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Ioannes Paulus PP. II
Centesimus annus

IntraText - Concordâncias

homem

    Cap.,  N.
1 1, 4 | inteiramente da verdade do homem?~O Pontífice inspirava-se, 2 1, 5 | opunha, quase como «lobos», o homem ao próprio homem, exactamente 3 1, 5 | lobos», o homem ao próprio homem, exactamente no plano da 4 1, 6 | de cada pessoa; mais, o homem exprime-se e realiza-se 5 1, 7 | atribui, o «direito natural do homem» a formar associações privadas; 6 1, 7 | escreve ele — exigir do homem um trabalho tal que, devido 7 1, 9 | festivo, a fim de que o homem seja levado ao pensamento 8 1, 9 | mandamento, ninguém pode privar o homem: «a ninguém é lícito violar 9 1, 9 | impunemente a dignidade do homem, e o Estado deve assegurar 10 1, 11| acima de tudo, do próprio homem. Outros temas serão depois 11 1, 11| valor único, enquanto «o homem (è) a única criatura sobre 12 1, 11| além dos direitos que cada homem adquire com o próprio trabalho, 13 2, 13| facto, ele considera cada homem simplesmente como um elemento 14 2, 13| face do bem ou do mal. O homem é reduzido a uma série de 15 2, 13| à propriedade privada. O homem, de facto, privado de algo 16 2, 13| Igreja, a sociabilidade do homem não se esgota no Estado, 17 2, 13| no ser das coisas, que o homem toma consciência da sua 18 2, 13| dignidade transcendente. Cada homem deve dar esta resposta, 19 2, 13| realidade humana e social do homem, de maneira mecanicista. 20 2, 13| a verdadeira grandeza do homem, a sua transcendência relativamente 21 2, 15| dignidade de livre actividade do homem. Aquelas implicam uma tomada 22 2, 17| aberração a que pode chegar o homem, quando se volta contra 23 2, 17| naqueles do que na verdade do homem . A Rerum novarum combatia 24 2, 18| contribuir para o bem estar do homem, acaba transformado num 25 2, 19| ele na total redução do homem à esfera do económico e 26 3, 22| promoção dos direitos do homem: em ambientes fortemente 27 3, 22| coragem afirmou que todo o homem, — sejam quais forem as 28 3, 24| é possível compreender o homem, partindo unilateralmente 29 3, 24| classe. A compreensão do homem torna-se mais exaustiva, 30 3, 24| está o comportamento que o homem assume diante do mistério 31 3, 24| mora no coração de cada homem. Esta procura encontrou 32 3, 24| desenraizar do coração do homem a necessidade de Deus, mas 33 3, 25| Cristo na Cruz, é que o homem pode realizar o milagre 34 3, 25| menosprezar a natureza do homem que está feito para a liberdade. 35 3, 25| e definha.~Além disso, o homem, criado para a liberdade, 36 3, 25| compreender a realidade humana. O homem tende para o bem, mas é 37 3, 25| antecipar o juízo para agora, o homem substitui-se a Deus e opõe-se 38 3, 25| continua, mesmo no coração do homem.~O que a Sagrada Escritura 39 3, 25| de uma sociedade digna do homem, são rectificados os desvios, 40 3, 29| da força sobre a razão. O homem foi obrigado a suportar 41 3, 29| que é o verdadeiro bem do homem .~ ~ 42 4, 30| que, a este propósito, o homem não deve possuir os bens 43 4, 30| textualmente referidas: «o homem, usando destes bens, não 44 4, 31| que sustentam a vida do homem, satisfazem as suas carências 45 4, 31| Deus que criou a terra e o homem, e ao homem deu a terra 46 4, 31| a terra e o homem, e ao homem deu a terra para que a domine 47 4, 31| satisfazer as necessidades do homem, constitui o primeiro dom 48 4, 31| uma peculiar resposta do homem ao dom de Deus, isto é, 49 4, 31| mediante o trabalho que o homem, usando da sua inteligência 50 4, 31| evidente como o trabalho de um homem se cruza naturalmente com 51 4, 31| produtivo, quanto mais o homem é capaz de conhecer as potencialidades 52 4, 31| as necessidades do outro homem, para o qual é feito o trabalho.~ ~ 53 4, 32| antes ao facto de que o homem trabalha com os outros homens, 54 4, 32| a riqueza principal do homem é, em conjunto com a terra, 55 4, 32| conjunto com a terra, o próprio homem. É a sua inteligência que 56 4, 32| cada vez mais o próprio homem, isto é, a sua capacidade 57 4, 34| existe algo que é devido ao homem porque é homem, com base 58 4, 34| devido ao homem porque é homem, com base na sua eminente 59 4, 34| trabalho humano e do próprio homem ao nível de simples mercadoria: 60 4, 35| subjectividade do trabalho do homem . Nesta luta contra um tal 61 4, 36| precedentes do desenvolvimento, o homem sempre viveu sob o peso 62 4, 36| mais ou menos adequada do homem e do seu verdadeiro bem: 63 4, 36| por uma imagem integral do homem, que respeite todas as dimensões 64 4, 36| à saúde e à dignidade do homem, certamente difícil de ser 65 4, 37| é a questão ecológica. O homem, tomado mais pelo desejo 66 4, 37| espalhado no nosso tempo. O homem, que descobre a sua capacidade 67 4, 37| que Deus lhe deu, e que o homem pode, sim, desenvolver, 68 4, 37| Deus na obra da criação, o homem substitui-se a Deus, e deste 69 4, 38| terra foi dada por Deus ao homem, que a deve usar respeitando 70 4, 38| lhe foi entregue; mas o homem é doado a si mesmo por Deus, 71 4, 38| ecologia social» do trabalho.