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| Alfabética [« »] detrás 1 deu 7 deu-se 1 deus 147 deus-pai 1 deve 11 devedores 1 | Freqüência [« »] 156 não 154 no 154 os 147 deus 143 para 132 ao 127 por | Ioannes Paulus PP. II Dives in misericordia IntraText - Concordâncias deus |
Cap., Parágrafo
1 1, 1 | Revelação da misericórdia~1. «DEUS, RICO EM MISERICÓRDIA» 1 2 1, 1 | sempre, o facto de que «Deus, que é rico em misericórdia, 3 1, 1 | Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação» 5. 4 1, 1 | integralmente existencial—a Deus. O homem e a sua vocação 5 1, 2 | Encarnação da misericórdia~2. Deus, que «habita numa luz inacessível» 8, 6 1, 2 | perfeições invisíveis de Deus, tanto o seu poder eterno 7 1, 2 | inteligência que procura Deus por meio das criaturas, 8 1, 2 | Ninguém jamais viu a Deus», escreve S. João para dar 9 1, 2 | A «revelação» manifesta Deus no insondável mistério do 10 1, 2 | revelação» de Cristo, conhecemos Deus, antes de mais nada na sua 11 1, 2 | em Cristo e por Cristo, Deus com a sua misericódia torna-se 12 1, 2 | Ele — e n'Ele a encontra — Deus torna-se particularmente « 13 1, 2 | passado, parece opor-se ao Deus de misericórdia e, além 14 1, 2 | luz da verdade recebida de Deus.~A verdade revelada por 15 1, 2 | por Cristo a respeito de Deus «Pai das misericórdias» 16, 16 1, 2 | para a misericórdia de Deus. São impelidos a fazê-lo 17 1, 2 | corações humanos. O mistério de Deus «Pai das misericórdias» 18 1, 2 | uma vez mais, diante de Deus e dos homens, as grandes 19 1, 2 | abstracto sobre o mistério de Deus, «Pai das misericórdias», 20 2, 3 | particularmente legível de Deus que é amor, torna-se sinal 21 2, 3 | Cristo, portanto, revela Deus que é Pai, que é «amor», 22 2, 3 | primeira Epístola 22. Revela Deus «rico em misericórdia», 23 2, 3 | manifestar a presença de Deus, que é Pai, amor e misericórdia, 24 2, 3 | revelar o amor-misericórdia de Deus, exigia ao mesmo tempo dos 25 2, 3 | plenamente o Pai, que é Deus «rico em misericórdia». 26 2, 3 | capital importância, a fim de Deus se poder revelar na sua 27 3, 4 | mas também, como povo de Deus da Antiga Aliança, tinham 28 3, 4 | experiência da misericórdia de Deus. Esta íntima experiência 29 3, 4 | foi o povo da aliança com Deus, aliança que muitas vezes 30 3, 4 | imagem do amor da parte de Deus. O Senhor ama Israel com 31 3, 4 | solenemente a Moisés como «Deus compassivo e misericordioso, 32 3, 4 | continuamente com confiança ao Deus das misericórdias. Na misericórdia 33 3, 4 | louvores, entoarão hinos ao Deus do amor, da compaixão, da 34 3, 4 | não somente da noção de Deus, mas caracteriza também 35 3, 4 | tinha aderido à Aliança com Deus — a fazerem apelo à misericórdia 36 3, 4 | seguida, dá graças e glória a Deus pela misericórdia, todas 37 3, 4 | seja autêntica virtude e em Deus signifique perfeição transcendente 38 3, 4(52)| relação com a aliança que Deus fez com Israel. Esta aliança 39 3, 4(52)| aliança foi da parte de Deus um dom e uma graça para 40 3, 4(52)| Israel. Contudo, uma vez que Deus, em coerência com a Aliança 41 3, 4(52)| compromisso «jurídico» da parte de Deus deixava de obrigar quando 42 3, 4(52)| última análise é, da parte de Deus, fidelidade a si próprio. 43 3, 4(52)| pretensões em relação ao hesed de Deus, com base numa suposta justiça ( 44 3, 4(52)| confiança em obtê-lo, já que o Deus da aliança é realmente « 45 3, 4(52)| antropomórfica, «psicologia» de Deus: a impressionante imagem 46 3, 4 | precisamente — a presença de Deus, o qual já como Criador 47 3, 4 | justiça e a misericórdia em Deus, nas suas relações com o 48 3, 4 | preanunciam a plena revelação de Deus, que «é amor» 55.