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| Alfabética [« »] compromissos 1 comprovam 1 compunção 1 comum 46 comungam 1 comunhão 125 comunhões 3 | Freqüência [« »] 49 pelo 49 senhor 48 esta 46 comum 45 roma 45 vida 44 aos | Ioannes Paulus PP. II Ut unum sint IntraText - Concordâncias comum |
Cap., N.
1 1, 18| pode realizar na adesão comum ao conteúdo integral da 2 1, 21| mais acabada na oração em comum. Quando os irmãos que não 3 1, 21| comunhão entre si, se reunem em comum para rezar, esta sua oração 4 1, 21| movimento ecuménico. Essa oração comum é « um meio muito eficaz 5 1, 21| confirmação da unidade. A oração comum dos cristãos convida o próprio 6 1, 22| pertence, sem dúvida, à oração comum, à união orante daqueles 7 1, 22| cada vez mais em oração comum ao redor de Cristo, crescerá 8 1, 23| prova-o a nossa oração comum, guiada pela fé. Nela, reunimo-nos 9 1, 24| encontro ecuménico e a oração comum de irmãos que procuram a 10 1, 24| particular emoção, a oração em comum com o Primaz da Comunhão 11 1, 24| nossos longos anos de herança comum e dos tristes anos de separação 12 1, 24| expressa no culto e na vida comum em Cristo ». E como poderei 13 1, 32| cristã exige em vista do bem comum. E onde for possível, reunem-se 14 1, 33| carácter de uma procura comum da verdade, em particular 15 1, 34| da nossa recíproca oração comum. Isto é possível na medida 16 1, 35| vertical do diálogo está no comum e recíproco reconhecimento 17 1, 40| recíproco conhecimento, à oração comum e ao diálogo. Prevêem e 18 1, 40| cooperação baseada na fé comum não só aparece densa de 19 1, 40| de um testemunho cristão comum, tornando-se instrumento 20 2, 41| muitos frutos desta conversão comum ao Evangelho, cujo instrumento 21 2, 42| mentalidades. A consciência da comum pertença a Cristo ganha 22 2, 43| algumas circunstâncias a voz comum dos cristãos tem mais impacto 23 2, 45| desejo torna-se já um louvor comum, uma mesma imploração. Juntos 24 2, 47| oriundos de um património comum, que se encontram nos irmãos 25 2, 48| ressuscitado?~Este testemunho comum da santidade, como fidelidade 26 2, 49| elementos de fé que têm em comum. E isto serviu para cimentar 27 2, 50| Igreja Católica, a vontade comum de procurar a comunhão.~ 28 2, 59| aquelas perspectivas que, de comum acordo, tinham sido determinadas 29 2, 59| sobre aquilo que temos em comum, a Comissão mista pôde avançar 30 2, 59| professar juntas como fé comum no mistério da Igreja e 31 2, 59| nosso tempo, um testemunho comum, fiel e concorde, para que 32 2, 60| mas também o seu empenho comum na busca da unidade. Um 33 2, 62| Igrejas, declarar a nossa fé comum em Jesus Cristo, verdadeiro 34 2, 62| declaração cristológica comum com o Patriarca Assírio 35 2, 63| confessar juntos a fé que nos é comum. Uma vez mais, há que constatar 36 2, 65| característica ocidental comum. As « discrepâncias » acima 37 2, 66| do Baptismo, que temos em comum, representa « o vínculo 38 2, 66| e ecuménicas do Baptismo comum são muitas e importantes. 39 2, 68| elementos da antiga Liturgia comum ». ~O documento conciliar, 40 2, 71| de encontro, a oração em comum e a colaboração prática. 41 3, 80| devem tornar-se património comum. Para que isto se verifique, 42 3, 84| já temos um Martirológio comum. Este inclui também os mártires 43 3, 84| se fala de um património comum, devem-se inserir nele não 44 3, 94| recordar as exigências do bem comum da Igreja, se alguém for 45 3, 95| era a Sé de Roma quem, de comum acordo, as resolvia ». ~ 46 3, 98| verifiquem, graças à procura comum, sincera e desinteressada