~O homem recebe de Deus a sua dignidade 72 4, 39| família, no seio da qual o homem recebe as primeiras e determinantes 73 4, 39| de si mesmo, por parte do homem e da mulher, cria um ambiente 74 4, 39| vezes dá-se o inverso; o homem é desencorajado de realizar 75 4, 39| autónoma, isto é, quando o homem é visto mais como um produtor 76 4, 41| verifica-se no consumo, quando o homem se implicado numa rede 77 4, 41| realize mais ou menos como homem, conforme cresça a sua participação 78 4, 41| meios pelos fins: quando o homem não reconhece o valor e 79 4, 41| o livre dom de si que o homem se torna autenticamente 80 4, 41| transcendência» da pessoa humana. O homem não se pode doar a um projecto 81 4, 41| o seu dom . Alienado é o homem que recusa transcender-se 82 4, 41| outras necessidades . O homem que se preocupa só ou prevalentemente 83 4, 41| à verdade sobre Deus e o homem é a primeira condição da 84 4, 43| destino universal dos bens. O homem realiza-se através da sua 85 4, 43| Mediante o seu trabalho, o homem empenha-se não só para proveito 86 4, 43| trabalho e o bem dos outros. O homem trabalha para acorrer às 87 5, 44| realista da natureza social do homem a qual exige uma legislação 88 5, 44| na obediência à qual o homem adquire a sua plena identidade, 89 5, 44| direitos do outro. Então o homem é respeitado apenas na medida 90 5, 46| reconhece que a vida do homem se realiza na história, 91 5, 46| a sua consistência, e o homem acaba exposto à violência 92 5, 49| suas obras para oferecer ao homem carente um auxílio material 93 5, 49| o Estado e o mercado. O homem é, acima de tudo, um ser 94 5, 50| confronto com a verdade do homem, então ela torna-se estéril 95 5, 51| a participação de todo o homem, que aí aplica a sua a criatividade, 96 5, 51| realiza-se no coração do homem, e o modo como ele se empenha 97 5, 51| modelos que confundem o homem na massa, ignoram o papel 98 6 | VI. O HOMEM É O CAMINHO DA IGREJA~ ~ 99 6, 53| a responsabilidade pelo homem, a Ela confiado pelo próprio 100 6, 53| próprio Cristo: por este homem que, como o Concílio Vaticano 101 6, 53| eterna. Não se trata do homem «abstracto», mas do homem 102 6, 53| homem «abstracto», mas do homem real, «concreto», «histórico»: 103 6, 53| histórico»: trata-se de cada homem, porque cada um foi englobado 104 6, 53| Igreja não pode abandonar o homem e que «este homem é o primeiro 105 6, 53| abandonar o homem e que «este homem é o primeiro caminho que 106 6, 53| Igreja tem como horizonte o homem, na sua concreta realidade 107 6, 54| hoje especialmente visa o homem, enquanto inserido na complexa 108 6, 54| interpretar a centralidade do homem dentro da sociedade, e para 109 6, 54| filosofia, se propõe assistir o homem no caminho da salvação.~ 110 6, 54| salvação em Cristo a cada homem e, pela mesma razão, revela 111 6, 54| pela mesma razão, revela o homem a si mesmo. A esta luz, 112 6, 55| Igreja recebe o «sentido do homem» da Revelação divina. «Para 113 6, 55| divina. «Para conhecer o homem, o homem verdadeiro, o homem 114 6, 55| Para conhecer o homem, o homem verdadeiro, o homem integral, 115 6, 55| homem, o homem verdadeiro, o homem integral, é preciso conhecer 116 6, 55| da Igreja, ocupando-se do homem, interassando-se por ele 117 6, 55| solução «ateia», que priva o homem de uma das suas componentes 118 6, 55| Quando a Igreja anuncia ao homem a salvação de Deus, quando 119 6, 55| valorização da dignidade do homem. Mas como nunca poderá abandonar 120 6, 55| transcendente a favor do homem, eis porque se empenha sempre 121 6, 55| evangelização que promove o homem todo. Apesar de se dar conta 122 6, 55| caminhando conjuntamente com o homem, ao longo de toda a história. 123 6, 58| 58. O amor ao homem — e em primeiro lugar ao 124 6, 58| de ir em socorro do outro homem. De facto, não se trata 125 6, 59| sofrimento, de modo que nelas o homem não se perca nem esqueça 126 6, 59| disciplinas que se ocupam do homem, assumindo em si os contributos 127 6, 60| comuns sobre a dignidade do homem, criado por Deus . De facto, 128 6, 60| de uma sociedade digna do homem.~A disponibilidade para 129 6, 61| tomar a palavra em defesa do homem. Nestes cem anos, a Igreja 130 6, 61| mundial, para defender o homem da exploração económica 131 6, 62| precisamente, desde que Deus se fez homem em Jesus Cristo, e com Ele 132 6, 62| força para acompanhar o homem no seu caminho terreno para 133 6, 62| como próprio o caminho do homem, sabendo que não caminha 134 6, 62| que fez Seu o caminho do homem, e o guia mesmo quando ele


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