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Ioannes Paulus PP. II
Redemptoris missio

IntraText - Concordâncias

igreja

    Cap.,  N.
1 Int, 1 | CRISTO REDENTOR, confiada à Igreja, está ainda bem longe do 2 Int, 1 | 16).~Em nome de toda a Igreja, sinto o dever imperioso 3 Int, 1 | a vida e a actividade da Igreja, de acordo com as necessidades 4 Int, 2 | dinamismo missionário da Igreja ao serviço dos não-cristãos: 5 Int, 2 | em Cristo. Na História da Igreja, com efeito, o impulso missionário 6 Int, 2 | memória, desejo convidar a Igreja a um renovado empenhamento 7 Int, 2 | facto, a missão renova a Igreja, revigora a sua e identidade, 8 Int, 2 | o primeiro serviço que a Igreja pode prestar ao homem e 9 Int, 3 | Cristo, e não fazem parte da Igreja está em contínuo aumento; 10 Int, 3 | campo, novas oportunidades à Igreja: a queda de ideologias e 11 Int, 3 | do da vida.~Deus abre, à Igreja, os horizontes de uma humanidade 12 Int, 3 | nenhuma instituição da Igreja se pode esquivar deste dever 13 1, 4 | A tarefa fundamental da Igreja de todos os tempos e, particularmente, 14 1, 4 | A missão universal da Igreja nasce da em Jesus Cristo, 15 1, 5 | Remontando às origens da Igreja, aparece clara a afirmação 16 1, 5 | fundamental pelo qual a Igreja é, por sua natureza, missionária. 17 1, 6 | diferente do « Cristo da ». A Igreja conhece e confessa Jesus 18 1, 6(7) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gatrdtüm 19 1, 7 | em Cristo e vive na Sua Igreja. A salvação em Cristo, testemunhada 20 1, 7 | testemunhada e anunciada pela Igreja, é auto-comunicação de Deus. « 21 1, 8 | É por isso que a Igreja conserva bem vivo o seu 22 1 | A Igreja sinal e instrumento de salvação~ ~ 23 1, 9 | beneficiária da salvação é a Igreja: Cristo adquiriu-a com o 24 1, 9 | grande realce ao papel da Igreja, em favor da salvação da 25 1, 9 | salvarem (cf. 1 Tim 2, 4), 15 a Igreja professa que Deus constituiu 26 1, 9(15) | Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 14-17; Decreto 27 1, 9(15) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 3.~ 28 1, 9(16) | Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 48; Const. 29 1, 9(16) | 48; Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 30 1, 9(16) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 7. 21.~ 31 1, 9 | homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação. Ambas 32 1, 9 | estabeleceu e comprometeu a Igreja no plano da salvação. « 33 1, 9(17) | Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 13.~ 34 1, 10 | em Cristo e entraram na Igreja. Se é destinada a todos, 35 1, 10 | Evangelho, e de entrar na Igreja. Vivem em condições socio-culturais 36 1, 10 | misteriosa relação com a Igreja, todavia não os introduz 37 1, 10(19) | Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 38 1, 11 | sobretudo com a ressurreição. A Igreja oferece aos homens o Evangelho, 39 1, 11 | sempre a « Boa Nova ». A Igreja não pode deixar de proclamar 40 1, 11 | a e a experiência da Igreja, que abrir-se ao amor de 41 1, 11 | dom e aproximar-se dele. A Igreja, e nela cada cristão, não 42 1, 11 | que estão incorporados na Igreja Católica devem-se sentir 43 1, 11(20) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 14.~ 44 2, 12 | anunciado a todos os povos pela Igreja, que actua e reza para que 45 2, 16 | concentra a pregação da Igreja primitiva. Como outrora, 46 2 | em relação a Cristo e à Igreja~ ~ 47 2, 17 | consonancia com o sentir da Igreja. De facto, existem concepções 48 2, 17 | ressaltar a imagem de uma Igreja que não pensa em si, mas 49 2, 17 | servir o Reino. E uma « Igreja para os outros » — dizem 50 2, 17 | para os outros. A tarefa da Igreja é orientada num duplo sentido: 51 2, 17 | marginalizar ou desvalorizar a Igreja, como reacção a um suposto 52 2, 17 | passado, por considerarem a Igreja apenas um sinal, aliás passível 53 2, 18 | separado de Cristo nem da Igreja.~Como já se disse, Cristo 54 2, 18(22) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 5.