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Cap., N.
1 1, 17| do Concílio ao retomar o diálogo da caridade com as Igrejas 2 1, 27| entre os cristãos. Naquele diálogo íntimo e pessoal, que cada 3 1 | Diálogo ecuménico~ ~ 4 1, 28| que o Concílio define « diálogo » . Essa definição não é 5 1, 28| personalista actual. A atitude de « diálogo » situa-se ao nível da natureza 6 1, 28| sincero dom de si mesmo ». O diálogo é passagem obrigatória do 7 1, 28| Embora do conceito de « diálogo » pareça emergir em primeiro 8 1, 28| cognoscitivo (dia-logos), todo o diálogo contém em si uma dimensão 9 1, 28| humano na sua totalidade; o diálogo entre as comunidades empenha, 10 1, 28| delas.~Esta verdade sobre o diálogo, expressa com tanta profundidade 11 1, 28| ecuménica do Concílio. O diálogo não é apenas uma troca de 12 1, 29| recíproca. Somente assim o diálogo ajudará a superar a divisão 13 1, 30| participação da Igreja Católica no diálogo ecuménico. Por outro lado, 14 1, 30| a disponibilidade para o diálogo por parte do episcopado 15 1 | Estruturas locais de diálogo~ ~ 16 1, 31| 31. O empenhamento no diálogo ecuménico, tal como ficou 17 1, 31| do movimento ecuménico. O diálogo não só foi iniciado, mas 18 1, 31| crescimento do espírito de diálogo. Neste contexto, pretende-se 19 1, 31| aludir, antes de mais, ao diálogo entre os cristãos das diversas 20 1, 31| conhecer o método que permite o diálogo.~ ~ 21 1, 32| ensino, da comunicação e do diálogo, com os quais os homens 22 1, 32| assentimento pessoal ». ~O diálogo ecuménico tem uma importância 23 1, 32| importância essencial. « Com este diálogo, todos adquirem um conhecimento 24 1 | Diálogo como exame de consciência~ ~ 25 1, 33| 33. Segundo o Concílio, o diálogo ecuménico tem o carácter 26 1, 33| sinergia entre oração e diálogo. Uma oração mais profunda 27 1, 33| profunda e consciente torna o diálogo mais rico de frutos. Se, 28 1, 33| oração é a condição para o diálogo, por outro, ela torna-se, 29 1, 34| 34. Graças ao diálogo ecuménico, podemos falar 30 1, 34| possível na medida em que o diálogo exerce também, e contemporaneamente, 31 1, 34| espírito com que se encara o diálogo ecuménico. Se este não se 32 1, 34| consciência, como que um « diálogo das consciências », poderemos 33 1, 35| espírito de conversão. O diálogo ecuménico adquire neste 34 1, 35| próprio: transforma-se em « diálogo da conversão » e, portanto, 35 1, 35| Paulo VI, em autêntico « diálogo da salvação ». O diálogo 36 1, 35| diálogo da salvação ». O diálogo não pode actuar-se seguindo 37 1, 35| A dimensão vertical do diálogo está no comum e recíproco 38 1 | Diálogo para resolver as divergências~ ~ 39 1, 36| 36. O diálogo é também instrumento natural 40 1, 36| colóquios doutrinais: « No diálogo ecuménico, os teólogos católicos, 41 1, 36| não seja obstáculo para o diálogo com os irmãos. É certamente 42 1, 38| 38. No diálogo, embate-se inevitavelmente 43 1, 38| compreenderem ». A este propósito, o diálogo ecuménico que estimula as 44 1, 39| 39. Por último, o diálogo põe os interlocutores diante 45 1, 40| conhecimento, à oração comum e ao diálogo. Prevêem e exigem, desde 46 2 | II. OS FRUTOS DO DIÁLOGO~ ~ 47 2, 41| foi dito a propósito do diálogo ecuménico, desde a conclusão 48 2, 42| relevo, também graças ao diálogo plurilateral. ~ ~ 49 2, 47| 47. O diálogo não se articula exclusivamente 50 2, 47| toda