| Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText |
| Ioannes Paulus PP. II Veritatis splendor IntraText - Concordâncias (Hapax Legomena) |
negrito = Texto principal
Capítulo, Parágrafo cinza = comentário
1 | 101
2 | 102
3 | 105
4 | 106
5 | 107
6 | 108
7 | 109
8 | 110
9 | 111
10 | 112
11 | 113
12 | 114
13 | 115
14 | 116
15 | 117
16 | 118
17 | 119
18 | 120
19 | 138
20 2, 70 | E o Sínodo dos Bispos de 1983, donde procedia tal Exortação, «
21 Int, 5 | publicada no dia 1 de Agosto de 1987, por ocasião do segundo
22 Conc, 121| Transfiguração do Senhor, do ano de 1993, décimo quinto do meu Pontificado.~ ~
23 | 47
24 | 50
25 | 53
26 | 54
27 | 55
28 | 56
29 | 57
30 | 59
31 | 61
32 | 62
33 | 63
34 | 64
35 | 65
36 | 66
37 | 67
38 | 68
39 | 69
40 | 70
41 | 71
42 | 72
43 | 73
44 | 74
45 | 75
46 | 76
47 | 77
48 | 78
49 | 79
50 | 80
51 | 81
52 | 82
53 | 83
54 | 84
55 | 87
56 | 88
57 | 89
58 | 90
59 | 91
60 | 92
61 | 93
62 | 94
63 | 95
64 | 96
65 | 97
66 | 98
67 1, 15 | vez que Ele veio, não para ab-rogar a lei, mas para levá-la
68 2, 52 | possui limite inferior, abaixo do qual se viola o mandamento.
69 1, 22 | A chamada ao «princípio» abala os discípulos, que comentam
70 3, 99 | gravosos problemas que a abalam, sendo o primeiro deles
71 3, 105 | delitos: não traz vantagem ser abandonados nem ser vistos, porque,
72 Int, 1 | submeter a ela. E assim, abandonando-se ao relativismo e ao cepticismo (
73 2, 51 | passa do anel à cera, sem abandonar todavia o anel».~Graças
74 Conc, 119| em seguir Jesus Cristo, abandonar-se a Ele, deixar-se transformar
75 Conc, 119| para ser vivificado. Não abandone a companhia dos membros».
76 3, 102 | quero, mas sim aquilo que aborreço (...) O bem que eu quero
77 2, 80 | de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário;
78 2, 51 | pessoa: pelo contrário, abraça pela raiz cada um dos seus
79 Conc, 120| coração e A torna capaz de abraçar todo o género humano. Deste
80 3, 99 | formas de totalitarismo para abrir caminho à autêntica liberdade
81 2, 56 | além do nível doutrinal e abstracto, seria necessário reconhecer
82 2, 81 | ou, conclusão ainda mais absurda, que seriam pecados justificados?». ~
83 2, 33 | ainda algumas interpretações abusivas da pesquisa científica a
84 2, 48 | que pretenda ser absoluta, acaba por tratar o corpo humano
85 Int, 4 | correntes de pensamento que acabam por desarraigar a liberdade
86 2, 69 | fundamental induziram, como acabamos de ver, alguns teólogos
87 3, 104 | determinados actos humanos, acabando por confundir todos os juízos
88 Int, 5 | são as dificuldades que acarreta à vida moral dos fiéis e
89 3, 100 | virtude da justiça, para acautelar os direitos do próximo e
90 3, 113 | teólogos moralistas, que aceitam o encargo de ensinar a doutrina
91 3, 89 | situada sobre um monte; nem se acende a candeia para a colocar
92 2, 38 | um aspecto constantemente acentuado na reflexão teológica sobre
93 2, 65 | dinamismos. Salienta-se acertadamente que a liberdade não é só
94 2, 74 | natural, é, em princípio, acessível à razão humana. Além disso,
95 2, 36 | deste esforço de revisão, acham-se algumas instâncias positivas,
96 2, 29 | o ministério de ensinar, acolham com gratidão um tal esforço
97 3, 88 | conjunto de proposições a serem acolhidas e ratificadas com a mente.
