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Cap., N.
1 Int, 1 | activa e exemplar na vida da Igreja. Trata-se, de facto, de 2 Int, 1 | início arcano da caminhada da Igreja. Na Liturgia, de facto, 3 Int, 1 | Na Liturgia, de facto, a Igreja saúda Maria de Nazaré como 4 Int, 1 | prefigura a condição da mesma Igreja de esposa e de mãe.~ ~ 5 Int, 2 | Cristo (cf. Mt 28, 20), a Igreja caminha no tempo, no sentido 6 Int, 2 | desejo realçá-lo desde já - a Igreja procede seguindo as pegadas 7 Int, 2 | vigorosa da fé e da doutrina da Igreja sobre o tema da Mãe de Cristo, 8 Int, 2 | Mãe de Cristo recebe na Igreja, assim como as formas de 9 Int, 3 | sido constante da parte da Igreja a consciência de que Maria 10 Int, 4 | Foi assim, de resto, que a Igreja, desde o princípio, procurou 11 Int, 4 | solenemente como verdade de fé da Igreja. Maria é a Mãe de Deus ( = 12 Int, 4 | plenamente no horizonte da fé da Igreja o mistério da sua Mãe. O 13 Int, 4 | Concílio de Éfeso e é para a Igreja como que uma chancela no 14 Int, 5 | conhecimento do mistério da Igreja. Maria, de facto, como Mãe 15 Int, 5 | unida de modo especial com a Igreja, "que o Senhor constituíu 16 Int, 5 | significativamente, esta verdade sobre a Igreja como corpo de Cristo (segundo 17 Int, 5 | prolongamento no mistério da Igreja - corpo de Cristo. E não 18 Int, 5 | Deus com Cristo e com a Igreja, reveste-se de um significado 19 Int, 5 | tornando-se "a figura da Igreja, na ordem da fé, da caridade 20 Int, 5 | próprio mistério íntimo da Igreja, a qual cumpre a própria 21 Int, 6 | referência constante para a Igreja, para as pessoas singulares 22 Int, 6 | realização escatológica da Igreja: "na Santíssima Virgem ela 23 1, 10 | em documentos solenes da Igreja, esta "magnificência da 24 1, 11 | das realidades últimas da Igreja e do mundo, onde volta a 25 1, 12 | orações mais frequentes da Igreja. Mas são ainda mais significativas 26 1, 13 | como ensinam os Padres da Igreja - concebeu-o na mente antes 27 1, 19 | Assim o ensinam os Padres da Igreja, especialmente Santo Ireneu, 28 1, 23 | nascimento dos fiéis na Igreja". ~Esta "nova maternidade 29 1, 24 | uma "nova" continuação na Igreja e mediante a Igreja, simbolizada 30 1, 24 | continuação na Igreja e mediante a Igreja, simbolizada e representada 31 1, 24 | Genetriz de Deus, por meio da Igreja permanece naquele mistério 32 1, 24 | Maria deve estender-se à Igreja, como estão a indicar certas 33 1, 24 | maternidade de Maria para com a Igreja é o reflexo e o prolongamento 34 1, 24 | momento do nascimento da Igreja e da sua plena manifestação 35 1, 24 | momento do nascimento da Igreja. E a pessoa que une estes 36 1, 24 | presente no mistério da Igreja. E também na Igreja continua 37 1, 24 | mistério da Igreja. E também na Igreja continua a ser uma presença 38 2 | MÃE DE DEUS NO CENTRO DA IGREJA QUE ESTÁ A CAMINHO~ ~ 39 2 | 1. A Igreja, Povo de Deus presente em 40 2, 25 | 25. "A Igreja "prossegue a sua peregrinação 41 2, 25 | no deserto, é já chamado Igreja de Deus (cf. Esdr 13, 1; 42 2, 25 | novo Israel... se chama Igreja de Cristo (cf. Mt 16,18), 43 2, 25 | e constituiu com eles a Igreja, a fim de que ela seja para 44 2, 25 | Concílio Vaticano II fala da Igreja que ainda está a caminho, 45 2, 25 | efectua historicamente. A Igreja, de facto, "devendo estender-se 46 2, 25 | essencial desta peregrinação da Igreja é interior: trata-se de 47 2, 25 | Espírito Santo, que foi dado à Igreja como Consolador invisível ( 48 2, 25 | encontrando no seu peregrinar, a Igreja é confortada pela força 49 2, 26 | Cristo sobre os Apóstolos, a Igreja tornou-se plenamente cônscia 50 2, 26 | de fé, a peregrinação da Igreja através da história dos 51 2, 26 | com a caminhada da fé da Igreja. E de que modo?