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Cap., N.
1 Int, 4 | por ti, a fim de que a tua fé não desfaleça » (Lc 22, 2 1, 8 | consciência cristã, iluminada pela fé e guiada pela caridade. 3 1, 9 | vínculos da profissão de fé, dos sacramentos e da comunhão 4 1, 10| ecuménica com espírito de fé.~O Concílio diz que « a 5 1, 12| Escritura como norma de fé e de vida, manifestam sincero 6 1, 13| Justificados no Baptismo pela fé, são incorporados a Cristo, 7 1, 17| documentos principais da Comissão Fé e Constituição e as declarações 8 1, 18| modificar o depósito da fé, de mudar o significado 9 1, 18| ao conteúdo integral da fé revelada. Em matéria de 10 1, 18| revelada. Em matéria de fé, a cedência está em contradição 11 1, 19| própria natureza, o dado de fé se destina à humanidade 12 1, 19| renovação no modo de exprimir a fé, mas da própria vida de 13 1, 19| mas da própria vida de fé. Poder-se-ia então perguntar: 14 1, 23| oração comum, guiada pela fé. Nela, reunimo-nos no nome 15 1, 24| unidade visível numa só fé e numa única comunidade 16 1, 36| possível testemunhar a própria fé e explicar a sua doutrina 17 1, 37| delas com o fundamento da fé cristã é diferente. Assim 18 1, 39| divergências que tocam a fé. Estas divergências hão-de 19 1, 40| Tal cooperação baseada na fé comum não só aparece densa 20 1, 40| conduz à plena unidade de fé: « Por essa cooperação, 21 2, 43| Comunidades, motivados pela sua fé, participam juntos em projectos 22 2, 45| divergências que têm a ver com a fé, ainda não é possível concelebrar 23 2, 46| livremente, e manifestam a fé que a Igreja Católica professa 24 2, 48| opõe aos bens genuínos da fé, antes sempre pode fazer 25 2, 49| cristãos dos elementos de fé que têm em comum. E isto 26 2, 53| Eslavos, mensageiros da fé. Já o Papa Paulo VI, em 27 2, 54| mundo. A ele devem a sua fé, não apenas as grandes nações 28 2, 55| conservar na comunhão de fé e caridade aquelas relações 29 2, 57| concedeu-nos receber na fé este testemunho dos Apóstolos. 30 2, 57| defenderam o depósito da fé de qualquer alteração. Agora, 31 2, 58| reafirmação da comunhão de fé que já existe, o Concílio 32 2, 59| comunhão fundada na unidade de fé, em continuidade com a experiência 33 2, 59| podem professar juntas como fé comum no mistério da Igreja 34 2, 59| Igreja e no vínculo entre a fé e os sacramentos ». A Comissão 35 2, 62| Oriente, testemunhas da fé cristã muitas vezes em situações 36 2, 62| Igrejas, declarar a nossa fé comum em Jesus Cristo, verdadeiro 37 2, 62| Igrejas: « Compartilhamos a fé transmitida pelos Apóstolos, 38 2, 62| afirmar que temos uma só fé em Cristo, apesar de por 39 2, 62| professar juntos a verdadeira fé em Cristo. Quero exprimir 40 2, 63| permitir confessar juntos a fé que nos é comum. Uma vez 41 2, 65| contrário, a questão da fé. A oração de Cristo, nosso 42 2, 66| Igreja. Na Igreja, segundo a fé católica, o magistério autêntico 43 2, 66| à completa profissão da fé, à íntegra incorporação 44 2, 68| destes irmãos alimenta-se da fé em Cristo e é fortalecida 45 2, 69| referido Conselho, a Comissão « Fé e Constituição ».~O diálogo 46 2, 70| que implica problemas de fé e respeito da consciência 47 2, 70| unidade exige um confronto de fé entre crentes que se apelam 48 2, 72| repassado de profunda lucidez de fé, que vivi com intensa emoção. 49 2, 74| outros cristãos, « a sua fé em Cristo produz frutos 50 2, 74| activa colaboração: a « fé operosa produziu não poucas 51 2, 75| colaboração. Porém, a comunhão de fé já existente entre os cristãos 52 3, 77| alcançada a plena unidade na fé e poderemos então na concórdia 53 3, 79| um verdadeiro consenso de fé: 1) as relações entre Sagrada 54 3, 79| autoridade em matéria de fé, e a Sagrada Tradição, indispensável 55 3, 79| ensino e preservação da fé; 5) a Virgem Maria, Mãe 56 3, 79| lucidez e a prudência da fé impõem-nos evitar o falso 57 3, 80| frequentemente, dizem respeito à fé e, como tais, requerem o 58 3, 80| coerência com a Tradição de fé, recebida dos Apóstolos 59 3, 81| prudência e em atitude de fé, terá a assistência do Espírito 60 3, 81| distinção entre o depósito da fé e a formulação em que ele 61 3, 83| efeito, todas têm mártires da fé cristã. Não obstante o drama 62 3, 84| na exigência suprema da fé, manifestada com o sacrifício 63 3, 84| Se se pode morrer pela fé, isso demonstra que se pode 64 3, 88| Tradição apostólica e à fé dos Padres, ter conservado, 65 3, 89| Assembleia Mundial da Comissão « Fé e Constituição » do Conselho 66 3, 94| inconciliável com a unidade da fé esta ou aquela opinião que 67 3, 94| pertence ao depósito da fé. Ao prestar este testemunho 68 3, 95| pela « fraterna comunhão da fé e da vida sacramental. Quando 69 3, 95| surgiam dissensões acerca da fé ou da disciplina, era a 70 3, 97| a confirmação da própria fé. A primeira parte dos Actos 71 3, 98| pessoas amadurecidas na fé, capazes de se encontrar