98 3, 108 | Ao Espírito de Jesus, acolhido pelo coração humilde e dócil
99 3, 90 | sempre acompanhou e ainda acompanha a vida da Igreja.~ ~
100 Conc, 120| educa-O, fá-Lo crescer e acompanha-O naquele gesto supremo de
101 Int, 3 | os fiéis neste esforço, acompanham e guiam-nos com o seu magistério,
102 2, 46 | sobre natureza e liberdade acompanharam sempre a história da reflexão
103 3, 90 | martírio cristão, que sempre acompanhou e ainda acompanha a vida
104 3, 84 | Mas, algo de mais grave aconteceu: o homem já não está convencido
105 2, 78 | moral, um processo ou um acontecimento de ordem meramente física,
106 Conc, 120| e meditar no seu coração acontecimentos que nem sempre compreende (
107 1, 27 | que ela é e tudo quanto acredita. Esta tradição apostólica
108 2, 28 | tanto acerca das verdades a acreditar, como sobre o agir moral,
109 2, 32 | consciência foi indevidamente acrescentada aqueloutra de que o juízo
110 2, 69 | reflexa. Neste sentido — acrescentam —, é difícil, pelos menos
111 2, 68 | 68. Deve-se acrescentar aqui uma importante consideração
112 2, 40 | sublinha, por um lado, a actividade da razão humana na descoberta
113 2, 76 | preocupada em ordenar as actividades técnicas e económicas, baseada
114 3, 107 | vida moral, revela-se e actua-se ainda o serviço régio do
115 1, 27 | e circunstâncias. Esta «actualização» dos mandamentos é sinal
116 1, 25 | conservadas e permanentemente actualizadas nas diferentes culturas,
117 3, 101 | tutela dos direitos dos acusados face a processos e condenações
118 2, 59 | Trata-se de «pensamentos», que acusam ou defendem os gentios relativamente
119 2, 57 | os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os» (Rm
120 3, 104 | medida do bem e do mal, para adaptá-la às circunstâncias. Se é
121 3, 105 | particularmente na tentativa de adaptar a norma moral às próprias
122 2, 58 | 58. Jamais se apreciará adequadamente a importância deste íntimo
123 2, 77 | uma acção, não é um método adequado para determinar se a escolha
124 2, 67 | intrinsecamente maus, não admitem qualquer legítima excepção;
125 2, 83 | não nos detenhamos só a admoestar os fiéis sobre os erros
126 3, 115 | graça e um sinal da nossa adopção no único Filho (cf. Ef 1,
127 2, 75 | terminologias e perspectivas adoptadas pelas distintas correntes
128 3, 87 | adoradores de Deus devem adorá-Lo «em espírito e verdade» (
129 3, 87 | Assim, os verdadeiros adoradores de Deus devem adorá-Lo «
130 3, 99 | obediência à qual o homem adquire a sua plena identidade,
131 2, 50 | as inclinações naturais adquirem dimensão moral, apenas enquanto
132 3, 111 | Deste modo, a teologia moral adquirirá uma dimensão espiritual
133 2, 31 | dúvida que a nossa época adquiriu uma percepção particularmente
134 2, 62 | 3), não deve com astúcia adulterar a palavra de Deus, mas manifestar
135 3, 101 | respeito dos direitos dos adversários políticos, a tutela dos
136 3, 92 | forem as dificuldades. Jesus adverte-nos, com a máxima severidade: «
137 3, 110 | importante papel de vigilância, advertindo os fiéis da presença de
138 2, 62 | convida-nos à vigilância, advertindo-nos de que, nos juízos da nossa
139 2, 54 | consciência moral, que se afasta da posição da tradição da
140 2, 70 | toda a criação: o homem afasta-se de Deus e perde a caridade.
