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Cap., Parágrafo
1 Her, 1| não pereça, mas tenha a vida eterna ». ~Estamos também 2 Her, 1| através da Encarnação, deu à vida humana aquela dimensão, 3 Her, 5| representantes dos Institutos de vida consagrada, no âmbito dos 4 Her, 5| nova « vaga » a animar a vida da Igreja, movimento muito 5 Her, 6| claro que esta nova fase da vida da Igreja exige de nós uma 6 Her, 6| depressa se fará ressentir na vida de inteiras sociedades, 7 2, 7| Tu tens as palavras de vida eterna ». ~Através da consciência 8 2, 7| e « a ressurreição e a vida », para Aquele ao ver o 9 2, 7| todos os pormenores da sua vida. Estas palavras são escutadas 10 2, 7| também pelos não cristãos. A vida de Cristo fala ao mesmo 11 2, 7| como Homem: é a sua própria vida que fala, a sua humanidade, 12 2, 7| constituem o conteúdo da vida quotidiana da mesma Igreja. 13 2, 7| encontrando nela « a fonte da vida e da santidade », o sinal 14 2, 7| reconciliação com Deus e o penhor da vida eterna. A Igreja vive o 15 2, 7| princípio fundamental da sua vida e da sua missão.~ ~ 16 2, 8| a falta de respeito pela vida dos não-nascidos. O mundo 17 2, 10| incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, 18 2, 10| pecaminosidade, com a sua vida e com a sua morte, aproximar-se 19 2, 10| não pereça, mas tenha a vida eterna ». ~Na realidade, 20 2, 11| espiritual, e que encontra na vida da humanidade a sua expressão 21 2, 11| seja, do sentido pleno da vida humana. O Concílio dedicou 22 2, 11| nos diversos sectores da vida, da tradição e das estruturas 23 3, 13| cada homem o caminho da vida, com a potência daquela 24 3, 13| repetir, se bem que a sua vida na terra tenha sido breve 25 3, 13| razão daquele mistério que a vida da mesma Igreja constitui, 26 3, 13| Igreja, a fim de que « a vida no mundo /seja/ mais conforme 27 3, 13| aspectos, e por tornar essa vida « cada vez mais humana ». 28 3, 14| própria história da sua vida e, sobretudo, uma própria 29 3, 14| em toda a verdade da sua vida, com a sua consciência, 30 3, 14| desejos e chamado a uma vida superior. Atraído por muitas 31 3, 14| via da Igreja, via da sua vida e experiência quotidianas, 32 3, 14| ao esforço para que « a vida humana se torne cada vez 33 3, 14| aquilo que compõe esta mesma vida corresponda à verdadeira 34 3, 14| processo de nobilitação da vida humana.~ ~ 35 3, 15| desenvolvimento também da vida moral e da ética. E no entanto 36 3, 15| homem, torna de facto a vida humana sobre a terra, em 37 3, 16| de toda a organização da vida comunitária, mediante o 38 3, 16| trata-se de todo o dinamismo da vida e da civilização. Trata-se 39 3, 16| das várias iniciativas da vida quotidiana e, ao mesmo tempo, 40 3, 16| transformação das estruturas da vida económica, se não intervier 41 3, 16| estão a despertar para a vida independente, algumas vezes, 42 3, 16| alimentação, que servem para a vida.~Esta consideração talvez 43 3, 17| magnífico realizado para dar vida à Organização das Nações 44 3, 17| regimes. Caso contrário, a vida humana, mesmo em tempo de 45 3, 17| por vezes o espírito da vida social e pública se acha 46 3, 17| participação dos cidadãos na vida política da comunidade, 47 3, 17| fundamental verificação na vida dos Organismos políticos.