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Alfabética    [«  »]
separar 1
sequência 1
sequer 3
ser 78
será 5
serem 5
seria 3
Freqüência    [«  »]
86 também
84 seu
79 humano
78 ser
70 mas
65 homens
65 produção
Ioannes Paulus PP. II
Laborem exercens

IntraText - Concordâncias

ser

   Cap.,  Parágrafo
1 Int, 2| a questão social deverá ser tratada no seu aspecto integral 2 Int, 2| mundo ». Por isso, deve ser tomado em consideração não 3 Int, 3| vez mais complexa, deve ser buscada no sentido de « 4 2, 4| o homem, todo e qualquer ser humano, reflecte a própria 5 2, 4| consciente do homem, podem ser descobertas e oportunamente 6 2, 5| muitos casos, deixou de ser um trabalho prevalentemente 7 2, 5| dos músculos passaram a ser ajudados pela acção de máquinas 8 2, 5| próprio do trabalho continua a ser o homem.~O desenvolvimento 9 2, 5| máquina, reduz o homem a ser escravo da mesma.~Assim, 10 2, 6| é uma pessoa; isto é, um ser dotado de subjectividade, 11 2, 6| cumprimento da vocação a ser pessoa, que lhe é própria 12 2, 6| de aquele que o realiza ser uma pessoa, um sujeito consciente 13 2, 6| de aquele que o executa ser uma pessoa. As fontes da 14 2, 6| dignidade do trabalho devem ser procuradas sobretudo não 15 2, 6| humano não possa e não deva ser de algum modo valorizado 16 2, 7| Génesis: o homem passa então a ser tratado como instrumento 17 2, 7| trabalho que realizadeveria ser tratado como seu sujeito 18 2, 8| irregularidades que podem ser perigosas, por motivos ético-sociais.~ 19 2, 8| a predominar continua a ser o da cultura da terra ou 20 2, 8| solidariedade que não há-de nunca ser fechamento para o diálogo 21 2, 8| colaboração com os demais — podem ser necessários, mesmo pelo 22 2, 8| deste facto, continuam a ser possíveis certos processos 23 2, 8| fidelidade a Cristo, para assim ser verdadeiramente a « Igreja 24 2, 9| facto de o mesmo trabalho ser a via pela qual o homem 25 2, 9| laboriosidade haveria de ser uma virtude; efectivamente, 26 2, 10| segundo os quais tem de ser formada a ordem sócio-ética 27 3, 11| o trabalho não cessa de ser um bem, de tal sorte que 28 3, 11| da sua vocação — não pode ser explicado se não for tido 29 3, 12| primeira fase continua a ser sempre a relação do homem 30 3, 12| que, com o tempo, passou a ser habitual chamar-se « capital ». 31 3, 12| cada um deles continuam a ser o verdadeiro sujeito eficiente, 32 3, 12| doutrina da Igreja, deve ser sempre sublinhada, em relação 33 3, 13| detrás destes conceitos. Pode ser recto, quer dizer, em conformidade 34 3, 13| produção; mas continua a ser compreendido e tratado na 35 3, 13| radical deste erro, a não ser que intervenham mudanças 36 3, 14| recordado e como continua a ser ensinado pela Igreja, diverge 37 3, 14| sua posse. Estes não podem ser possuídos contra o trabalho, 38 3, 14| trabalho, como não podem ser possuídos para possuir, 39 3, 14| ponto de vista, continua a ser inaceitável a posição do 40 3, 14| capitalismo « rígido » tem de ser continuamente submetida 41 3, 14| tão-desejadas não podem ser realizadas com a eliminação 42 3, 14| satisfatória. Assim, eles deixam de ser a propriedade de um determinado 43 3, 14| alcançar tal objectivo poderia ser a de associar o trabalho, 44 3, 15| certos e fundados, podem ser feitas excepções ao princípio 45 3, 15| nossos tempos estamos mesmo a ser testemunhas de que, na vida, 46 3, 15| meios de produção, para ser racional e frutuosa, deve 47 4, 16| trabalhador. Tais direitos hão-de ser examinados no vasto contexto 48 4, 16| internacionais e estão a ser cada vez mais garantidos 49 4, 16| directo e indirecto parece ser muito importante, tendo 50 4, 16| trabalho indirecto devem ser entendidos numerosos factores 51 4, 17| trabalho, todavia, não pode ser condenado a constituir somente 52 4, 18| se está a falar aqui deve ser actuado pelo homem e para 53 4, 18| não é possível ficar sem ser impressionado por um facto 54 4, 19| Independentemente do facto de o trabalho ser efectuado no sistema da 55 4, 19| justo funcionamento, devem ser apreciados, no fim de contas, 56 4, 20| entanto, esta « luta » deve ser compreendida como um empenhamento 57 4, 20| também e sobretudo possa « ser » mais; o que equivale a 58 4, 20| relevar-se que a greve continua a ser, num certo sentido, um meio 59 4, 21| direito ao trabalho pode ser lesado quando se nega ao 60 4, 22| posse das funções do seu ser, porque, procedendo desse 61 4, 22| no sentido objectivo deve ser subordinado, também neste 62 4, 22| trabalho, de modo que ela possa ser inserida numa actividade 63 4, 22| Uma grande atenção deverá ser dedicada, como para todos 64 4, 23| esforço e tal contribuição vão ser dados a outra sociedade, 65 4, 23| entanto, apesar de a emigração ser sob certos aspectos um mal, 66 4, 23| trabalhador imigrado devem ser válidos os mesmos critérios 67 4, 23| O valor do trabalho deve ser medido com a mesma medida 68 4, 23| mais razão ainda, não pode ser explorada a situação de 69 5, 24| independentemente do facto de ser um trabalho manual ou intelectual. 70 5, 25| mundo que chamou do nada ao ser; e opera com a força salvífica 71 5, 25| vez mais aquilo que deve ser segundo a vontade de Deus, 72 5, 26| plano e a vontade de Deus, ser conforme com o verdadeiro 73 5, 26| mentalidade contemporâneapoderá ser entendida somente como fruto 74 5, 26| espiritualidade é que ela pode ser realizada e posta em prática. 75 5, 27| ensina-nos com o seu exemplo ser necessário que também nós 76 5, 27| isto, por um lado, confirma ser indispensável a cruz numa 77 5, 27| de Cristo, se é verdade ser aquilo que multiformemente 78 5, 27| Encíclica Rerum Novarum, só pôde ser revisto definitivamente


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