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Ioannes Paulus PP. II
Redemptor hominis

IntraText - Concordâncias

igreja

    Cap., Parágrafo
1 Her, 1| solene da história, que a Igreja e a inteira família da humanidade 2 Her, 1| prever alguns eventos. Para a Igreja, para o Povo de Deus que 3 Her, 2| confiando na Mãe de Cristo e da Igreja, não obstante as muitas 4 Her, 2| singular herança deixada à Igreja pelos Sumos Pontífices João 5 Her, 2| absolutamente particular na Igreja. João XXIII e Paulo VI constituem 6 Her, 2| prometeu e enviou à sua Igreja. Ele, efectivamente dizia 7 Her, 3| radicada na consciência da Igreja de maneira absolutamente 8 Her, 3| Pontificado. Como timoneiro da Igreja, barca de Pedro, ele sabia 9 Her, 3| que o Espírito disse à Igreja mediante o Concílio do nosso 10 Her, 3| tempo, e aquilo que esta Igreja diz a todas as Igrejas não 11 Her, 3| consciência contemporânea da Igreja precisamente, Paulo VI fez 12 Her, 3| apoio do Espírito Santo a Igreja tem uma consciência cada 13 Her, 3| primeira fonte do amor por esta Igreja, assim como o amor, da sua 14 Her, 3| testemunho de uma consciência da Igreja assim, extremamente perspicaz. 15 Her, 3| ensinou-nos o amor destemido pela Igreja, a qual — como afirma o 16 Her, 4| exactamente, a consciência da Igreja há-de andar unida com uma 17 Her, 4| é dizer missionário, da Igreja, professando e proclamando 18 Her, 4| E simultaneamente ela, a Igreja, deve conduzir aquele diálogo 19 Her, 4| por que foi afectada a Igreja no período posconciliar 20 Her, 4| necessária verdadeiramente a Igreja de Cristo, a sua missão 21 Her, 4| vindas « de dentro », a mesma Igreja, as suas instituições e 22 Her, 4| estruturas, e os homens da Igreja e as suas actividades. ~ 23 Her, 4| destituída de um sincero amor à Igreja. Manifestou-se nela, indubitavelmente, 24 Her, 4| uma coisa acertada que a Igreja, seguindo o exemplo do seu 25 Her, 4| participantes exactamente na Igreja e mediante a Igreja. Além 26 Her, 4| exactamente na Igreja e mediante a Igreja. Além disto, o espírito 27 Her, 4| do timoneiro da Barca. A Igreja que — através de João Paulo 28 Her, 5| Colegialidade e apostolado~Esta Igreja — contra todas as aparências — 29 Her, 5| justas vias da renovação da Igreja, na sua dimensão universal. 30 Her, 5| Episcopais Nacionais em toda a Igreja e de outras estruturas colegiais 31 Her, 5| depois, à tradição secular da Igreja, convém salientar a actividade 32 Her, 5| séculos comprovadas pela Igreja, bem como as outras formas 33 Her, 5| na unidade universal da Igreja.~Um idêntico espírito de 34 Her, 5| sua responsabilidade pela Igreja, aplicaram-se de boa vontade 35 Her, 5| vaga » a animar a vida da Igreja, movimento muito mais forte 36 Her, 6| cumprir a missão universal da Igreja pelo que respeita aos problemas 37 Her, 6| uma ulterior ruptura na Igreja, provocam a confusão de 38 Her, 6| esta nova fase da vida da Igreja exige de nós uma particularmente 39 Her, 6| confessada e ensinada pela Igreja.~A todos aqueles que, por 40 Her, 6| motivo, quereriam dissuadir a Igreja de buscar a unidade universal 41 Her, 6| por Deus e anunciadas pela Igreja, e tão propensos ao relaxamento 42 2, 7| nosso século orientou a Igreja, vias que nos indicou na 43 2, 7| que este novo advento da Igreja, conjugado com o já iminente 44 2, 7| Através da consciência da Igreja, tão desenvolvida pelo Concílio, 45 2, 7| campos de actividade onde a Igreja se afirma presente, se encontra 46 2, 7| sabedoria e da ciência » e a Igreja é o seu Corpo. A Igreja « 47 2, 7| Igreja é o seu Corpo. A Igreja « em Cristo é como que um 48 2, 7| mesmo! Ele o Redentor!