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Ioannes Paulus PP. II
Laborem exercens

IntraText - Concordâncias

trabalho

1-500 | 501-533

    Cap.,  Parágrafo
1 Benc | Apostólica!~ ~É MEDIANTE O TRABALHO que o homem deve procurar-se 2 Benc | irmãos. E com a palavra trabalho é indicada toda a actividade 3 Benc | pode e deve reconhecer como trabalho, no meio de toda aquela 4 Benc | o princípio é chamado ao trabalho. O trabalho é uma das características 5 Benc | é chamado ao trabalho. O trabalho é uma das características 6 Benc | vida, não se pode chamar trabalho; somente o homem tem capacidade 7 Benc | homem tem capacidade para o trabalho e somente o homem o realiza 8 Benc | sobre a terra. Assim, o trabalho comporta em si uma marca 9 Benc | qualificação interior do mesmo trabalho e, em certo sentido, constitui 10 Int, 1 | 1. O trabalho humano a noventa anos da « 11 Int, 1 | documento exactamente ao trabalho humano; e desejo mais ainda 12 Int, 1 | dessa realidade que é o trabalho. Efectivamente, conforme 13 Int, 1 | humana sobre a terra.~O trabalho é um desses aspectos, perene 14 Int, 1 | com o pão granjeado pelo trabalho das suas mãos — e isto equivale 15 Int, 1 | relação com a realidade do trabalho, perturbam a vida de cada 16 Int, 1 | irá influir no mundo do trabalho e da produção, em não menor 17 Int, 1 | como da distribuição do trabalho. E tais mudanças poderão 18 Int, 1 | os direitos dos homens do trabalho, estigmatizar as situações 19 Int, 2 | Igrejafora de dúvida que o trabalho, como problema do homem, 20 Int, 2 | reflexões que se seguem no trabalho, quero fazê-lo não de maneira 21 Int, 2 | novas e coisas velhas ». O trabalho, certamente, é uma coisa « 22 Int, 2 | os novos significados do trabalho humano e, além disso, que 23 Int, 3 | 3. O problema do trabalho, chave da questão social~ 24 Int, 3 | questão social — o problema do trabalho humano, como é natural, 25 Int, 3 | questão », o problema do trabalho foi objecto de uma continua 26 Int, 3 | agora — o facto de que o trabalho humano é uma chave, provavelmente 27 Int, 3 | isso mesmo a chave, que é o trabalho humano, assume una importância 28 2 | II. O TRABALHO E O HOMEM~ ~ 29 2, 4 | está convencida de que o trabalho constitui uma dimensão fundamental 30 2, 4 | sua convicção, de que o trabalho constitui uma dimensão fundamental 31 2, 4 | directa e explicitamente ao trabalho, indirectamente já lho indicam, 32 2, 4 | essência mais profunda do trabalho. O homem é imagem de Deus, 33 2, 4 | do Criador do universo.~O trabalho entendido como uma actividade « 34 2, 4 | tornar-se — mediante o seu trabalho — cada vez mais senhor da 35 2, 4 | consolidar — ainda mediante o trabalho — o seu domínio sobre o 36 2, 4 | submete a terra » com o seu trabalho.~ ~ 37 2, 5 | 5. O trabalho em sentido objectivo: a 38 2, 5 | projectam luz sobre o trabalho humano, uma vez que o domínio 39 2, 5 | sobre a terra se realiza no trabalho e mediante o trabalho. Assim, 40 2, 5 | no trabalho e mediante o trabalho. Assim, vem ao de cima o 41 2, 5 | cima o significado do mesmo trabalho em sentido objectivo, o 42 2, 5 | económica e, mediante o trabalho humano, um factor indispensável 43 2, 5 | minerais ou químicos — com o trabalho do homem, tanto o trabalho 44 2, 5 | trabalho do homem, tanto o trabalho físico como o intelectual. 45 2, 5 | casos, deixou de ser um trabalho prevalentemente manual, 46 2, 5 | modo novo o problema do trabalho humano. Tanto a primeira 47 2, 5 | que, mesmo na época do « trabalho » cada dia mais mecanizado, 48 2, 5 | mecanizado, o sujeito próprio do trabalho continua a ser o homem.~ 49 2, 5 | sujeito e do objecto do trabalho (no sentido mais amplo desta 50 2, 5 | precisamente aquela aliada do mesmo trabalho gerada pelo pensamento humano, 51 2, 5 | capacidade ou aptidão para o trabalho, mas sim como um conjunto 52 2, 5 | homem se serve no próprio trabalho, a técnica é indubitavelmente 53 2, 5 | homem. Ela facilita-lhe o trabalho, aperfeiçoa-o, acelera-o 54 2, 5 | quantidade dos produtos do trabalho e aperfeiçoa mesmo a qualidade 55 2, 5 | quando a mecanização do trabalho « suplanta » o mesmo homem, 56 2, 5 | máquinas, que é fruto de um trabalho da inteligência humana e 57 2, 5 | essenciais respeitantes ao trabalho humano em relação com o 58 2, 6 | 6. O trabalho no sentido subjectivo: o 59 2, 6 | subjectivo: o homem-sujeito do trabalho~Para continuar a nossa análise 60 2, 6 | continuar a nossa análise do trabalho em aderência às palavras 61 2, 6 | agora a nossa atenção no trabalho no sentido subjectivo; e 62 2, 6 | significado objectivo do trabalho, porquanto tocámos só com 63 2, 6 | também dos mesmos homens do trabalho, segundo as suas especializações. 