141 2, 30 | sabor das paixões, e hão-de afastar os ouvidos da verdade, aplicando-os
142 3, 112 | original, ou seja, está afectada pelo pecado. Só a fé cristã
143 2, 55 | toda a esfera psicológica e afectiva e com os múltiplos influxos
144 2, 45 | feitas (...) e inclina o afecto a agir».~Apesar de habitualmente,
145 2, 76 | força persuasiva pela sua afinidade com a mentalidade científica,
146 2, 46 | conflito entre liberdade e lei afirma-se hoje com especial intensidade
147 2, 29 | teológico ou de algumas afirmações filosóficas. ~ ~
148 2, 50 | pessoa, que deve ser sempre afirmada por si própria: enquanto
149 3, 100 | Católica, depois de ter afirmado que, «em matéria económica,
150 2, 46 | deveria progressivamente ir-se afirmando. A propósito disto, diferentes
151 2, 55 | moral induz alguns autores a afirmarem que estas normas não são
152 2, 34 | conhecida. Neste sentido, afirmava com decisão o Cardeal J.
153 2, 53 | nenhuma das suas culturas, mas afirme a sua dignidade pessoal
154 3, 91 | assim responde: «A que aflições me encontro submetida de
155 3, 93 | crise mais perigosa que pode afligir o homem: a confusão do bem
156 Int, 5 | centenário da morte de S. Afonso Maria de Ligório — uma Encíclica
157 Int, 5 | Encíclica limitar-se-á a afrontar algumas questões fundamentais
158 3, 112 | facto de alguns crentes agirem sem observar os ensinamentos
159 2, 34 | mesmo o mal, contanto que agrade», o Concílio apresenta a «
160 1, 21 | 3, 27): «Alegremo-nos e agradeçamos — exclama S. Agostinho dirigindo-se
161 2, 33 | conjunto de disciplinas, agrupadas sob o nome de «ciências
162 3, 107 | renascimento baptismal «da água e do Espírito» (Jo 3, 5).
163 2, 31 | Assim, o sentido mais agudo da dignidade e da unicidade
164 | aí
165 2, 78 | o Aquinate — que alguém aja com recta intenção mas inutilmente,
166 1, 17 | diálogo de Jesus com o jovem ajuda-nos a identificar as condições
167 3, 116 | Nesta tarefa, todos somos ajudados pelos teólogos; mas, as
168 2, 64 | serviço da consciência, ajudando-a a não se deixar levar cá
169 3, 102 | pedires o que não podes, ajudando-te para que possas; com efeito, "
170 2, 67 | determinações que a exprimem, não se ajusta à finalidade racional imanente
171 1, 17 | a fraqueza, e, em parte, alcançamos já a liberdade. Todos os
172 2, 39 | procurasse o seu Criador e alcançasse livremente a perfeição.
173 2, 69 | um acto de escolha, nem alcançável com consciência reflexa.