~Entre aqueles 52 2, 26 | Cenáculo de Jerusalém. A Igreja nasce e começa então a crescer, 53 2, 26 | Cruz e a Ressurreição. A Igreja, portanto, desde o primeiro 54 2, 26 | de Maria. Ela foi para a Igreja de então e de sempre uma 55 2, 26 | 2, 19; Lc 2, 51).~Mas na Igreja de então como na Igreja 56 2, 26 | Igreja de então como na Igreja de sempre, Maria foi e é, 57 2, 26 | Jerusalém, nos albores da Igreja, recebia confirmação a sua 58 2, 27 | 27. Agora, nos albores da Igreja, no princípio da sua longa 59 2, 27 | mistério de Cristo. E a Igreja era assídua na oração juntamente 60 2, 27 | Com efeito, sempre que a Igreja "penetra mais profundamente 61 2, 27 | parte também do mistério da Igreja desde o princípio, desde 62 2, 27 | nascimento. Na base daquilo que a Igreja é desde o inicio, daquilo 63 2, 27 | testemunho apostólico da Igreja e permanece no coração da 64 2, 27 | permanece no coração da mesma Igreja, escondida como uma herança 65 2, 27 | testemunho apostólico da Igreja, começam a participar nessa 66 2, 27 | apostólico e do serviço da Igreja, o conhecimento do mistério 67 2, 27 | especial na peregrinação da Igreja, como novo Povo de Deus 68 2, 28 | testemunho apostólico da Igreja, torna-se, de alguma maneira, 69 2, 28 | diversos grupos que existem na Igreja. Trata-se de uma fé que 70 2, 28 | sua acção apostólica, a Igreja olha com razão para aquela 71 2, 28 | coração dos fiéis, por meio da Igreja". ~Hoje, quando nesta peregrinação 72 2, 28 | Segundo Milénio cristão, a Igreja, por intermédio do magistério 73 2, 28 | está presente na missão da Igreja, presente na obra da Igreja 74 2, 28 | Igreja, presente na obra da Igreja que introduz no mundo do 75 2, 28 | longo de toda a história da Igreja, encontra múltiplos meios 76 2, 28 | Este espaço subsiste na Igreja que, em Cristo, é como que " 77 2, 28 | caminho sobre a terra, que a Igreja "tende eficaz e constantemente 78 2 | 2. A caminhada da Igreja e a unidade de todos os 79 2, 29 | pastor". A caminhada da Igreja, especialmente na nossa 80 2, 29 | culminante, por parte da Igreja católica, na obra do Concílio 81 2, 30 | mistério e ao ministério da Igreja e quanto à função de Maria 82 2, 30 | diálogos já entabulados pela Igreja católica com as Igrejas 83 2, 30 | deve dizer do mistério da Igreja e da função de Maria na 84 2, 31 | por outro lado, quanto a Igreja católica, a Igreja ortodoxa 85 2, 31 | quanto a Igreja católica, a Igreja ortodoxa e as antigas Igrejas 86 2, 31 | Mãe de Deus, a Cristo e à Igreja: ela é uma presença permanente 87 2, 31 | visível em toda a tradição da Igreja siríaca. No seu panegírico 88 2, 33 | a tradição universal da Igreja, se podiam propôr à veneração 89 2, 34 | formas da grande tradição da Igreja, poderia ajudar-nos a fazer 90 2, 34 | a fazer com que a mesma Igreja torne