64 2, 6 | de maneira indirecta do trabalho no sentido objectivo; e 65 2, 6 | falam também do sujeito do trabalho; no entanto, aquilo que 66 2, 6 | que o homem é sujeito do trabalho. É como pessoa que ele trabalha 67 2, 6 | fazem parte do processo do trabalho; estas, independentemente 68 2, 6 | à dimensão objectiva do trabalho, mas introduz-nos ao mesmo 69 2, 6 | sua dimensão subjectiva. O trabalho, entendido como processo, 70 2, 6 | mesma natureza ética do trabalho. Não há dúvida nenhuma, 71 2, 6 | nenhuma, realmente, de que o trabalho humano tem um seu valor 72 2, 6 | doutrina cristã sobre o trabalho humano, teve e continua 73 2, 6 | categorias, segundo o tipo de trabalho que realizavam. O trabalho 74 2, 6 | trabalho que realizavam. O trabalho que requeria do trabalhador 75 2, 6 | emprego das forças físicas, o trabalho dos músculos e das mãos, 76 2, 6 | carpinteiro, dedicando-se ao trabalho manual. Esta circunstância 77 2, 6 | eloquente « evangelho do trabalho »; aí se torna patente que 78 2, 6 | para determinar o valor do trabalho humano não é em primeiro 79 2, 6 | primeiro lugar o género de trabalho que se realiza, mas o facto 80 2, 6 | As fontes da dignidade do trabalho devem ser procuradas sobretudo 81 2, 6 | grupos, segundo o género de trabalho que eles faziam. Isto não 82 2, 6 | Isto não quer dizer que o trabalho humano não possa e não deva 83 2, 6 | primeiro fundamento do valor do trabalho é o mesmo homem, o seu sujeito. 84 2, 6 | destinado e é chamado ao trabalho, contudo, antes de mais 85 2, 6 | contudo, antes de mais nada o trabalho é « para o homem » e não 86 2, 6 | e não o homem « para o trabalho». E por esta conclusão se 87 2, 6 | significado subjectivo do trabalho sobre o seu significado 88 2, 6 | dignidade do mesmo sujeito do trabalho, isto é, da pessoa, do homem 89 2, 6 | lado, independentemente do trabalho que faz cada um dos homens 90 2, 6 | análise, a finalidade do trabalho, de todo e qualquer trabalho 91 2, 6 | trabalho, de todo e qualquer trabalho realizado pelo homem — ainda 92 2, 6 | homem — ainda que seja o trabalho mais humilde de um « serviço » 93 2, 7 | afirmações basilares sobre o trabalho, precisamente, resultaram 94 2, 7 | mensagem do « evangelho do trabalho », criando o fundamento 95 2, 7 | a verdade cristã sobre o trabalho teve de se contrapor às 96 2, 7 | fautores de tais ideias, o trabalho era entendido e tratado 97 2, 7 | indústria — vendia ao dador de trabalho, que era ao mesmo tempo 98 2, 7 | conjunto dos instrumentos de trabalho e dos meios que tornam possível 99 2, 7 | Este modo de conceber o trabalho encontrava-se especialmente 100 2, 7 | de pensar e de avaliar o trabalho. A interacção do homem do 101 2, 7 | A interacção do homem do trabalho e do conjunto dos instrumentos 102 2, 7 | disso, o perigo de tratar o trabalho como uma « mercadoria sui 103 2, 7 | à dimensão objectiva do trabalho, enquanto a dimensão subjectiva — 104 2, 7 | com o próprio sujeito do trabalhofica num plano secundário. 105 2, 7 | si, independentemente do trabalho que realizadeveria ser 106 2, 7 | qual é, justamente, o trabalhoimporta reconhecer que 107 2, 7 | verdadeira dignidade do seu trabalho — ou seja, como sujeito 108 2, 7 | compreende-se que a análise do trabalho humano feita à luz daquelas 109 2, 8 | Solidariedade dos homens do trabalho~Ao tratar-se do trabalho 110 2, 8 | trabalho~Ao tratar-se do trabalho humano, encarado pela dimensão 111 2, 8 | homem-pessoa que executa esse trabalho, partindo deste ponto de 112 2, 8 | a dimensão subjectiva do trabalho. Com efeito, embora o sujeito 113 2, 8 | efeito, embora o sujeito do trabalho seja sempre o mesmo, isto 114 2, 8 | aspecto objectivo do mesmo trabalho. E embora se possa dizer 115 2, 8 | embora se possa dizer que o trabalho, em razão do seu sujeito, 116 2, 8 | aparecem novas formas de trabalho humano, mas há também outras 117 2, 8 | solidariedade entre os homens do trabalho e, em primeiro lugar, entre 118 2, 8 | comum lançado aos homens do trabalhosobretudo aos do trabalho 119 2, 8 | trabalho — sobretudo aos do trabalho sectorial, monótono e despersonalizante 120 2, 8 | do homem como sujeito do trabalho e contra a exploração inaudita 121 2, 8 | lucros, das condições de trabalho e de previdência para a 122 2, 8 | pesava sobre o homem do trabalho nesse período de rápida 123 2, 8 | os direitos do homem do trabalho, afirmando que o trabalho 124 2, 8 | trabalho, afirmando que o trabalho humano é apenas um instrumento 125 2, 8 | solidariedade dos homens do trabalho e, simultaneamente, uma 126 2, 8 | não raro, os homens do trabalho passam a ter a possibilidade 127 2, 8 | respeita às condições de trabalho e de remuneração, bem como 128 2, 