~A Igreja não cessa de ouvir as suas 49 2, 7| sofrimento e do seu abandono. A Igreja não cessa nunca de reviver 50 2, 7| vida quotidiana da mesma Igreja. De facto, é por mandato 51 2, 7| Cristo, seu Mestre, que a Igreja celebra incessantemente 52 2, 7| penhor da vida eterna. A Igreja vive o seu mistério e nele 53 2, 7| Cristo crucificado ». A Igreja permanece na esfera do mistério 54 2, 10| estupefacção determina a missão da Igreja no mundo, também, e talvez 55 2, 10| homem e da humanidade. A Igreja, que não cessa de contemplar 56 2, 10| A tarefa fundamental da Igreja de todos os tempos e, de 57 2, 11| Cristo na base da missão da Igreja e do Cristianismo~O II Concílio 58 2, 11| universal consciência da Igreja, acerca da qual escrevia 59 2, 11| antes autoconsciência da Igreja — forma-se « no diálogo », 60 2, 11| formar a autoconsciência da Igreja, apresentando-nos, de maneira 61 2, 11| Justamente os Padres da Igreja viam nas diversas religiões 62 2, 11| Concílio do Vaticano, a Igreja e todos os cristãos puderam 63 2, 11| dado ver na história da Igreja e que descortinamos ainda 64 2, 12| 12. Missão da Igreja e liberdade do homem~Nesta 65 2, 12| mesmo.~Por tudo isto, a Igreja do nosso tempo grande 66 2, 12| responsabilidade por esta verdade. A Igreja, por instituição de Cristo, 67 2, 12| liberdade do homem, mais a Igreja, por força da sua divina 68 2, 12| à história do homem. E a Igreja, por sua vez, apesar de 69 3, 13| Sumo Pontífice Paulo VI — a Igreja dos nossos tempos deve prosseguir, 70 3, 13| certo modo a cada homem ». A Igreja reconhece, portanto, como 71 3, 13| renovar continuamente. A Igreja deseja servir esta única 72 3, 13| actividade institucional da Igreja. E Jesus Cristo torna-se 73 3, 13| Cristo é a via principal da Igreja. Ele mesmo é a nossa via 74 3, 13| Cristo se une a cada homem, a Igreja não pode ser entravada por 75 3, 13| mistério que a vida da mesma Igreja constitui, esta não pode 76 3, 13| fundamental solicitude da Igreja, a fim de que « a vida no 77 3, 13| pastoral do Concílio, « a Igreja que, em razão da sua missão 78 3, 13| confiado à solicitude da Igreja. Tal solicitude diz respeito 79 3, 13| objecto destes cuidados da Igreja é o homem na sua única e 80 3, 14| 14. Todas as vias da Igreja levam ao homem~A Igreja 81 3, 14| Igreja levam ao homem~A Igreja não pode abandonar o homem, 82 3, 14| o primeiro caminho que a Igreja deve percorrer no cumprimento 83 3, 14| primeira e fundamental via da Igreja, via traçada pelo próprio 84 3, 14| homem assim que é a via da Igreja; via que se encontra, de 85 3, 14| aquelas vias pelas quais a Igreja deve caminhar: porque o 86 3, 14| portanto este homem a via da Igreja, via da sua vida e experiência 87 3, 14| sua missão e actividade, a Igreja do nosso tempo tem de estar, 88 3, 14| de tal homem. E mais: a Igreja deve estar bem ciente das 89 3, 14| do homem. Numa palavra, a Igreja deve estar bem cônscia de 90 3, 15| interrogações essenciais que a Igreja não pode deixar de pôr-se, 91 3, 15| sobre a face da terra. A Igreja, que é animada pela escatológica, 92 3, 15| solicitude encontra-o a mesma Igreja no próprio Jesus Cristo, 93 3, 16| contra o homem, da qual a Igreja deve falar a todos os homens 94 3, 16| novas acusações contra a Igreja. ~Esta, porém, não dispondo 95 3, 17| do bem do mesmo homem.~A Igreja não precisa de confirmar 96 3, 17| horrível catástrofe bélica, a Igreja havia claramente delineado 97 3, 17| verdadeiramente a justiça e a paz, a Igreja, cônscia de que a « letra » 98 3, 17| global da sua humanidade.