a respirar plenamente " 91 2, 34 | vias de actuação entre a Igreja católica e as Igrejas e 92 2, 34 | seria também a via para a Igreja que está a caminho poder 93 2 | 3. O "Magnificat" da Igreja que está a caminho~ ~ 94 2, 35 | actual da sua caminhada, a Igreja procura, pois, reencontrar 95 2, 35 | tribulações da caminhada, a Igreja é apoiada pela força da 96 2, 35 | de vibrar no coração da Igreja ao longo dos séculos. Prova-o 97 2, 37 | 37. A Igreja, que desde o início modela 98 2, 37 | Anunciação e na Visitação, a Igreja vai haurir a verdade acerca 99 2, 37 | sua Cruz e Ressurreição.~A Igreja, que, embora entre "tentações 100 2, 37 | dos homens. A caminhada da Igreja, portanto, já quase no final 101 2, 37 | nova" (cf. Lc 4, 18), a Igreja tem procurado, de geração 102 2, 37 | palavras do Magnificat, a Igreja renova em si, sempre para 103 2, 37 | e nas obras de Jesus.~A Igreja, portanto, está bem cônscia - 104 2, 37 | cosmos. É para Maria que a Igreja, da qual ela é Mãe e modelo, 105 3, 38 | 38. A Igreja sabe e ensina, com São Paulo, 106 3, 38 | uma mediação em Cristo.~A Igreja sabe e ensina que "todo 107 3, 38 | Com efeito, lemos: "A Igreja não hesita em reconhecer 108 3, 38 | salvífico de Cristo e da Igreja.~ ~ 109 3, 39 | daquela sua mediação que a Igreja Ihe reconhece, proclama 110 3, 40 | Filho como mãe no seio da Igreja nascente: "Eis a tua mãe". 111 3, 40 | especial entre esta Mãe e a Igreja. Com efeito, a Igreja nascente 112 3, 40 | a Igreja. Com efeito, a Igreja nascente era fruto da Cruz 113 3, 40 | deixar de derramar sobre a Igreja, desde os inícios, esta 114 3, 40 | maternidade permanece na Igreja, como mediação materna: 115 3, 40 | continua na história da Igreja e do mundo. Lemos que Maria, " 116 3, 40 | perdura incessantemente na Igreja, como mediação que intercede; 117 3, 40 | mediação que intercede; e a Igreja exprime a sua fé nesta verdade 118 3, 41 | especial para a união da Igreja peregrina na terra com a 119 3, 41 | II, que exprime a fé da Igreja nestes termos: "Finalmente, 120 3, 41 | ao longo da história da Igreja teve expressões múltiplas, 121 3, 41 | Assunção exprime-se a fé da Igreja, segundo a qual Maria está " 122 3 | 2. Maria na vida da Igreja e de cada cristão~ ~ 123 3, 42 | Mãe de Cristo na vida da Igreja. "A bem-aventurada Virgem 124 3, 42 | também intimamente unida à Igreja: a Mãe de Deus é a figura 125 3, 42 | Mãe de Deus é a figura da Igreja... e isso, na ordem da fé, 126 3, 42 | está presente no meio da Igreja que faz a sua peregrinação 127 3, 42 | é com razão honrada pela Igreja com culto especial; ... 128 3, 42 | entre a Mãe de Cristo e a Igreja. Como virgem e mãe, Maria 129 3, 42 | um "modelo perene" para a Igreja. Pode, portanto, dizer-se 130 3, 42 | presente no mistério da Igreja. Com efeito, também a Igreja " 131 3, 42 | Igreja. Com efeito, também a Igreja "é chamada mãe e virgem"; 132 3, 43 | 43. A Igreja "torna-se mãe ... pela fiel 133 3, 43 | até à Cruz, assim também a Igreja se torna mãe quando, acolhendo 134 3, 43 | característica "materna" da Igreja foi expressa dum modo particularmente 135 3, 43 | consciência que tinha a Igreja primitiva da função maternal, 136 3, 43 | constantemente permite à Igreja encarar o mistério da sua 137 3, 43 | muitos irmãos" (Rom 8, 29).