8 | das condições de vida e de trabalho do homem no mundo inteiro, 129 2, 8 | estimulado a união dos homens do trabalho para uma particular solidariedade 130 2, 8 | nos países onde o local de trabalho a predominar continua a 131 2, 8 | solidariedade no campo do trabalho — de uma solidariedade que 132 2, 8 | da « intelligentzia » do trabalho, sobretudo quando, simultaneamente 133 2, 8 | diminuição de procura do trabalho destas pessoas. Um tal desemprego 134 2, 8 | da sociedade; ou quando o trabalho para o qual se exige a instrução, 135 2, 8 | menos bem pago do que um trabalho braçal. É evidente que a 136 2, 8 | interrogar-se sobre o sujeito do trabalho e sobre as condições da 137 2, 8 | solidariedade dos homens do trabalho e de solidariedade com os 138 2, 8 | solidariedade com os homens do trabalho. Uma tal solidariedade deverá 139 2, 8 | social do homem-sujeito do trabalho, a exploração dos trabalhadores 140 2, 8 | violação da dignidade do trabalho humano: e isso, quer porque 141 2, 8 | porque as possibilidades do trabalho humano são limitadas — e 142 2, 8 | depreciados o valor do mesmo trabalho e os direitos que dele derivam, 143 2, 9 | 9. Trabalho e dignidade da pessoa~Permanecendo 144 2, 9 | do homem como sujeito do trabalho, é conveniente tocar, ao 145 2, 9 | de perto a dignidade do trabalho humano, porque isso irá 146 2, 9 | Criador, querendo que o trabalho tornasse possível ao homem 147 2, 9 | então passou a acompanhar o trabalho humano; no entanto, elas 148 2, 9 | mudam o facto de o mesmo trabalho ser a via pela qual o homem 149 2, 9 | Sabem-no os homens que fazem um trabalho braçal, executado por vezes 150 2, 9 | agarrados ao « banco » do trabalho intelectual, sabem-no os 151 2, 9 | sabem-no bem todos os homens do trabalho e, uma vez que o trabalho 152 2, 9 | trabalho e, uma vez que o trabalho é verdadeiramente uma vocação 153 2, 9 | sentido, por causa dela — o trabalho é um bem do homem. E se 154 2, 9 | melhor o sentido ético do trabalho, é indispensável ter diante 155 2, 9 | mais nada esta verdade. O trabalho é um bem do homem — é um 156 2, 9 | humanidade — porque, mediante o trabalho, o homem não somente transforma 157 2, 9 | preocupação por evitar que no trabalho, mediante o qual a matéria 158 2, 9 | usar de muitas maneiras do trabalho contra o homem, que se pode 159 2, 9 | concentração), que se pode fazer do trabalho um meio para a opressão 160 2, 9 | de diferentes maneiras, o trabalho humano, ou seja o homem 161 2, 9 | humano, ou seja o homem do trabalho. Tudo isto depõe a favor 162 2, 9 | virtude com a ordem social do trabalho, o que há-de permitir ao 163 2, 9 | tornar-se mais homem » no trabalho, e não já degradar-se por 164 2, 9 | degradar-se por causa do trabalho, desgastando não apenas 165 2, 10 | 10. Trabalho e sociedade: familia, nação~ 166 2, 10 | modo a dimensão pessoal do trabalho humano, deve-se passar depois 167 2, 10 | necessariamente unida. O trabalho constitui o fundamento sobre 168 2, 10 | valores — uma conjunta ao trabalho e a outra derivante do carácter 169 2, 10 | compenetrar-se de um modo correcto. O trabalho, de alguma maneira, é a 170 2, 10 | obtém normalmente mediante o trabalho. Assim, trabalho e laboriosidade 171 2, 10 | mediante o trabalho. Assim, trabalho e laboriosidade condicionam 172 2, 10 | torna homem » mediante o trabalho, entre outras coisas, e 173 2, 10 | sentido, dois aspectos do trabalho: o que faz dele algo que 174 2, 10 | estes dois aspectos do trabalho estão ligados entre si e 175 2, 10 | formada a ordem sócio-ética do trabalho humano. A doutrina da Igreja 176 2, 10 | comunidade tornada possível pelo trabalho e a primeira escola interna 177 2, 10 | primeira escola interna de trabalho para todos e cada um dos 178 2, 10 | perspectiva do sujeito do trabalho — abarca aquela grande sociedade 179 2, 10 | encarnação histórica e social do trabalho de todas as gerações. Tudo 180 2, 10 | uma nação, e encare o seu trabalho também como algo que irá 181 2, 10 | de que, por este meio, o trabalho serve para multiplicar o 182 2, 10 | a sua importância para o trabalho humano visto na sua dimensão 183 2, 10 | concreta realidade do homem do trabalho, tem precedência sobre a 184 2, 10 | a terra », quer dizer, o trabalho sob o aspecto da técnica, 185 2, 10 | a dimensão objectiva do trabalho não tome o predomínio sobre 186 3 | III. O CONFLITO ENTRE TRABALHO E CAPITAL NA FASE ACTUAL 187 3, 11 | problemática fundamental do trabalho, conforme foi delineado 188 3, 11 | carácter de viva actualidade. O trabalho aparece em tal análise como 189 3, 11 | a fadiga e o esforço, o trabalho não cessa de ser um bem, 190 3, 11 | desenvolve mediante o amor pelo trabalho. Este carácter do trabalho 191 3, 11 | trabalho. Este carácter do trabalho humano, totalmente positivo 192 3, 11 | os múltiplos Códigos do trabalho, elaborados tanto pelas 193 3, 11 | científico-social à problemática do trabalho. Há um organismo que promove 194 3, 11 | Organização Internacional do Trabalho, a mais antiga das Instituições 195 3, 11 | terminou, o problema do trabalho foi sendo posto no clima 196 3, 11 | capital » e o « mundo do trabalho »; ou seja, entre o grupo 197 3, 11 | exclusivamente mediante o seu trabalho. Tal conflito foi originado 198 3, 11 | possível o salário para o trabalho executado pelos operários. 