~ 55 2, 18 | podemos separar o Reino, da Igreja. Com certeza que esta não 56 2, 18 | de Cristo e do Reino, a Igreja todavia está unida indissoluvelmente 57 2, 18 | a ambos. Cristo dotou a Igreja, Seu Corpo, da plenitude 58 2, 18(23) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 59 2, 18 | dos confins visíveis da Igreja, confere a esta um papel 60 2, 18 | provém a ligação especial da Igreja com o Reino de Deus e de 61 2, 18(24) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium 4.~ 62 2, 19 | Mas essa promoção, que a Igreja também toma a peito realizar, 63 2, 19 | ligação entre Cristo, a Igreja e a evangelização », 26 64 2, 19 | disse também que a Igreja « não é fim em si própria, 65 2 | A Igreja ao serviço do Reino~ ~ 66 2, 20 | 20. A Igreja está efectiva e concretamente 67 2, 20 | de Deus » (Jo 1, 12). ~A Igreja serve ainda o Reino, fundando 68 2, 20 | instituições humanas.~A Igreja, além disso, serve o Reino, 69 2, 20 | também fora dos confins da Igreja, em toda a humanidade na 70 2, 20 | Reino de Cristo, presente na Igreja, em constante tensão para 71 2, 20 | fortificam e expandem-nas. A Igreja é sacramento de salvação 72 2, 20 | conversão ao projecto de Deus, a Igreja contribui com o seu testemunho 73 2, 20 | salvação escatológica.~A Igreja serve o Reino tembém com 74 2, 20(30) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 75 3, 21 | homens: aos Apóstolos e à Igreja. No entanto, nestes homens 76 3, 21 | ad gentes, como se na Igreja primitiva pela conversão 77 3, 23 | situa-se na fundação da Igreja e no seu ensinamento (cf. 78 3, 23 | por aquilo que se é, como Igreja que vive profundamente a 79 3, 24 | 24. A missão da Igreja, tal como a de Jesus, é 80 3, 24 | judeus, nos primórdios da Igreja (cf. At 2, 22-39; 3, 12- 81 3, 24 | partir desse momento, a Igreja abre as suas portas e torna-se 82 3 | torna missionária toda a Igreja~ ~ 83 3, 26 | constituirem comunidades », a serem Igreja. Depois do primeiro anúncio 84 3, 27 | uma responsabilidade da Igreja local, que necessita de « 85 3, 27 | as suas vidas e uniam à Igreja apostólica, as comunidades 86 3, 27 | mostra-nos que, no início da Igreja, a missão ad gentes, embora 87 3, 28 | manifesta-se particularmente na Igreja e nos seus membros, mas 88 3, 28(36) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 3. 11. 15; Const. 89 3, 28(36) | 15; Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 90 3, 28 | pascal ». 37 Seja como for, a Igreja sabe que o homem, solicitado 91 3, 28(37) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudaium 92 3, 28(40) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaud: 93 3, 28(42) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 17; Decreto 94 3, 28(42) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 3. 15.~ 95 3, 29(43) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 4.~ 96 3, 29 | diversos povos. As relações da Igreja com as restantes religiões 97 3, 29 | ressurreição de Jesus, e actua na Igreja. Não é de modo nenhum uma 98 3, 29(47) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 16.~ 99 3, 29 | Corpo de Cristo, que é a Igreja. ~Sempre é o Espírito que 100 3, 29 | actua, quer quando vida à Igreja impelindo-a a anunciar Cristo, 101 3, 29 | homens e povos, conduzindo a Igreja à descoberta, promoção e 102 3, 29 | o discerni-la compete à Igreja, à qual Cristo deu o Seu 103 3, 29(48) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 104 3, 30 | actividade missionária da Igreja. Os horizontes e as possibilidades 105 3, 30 | dinamismo missionário, e a Igreja, guiada pelo Espírito, sempre 106 3, 30 | da África e da Oceania. A Igreja deve hoje enfrentar outros 107 3, 30 | Igrejas particulares e à Igreja universal, pede-se a mesma 108 4, 31 | terra. Nos Apóstolos, a Igreja recebeu uma missão universal, 109 4, 31 | primária e essencial da Igreja, jamais concluída. Com efeito, 110 4, 31 | concluída. Com efeito, a Igreja « não pode eximir-se da 111 4, 31 | quotidianamente a confiar à Sua Igreja ». 50 ~ ~ 112 4, 31(49) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 10.~ 113 4, 32 | qualificar toda a actividade da Igreja.