~A Igreja sempre tem ensinado o dever 99 3, 17| religião e da actividade da Igreja. Não se pede nenhum privilégio, 100 4 | IV. A MISSÃO DA IGREJA E O DESTINO DO HOMEM~ ~ 101 4, 18| 18. A Igreja solicita pela vocação do 102 4, 18| certo modo a cada homem », a Igreja, penetrando no íntimo deste 103 4, 18| Corpo de Cristo, que é a Igreja. Se este Corpo Místico 104 4, 18| também faz com que a mesma Igreja como corpo, como organismo 105 4, 18| que ela vive a sua vida. A Igreja não tem outra vida fora 106 4, 18| Redenção se uniu a ela, a Igreja deve estar fortemente unida 107 4, 18| o espírito vivifica! ~A Igreja vive esta realidade, vive 108 4, 18| a voz da consciência. A Igreja, ao procurar ver o homem 109 4, 18| força potente que unifica a Igreja sobretudo por dentro e que 110 4, 18| actividade. Por tal força a Igreja une-se com o Espírito de 111 4, 18| frutos do Espírito Santo. E a Igreja do nosso tempo parece repetir 112 4, 18| dizer que, nesta súplica, a Igreja não está sozinha? Sim, pode-se 113 4, 18| dos confins visíveis da Igreja. Ou não será isto mesmo 114 4, 18| por aquela verdade sobre a Igreja, posta em evidência com 115 4, 18| passagem em que ensina ser a Igreja « sacramento, ou sinal, 116 4, 18| o Pai. É por isso que a Igreja da nossa épocaépoca particularmente 117 4, 18| via da vida quotidiana da Igreja, é preciso que a mesma Igreja 118 4, 18| Igreja, é preciso que a mesma Igreja esteja sempre consciente 119 4, 18| amor cada vez mais firme, a Igreja torna-se simultaneamente 120 4, 18| servido, mas para servir ». A Igreja exerce este seu ministério, 121 4, 18| vantagem para a vida da Igreja. Quando, de facto, nos tornamos 122 4, 18| daquilo que deve servir a Igreja toda, como sociedade e comunidade 123 4, 19| 19. A Igreja responsável pela verdade~ 124 4, 19| Concílio do Vaticano, a Igreja aparece frente a nós como 125 4, 19| qualidade constitutiva da da Igreja, quer quando ela a professa, 126 4, 19| Por isso se exige que a Igreja, quando professa e ensina 127 4, 19| verdade divina, prometeu à Igreja a particular assistência 128 4, 19| servimos a verdade divina na Igreja. A responsabilidade por 129 4, 19| histórias pessoais dos Santos da Igreja. Eles eram os mais iluminados 130 4, 19| importância, para que a Igreja, Povo de Deus, possa participar 131 4, 19| significado do seu serviço na Igreja, contido no conceito do « 132 4, 19| o Magistério confiado na Igreja aos Bispos, unidos pelo 133 4, 19| os homens de ciência na Igreja são chamados a unirem a 134 4, 19| Alberto Magno, Doutor da Igreja. Este interesse ampliou-se 135 4, 19| de que é responsável a Igreja.~A participação no múnus 136 4, 19| plasma a vida de toda a Igreja, na sua dimensão fundamental. 137 4, 19| compete aos Pastores da Igreja, os quais ensinam e, continuamente 138 4, 19| fundamental forma de actividade da Igreja, na qual se manifesta o 139 4, 19| facto, a responsabilidade da Igreja pela verdade divina seja 140 4, 19| fundamentais pontos de encontro da Igreja com todos e cada um dos 141 4, 19| do homem na comunidade da Igreja. A Igreja dos nossos tempos, 142 4, 19| comunidade da Igreja. A Igreja dos nossos tempos, guiada 143 4, 20| realizada por Jesus Cristo, a Igreja participa no Evangelho do 144 4, 20| toda a vida sacramental da Igreja e de cada cristão alcança 145 4, 20| mediante o ministério da Igreja.~É uma verdade essencial, 146 4, 20| a Eucaristia constrói a Igreja; e constrói-a como autêntica 147 4, 20| chamados a este ministério na Igreja.~A Igreja vive da Eucaristia, 148 4, 20| ministério na Igreja.~A Igreja vive da Eucaristia, vive 149 4, 20| expressão no Magistério da Igreja, desde os tempos mais remotos 150 4, 20| da força sobrenatural da Igreja como Povo de Deus é o perseverar 151 4, 20| possibilidade de ultraje. Todos na Igreja, mas principalmente os Bispos 152 4, 20| mais antiga tradição da Igreja — o aspecto comunitário 153 4, 20| Penitência na prática da Igreja. Estas iniciativas são úteis 154 4, 20| a prática penitencial da Igreja contemporânea. Não podemos 155 4, 20| Pequei contra vós! ». A Igreja, pois, ao observar fielmente 156 4, 20| conversão e do perdão. A Igreja, ao manter o sacramento 157 4, 20| provém do mesmo Redentor.