199 3, 11 | a falta de segurança no trabalho e também com a ausência 200 3, 11 | existia entre o mundo do trabalho e o mundo do capital, transformou-se 201 3, 11 | para a colectividade, o trabalho humano seja preservado da 202 3, 11 | problema fundamental do trabalho humano, ao qual são especialmente 203 3, 12 | 12. Prioridade do trabalho~Diante da realidade dos 204 3, 12 | meios técnicosfruto do trabalho humanodesempenham um 205 3, 12 | princípio da prioridade do « trabalho » em confronto com o « capital ». 206 3, 12 | relativamente ao qual o trabalho é sempre uma causa eficiente 207 3, 12 | ao homem senão mediante o trabalho. E com o trabalho permanece 208 3, 12 | mediante o trabalho. E com o trabalho permanece igualmente ligado, 209 3, 12 | tem como único meio o seu trabalho; e para fazer com que frutifiquem 210 3, 12 | recursos, mediante o seu trabalho, o homem apossa-se de pequenas 211 3, 12 | assentar o seu « banco » de trabalho. E apropria-se disso mediante 212 3, 12 | apropria-se disso mediante o trabalho e para poder ulteriormente 213 3, 12 | poder ulteriormente ter trabalho.~O mesmo princípio se aplica, 214 3, 12 | provém do homem — tanto o trabalho, como o conjunto dos meios 215 3, 12 | de utilizar tais meios no trabalho) — pressupõe estas riquezas 216 3, 12 | do desenvolvimento do seu trabalho, o homem depara com o facto 217 3, 12 | Criador. No princípio do trabalho humano está o mistério da 218 3, 12 | convicção quanto à prioridade do trabalho humano no confronto com 219 3, 12 | património histórico do trabalho humano. Todos os meios de 220 3, 12 | aquilo que serve para o trabalho, tudo aquilo que, no estado 221 3, 12 | aperfeiçoado, é fruto do mesmo trabalho.~Esse instrumento gigantesco 222 3, 12 | capital » — nasceu do trabalho e é portador das marcas 223 3, 12 | é portador das marcas do trabalho humano. No presente estádio 224 3, 12 | homem, que é o sujeito do trabalho, quando quer servir-se deste 225 3, 12 | conhecimento, o fruto do trabalho dos homens que descobriram 226 3, 12 | fazê-lo. A capacidade de trabalhoquer dizer, de participar 227 3, 12 | executarem só aquele tipo de trabalho para o qual não são necessárias 228 3, 12 | instrumentos subordinados ao trabalho do homem.~Esta verdade, 229 3, 12 | o problema do sistema de trabalho e igualmente de todo o sistema 230 3, 12 | o homem, como sujeito do trabalho, independentemente do trabalho 231 3, 12 | trabalho, independentemente do trabalho que faz, o homem, e só ele, 232 3, 13 | separar o « capital » do trabalho e que de maneira nenhuma 233 3, 13 | nenhuma se pode contrapor o trabalho ao capital e o capital ao 234 3, 13 | ao capital e o capital ao trabalho, e, menos ainda — como adiante 235 3, 13 | legítimo, aquele sistema de trabalho que, nos seus fundamentos, 236 3, 13 | supera a antinomia entre trabalho e capital, procurando estruturar-se 237 3, 13 | substancial e efectiva do trabalho, da subjectividade do mesmo 238 3, 13 | subjectividade do mesmo trabalho humano e da sua participação 239 3, 13 | trabalhador.~A antinomia entre trabalho e capital não tem a sua 240 3, 13 | compenetração existente entre o trabalho e aquilo que se tornou habitual 241 3, 13 | tarefa no seu « banco » de trabalho, seja este relativamente 242 3, 13 | na conta de que, pelo seu trabalho, entra na posse de um duplo 243 3, 13 | conjunto de instrumentos de trabalho, cada vez mais aperfeiçoados. 244 3, 13 | trabalhar, « aproveita do trabalho de outrem ». Nós aceitamos 245 3, 13 | do campo e do processo do trabalho humano, guiados tanto pela 246 3, 13 | visível. E se no processo do trabalho alguma dependência se descobre, 247 3, 13 | homens, daqueles a cujo trabalho e a cujas iniciativas se 248 3, 13 | existentes para o nosso trabalho. De tudo isto, que no processo 249 3, 13 | somente que « condiciona » o trabalho do homem; não podemos afirmar, 250 3, 13 | dependência o homem e o seu trabalho.