~Estas dificuldades denotam 114 4, 32 | missões » na missão da Igreja, o confluir da missionologia 115 4, 32 | como uma tarefa à margem da Igreja, mas antes inserida no amago 116 4, 32 | afirmação de que toda a Igreja é missionária não exclui 117 4, 33 | âmbito da única missão da Igreja, nascem não de motivações 118 4, 33 | actividade missionária da Igreja: povos, grupos humanos, 119 4, 33(51) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 6.~ 120 4, 33 | actividade ou cuidado pastoral da Igreja.~Finalmente, existe a situação 121 4, 33 | reconhecendo já como membros da Igreja e conduzindo uma vida distante 122 4, 34 | Cristo », entre os quais a Igreja « não está ainda radicada », 53 123 4, 34 | Evangelho, da edificação da Igreja local, da promoção dos valores 124 4, 34 | quotidianamente a confiar à Sua Igreja », 55 se torne numa realidade 125 4, 34 | esta é a tarefa primária da Igreja, que é enviada a todos os 126 4, 34 | dimensão missionária da Igreja ficaria privada do seu significado 127 4, 34 | actividades salvíficas da Igreja: cada uma influi sobre a 128 4, 35 | relativamente às forças humanas da Igreja.~As dificuldades parecem 129 4, 36 | obstáculos à acção missionária da Igreja são também as divisões, 130 4, 36(57) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 6.~ 131 4, 37 | perspectiva universal: a Igreja, com efeito, não pode aceitar 132 4, 37 | evangélico nem pela presença da Igreja local. 60 Inclusive em países 133 4, 37(59) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 6.~ 134 4, 37 | responsabilidade missionária da Igreja não são dignas de crédito 135 4, 37 | culturais, esperando da Igreja o acolhimento, o diálogo, 136 4, 37 | dimensões catastróficas. A Igreja deve acolhê-los no âmbito 137 4, 37 | cristã e o Magistério da Igreja, mas é necessário integrar 138 4, 38 | ele também um convite. A Igreja tem em Cristo, que se proclamou « 139 4, 39 | anunciando-lhe Jesus Cristo. A Igreja deve ser fiel a Cristo, 140 4, 39 | sua ressurreição ». 63 A Igreja, portanto, tem o dever de 141 4, 39 | qualquer lugar, e para isso a Igreja se empenha a fim de que 142 4, 39 | humana.~Por outro lado, a Igreja dirige-se ao homem no pleno 143 4, 39(63) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 5; cf. Const. 144 4, 39(63) | cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 8.~ 145 4, 39 | contrário, favorece-a. A Igreja propõe, não impõe nada: 146 4, 39 | actividade missionária, a Igreja repete: Abrí as portas a 147 4, 39 | missionários, pois « toda a Igreja particular que se separasse 148 4, 39 | separasse voluntariamente da Igreja universal perderia a sua 149 4, 40 | o máximo desafio para a Igreja. À medida que se aproxima 150 4, 40 | tempos modernos é positivo: a Igreja está estabelecida em todos 151 5, 41 | Que caminhos segue a Igreja para conseguir este resultado?~ 152 5, 41 | na presente situação da Igreja e do mundo.~ ~ 153 5, 41(68) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 9; cf. cap. II, 154 5, 42 | Santo acompanha o caminho da Igreja, associando-a ao testemunho 155 5, 42 | transcendentes. Mas todos na Igreja, esforçando-se por imitar 156 5, 42(70) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 28. 35. 38; 157 5, 42(70) | 38; Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 158 5, 42(70) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 11-12.~ 159 5, 43 | Pai e irmãos em Cristo.~A Igreja é chamada a dar o seu testemunho 160 5, 43 | simplicidade de vida de Cristo. A Igreja e os missionários devem 161 5, 44 | permanente, na missão: a Igreja não pode esquivar-se ao 162 5, 44 | amago da missão e da vida da Igreja, como ponto fulcral de toda 163 5, 44(73) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 13.~ 164 5, 44(74) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 13-14.~ 165 5, 44 | evangelizadora de toda a Igreja. 76 Os ouvintes, mais cedo 166 5, 45 | tornando-se Seu discípulo.~A Igreja chama a todos, a esta conversão, 167 5, 46 | só per força da práxis da Igreja, mas por vontade de Cristo, 168 5, 46 | Corpo de Cristo, que é a Igreja.