada um dos homens, 99 3, 14| por Cristo; e porque com o homem — cada homem, sem excepção 100 3, 14| porque com o homem — cada homem, sem excepção alguma — Cristo 101 3, 14| se uniu, mesmo quando tal homem disso não se acha consciente: « 102 3, 14| Sendo portanto este homem a via da Igreja, via da 103 3, 14| ciente da « situação » de tal homem. E mais: a Igreja deve estar 104 3, 14| que se apresentam contra o homem. Ela deve estar cônscia, 105 3, 14| verdadeira dignidade do homem. Numa palavra, a Igreja 106 3, 15| 15. De que é que o homem contemporâneo tem medo~Conservando, 107 3, 15| determinadas direcções.~O homem de hoje parece estar sempre 108 3, 15| multiforme actividade do homem, com muita rapidez e de 109 3, 15| voltam contra o próprio homem. Eles passam então, de facto, 110 3, 15| podem ser dirigidos contra o homem. E nisto assim parece consistir 111 3, 15| e universal dimensão. O homem, portanto, cada vez mais 112 3, 15| dado desde o princípio ao homem, poder mediante o qual ele 113 3, 15| estado de ameaça contra o homem, da parte dos seus mesmos 114 3, 15| para o ambiente natural do homem, alienam-no nas suas relações 115 3, 15| apartam-no da mesma natureza. E o homem parece muitas vezes não 116 3, 15| vontade do Criador que o homem comunicasse com a natureza 117 3, 15| sinais da grandeza do mesmo homem, os quais, em seus germes 118 3, 15| de que é autor e fautor o homem, torna de facto a vida humana 119 3, 15| Torna-a mais « digna do homem »? Não pode haver dúvida 120 3, 15| essencial em sumo grau: se o homem, enquanto homem, no contexto 121 3, 15| grau: se o homem, enquanto homem, no contexto deste progresso, 122 3, 15| universal quanto ao problema do homem. E a mesma pergunta devem 123 3, 15| se refere à situação do homem, hoje e no futuro. Todas 124 3, 15| progresso moral e espiritual do homem? Neste contexto o homem, 125 3, 15| homem? Neste contexto o homem, enquanto homem, desenvolve-se 126 3, 15| contexto o homem, enquanto homem, desenvolve-se e progride, 127 3, 15| nos homens, « no mundo do homem » — que é em si mesmo um 128 3, 15| fundamental da solicitude do homem pelo homem, pela sua própria 129 3, 15| solicitude do homem pelo homem, pela sua própria humanidade 130 3, 15| considera esta solicitude pelo homem, pela sua humanidade e pelo 131 3, 15| ao reler a situação do homem no mundo contemporâneo, 132 3, 16| multiforme ameaça contra o homem, da qual a Igreja deve falar 133 3, 16| com eles. A situação do homem no mundo contemporâneo, 134 3, 16| mensagem do Criador dirigida ao homem no momento em que lhe dava 135 3, 16| respeito à « realeza » do homem, isto é, à sua vocação para 136 3, 16| e deste « domínio » do homem sobre o mundo visível, que 137 3, 16| enormemente o domínio do homem sobre o mundo das coisas, 138 3, 16| de comunicação social. O homem não pode renunciar a si 139 3, 16| puramente materialista condena o homem a tal escravidão, embora 140 3, 16| da actual solicitude pelo homem está sem dúvida alguma este 141 3, 16| abstracta à pergunta: quem é o homem; mas trata-se de todo o 142 3, 16| ousamos definir a situação do homem contemporâneo como estando 143 3, 16| sinodais. A situação do homem na nossa época não é certamente 144 3, 16| excesso de bens necessários ao homem e a sociedades inteiras — 145 3, 16| do presente. Submetendo o homem às tensões por ele mesmo 146 3, 16| das injúrias, é sempre o homem. E tal drama é ainda mais 147 3, 16| a autêntica dignidade do homem. ~Uma tal tarefa não é impossível 148 3, 16| profundas que se encontram no homem, e que são aquelas que decidem 149 3, 16| verdadeira liberdade do homem, e que será capaz de a assegurar 150 3, 16| exigências parciais, sufoca o homem, desagrega as sociedades 151 3, 16| moral, que tem de assumir o homem. Ainda uma vez e sempre, 152 3, 16| Ainda uma vez e sempre, o homem. Para nós cristãos uma tal 153 3, 16| aplicada » à história do homem, deve ser sempre tomada 154 3, 16| nome de Deus e em nome do homem: Não mateis! Não prepareis 155 3, 17| 17. Direitos do homem « letra » ou «espírito »~ 156 3, 17| grandes calamidades para o homem, de grandes devastações, 157 3, 17| invioláveis direitos do homem, obrigando-se os Estados-membros 158 3, 17| para que os direitos do homem se tornassem em todo o mundo, 159 3, 17| em prol do bem do mesmo homem.~A Igreja não precisa de 160 3, 17| direitos invioláveis do homem — « efeito da justiça será 161 3, 17| mesmos. Se os direitos do homem são violados em tempo de 162 3, 17| fenómeno de luta contra o homem, que não pode de maneira 163 3, 17| sempre em primeiro lugar o homem.