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Ioannes Paulus PP. II
Redemptoris missio

IntraText - Concordâncias


   Cap.,  N.
1 Int, 2 | constitui um sinal de crise de .1~A distancia de vinte e 2 Int, 2 | interna: a renovação da e da vida cristã. De facto, 3 Int, 2 | a Igreja, revigora a sua e identidade, dá-lhe novo 4 Int, 2 | novas motivações. É dando a que ela se fortalece! A 5 1, 4 | universal da Igreja nasce da em Jesus Cristo, como se 6 1, 4 | mistério »: 6 somente na , se fundamenta e compreende 7 1, 5 | relevo a característica da cristã: crença num só Deus 8 1, 5 | e mestre dos gentios na e na verdade. Digo a verdade, 9 1, 6 | 6. É contrário à cristã introduzir qualquer 10 1, 6 | diferente do « Cristo da ». A Igreja conhece e confessa 11 1 | A em Cristo é uma proposta 12 1, 8 | não violam a liberdade. A exige a livre adesão do 13 1, 11| com simplicidade, a nossa em Cristo, único Salvador 14 1, 11| único Salvador do homem que recebemos como um dom 15 1, 11| testemunhar aos homens esta , convencidos de que cada 16 1, 11| missão?, respondemos, com a e a experiência da Igreja, 17 1, 11| missão é um problema de , é a medida exacta da nossa 18 1, 11| a medida exacta da nossa em Cristo e no Seu amor 19 1, 11| comprometidos a testemunhar a e a vida cristã como serviço 20 2, 13| que venha (Mt 6, 10), a já o descobre operante nos 21 2, 13| acesso ao Reino se faz pela e conversão (cf. Mc 1, 15), 22 2, 14| de cura, Jesus convida à , à conversão, ao desejo 23 2, 14| cf. Lc 5, 24) Recebida a , a cura impele a ir mais 24 2, 17| entendido por quem não possui a n'Ele, enquanto que povos, 25 2, 20| levando-as ao amadurecimento da e da caridade, na abertura 26 3, 24| isto é, a acolher Jesus na e a deixar-se transformar 27 3, 24| pagãos convertidos, a sua em Jesus? Ficam eles vinculados 28 3, 25| o impulso do Espírito, a cristã abre-se decididamente 29 3, 28| homem chega, por meio da , a contemplar e saborear 30 4, 33| para poderem encarnar a no próprio ambiente e anunciá-la 31 4, 33| eclesiais, são fermento de e de vida, irradiando o 32 4, 33| perderam o sentido vivo da , não se reconhecendo já 33 4, 36| confiança que provém da , ou seja, a certeza de não 34 4, 37| evangélicos. Em relação à , são duas posições substancialmente 35 4, 40| os missionários abriram à .~Permanece, porém, o facto 36 4, 40| parte integrante da sua , a solicitude apostólica 37 5, 44| vida para a conversão. A nasce do anúncio, e cada 38 5, 44| O anúncio é animado pela , que gera entusiasmo e ardor 39 5, 44| chamado a manifestar a sua num ambiente hostil ou indiferente. 40 5, 44| morte para testemunhar a em Jesus Cristo. Como sempre, 41 5, 44| vida para testemunhar a . São esses, os anunciadores 42 5, 45| seu Evangelho, mediante a . A conversão é dom de Deus, 43 5, 45| quem se aproxima d'Ele pela , diz: « ninguém pode vir 44 5, 45| conversão exprime-se com uma total e radical: não põe 45 5, 46| o genuíno significado de . Isso fica-se a dever a 46 5, 46| natureza da Igreja, mistério de e de amor. 77 Desejo encorajar 47 5, 46| energia nova, o entusiasmo da , o desejo de encontrar na 48 5, 48| evangelizadora, devendo a ser apresentada como dom 49 5, 48| sinalmais claro da maturidade da . Impõe-se uma conversão 50 5, 48| pelo mais precioso, que é a . À luz deste imperativo 51 5, 48| a sua unidade e vigor de .~As forças missionárias, 52 5, 48| promover a difusão da e a expansão da Igreja nos 53 5, 49| fecha a muitos o acesso à ». 81 Na verdade, o facto 54 5, 49| meio da comum profissão de em Deus e em Jesus Cristo 55 5, 51| especifícídade e a integridade da cristã.~Pela inculturação, 56 5, 52| exigências objectivas da própria . Para isso, especialmente 57 5, 52| traduzirem o tesouro da , na legítima variedade das 58 5, 53| defensores do « depósito da », velarão pela fidelidade 59 5, 53| reflecte aquele sentido da , que é necessário nunca 60 5, 53| tradicionais é efeito de uma madura.~ ~ 61 5, 54| suprime, de facto, o apelo à e ao baptismo que Deus dirige 62 5, 54| expressamente a necessidade da e do baptismo, ao mesmo 63 5, 56| encorajá-los a perseverar con e caridade, mesmo onde os 64 6, 62| confírmar os írmãos" na , para consolar a Igreja, 65 6, 62| do homem. São viagens de ... São outras tantas ocasiões 66 6, 64| compromisso de difundir a recaia sobre todos os discípulos 67 6, 64| vão ter, por espírito de e obediência, com aqueles 68 6, 65| em vista da difusão da e da fundação de novas Igrejas. 69 6, 65| preferindo - em espírito de , obediência e comunhão com 70 6, 67| frescura e vitalidade de . Entretanto é necessário 71 6, 68| em favor da propagação da e da formação de novas Igrejas: 72 6, 70| dos leigos na expansão da é clara, desde os primeiros 73 6, 72| à causa da dilatação da e da Igreja », 154 Não é 74 6, 73| com coerência a própria .~ ~ 75 7, 76| o sinal da maturidade da e de uma vida cristã que 76 7, 80| iluminada e inspirada pela ! Então verdadeiramente haverá 77 7, 81| ser sempre testemunhas da e da caridade de Cristo. 78 7, 81| enriquecer e revigorar a . Não posso deixar de louvar 79 7, 81| para viver e testemunhar a . Nos primeiros séculos, 80 7, 81| testemunhavam corajosamente a sua e fundavam aí as primeiras 81 7, 83| quatro Obras - Propagação da , S. Pedro Apóstolo, Santa 82 7, 84| sentido universalístico da , isto é, dando e recebendo 83 7, 84| com os irmãos e irmãs na . Servindo-vos de todo o 84 7 | injustificado: nós temos em Deus Pai e Senhor, na 85 7 | outros a luz e a alegria da , e, para este ideal, devemos 86 8, 89| teológicas e bíblicas da , nem renovar os métodos 87 8, 90| mil anos: sendo jovens na , deveis ser como os primeiros 88 8, 90| alegria interior que vem da . Num mundo angustiado e


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