~A ruptura desta visão coerente, 251 3, 13 | operou-se de tal maneira que o trabalho foi separado do capital 252 3, 13 | o capital contraposto ao trabalho, quase como se fossem duas 253 3, 13 | economismo », que se quando o trabalho humano é considerado exclusivamente 254 3, 13 | problema fundamental do trabalho humano e, em particular, 255 3, 13 | e contraposição entre « trabalho » e « capital », como entre 256 3, 13 | proporcionar à reflexão sobre o trabalho humano bases suficientes 257 3, 13 | tudo o mais, é o sujeito do trabalho humano e a causa eficiente 258 3, 13 | estamos a considerar, entre o trabalho e o capital — a antinomia 259 3, 13 | antinomia em cujo âmbito o trabalho foi separado do capital 260 3, 13 | atingiu, antes de mais nada, o trabalho humano, o homem do trabalho, 261 3, 13 | trabalho humano, o homem do trabalho, e que causou a reacção 262 3, 13 | pessoa sobre as coisas e do trabalho do homem sobre o capital, 263 3, 14 | 14. Trabalho e propriedade~O processo 264 3, 14 | fala da antinomia entre trabalho e capital não se trata, 265 3, 14 | aqueles que executam o trabalho sem serem proprietários 266 3, 14 | motivo de contraste social no trabalho. Conforme já foi recordado 267 3, 14 | adquire-se primeiro que tudo pelo trabalho e para servir ao trabalho. 268 3, 14 | trabalho e para servir ao trabalho. E isto diz respeito de 269 3, 14 | forma do « capital », ao « trabalho » e, mais ainda, com o fim 270 3, 14 | com o fim de explorar o trabalho, é contrário à própria natureza 271 3, 14 | podem ser possuídos contra o trabalho, como não podem ser possuídos 272 3, 14 | colectiva — é que eles sirvam ao trabalho; e que, consequentemente, 273 3, 14 | consequentemente, servindo ao trabalho, tornem possível a realização 274 3, 14 | vista, em consideração do trabalho humano e do acesso comum 275 3, 14 | tem por tema principal o trabalho humano, convém confirmar 276 3, 14 | procura assegurar o primado do trabalho e, por isso mesmo, a subjectividade 277 3, 14 | princípio do respeito do trabalho exige que tal direito seja 278 3, 14 | mesmo tempo o produto do trabalho de gerações, também é verdade 279 3, 14 | incessantemente graças ao trabalho efectuado com a ajuda do 280 3, 14 | como um grande « banco » de trabalho, junto do qual, dia-a-dia, 281 3, 14 | das diversas espécies de trabalho, não somente do trabalho 282 3, 14 | trabalho, não somente do trabalho chamado manual mas também 283 3, 14 | também das várias espécies de trabalho intelectual, desde o trabalho 284 3, 14 | trabalho intelectual, desde o trabalho de concepção até ao de direcção.~ 285 3, 14 | compropriedade dos meios de trabalho, à participação dos trabalhadores 286 3, 14 | chamado « accionariado » do trabalho, e coisas semelhantes. Independentemente 287 3, 14 | reconhecimento da posição justa do trabalho e do homem do trabalho no 288 3, 14 | do trabalho e do homem do trabalho no processo de produção 289 3, 14 | nas suas relações com o trabalho, então, sob o mesmo ponto 290 3, 14 | ponto de vista do primado do trabalho; mas pode também cumpri-las 291 3, 14 | compõem, com base no próprio trabalho, tiver garantido o pleno 292 3, 14 | comproprietário do grande « banco » de trabalho em que se empenha juntamente 293 3, 14 | poderia ser a de associar o trabalho, na medida do possível, 294 3, 15 | princípio da prioridade do trabalho em relação ao capital, é 295 3, 15 | limitada mesmo radicalmente. O trabalho, num certo sentido, é inseparável 296 3, 15 | tempo: que os frutos desse trabalho sejam úteis para si e para 297 3, 15 | no mesmo processar-se do trabalho, poder figurar como corresponsável 298 3, 15 | actividade no « banco » de trabalho, junto do qual se aplica.~ 299 3, 15 | remuneração devida pelo seu trabalho, mas deseja também que seja 300 3, 15 | um verdadeiro sujeito do trabalho, dotado de iniciativa própria.~ 301 3, 15 | profunda convicção de que o trabalho humano não diz respeito 302 4 | DIREITOS DOS HOMENS DO TRABALHO~ ~ 303 4, 16 | dos direitos do homem~Se o trabalho — nos diversos sentidos 304 4, 16 | humanos que promanam do trabalho inserem-se, também eles, 305 4, 16 | à natureza específica do trabalho humano delineada em precedência; 306 4, 16 | necessário considerá-los. O trabalho, como já foi dito, é uma 307 4, 16 | desenvolvimento exigem o trabalho. O homem deve trabalhar 308 4, 16 | sendo como é herdeiro do trabalho de gerações e, ao mesmo 309 4, 16 | constitui a obrigação moral do trabalho, entendido na sua acepção 310 4, 16 | homens pelo que se refere ao trabalho, direitos correspondentes 311 4, 16 | em cujo centro se situa o trabalho de todos e cada um dos sujeitos 312 4, 16 | falarmos da obrigação do trabalho e dos direitos do trabalhador 313 4, 16 | relação entre o dador de trabalhodirecto ou indirecto — 314 4, 16 | distinção entre dador de trabalho directo e indirecto parece 315 4, 16 | tanto a organização real do trabalho, como a possibilidade de 316 4, 16 | ou injustas no domínio do trabalho.