~Recordamos tudo isto, porque 169 5, 46 | a verdadeira natureza da Igreja, mistério de e de amor. 77 170 5, 46 | foi Ele próprio que quis a Igreja como « lugar » aonde, de 171 5, 46 | certamente um dom oferecido à Igreja, mas comporta também para 172 5, 46 | de encontrar na própria Igreja o Evangelho vivido. Seria 173 5, 46(77) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 6-9.~ 174 5, 47 | e o baptismo inserem na Igreja, onde ela já existe, ou 175 5, 47 | conseguido edificar uma nova Igreja particular actuando normalmente 176 5, 47(78) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 2; cf. Const. 177 5, 47(78) | cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 9.~ 178 5, 47 | defende que todo o mistério da Igreja está contido em cada uma 179 5, 47 | permaneça em comunhão com a Igreja universal e, por sua vez, 180 5, 47(79) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, cap. III, 19- 181 5, 48 | e de desenvolvimento da Igreja. Não está terminada esta 182 5, 48 | tal tarefa recai sobre a Igreja universal e sobre as Igreja 183 5, 48 | Igreja universal e sobre as Igreja particulares, sobre todo 184 5, 48 | forças missionárias. Cada Igreja, mesmo aquela que é formada 185 5, 48 | e obras de apostolado da Igreja. Somente tornando-se missionária 186 5, 48 | difusão da e a expansão da Igreja nos ambientes e grupos não 187 5, 48 | missão ad gentes. Assim cada Igreja fará verdadeiramente sua 188 5, 49 | constitui uma ameaça para a Igreja Católica e para todas as 189 5, 50 | um sinal da vitalidade da Igreja, instrumento de formação 190 5, 50 | deve viver em unidade com a Igreja particular e universal, 191 5, 50 | afirmou: « uma vez que a Igreja é comunhão, as novas comunidades 192 5, 50 | verdadeiramente vivem em unidade com a Igreja, elas representam uma verdadeira 193 5, 50 | esperança para a vida da Igreja ». 84~ ~ 194 5, 51 | missionária no meio dos povos, a Igreja encontra várias culturas, 195 5, 51 | processo de inserção da Igreja nas culturas dos povos requer 196 5, 51 | a reflexão e a práxis da Igreja. Mas é também um processo 197 5, 51 | cristã.~Pela inculturação, a Igreja encarna o Evangelho nas 198 5, 51 | dentro. 87 Por sua vez, a Igreja, com a inculturação, torna-se 199 5, 51 | Igrejas locais, a própria Igreja universal se enriquece com 200 5, 51(89) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 22.~ 201 5, 52 | entre si 90 e com toda a Igreja, certas de que só a atenção 202 5, 52 | que só a atenção tanto à Igreja universal como à Igreja 203 5, 52 | Igreja universal como à Igreja particular as tornará capazes 204 5, 53 | Evangelho e a comunhão com a Igreja universal ». 94 Os Bispos, 205 5, 53 | harmoniosa no coro das vozes da Igreja universal ». 97 Enfim, a 206 5, 53(96) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 17.~ 207 5, 54 | missão evangelizadora da Igreja. Entendido como método e 208 5, 54(98) | Declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs 209 5, 54(98) | 2; Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 16; Decreto 210 5, 54(98) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 9; PAULO VI, 211 5, 54 | do plano de salvação, a Igreja não contraste entre o 212 5, 54 | mesmo reconhecendo a Igreja de bom grado o quanto há 213 5, 54(99) | Declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs 214 5, 54(99) | actividade missionáría da Igreja Ad Gentes, 11. 41; SECRETARIADO 215 5, 54(99) | NÃO CRISTÃOS, A atitude da Igreja face aos sequazes de outras 216 5, 54 | corroborou a necesszdade da Igreja, na qual os homens entram 217 5, 54 | com a convicção de que a Igreja é o camznho normal de salvação 218 5, 54(101)| II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 14; cf. Decreto 219 5, 54(101)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 7.~ 220 5, 54(102)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 7.~ 221 5, 55 | cada homem. 103 Por ele, a Igreja pretende descobrir as « 222 5, 55(104)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 11. 15.