~O mistério 49 4, 5 | homens que vivem no temor de Deus. Pouco depois, comemorando 50 4, 5 | seu filho, bendizendo o Deus de Israel, glorifica a misericórdia 51 4, 5(60)| isto é, da fidelidade que Deus manifesta ao próprio amor 52 4, 5(60)| na maternidade da Mãe de Deus o seu cumprimento definitivo ( 53 4, 5(61)| misericordioso do nosso Deus», é expresso claramente 54 4, 6 | figura do pai revela-nos Deus como Pai.~A atitude do pai 55 5, 7 | não conhecera o pecado, Deus tratou-o por nós como pecado» 75, 56 5, 7 | revelação da santidade de Deus, que é a plenitude absoluta 57 5, 7 | verdadeiramente justiça «à medida» de Deus, nasce toda do amor, do 58 5, 7 | de Cristo é «à medida» de Deus, porque nasce do amor e 59 5, 7 | santidade, que provém de Deus. Deste modo, Redenção traz 60 5, 7 | do desígnio salvífico que Deus, desde o princípio, tinha 61 5, 7 | à imagem e semelhança de Deus, foi gratuitamente beneficiado, 62 5, 7 | eterno desígnio divino. Deus, tal como Cristo O revelou, 63 5, 7 | participantes da própria vida de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. 64 5, 7 | comunicação admirável de Deus ao homem, que encerra o 65 5, 7 | que, dando-se a si mesmo a Deus e oferecendo consigo todo 66 5, 7 | verdade e do amor que estão em Deus e vêm de Deus. No caminho 67 5, 7 | que estão em Deus e vêm de Deus. No caminho da eterna eleição 68 5, 7 | dignidade de filho adoptivo de Deus, ergue-se na história a 69 5, 7 | que, como «Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro» 77 70 5, 7 | Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro» 77 veio para 71 5, 7 | da admirável aliança de Deus com a humanidade, de Deus 72 5, 7 | Deus com a humanidade, de Deus com o homem: com todos e 73 5, 7 | última palavra da Aliança de Deus. A última palavra seria 74 5, 7 | glorificação do Filho de Deus, continua a estar presente 75 5, 8 | relação ao próprio Filho de Deus: em relação Àquele que, 76 5, 8 | Aquele que era sem pecado, «Deus o tratou por nós como pecado» 82. 77 5, 8 | Pai presta plena justiça a Deus, é também revelação radical 78 5, 8 | uma nova terra» 88, quando Deus «enxugará todas as lágrimas 79 5, 8 | com ele e ele comigo» 91. Deus revela também de modo particular 80 5, 8 | profundidade do mistério de Deus: isto é, aquela imperscrutável 81 5, 8 | imperscrutável mistério de Deus. É precisamente então que 82 5, 8 | homens. Este Pai «não é Deus de mortos, mas de vivos» 98. 83 5, 8 | ressurreição Cristo revelou o Deus de amor misericordioso, 84 5, 8 | retidos» 99.~Este é o Filho de Deus que na sua ressurreição 85 5, 8 | o mesmo Cristo Filho de Deus, que no termo — e, em certo 86 5, 9 | novas gerações do Povo de Deus, assinaladas pelo sinal 87 5, 9 | da fidelidade absoluta de Deus ao próprio amor, à Aliança 88 5, 9 | que atribuímos à Mãe de Deus falam dela sobretudo como 89 5, 9 | funda, tratando-se da Mãe de Deus, no singular tacto do seu 90 6, 10 | pelas palavras da Mãe de Deus, quando glorificava a misericórdia 91 6, 10 | deixam guiar pelo temor de Deus. As palavras do Magnificat 92 6, 10 | todo o futuro do Povo de Deus sobre a terra. Com efeito, 93 7 | VII. A MISERICÓRDIA DE DEUS NA MISSÃO DA IGREJA~ ~Em 94 7 | da Encarnação do Filho de Deus, ressoaram no Magnificat 95 7 | testemunho da misericórdia de Deus em toda a sua missão, em 96 7 | testemunho da misericórdia de Deus revelada em Cristo, ao longo 97 7 | apelar para a misericórdia de Deus, implorando-a perante todas 