~A Igreja, em certo sentido, apreende 138 3, 43 | vontade do Pai". O facto de a Igreja ser sinal e instrumento 139 3, 43 | da Incarnação, também a Igreja permanece ao serviço do 140 3, 43 | tempo, a exemplo de Maria, a Igreja permanece a virgem fiel 141 3, 43 | fé jurada ao Esposo", A Igreja, de facto, é a esposa de 142 3, 43 | Cordeiro" (Apoc 21, 9). Se a Igreja como esposa "guarda a fé 143 3, 43 | no Espírito Santo.~Mas a Igreja guarda também a fé recebida 144 3, 44 | relação de exemplaridade, a Igreja descobre-se em Maria e procura 145 3, 44 | portanto, no mistério da Igreja como modelo. Mas o mistério 146 3, 44 | modelo. Mas o mistério da Igreja consiste também em gerar 147 3, 44 | é só modelo e figura da Igreja; mas é muito mais do que 148 3, 44 | dos filhos e filhas da mãe Igreja. A maternidade da Igreja 149 3, 44 | Igreja. A maternidade da Igreja realiza-se não só segundo 150 3, 44 | com a sua "cooperação". A Igreja vai haurir copiosamente 151 3, 44 | dos filhos e das filhas da Igreja, sempre como Mãe daquele 152 3, 44 | que, conjuntamente com a Igreja, também Maria recebeu no 153 3, 45 | ao longo da história da Igreja foi posta em prática e expressa 154 3, 46 | promoção. A luz de Maria, a Igreja lê no rosto da mulher os 155 3, 47 | solenemente que Maria é Mãe da Igreja, "isto é, Mãe de todo o 156 3, 47 | de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no Céu a sua função 157 3, 47 | aprofundamento da verdade sobre a Igreja. O mesmo Papa Paulo VI, 158 3, 47 | mistério de Cristo e da Igreja", Maria está presente na 159 3, 47 | Maria está presente na Igreja como Mãe de Cristo e, ao 160 3, 47 | Espírito, todos e cada um na Igreja; e abraça também todos e 161 3, 47 | todos e cada um mediante a Igreja. Neste sentido, Maria, Mãe 162 3, 47 | Neste sentido, Maria, Mãe da Igreja, é também modelo da Igreja. 163 3, 47 | Igreja, é também modelo da Igreja. Esta, efectivamente - como 164 3, 47 | que une a Mãe de Cristo à Igreja, esclarece-se melhor o mistério 165 3, 47 | Maria, de facto, presente na Igreja como Mãe do Redentor, participa 166 3, 47 | 1), pode dizer-se que "a Igreja alcançou já na Virgem Santíssima 167 3, 47 | Pai.~Por conseguinte, a Igreja mantém, em toda a sua vida, 168 3, 48 | me levou a proclamar na Igreja, no período que antecede 169 3, 48 | mistério de Cristo e da sua Igreja. Esta é uma dimensão fundamental 170 3, 48 | Espírito Santo deseja "dizer à Igreja" (cf. Apoc 2, 7.17.29; 3, 171 3, 48 | mistério de Cristo e da Igreja, a que se referem as considerações 172 3, 49 | plenitude dos tempos" e que a Igreja é o sinal desta plenitude. 173 3, 49 | plenitude. Como Povo de Deus, a Igreja vai fazendo, mediante a 174 3, 49 | no princípio do "tempo da Igreja" quando, durante os dias 175 3, 49 | precede" constantemente a Igreja nesta sua caminhada através 176 3, 49 | meio deste Ano Mariano, a Igreja é chamada não só a recordar 177 3, 50 | suas orações aos começos da Igreja, também agora, no Céu, exaltada 178 Conc, 51| eleva-se esta invocação da Igreja a Maria:~"Ó Santa Mãe do 179 Conc, 51| Povo de Deus, no coração da Igreja.~Quão admiravelmente Deus, 180 Conc, 52| se caiu.~À medida que a Igreja se vai aproximando, juntamente 181 Conc, 52| Socorrei"! Com efeito, a mesma Igreja vê - e atesta-o esta oração