~Se o dador de trabalho 317 4, 16 | trabalho.~Se o dador de trabalho directo é aquela pessoa 318 4, 16 | directamente o contrato de trabalho segundo condições determinadas, 319 4, 16 | a designação de dador de trabalho indirecto devem ser entendidos 320 4, 16 | diferenciados que, além do dador de trabalho directo, exercem uma influência 321 4, 16 | estabelecem quer o contrato de trabalho quer, como consequência, 322 4, 16 | menos justas no domínio do trabalho humano.~ ~ 323 4, 17 | 17. Dador de trabalho: « indirecto » e « directo »~ 324 4, 17 | No conceito de dador de trabalho indirecto entram as pessoas, 325 4, 17 | contratos colectivos de trabalho e os princípios de comportamento, 326 4, 17 | O conceito de « dador de trabalho indirecto », deste modo, 327 4, 17 | responsabilidade do dador de trabalho indirecto é diferente da 328 4, 17 | responsabilidade do dador de trabalho directo, como indicam os 329 4, 17 | responsabilidade, porquanto o dador de trabalho indirecto determina substancialmente 330 4, 17 | outro aspecto da relação de trabalho, e condiciona assim o comportamento 331 4, 17 | comportamento do dador de trabalho directo, quando este último 332 4, 17 | contrato e as relações de trabalho. Uma verificação deste género 333 4, 17 | instaurar uma política de trabalho correcta sob o ponto de 334 4, 17 | direitos objectivos do homem do trabalho.~O conceito de dador de 335 4, 17 | O conceito de dador de trabalho indirecto pode aplicar-se 336 4, 17 | conduzir uma justa política do trabalho. É sabido, porém, que, no 337 4, 17 | influência na política do trabalho dos Estados tomados singularmente 338 4, 17 | que é o sujeito próprio do trabalho. Por exemplo, os países 339 4, 17 | efeitos na política local do trabalho e na situação dos trabalhadores 340 4, 17 | desfavorecidas. O dador directo de trabalho que se encontra num sistema 341 4, 17 | condicionamentos fixa as condições de trabalho abaixo das objectivas exigências 342 4, 17 | conceito de dador indirecto de trabalho, como é fácil deduzir, é 343 4, 17 | os direitos do homem do trabalho, todavia, não pode ser condenado 344 4, 17 | direitos objectivos do homem do trabalho — de todo o tipo de trabalhador, 345 4, 17 | a Organização Mundial do Trabalho (O.I.T.), como também a 346 4, 17 | dito acima — o dador de trabalho indirecto, para se tornar 347 4, 17 | dos direitos do homem do trabalho, porque os direitos da pessoa 348 4, 18 | os direitos do homem do trabalho em relação com este « dador 349 4, 18 | relação com este « dador de trabalho indirecto », quer dizer, 350 4, 18 | orientação da política do trabalho, deve voltar-se a atenção 351 4, 18 | Trata-se do problema de ter trabalho ou, por outras palavras, 352 4, 18 | é, a falta de lugares de trabalho para as pessoas que são 353 4, 18 | pode tratar-se de falta de trabalho em geral, ou então de falta 354 4, 18 | determinados sectores do trabalho. O papel das aludidas instituições, 355 4, 18 | denominação de dador de trabalho indirecto, é o de actuar 356 4, 18 | desemprego e para garantir trabalho a todos, as instituições 357 4, 18 | definidas como dador de trabalho indirecto devem prover a 358 4, 18 | função daquele « banco » de trabalho diferenciado, junto do qual 359 4, 18 | organização correcta e racional do trabalho que se desenvolve em tal « 360 4, 18 | centros e dos complexos de trabalho locais, tendo em conta aquilo 361 4, 18 | do carácter subjectivo do trabalho humano.~O facto da dependência 362 4, 18 | planificação e da organização do trabalho a nível da própria sociedade, 363 4, 18 | se torne cada vez mais o trabalho humano, entendido como um 364 4, 18 | fundamental de todos os homens, trabalho que a todos aqueles que 365 4, 18 | nível de vida dos homens do trabalho nas diversas sociedades 366 4, 18 | revalorização contínua do trabalho humano, quer sob o aspecto 367 4, 18 | dignidade do sujeito de todo o trabalho, que é o homem. O progresso 368 4, 18 | maturado da finalidade do trabalho e o respeito cada vez mais 369 4, 18 | dignidade do homem, sujeito do trabalho.~Uma planificação racional 370 4, 18 | organização adequada do trabalho humano, à medida das diversas 371 4, 18 | tipos de actividades: o trabalho dos campos, o da indústria, 372 4, 18 | multiformes serviços, o trabalho de concepção intelectual 373 4, 18 | múltiplas possibilidades do trabalho deveria corresponder um 374 4, 18 | diferenciado « banco » de trabalho.