98 7, 13 | proclama a misericórdia de Deus~13. A Igreja deve professar 99 7, 13 | sobre a misericórdia de Deus, expressa na Bíblia, repercute-se 100 7, 13 | sentido da fé do Povo de Deus percebe-a bem, como atestam 101 7, 13 | atributos e perfeições de Deus; e a Bíblia, a Tradição 102 7, 13 | a vida de fé do Povo de Deus oferecem-nos testemunhos 103 7, 13 | imperscrutável essência de Deus no mistério da própria divindade, 104 7, 13 | relação autêntica com o Deus vivo. De acordo com as palavras 105 7, 13 | visão do Pai» — visão de Deus mediante a fé — tem precisamente 106 7, 13 | professa a misericórdia de Deus, a Igreja vive dela na sua 107 7, 13 | particular a misericórdia de Deus e venerá-la, voltando-se 108 7, 13 | constante da Palavra de Deus e, sobretudo, a participação 109 7, 13 | mundo, neste mundo que «Deus amou tanto ... que lhe deu 110 7, 13 | seu Filho unigénito» 115, Deus que «é amor» 116 não se 111 7, 13 | profunda daquele amor que Deus é, mas ainda a toda a verdade 112 7, 13 | mesma, como perfeição de Deus infinito é também infinita. 113 7, 13 | conversão. A conversão a Deus consiste sempre na descoberta 114 7, 13 | Criador e Pai; amor ao qual «Deus e Pai de nosso Senhor Jesus 115 7, 13 | seu Filho. A conversão a Deus é sempre fruto do retorno 116 7, 13 | autêntico conhecimento do Deus da misericórdia, Deus do 117 7, 13 | do Deus da misericórdia, Deus do amor benigno, é a fonte 118 7, 13 | chegam ao conhecimento de Deus, aqueles que assim O «vêem», 119 7, 13 | professa a misericórdia de Deus, revelada em Cristo crucificado 120 7, 13 | da vida de todo o Povo de Deus. Mediante este testemunho 121 7, 13 | missão própria como Povo de Deus, missão que participa da 122 7, 13 | apoiada na misericórdia de Deus poderá realizar as tarefas 123 7, 14 | experimenta a misericórdia de Deus, mas é também chamado a « 124 7, 14 | o amor misericordioso de Deus e a sua misericórdia, na 125 7, 14 | não só nas relações de Deus com o homem, mas também 126 7, 14 | mistério da misericórdia de Deus, revelado em Jesus Cristo.~ 127 7, 14 | comunidade ou de todo o Povo de Deus. O «beber nas fontes do 128 7, 14 | manifesta-se ainda melhor Deus que é «rico em misericórdia».~ ~ 129 8, 15 | verdade da misericórdia de Deus, revelada em Cristo crucificado 130 8, 15 | súplica à misericórdia de Deus, perante as múltiplas formas 131 8, 15 | direito e dever para com Deus e para com os homens. Quanto 132 8, 15 | quanto mais, afastando-se de Deus, se afastar do mistério 133 8, 15 | grande clamor» 135 para o Deus da misericórdia. Este «grande 134 8, 15 | grande clamor», elevado até Deus para implorar a sua misericórdia 135 8, 15 | tantas gerações do Povo de Deus. Com este clamor apelamos, 136 8, 15 | Autores sagrados, para o Deus que não pode desprezar nada 137 8, 15 | que Ele criou 136, para o Deus que é fiel a si próprio, 138 8, 15 | ressurreição! Recorramos a Deus por meio de Cristo, lembrados 139 8, 15 | exemplo de Maria ser em Deus, mãe dos homens, exprima 140 8, 15 | mesmo tempo, amor para com Deus, que o homem contemporâneo 141 8, 15 | É, ainda, amor para com Deus, em relação ao Qual sentimos 142 8, 15 | ministro dos mistérios de Deus 138, a implorar nesta hora 143 8, 15 | a misericórdia do mesmo Deus para a humanidade, que esses 144 8, 15 | como amor misericordioso de Deus, manifestado no mistério 145 8, 15 | efectivamente, é revelar Deus, isto é, o Pai, que nos 146 8, 15 | que possa ser a negação de Deus no mundo humano, ainda maior 147 8, 15 | desde toda a eternidade em Deus, foi depois, no tempo, realmente