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Ioannes Paulus PP. II
Dives in misericordia

IntraText - Concordâncias

amor

    Cap.,  Parágrafo
1 1, 1 | mistério do Pai e do seu amor» 6. As palavras citadas 2 1, 1 | mistério do Pai e do seu amor.~Por esse motivo parece 3 1, 1 | em si mesmo o Pai e o seu amor 7.~Em Cristo Jesus, todos 4 1, 1 | encontro do Pai e do seu amor. O Concílio do Vaticano 5 1, 1 | consciente , ao Pai e ao seu amor.~ ~ 6 1, 2 | mais nada na sua relação de amor para com o homem: na sua « 7 1, 2 | mistério do Pai e do seu amor? 18~É meu desejo, portanto, 8 2, 3 | particularmente legível de Deus que é amor, torna-se sinal do Pai. 9 2, 3 | acções, como está presente o amor no mundo em que vivemos, 10 2, 3 | no mundo em que vivemos, amor operante, amor que se dirige 11 2, 3 | vivemos, amor operante, amor que se dirige ao homem e 12 2, 3 | constitui a sua humanidade. Tal amor transparece especialmente 13 2, 3 | âmbito em que se manifesta o amor são chamados na linguagem 14 2, 3 | revela Deus que é Pai, que é «amor», como se exprimiria S. 15 2, 3 | Tornar presente o Pai como amor e misericórdia, constitui 16 2, 3 | presença de Deus, que é Pai, amor e misericórdia, Jesus faz 17 2, 3 | Cristo que manifestam o amor e misericórdia sob um aspecto 18 2, 3 | relação como conceito de «amor»). A recta compreensão desse 19 2, 3 | guiar na própria vida pelo amor e pela misericórdia. Esta 20 2, 3 | tornar-se encarnação do amor que se manifesta com particular 21 2, 3 | para os homens modelo do amor misericordioso para com 22 3, 4 | com a incisiva imagem do amor da parte de Deus. O Senhor 23 3, 4 | O Senhor ama Israel com amor de singular eleição, semelhante 24 3, 4 | singular eleição, semelhante ao amor de um esposo 37; e por isso 25 3, 4 | significa a especial força do amor, que prevalece sobre o pecado 26 3, 4 | o Profeta quis ver o seu amor e a sua compaixão 44. A 27 3, 4 | manifestam-se todos os matizes do amor: Ele é para eles Pai 47, 28 3, 4 | são ainda a compaixão e o amor generoso para com os seus 29 3, 4 | entoarão hinos ao Deus do amor, da compaixão, da misericórdia 30 3, 4 | transcendente contudo o amor é «maior» do que a justiça. 31 3, 4 | primário e fundamental. O amor condiciona, por assim dizer, 32 3, 4 | primado e a superioridade do amor em relação à justiçaponto 33 3, 4(52)| significa também «graça» ou «amor», isto sucede precisamente 34 3, 4(52)| fora ao princípio, ou seja, amor que doa, amor mais potente 35 3, 4(52)| ou seja, amor que doa, amor mais potente do que a traição, 36 3, 4(52)| realmente «responsável pelo seu amor». Fruto deste amor é o perdão 37 3, 4(52)| pelo seu amor». Fruto deste amor é o perdão e a reconstituição 38 3, 4(52)| responsabilidade pelo próprio amor» (que são características 39 3, 4(52)| pela própria raiz, denota o amor da mãe (rehem= seio materno). 40 3, 4(52)| particular relação com ele, um amor particular. Deste amor se 41 3, 4(52)| um amor particular. Deste amor se pode dizer que é totalmente 42 3, 4(52)| de ti» (Is 49,15). Este amor, fiel e invencível graças 43 3, 4(52)| impressionante imagem do seu amor que, em contacto com o mal 44 3, 4 | se ligou com particular amor às suas criaturas.~O amor, 45 3, 4 | amor às suas criaturas.~O amor, por natureza, exclui o 46 3, 4 | revelação de Deus, que «é amor» 55.~O mistério da criação 47 3, 4 | família humana. «Amo-te com amor eterno, por isso ainda te 48 3, 4 | sejam abalados ... o meu amor jamais se apartará de ti, 49 4, 5(60)| Deus manifesta ao próprio amor para com o povo, fidelidade 50 4, 5(61)| misericórdia divina com o amor materno.