~Na Igreja que, sobretudo nos nossos 158 4, 20| Uma das obrigações da Igreja é o pôr em prática a doutrina 159 4, 20| Todavia, é certo que a Igreja do novo Advento, a Igreja 160 4, 20| Igreja do novo Advento, a Igreja que se prepara continuamente 161 4, 20| do Senhor, tem de ser a Igreja da Eucaristia e da Penitência. 162 4, 20| vitalidade e actividade, ela é a Igreja da missão divina, a Igreja 163 4, 20| Igreja da missão divina, a Igreja in statu missionis (em estado 164 4, 21| fundamentos a imagem da Igreja como Povo de Deus — mediante 165 4, 21| premissa sociológica. A Igreja, enquanto sociedade humana, 166 4, 21| particular « vocação » A Igreja, realmente, enquanto Povo 167 4, 21| verdadeira renovação da Igreja e em tanto contribui para 168 4, 21| solidária responsabilidade pela Igreja, para a qual o II Concílio 169 4, 21| educar todos os cristãos. Na Igreja, de facto, enquanto na comunidade 170 4, 21| participação na obra salvífica da Igreja, serve igualmente para os 171 4, 21| para os outros e constrói a Igreja e as comunidades fraternas 172 4, 21| este Sacramento, nós, na Igreja Latina, consciente e livremente 173 4, 21| belo por Jesus Cristo.~A Igreja de Cristo, que nós todos 174 4, 21| e nos liberta sempre. A Igreja vai haurir aqui a incessante 175 4, 21| mistério da Redenção. A Igreja presta verdadeiramente um 176 4, 21| um dos cristãos, a mesma Igreja a transmite e a concretiza 177 4, 21| da vida quotidiana da Igreja.~ ~ 178 4, 22| mais profundo da vida da Igreja. Com efeito, se a Igreja 179 4, 22| Igreja. Com efeito, se a Igreja vive a sua própria vida, 180 4, 22| para o homem. Por isso, a Igreja, ao unir-se a toda a riqueza 181 4, 22| mistério da Redenção, torna-se Igreja dos homens que vivem; e 182 4, 22| objectivo de qualquer serviço na Igreja, seja ele apostólico, pastoral, 183 4, 22| que significa dizer que a Igreja é mãe; e, ainda, o que significa 184 4, 22| ainda, o que significa que a Igreja, sempre, mas de modo particular 185 4, 22| a Mãe de Cristo « Mãe da Igreja », e que tal denominação 186 4, 22| dirigir-se a Maria como Mãe da Igreja, no final das presentes 187 4, 22| pontifical.~Maria é a Mãe da Igreja, porque, em virtude da inefável 188 4, 22| devia visivelmente nascer a Igreja, saindo da obscuridade. ~ 189 4, 22| Salvação e na missão da Igreja. Nós todos, portanto, os 190 4, 22| responsabilidade da história da Igreja e da humanidade nós advertimos 191 4, 22| Cristo, que é o Senhor da sua Igreja e o Senhor da história do 192 4, 22| da Redenção e na vida da Igreja, encontra a sua expressão 193 4, 22| consiste o mistério da Mãe. A Igreja, que A olha com amor e esperança 194 4, 22| Nisto, de facto, a mesma Igreja reconhece também a via da 195 4, 22| vias da vida quotidiana da Igreja. Mediante a sua maternal 196 4, 22| sua maternal presença, a Igreja ganha certeza de que vive 197 4, 22| De igual modo, a mesma Igreja, que tem as suas raízes 198 4, 22| dos homens, de que é a sua Igreja: Igreja do Povo de Deus.~ 199 4, 22| de que é a sua Igreja: Igreja do Povo de Deus.~Perante 200 4, 22| surgem ao longo das vias da Igreja, ao longo daquelas vias 201 4, 22| crescente oração de toda a Igreja. Somente a oração pode fazer 202 4, 22| a Maria, celeste Mãe da Igreja, sobretudo, que nesta oração 203 4, 22| connosco, que formamos a Igreja, isto é, o Corpo Místico


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