~ 48 3, 17| direito de cidadania na vida pública e social, enquanto 49 3, 17| depende a organização da vida social e pública, pedindo-lhes 50 4, 18| penetrados por aquele sopro de vida que provém de Cristo. Deste 51 4, 18| precisamente que ela vive a sua vida. A Igreja não tem outra 52 4, 18| A Igreja não tem outra vida fora daquela que lhe dá 53 4, 18| chamado a participar na vida de Deus, criado novamente 54 4, 18| homem, qual princípio de uma vida nova que não fenece nem 55 4, 18| nem passa, mas dura para a vida eterna. Esta vida, prometida 56 4, 18| para a vida eterna. Esta vida, prometida e proporcionada 57 4, 18| obstante toda a riqueza da vida temporal, leva por inevitável 58 4, 18| Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em Mim ... 59 4, 18| temporaneidade, incide na vida do homem, na vida do espírito 60 4, 18| incide na vida do homem, na vida do espírito humano, onde 61 4, 18| precedência — é a via da vida quotidiana da Igreja, é 62 4, 18| com grande vantagem para a vida da Igreja. Quando, de facto, 63 4, 19| próprio Cristo plasma a vida de toda a Igreja, na sua 64 4, 19| Eucaristia e indica as vias da vida sacramental. O Sínodo dos 65 4, 20| centro e o vértice de toda a vida sacramental, por meio da 66 4, 20| a razão pela qual toda a vida sacramental da Igreja e 67 4, 20| paterna; ou seja, com o dom da vida nova imortal na ressurreição, 68 4, 20| primeira fonte e o doador da vida desde o princípio. Essa 69 4, 20| desde o princípio. Essa vida nova, que implica a glorificação 70 4, 20| Santo, mediante o qual a vida divina, que o Pai tem em 71 4, 20| progredir constantemente na vida eucarística e na piedade 72 4, 20| nem no pensamento, nem na vida, nem na acção tirar a este 73 4, 20| amor esteja no centro da vida do Povo de Deus e por que, 74 4, 20| torne verdadeiramente « a vida das nossas almas ». Nem 75 4, 20| intimamente conexa, da autêntica vida segundo o espírito do Evangelho, 76 4, 20| espírito do Evangelho, da vida verdadeiramente cristã. 77 4, 20| naquele momento-chave da vida humana, que é o momento 78 4, 20| diversas circunstâncias da vida dos homens do nosso tempo. 79 4, 21| representantes dos Institutos de vida consagrada, não deduziu 80 4, 21| todas as deficiências da vida comunitária, no sentido 81 4, 21| comunidade consciente da própria vida e actividade. As iniciativas 82 4, 21| e pastoral, e prática da vida interior e da vida social — 83 4, 21| prática da vida interior e da vida social — deve ser aplicado, 84 4, 21| ainda, devem construir a sua vida os esposos, os pais, as 85 4, 21| têm maior influência na vida do nosso próximo e de toda 86 4, 21| também eles, toda a sua vida à própria vocação, ou seja, 87 4, 21| evangélicos. Este é o ideal da vida religiosa, assumido pelas 88 4, 21| necessário tender-se na vida dos indivíduos e das sociedades. 89 4, 21| transmite e a concretiza na vida humana. Deste modo é confirmado 90 4, 21| continuamente se torna a « via » da vida quotidiana da Igreja.~ ~ 91 4, 22| no ritmo mais profundo da vida da Igreja. Com efeito, se 92 4, 22| Igreja vive a sua própria vida, isso acontece porque ela 93 4, 22| isto é, que nós tenhamos a vida e a tenhamos abundantemente. 94 4, 22| abundantemente. Aquela plenitude de vida que está n'Ele é ao mesmo 95 4, 22| Espírito de Amor, Ela deu a vida humana ao Filho de Deus, « 96 4, 22| mistério da Redenção e na vida da Igreja, encontra a sua 97 4, 22| reconhece também a via da sua vida quotidiana, que é todo o 98 4, 22| Ele não pereça mas tenha a vida eterna », esse amor aproxima-se 99 4, 22| encontrar-se em todas as vias da vida quotidiana da Igreja. Mediante 100 4, 22| que vive verdadeiramente a vida do seu Mestre e Senhor, 101 4, 22| numerosos e variados campos da vida de toda a humanidade contemporânea,