~ 223 5, 55 | desafio positivo para a Igreja: estimulam-na efectivamente 224 5, 55(105)| Declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs 225 5, 56(107)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 41.~ 226 5, 57 | libertação de toda a opressão. A Igreja sempre soube suscitar, nas 227 5, 57 | socialis, afirmei que « a Igreja não tem soluções técnicas 228 5, 57 | integralmente ». 109 A missão da Igreja não é a íntervenção directa 229 5, 57 | vez mais profunda ». 110~A Igreja e os missionários são também 230 5, 57 | dinheiro ou a técnica. A Igreja educa as consciências, revelando 231 5, 58 | a mensagem evangélica, a Igreja oferece uma força libertadora 232 5, 58 | conexão.~O contributo da Igreja e da sua obra evangelizadora 233 5, 59 | 60. « A Igreja em todo o mundo - disse-o 234 5, 59 | visita ao Brasil - quer ser a Igreja dos pobres. Ela deseja extrair 235 5, 59 | das Bem-aventuranças, a Igreja é chamada à partilha com 236 6, 60 | comunidades. Um típico exemplo de Igreja local é a comunidade de 237 6, 60 | gentios (cf. At 13, 2-3). A Igreja primitiva vive a missão 238 6, 61 | sua validade e urgência. A Igreja é por sua natureza missionária, 239 6, 61 | atinge o próprio coração da Igreja. Segue-se daí que a Igreja 240 6, 61 | Igreja. Segue-se daí que a Igreja toda e cada uma das Igrejas 241 6, 61 | facto na missão universal da Igreja, enviando também elas, por 242 6, 61 | essencial de comunhão entre a Igreja universal e as Igrejas particulares, 243 6, 61 | jovens, de tal modo que cada Igreja beba da riqueza das outras 244 6, 61(117)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 20.~ 245 6, 62 | na , para consolar a Igreja, para ir ao encontro do 246 6, 62(119)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 38.~ 247 6, 62(121)| Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23.~ 248 6, 62 | dever mais alto e sagrado da Igreja ». 123 A mesma responsabilidade 249 6, 62(122)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 38.~ 250 6, 62 | enquanto pastor de uma Igreja partícular. Cabe-lhe a ele, « 251 6, 63 | 64. Cada Igreja particular deve-se abrir 252 6, 63 | no mundo. 127~A missão da Igreja é mais vasta que a « comunhão 253 6, 64 | saberem já aquilo que hoje a Igreja espera especificamente deles.~ 254 6, 64 | tempo, suscita no seio da Igreja aquelas instituições que 255 6, 64 | que diz respeito a toda a Igreja ». 129~Trata-se, portanto, 256 6, 64(128)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, cap. IV, 23-27.~ 257 6, 65 | Instituto nasceu para a Igreja e deve enriquecê-la com 258 6, 65(132)| Bispos e os Religiosos na Igreja Mutuae relationes (14/V/ 259 6, 65 | compromisso missionário da Igreja, que sempre tem necessidade 260 6, 65(133)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 27.~ 261 6, 66(134)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 39.~ 262 6, 66 | abertos às necessidades da Igreja e do mundo, atentos aos 263 6, 66 | sintam a solicitude de toda a Igreja pela humanidade.~Especialmente 264 6, 67 | para o destinar a toda a Igreja ». 137 Hoje está confirmada 265 6, 67 | fraterno no novo ambiente da Igreja que os acolhe, e constituirão 266 6, 67(138)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 38; CONGREGAÇÃO 267 6, 67(139)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 20.~ 268 6, 68 | se dedicam ao serviço da Igreja, por força da sua consagração, 269 6, 68 | um autêntico serviço. A Igreja deve dar a conhecer os grandes 270 6, 68(141)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 40.~ 271 6, 70 | que a fundação de uma nova Igreja requer a Eucaristia, e, 272 6, 70(147)| Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 17. 33 s.~ 273 6, 70(148)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 35-36. 41.~ 274 6, 70(151)| II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 31; cf. C. 275 6, 71 | internacional. No âmbito da Igreja, existem vários tipos de 276 6, 72 | da dilatação da e da Igreja », 154 Não é sem razão que 277 6, 72(154)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 17.~ 278 6, 72(157)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 17.