~Lançando o olhar para a 375 4, 18 | respeito à organização do trabalho e do emprego — existe alguma 376 4, 19 | por dar possibilidades de trabalho a todos os trabalhadores, 377 4, 19 | homem em relação com o seu trabalho, convém tratar mais de perto, 378 4, 19 | trabalhador e o dador directo de trabalho. Tudo o que foi dito até 379 4, 19 | tema do dador indirecto de trabalho tem por fim precisar mais 380 4, 19 | da justa remuneração do trabalho que é executado. No contexto 381 4, 19 | trabalhadores e dadores de trabalho, do que exactamente aquela 382 4, 19 | na remuneração do mesmo trabalho. Independentemente do facto 383 4, 19 | Independentemente do facto de o trabalho ser efectuado no sistema 384 4, 19 | relação entre o dador de trabalho (em primeiro lugar o dador 385 4, 19 | mediante a justa remuneração do trabalho que foi feito.~Importa salientar 386 4, 19 | equitativamente remunerado o trabalho nesse sistema. Quanto a 387 4, 19 | existentes entre o capital e o trabalho, o salário, isto é, a remuneração 388 4, 19 | isto é, a remuneração do trabalho, permanece um meio concreto 389 4, 19 | tornam-se acessíveis ao homem do trabalho graças ao salário, que ele 390 4, 19 | como remuneração do seu trabalho. Daqui vem que o justo salário 391 4, 19 | Uma justa remuneração do trabalho das pessoas adultas, que 392 4, 19 | chefe de família pelo seu trabalho, e que seja suficiente para 393 4, 19 | seja obrigada a assumir um trabalho retribuído fora do lar; 394 4, 19 | por ter de arranjar um trabalho retribuído fora de casa, 395 4, 19 | adaptar todo o processo do trabalho, de tal sorte que sejam 396 4, 19 | promoção da mulher exige que o trabalho seja estruturado de tal 397 4, 19 | em caso de acidentes no trabalho, exigem que o trabalhador 398 4, 19 | os casos de acidentes de trabalho. E no âmbito destes direitos 399 4, 19 | juntamente com a remuneração do trabalho, eles são o índice de uma 400 4, 19 | trabalhador e o dador de trabalho. Entre estes direitos, há 401 4, 19 | a dispor de ambientes de trabalho e de processos de laboração 402 4, 20 | interesses vitais dos homens do trabalho são até certo ponto comuns 403 4, 20 | porém, cada espécie de trabalho, cada profissão, possui 404 4, 20 | agremiavam-nos em base ao trabalho que eles faziam. No entanto, 405 4, 20 | trabalhadores, do mundo do trabalho e, sobretudo, dos trabalhadores 406 4, 20 | organizações dos dadores de trabalho. Todos, como já foi dito 407 4, 20 | justos direitos dos homens do trabalho segundo as suas diversas 408 4, 20 | aos méritos dos homens do trabalho, associados segundo as suas 409 4, 20 | eliminar o antagonista. O trabalho tem como sua característica, 410 4, 20 | estrutura fundamental de todo o trabalho — à luz do facto de que, 411 4, 20 | facto de que, afinal, o « trabalho » e o « capital » são as 412 4, 20 | nascida das exigências do trabalho, permanece um factor construtivo 413 4, 20 | justos direitos dos homens do trabalho no quadro do bem comum de 414 4, 20 | justos direitos dos homens do trabalho segundo as suas diversas 415 4, 20 | o carácter subjectivo do trabalho em cada profissão; mas, 416 4, 20 | dignidade própria do sujeito do trabalho. E aqui apresentam-se múltiplas 417 4, 20 | ou seja, da suspensão do trabalho, como de uma espécie de « 418 4, 20 | sobretudo, aos dadores de trabalho. É um modo de proceder que 419 4, 20 | entendida rectamente, do mesmo trabalho.~ ~ 420 4, 21 | 21. Dignidade do trabalho agrícola~Tudo o que foi 421 4, 21 | precedência sobre a dignidade do trabalho e sobre a dimensão objectiva 422 4, 21 | objectiva e subjectiva do trabalho do homem, tem aplicação 423 4, 21 | aplicação directa ao problema do trabalho agrícola e à situação do 424 4, 21 | cultiva a terra no duro trabalho dos campos. Trata-se, efectivamente, 425 4, 21 | muito vasto do âmbito do trabalho do nosso planeta, não circunscrito 426 4, 21 | condições do mundo rural e do trabalho agrícola não são iguais 427 4, 21 | a toda a ética social do trabalho.~O trabalho dos campos reveste-se 428 4, 21 | ética social do trabalho.~O trabalho dos campos reveste-se de 429 4, 21 | de doença ou de falta de trabalho. Longas jornadas de duro 430 4, 21 | Longas jornadas de duro trabalho físico são pagadas miseramente. 431 4, 21 | muito avançado, o direito ao trabalho pode ser lesado quando se 432 4, 21 | decisionais respeitantes ao trabalho em que presta os seus serviços, 433 4, 21 | promover a dignidade do trabalho, de todo o trabalho, especialmente 434 4, 21 | dignidade do trabalho, de todo o trabalho, especialmente do trabalho 435 4, 21 | trabalho, especialmente do trabalho agrícola, no qual o homem 436 4, 22 | A pessoa deficiente e o trabalho~Em tempos recentes, as comunidades 437 4, 22 | problema relacionado com o trabalho e que é bem denso de reflexos: 438 4, 22 | sociedade, e portanto ao trabalho, só os membros na plena 439 4, 22 | contra os fracos e doentes. O trabalho no sentido objectivo deve 440 4, 22 | do homem, ao sujeito do trabalho e não às vantagens económicas.