~ 51 4, 5 | que se desenrola entre o amor do pai e a prodigalidade 52 4, 5 | as rupturas da aliança de amor: a toda a perda da graça, 53 4, 5 | relação da justiça com o amor que se manifesta como misericórdia 54 4, 5 | evangélica. Torna-se claro que o amor se transforma em misericórdia 55 4, 6 | sua paternidade, fiel ao amor que desde sempre tinha dedicado 56 4, 6 | Pode-se dizer, portanto, que o amor para com o filho, o amor 57 4, 6 | amor para com o filho, o amor que brota da própria essência 58 4, 6 | constitui a medida do seu amor; amor, do qual escreverá 59 4, 6 | constitui a medida do seu amor; amor, do qual escreverá S. Paulo: « 60 4, 6 | característica interior do amor, que no Novo Testamento 61 4, 6 | é chamado «agape». Este amor é capaz de debruçar-se sobre 62 4, 6 | comunicação da verdade e do amor, o pai com tal clareza 63 4, 6 | concreta expressão da obra do amor e da presença da misericórdia 64 4, 6 | particularmente criadora do amor, que não se deixa «vencer 65 5, 7 | histórico», a profundidade do amor que não retrocede diante 66 5, 7 | processo de revelação do amor e da misericórdia, na missão 67 5, 7 | ao Pai, àquele Pai cujo amor Ele pregou aos homens e 68 5, 7 | plenitude da justiça e do amor, pois a justiça funda-se 69 5, 7 | pois a justiça funda-se no amor, dele provém e para ele 70 5, 7 | de Deus, nasce toda do amor, do amor do Pai e do Filho, 71 5, 7 | nasce toda do amor, do amor do Pai e do Filho, e frutifica 72 5, 7 | frutifica inteiramente no amor. Precisamente por isso, 73 5, 7 | de Deus, porque nasce do amor e se realiza no amor, produzindo 74 5, 7 | do amor e se realiza no amor, produzindo frutos de salvação. 75 5, 7 | facto de ter restituído ao amor a força criativa, graças 76 5, 7 | do homem, à verdade e ao amor.~A dimensão divina do mistério 77 5, 7 | do âmago mais íntimo do amor, com que o homem, criado 78 5, 7 | do que o da criação. É o amor que não só cria o bem, mas 79 5, 7 | participante da verdade e do amor que estão em Deus e vêm 80 5, 7 | absolutamente fiel ao seu eterno amor para com o homem, pois que « 81 5, 7 | significa crer que o amor está presente no mundo e 82 5, 7 | presente no mundo e que o amor é mais forte do que toda 83 5, 7 | estão envolvidos. Crer neste amor significa acreditar na misericórdia. 84 5, 7 | dimensão indispensável do amor, é como que o seu segundo 85 5, 8 | Amor mais forte do que a morte, 86 5, 8 | misericórdia, ou seja, do amor que se opõe àquilo que constitui 87 5, 8 | cruz é como que um toque do amor eterno nas feridas mais 88 5, 8 | consistia na revelação do amor misericordioso para com 89 5, 8 | renovação do mundo que o amor vencerá, em todos os eleitos, 90 5, 8 | coroa toda a revelação do amor misericordioso no mundo, 91 5, 8 | misericórdia revelar-se-á como amor, enquanto que no tempo presente, 92 5, 8 | de pecado e de morte, o amor deve revelar-se sobretudo 93 5, 8 | porque nela a revelação do amor misericordioso atinge o 94 5, 8 | dessa mesma liberdade o amor; amor que é não apenas acto 95 5, 8 | mesma liberdade o amor; amor que é não apenas acto de 96 5, 8 | Espírito Santo, em que o amor, contendo a justiça, 97 5, 8 | revelou a plenitude daquele amor que o Pai nutre para com 98 5, 8 | Cristo revelou o Deus de amor misericordioso, precisamente 99 5, 8 | misericórdia, isto é, o amor do Pai que é mais forte 100 5, 8 | de misericórdia, daquele amor que, na perspectiva ulterior 101 5, 9 | absoluta de Deus ao próprio amor, à Aliança que ele quis 102 5, 9 | transcendente justiça divina com o amor, o «ósculo» dado pela misericórdia 103 5, 9 | tornar próximo dos homens o amor que o Filho tinha vindo 104 5, 9 | Filho tinha vindo revelar: amor que encontra a sua mais 105 5, 9 | Precisamente deste amor «misericordioso», que se 106 5, 9 | e por meio dela o mesmo amor não cessa de revelar-se 107 5, 9 | aceitam mais facilmente o amor misericordioso da parte 108 5, 9 | salvação