~ 279 6, 73 | formas de serviço à vida da Igreja e à missão, e por conseguinte 280 6, 73 | administradores dos bens da Igreja; dirigentes das várias associações 281 6, 73 | leigos devem oferecer à Igreja uma parte do seu tempo, 282 6, 74 | fecundidade da missão.~Mas a Igreja constitui também uma comunhão 283 6, 74 | forças para a edificação da Igreja ». 159~Compete ao Dicastério 284 6, 74(159)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 28.~ 285 6, 74(160)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 29.~ 286 6, 74 | programas operativos, de que a Igreja precisa para se orientar 287 6, 74 | de comunhão, onde toda a Igreja é missionária, mas simultaneamente 288 6, 74(161)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 29; cf. JOÃO 289 6, 75(162)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 31.~ 290 6, 75(165)| actividade missíonária da Igreja Ad gentes, 34; PAULO VI, 291 7, 76 | 77. Membros da Igreja por força do baptismo, todos 292 7, 76 | ser fecundo na missão da Igreja: « o Sagrado Concílio convida 293 7, 76(166)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 35; cf. C.I.C. 294 7, 77 | assinala o início da missão da Igreja, é celebrada, em algumas 295 7, 78 | seguro da vitalidade de uma Igreja.~ ~ 296 7, 79 | particular à causa missionária da Igreja, cultivando as vocações 297 7, 80 | não apenas para dotar a Igreja de estruturas mínimas, tais 298 7, 80 | especialmente nos Países pobres. A Igreja missionária aquilo que 299 7, 80 | indispensáveis para construir a Igreja e testemunhar a caridade.~ 300 7, 80 | momento importante na vida da Igreja, porque ensina como se deve 301 7, 82 | formação missionária é obra da Igreja local, com a ajuda dos missionários 302 7, 82 | dão a conhecer a vida da Igreja, a palavra e as experiências 303 7, 82 | prescindir da missão universal da Igreja, do ecumenismo, do estudo 304 7, 82 | para a missão universal da Igreja, fazer nascer vocações ad 305 7, 82 | dos direitos humanos. A Igreja missionária está empenhada 306 7, 83(170)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 38.~ 307 7, 84 | próprios às outras e a toda a Igreja, de modo que o todo e ca 308 7, 84 | entre as diversas partes da Igreja, laços de íntima união quanto 309 7, 84(171)| Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 13.~ 310 7 | a presenÇa e a missão da Igreja se empenha em favorecer. 311 7 | evangélico ainda não chegou, ou a Igreja está escassamente presente, 312 7 | do ano Dois mil, toda a Igreja está ainda mais empenhada 313 7 | crente tal como para toda a Igreja, a primeira de todas as 314 8, 87(172)| actividade missionária da Igreja Ad gentes, 24.~ 315 8 | Amar a igreja e os homens como Jesus os 316 8, 88 | Cristo pelas almas e ama a Igreja como Cristo a amou.~O missionário 317 8, 88 | leva consigo o espírito da Igreja, a sua abertura e amizade 318 8, 88 | missionário deve amar a Igreja: « Cristo amou a Igreja 319 8, 88 | Igreja: « Cristo amou a Igreja e entregou-se a Si mesmo 320 8, 88 | Só um amor profundo pela Igreja poderá sustentar o zelo 321 8, 88 | separada da fidelidade à Sua Igreja ». 173~ ~ 322 8, 89 | a missão de salvação da Igreja ». 174~A universal vocação 323 8, 89 | Cristo reflectida no rosto da Igreja, iluminar todos os homens, 324 8, 89 | espiritualidade missionária da Igreja é um caminho orientado para 325 8, 89(175)| Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 1.~ 326 8, 90 | a esperança desta nossa Igreja, que tem já dois mil anos: 327 8, 90 | a epopeia missionária da Igreja primitiva. E sereis também 328 Conc, 91 | como hoje se ofereceu à Igreja a possibilidade de, com 329 Conc, 91 | da ascensão de Cristo, a Igreja deve reunir-se no Cenáculo « 330 Conc, 91 | terceiro milénio, toda a Igreja é convidada a viver mais 331 Conc, 91 | pela presença de Cristo, a Igreja caminha no tempo para a 332 Conc, 91 | Mas, nesta caminhada, a Igreja procede seguindo as pegadas 333 Conc, 91 | salvífico », 178 confio a Igreja e, em particular, aqueles


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