a pessoa: é também um diálogo de amor. O Concílio afirmou: « 51 2, 48| Cristo e da Igreja ». O diálogo ecuménico, como verdadeiro 52 2, 48| ecuménico, como verdadeiro diálogo de salvação, não deixará 53 2, 49| relações entre os cristãos e do diálogo teológico que eles realizam, 54 2 | O diálogo com as Igrejas do Oriente~ ~ 55 2, 50| Vaticano II, querendo basear o diálogo sobre a comunhão existente, 56 2, 51| desenvolvendo através do diálogo da caridade, quer para a 57 2, 51| mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja 58 2, 52| decidir a inauguração do diálogo teológico entre a Igreja 59 2, 53| um tema importante àquele diálogo entre o Oriente e o Ocidente, 60 2 | Progressos do diálogo~ ~ 61 2, 59| mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja 62 2, 59| importantes para a continuação do diálogo. Mais: estas afirmações 63 2, 60| para a plena comunhão é o diálogo da verdade, alimentado e 64 2, 60| alimentado e amparado pelo diálogo da caridade. O reconhecimento 65 2, 60| envolvimento destas Igrejas no diálogo da caridade e no diálogo 66 2, 60| diálogo da caridade e no diálogo teológico favorecerão não 67 2, 60| participar positivamente no diálogo da caridade e no diálogo 68 2, 60| diálogo da caridade e no diálogo teológico, quer a nível 69 2, 61| compreende toda a actualidade do diálogo, amparado pela luz e pela 70 2, 62| para o desenvolvimento do diálogo, com o Papa Shenouda, e 71 2, 63| pesquisa teológica e do diálogo fraterno. E mais. Ela serve-nos 72 2 | Diálogo com as outras Igrejas e 73 2, 64| fraternidade cristã e de diálogo, o Concílio situa as suas 74 2, 66| circunstâncias, o Concílio propõe o diálogo.~O Decreto conciliar procura, 75 2, 66| fundamento e o incentivo deste diálogo ». ~« Consideramos (...) 76 2, 66| Apesar disso, « no (...) diálogo 1, a Sagrada Escritura é 77 2, 67| se tome como objecto do diálogo a doutrina sobre a Ceia 78 2, 68| matéria, há grande espaço de diálogo acerca dos princípios morais 79 2, 69| iniciado progressivamente o diálogo teológico bilateral com 80 2, 69| mundiais do Ocidente.~Quanto ao diálogo plurilateral, já em 1964 81 2, 69| Fé e Constituição ».~O diálogo foi fecundo e rico de promessas, 82 2, 69| conciliar como matéria de diálogo, foram já enfrentados ou 83 2, 71| busca da unidade. A par do diálogo teológico, há que mencionar 84 2, 74| fértil não apenas para o diálogo, mas também para uma activa 85 3 | Continuar e intensificar o diálogo~ ~ 86 3, 78| mistas internacionais de diálogo. Nesses textos, trata-se 87 3, 80| 80. Enquanto prossegue o diálogo sobre novas temáticas ou 88 3, 80| receber os resultados do diálogo impõe-se, portanto, um amplo 89 3, 82| que se poderia chamar « diálogo da conversão », no qual 90 3, 82| o fundamento interior do diálogo ecuménico. Em tal diálogo, 91 3, 82| diálogo ecuménico. Em tal diálogo, que se realiza diante de 92 3, 82| peregrinação ecuménica. O « diálogo da conversão » de cada comunidade 93 3, 82| procedimentos fundamentais do diálogo ecuménico é o esforço de 94 3, 83| que classifiquei como « diálogo da conversão »? Não é, por 95 3, 83| Não é, por acaso, este diálogo que sublinha a necessidade 96 3, 84| todas as Comunidades, o « diálogo da conversão » para a unidade 97 3, 87| leva à plena unidade, o diálogo ecuménico esforça-se por 98 3, 96| sobre este argumento, um diálogo fraterno, paciente, no qual