~ 441 4, 22 | entidades implicadas no mundo do trabalho, ao dador directo bem como 442 4, 22 | como ao dador indirecto de trabalho, promover com medidas eficazes 443 4, 22 | preparação profissional e ao trabalho, de modo que ela possa ser 444 4, 22 | que seja proporcionado um trabalho às pessoas deficientes, 445 4, 22 | homens e de sujeitos do trabalho. Cada comunidade há-de procurar 446 4, 22 | para se criarem lugares de trabalho para tais pessoas, quer 447 4, 22 | proporcionem um lugar de trabalho ordinário ou então adaptado 448 4, 22 | empresas e nos meios de trabalho chamados « de protecção ».~ 449 4, 22 | físicas e psicológicas de trabalho dos deficientes, à sua justa 450 4, 22 | uma concepção exacta do trabalho no sentido subjectivo permita 451 4, 22 | já à margem do mundo e do trabalho ou a viver na dependência 452 4, 22 | mas sim como um sujeito do trabalho de pleno direito, útil, 453 4, 23 | 23. O trabalho e o problema da emigração~ 454 4, 23 | emigração por motivos de trabalho. Trata-se de um fenómeno 455 4, 23 | vem a faltar um sujeito de trabalho que, com o esforço do próprio 456 4, 23 | dos direitos do homem do trabalho. Comprende-se, pois, que 457 4, 23 | aos direitos relativos ao trabalho, em confronto com os trabalhadores 458 4, 23 | emigração por motivo de trabalho não pode de maneira nenhuma 459 4, 23 | diz respeito à relação de trabalho com o trabalhador imigrado 460 4, 23 | mesma sociedade. O valor do trabalho deve ser medido com a mesma 461 4, 23 | do valor fundamental do trabalho, valor que anda ligado com 462 4, 23 | valores, o sentido profundo do trabalho exigem que o capital esteja 463 4, 23 | capital esteja em função do trabalho e não o trabalho em função 464 4, 23 | função do trabalho e não o trabalho em função do capital.~ ~ 465 5 | PARA UMA ESPIRITUALIDADE DO TRABALHO~ ~ 466 5, 24 | reflexões sobre o tema da trabalho humano, a propósito do 90° 467 5, 24 | dedicá-la à espiritualidade do trabalho no sentido cristão da expressão. 468 5, 24 | da expressão. Dado que o trabalho na sua dimensão subjectiva 469 5, 24 | independentemente do facto de ser um trabalho manual ou intelectual. E 470 5, 24 | particulares — concernentes ao trabalho humano. Ora, é necessária 471 5, 24 | pela caridade, para dar ao trabalho do homem concreto, com a 472 5, 24 | mediante o qual o mesmo trabalho entra na obra da salvação 473 5, 24 | pronunciar-se a respeito do trabalho, do ponto de vista do seu 474 5, 24 | de uma espiritualidade do trabalho, susceptível de ajudar todos 475 5, 25 | 25. O trabalho como participação na obra 476 5, 25 | participa mediante o seu trabalho na obra do Criador e, num 477 5, 25 | apresentada sob a forma de um « trabalho » realizado durante seis 478 5, 25 | realizou mediante o seu « trabalho » criador, quando proclama: « 479 5, 25 | primeiro « evangelho do trabalho ». Ela mostra, de facto, 480 5, 25 | que o homem, ao fazer o trabalho, deve imitar Deus, seu Criador, 481 5, 25 | criadora sob a forma do trabalho e sob a forma do repouso. 482 5, 25 | Pai ». Por isso, também o trabalho humano não só exige o repouso 483 5, 25 | A consciência de que o trabalho humano é uma participação 484 5, 25 | razão para considerar o seu trabalho um prolongamento da obra 485 5, 25 | espiritualidade cristã do trabalho se torne património comum 486 5, 25 | que a espiritualidade do trabalho manifeste aquela maturidade 487 5, 25 | de participar, mediante o trabalho, na obra da criação constitui 488 5, 25 | criados sejam valorizados pelo trabalho humano, pela técnica e pela 489 5, 26 | 26. Cristo, o homem do trabalho~Esta verdade, segundo a 490 5, 26 | qual o homem mediante o trabalho participa na obra do próprio 491 5, 26 | verdadeiramente do « evangelho do trabalho », pois Aquele que o proclamava 492 5, 26 | era Ele próprio homem do trabalho, do trabalho artesanal como 493 5, 26 | próprio homem do trabalho, do trabalho artesanal como José de Nazaré. 494 5, 26 | maneira excessiva com o trabalho e com os meios para viver — 495 5, 26 | Ele pertence ao « mundo do trabalho » e tem apreço e respeito 496 5, 26 | tem apreço e respeito pelo trabalho humano; pode-se mesmo dizer 497 5, 26 | Ele encara com amor este trabalho, bem como as suas diversas 498 5, 26 | verdade fundamental sobre o trabalho que já se encontra expressa 499 5, 26 | frequentes referências ao trabalho humano, assim como às diversas 500 5, 26 | expressão poder-se-ia referir ao trabalho do operário siderúrgico


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