eterna. Cuida, com amor materno, dos irmãos de seu 109 6, 12 | força mais profunda, que é o amor plasmar a vida hurnana nas 110 7, 13 | neste ponto da revelação do amor misericordioso do Pai, que 111 7, 13 | Eucaristia aproxima-nos sempre do amor que é mais forte do que 112 7, 13 | Cruz, atesta o inexaurível amor, em força do qual Ele deseja 113 7, 13 | misericórdia, isto é, aquele amor que é mais forte do que 114 7, 13 | unigénito» 115, Deus que «é amor» 116 não se pode revelar 115 7, 13 | verdade mais profunda daquele amor que Deus é, mas ainda a 116 7, 13 | misericórdia, isto é, do amor que é «paciente e benigno» 117 117 7, 13 | como o é o Criador e Pai; amor ao qual «Deus e Pai de nosso 118 7, 13 | da misericórdia, Deus do amor benigno, é a fonte constante 119 7, 13 | humildade que somente o amor, que é mais poderoso do 120 7, 14 | respeito. O homem alcança o amor misericordioso de Deus e 121 7, 14 | interiormente, segundo o espírito de amor para com o próximo.~Este 122 7, 14 | prática perseverante do amor, como força que ao mesmo 123 7, 14 | Trata-se, efectivamente, de um amor misericordioso que, por 124 7, 14 | que, por sua essência, é amor criador. O amor misericordioso, 125 7, 14 | essência, é amor criador. O amor misericordioso, nas relações 126 7, 14 | benefício, experimenta o amor misericordioso, ou se encontra 127 7, 14 | Ela é realmente um acto de amor misericordioso só quando, 128 7, 14 | completamente da fonte magnífica do amor misericordioso que nos foi 129 7, 14 | justa dos bens materiais, o amor, pelo contrário, e somente 130 7, 14 | pelo contrário, e somente o amor (e portanto também o amor 131 7, 14 | amor (e portanto também o amor benevolente que chamamos « 132 7, 14 | objectivos e extrínsecos, o amor e a misericórdia fazem com 133 7, 14 | igualdade» dos homens mediante o amor «paciente e benigno» 122 134 7, 14 | notável, por parte daquele amor que, como proclama S. Paulo, « 135 7, 14 | as características - do amor misericordioso, tão essenciais 136 7, 14 | presente, além disto, que o amor misericordioso implica também 137 7, 14 | da dracma perdidas 124. O amor misericordioso, é sobretudo 138 7, 14 | indicou que a «civilização do amor» 125 é o fim para o qual 139 7, 14 | juntamente com a justiça, o «amor misericordioso» que constitui 140 7, 14 | no mundo está presente o amor mais forte que o pecado. 141 7, 14 | justiça, é necessário o amor para que o homem se afirme 142 7, 14 | indispensável, sobretudo, para que o amor possa revelar a sua própria 143 8, 15 | misericórdia, isto é, daquele amor que é mais forte do que 144 8, 15 | pecado e que todo o mal, do amor que ergue o homem das suas 145 8, 15 | sua paternidade e ao seu amor.~Como os Profetas, apelamos 146 8, 15 | Profetas, apelamos para o amor que tem características 147 8, 15 | Recorramos, pois, a tal amor, que permanece amor paterno, 148 8, 15 | tal amor, que permanece amor paterno, como nos foi revelado 149 8, 15 | solicitude maternal e o seu amor confiante, donde nasce a 150 8, 15 | atitude é, ao mesmo tempo, amor para com Deus, que o homem 151 8, 15 | proclama «supérfluo». É, ainda, amor para com Deus, em relação 152 8, 15 | Tal atitude é também amor para com os homens, para 153 8, 15 | amigos e inimigos. Tal é o amor para com todos os homens, 154 8, 15 | anciãos e doentes, enfim, amor para com todos sem excepção. 155 8, 15 | todos sem excepção. Tal é o amor, esta viva solicitude para 156 8, 15 | solicitude. Ela é ditada pelo amor para com o homem, para com 157 8, 15 | proclamar a misericórdia, como amor misericordioso de Deus, 158 8, 15 | manifeste uma vez mais o Amor que está no Pai e que, por 159 8, 15 | e do Espírito Santo, tal Amor manifeste no nosso mundo


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