~Ora, se apesar de tais 164 3, 17| premissas, os direitos do homem são violados de diversas 165 3, 17| invioláveis direitos do homem.~A Declaração destes direitos, 166 3, 17| de vista, que é o bem do homem — digamos, da pessoa na 167 3, 17| violação dos direitos do homem anda coligada com a violação 168 3, 17| direitos da nação, com a qual o homem está unido por ligames orgânicos, 169 3, 17| direitos invioláveis do homem que, pelos meados do nosso 170 3, 17| Declaração dos direitos do homem e a aceitação da sua « letra » 171 3, 17| letra » dos direitos do homem. Este estado de coisas, 172 3, 17| e perante a história do homem.~O sentido essencial do 173 3, 17| vista do progresso do mesmo homem e do desenvolvimento global 174 3, 17| objectivos e invioláveis do homem. Aquele bem comum que a 175 3, 17| princípio dos direitos do homem afecta profundamente o sector 176 3, 17| pela própria experiência do homem, pela razão e pelo sentido 177 3, 17| nada a própria dignidade do homem, independentemente da religião 178 3, 17| contraste com a dignidade do homem e com os seus direitos objectivos. 179 3, 17| particularmente profundo no homem e em relação àquilo que 180 3, 17| complexo das situações do homem no mundo actual, e porque 181 3, 17| do autêntico progresso do homem em todos os regimes, em 182 4 | DA IGREJA E O DESTINO DO HOMEM~ ~ 183 4, 18| solicita pela vocação do homem em Cristo ~Esta vista de 184 4, 18| sumária, da situação do homem no mundo contemporâneo, 185 4, 18| Redenção, no qual o problema do homem se acha inscrito com uma 186 4, 18| uniu de certo modo a cada homem », a Igreja, penetrando 187 4, 18| modo, o voltar-se para o homem, voltar-se para os seus 188 4, 18| tal união de Cristo com o homem é em si mesma um mistério, 189 4, 18| mistério, do qual nasce o « homem novo », chamado a participar 190 4, 18| A união de Cristo com o homem é a força e a nascente da 191 4, 18| transforma interiormente o homem, qual princípio de uma vida 192 4, 18| prometida e proporcionada a cada homem pelo Pai em Jesus Cristo, 193 4, 18| complemento final da vocação do homem; é, de alguma maneira, o 194 4, 18| em direcção à qual o homem caminha, através da morte 195 4, 18| verdade que o Redentor do homem encerrou na frase: « O espírito 196 4, 18| a mais alta afirmação do homem: a afirmação do corpo, que 197 4, 18| vive desta verdade sobre o homem, o que lhe permite transpor 198 4, 18| temporaneidade, incide na vida do homem, na vida do espírito humano, 199 4, 18| Igreja, ao procurar ver o homem como que com « os olhos 200 4, 18| perdura sempre. Assim, no homem revelam-se as forças do 201 4, 18| unido ao Pai e com cada homem, nos comunica sem cessar 202 4, 18| missão. Com efeito, se o homem — como dizíamos em precedência — 203 4, 18| da adopção divina que o homem alcança, em Cristo, pela 204 4, 18| idónea para aquele serviço do homem, para o qual a chama Cristo 205 4, 18| quando diz: « O Filho do homem ... veio não para ser servido, 206 4, 19| conhecimento do mundo e do homem. E isto diz respeito tanto 207 4, 19| determinam a vocação do homem na comunidade da Igreja. 208 4, 20| o mesmo Deus atribui ao homem, comprova a nossa dignidade 209 4, 20| única e irreversível do homem e do mundo ao Pai, que Ele, 210 4, 20| ao mesmo tempo verdadeiro Homem, operou de uma vez para 211 4, 20| profundidade particular, no qual o homem não pode ser substituído 212 4, 20| encontro mais pessoal do homem com Cristo crucificado que 213 4, 20| corresponde à verdade interior do homem, corresponde à humana culpabilidade 214 4, 20| Penitência é o meio para saciar o homem com aquela justiça que provém 215 4, 21| Ele chamou à existência o homem feito à sua imagem e semelhança. 216 4, 21| para si mesma, que cada homem é livre na medida em que 217 4, 21| precedência, isto é, que o homem é e continuamente se torna 218 4, 22| mesmo tempo destinada para o homem. Por isso, a Igreja, ao 219 4, 22| o Senhor da história do homem, em virtude do mistério 220 4, 22| plano divino da salvação do homem, através do mistério da 221 4, 22| proximidade em relação ao homem e a todos as suas vicissitudes. 222 4, 22| quotidiana, que é todo o homem, todos e cada um dos homens.~ 223 4, 22| compreensíveis e acessíveis para cada homem. Por conseguinte, Maria 224 4, 22| de estar bem próxima do homem, de todos e de cada um dos


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