174 1, 21 | Cristo (cf. Gál 3, 27): «Alegremo-nos e agradeçamos — exclama
175 Conc, 118| mesmos, os sofrimentos e as alegrias da nossa existência, a vida
176 2, 73 | imagem — escreve S. Cirilo de Alexandria —, de modo a fazer brilhar
177 1, 8 | da economia da salvação, Alfa e Ómega da história humana (
178 3, 88 | amplamente descristianizada, como alheios ou até mesmo contrapostos
179 2, 50 | entre si, e intimamente aliadas uma à outra.~ ~
180 2, 41 | seria apenas uma forma de alienação, contrária à sabedoria divina
181 3, 99 | lançando-se contra a minoria, alienando, oprimindo, explorando ou
182 2, 29 | exposição científica, mais alimentada pela Sagrada Escritura,
183 3, 98 | gravidade das causas que geram e alimentam as situações de injustiça
184 2, 78 | alguém que roubasse para alimentar um pobre, a intenção é certamente
185 3, 89 | para a colocar debaixo do alqueire, mas sim em cima do velador,
186 2, 44 | intérprete de uma razão mais alta, à qual o nosso espírito
187 3, 91 | Elevando-os à honra dos altares, a Igreja canonizou o seu
188 2, 43 | a ordem natural e proibe alterá-la»; S. Tomás identifica-a
189 3, 103 | suas características sem alteração nem confusão. Mas a lei,
190 3, 102 | extraordinários, sendo conquistada por alto preço: pode comportar inclusive
191 2, 75 | pessoa aos valores mais altos da caridade e da prudência,
192 2, 63 | hábito ao pecado». Jesus alude aos perigos da deformação
193 3, 89 | cima do velador, e assim alumia a todos os que estão em
194 3, 100 | necessidade alheia (cf. Am 8, 4-6), a apropriação e
195 Conc, 120| enganado por quem pretendesse amá-lo justificando o seu pecado,
196 Conc, 120| Compreende o homem pecador e ama-o com amor de Mãe. Precisamente
197 3, 89 | Deus, como filhos muito amados, — escreve Paulo aos cristãos
198 Int, 5 | contexto, ainda agora actual, amadureceu em mim a decisão de escrever —
199 1, 17 | precisos uma liberdade humana amadurecida: «Se queres», e o dom divino
200 2, 55 | considere que este processo de amadurecimento seria dificultado pela posição
201 1, 24 | uns aos outros (...) Nós amamo-Lo, porque Ele nos amou primeiro» (
202 1, 11 | praticando a justiça e amando a piedade (cf. Miq 6, 8).
203 1, 20 | meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,
204 1, 22 | 22. Amarga é a conclusão do colóquio
205 Int, 2 | futura e da relação entre ambas».~ ~
206 2, 55 | os múltiplos influxos do ambiente social e cultural da pessoa.
207 2, 30 | particularmente expostos ao erro, à ambiguidade ou ao esquecimento. De resto,
208 1, 16 | bem-aventuranças e os mandamentos: ambos se referem ao bem, à vida
209 2, 45 | desígnio, não há qualquer ameaça à verdadeira liberdade do
210 3, 114 | solicitamente afastam os erros que ameaçam o seu rebanho (cf. 2 Tim
211 3, 91 | dois juízes injustos, que ameaçavam condená-la à morte se se
212 1, 24 | primeira Carta: «Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o
213 1, 24 | Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, como Ele
214 3, 97 | boas, e das circunstâncias, amiúde difíceis, as autoridades
215 3, 86 | Cristo, chama-o a estabelecer amizade com Ele, participando na
216 1, 19 | da sua obediência livre e amorosa à vontade do Pai. Seguindo,
217 2, 45 | derivam e terminam no sábio e amoroso desígnio eterno com que
218 3, 93 | compromisso por vezes heróico, amparado pela virtude da fortaleza,
219 3, 85 | mas visa positivamente amparar com grande solicitude todos
220 Int, 4 | favor do homem, confirmaram, ampararam, consolaram; com a garantia
221 3, 115 | dessa doutrina com uma certa amplitude, e apresenta as razões do
222 1, 17 | realização do seu sentido mais amplo no seguimento de Cristo.
223 2, 28 | realizando um progresso doutrinal análogo ao verificado no âmbito
224 3, 89 | temos comunhão com Ele e andarmos nas trevas, mentimos e não
225 3, 89 | deve também andar como Ele andou» (1 Jo 1, 5-6; 2, 3-6).~
226 3, 103 | dificuldades. Como diz S. André de Creta, a própria lei «
227 2, 48 | como um todo — «corpore et anima unus» — enquanto pessoa.
228 3, 103 | Creta, a própria lei «foi animada pela graça e posta ao serviço
229 2, 29 | prosseguirem o trabalho, animados por um profundo e autêntico
230 2, 59 | centelha indelével (scintilla animae), brilha no coração de cada
231 Conc, 121| Transfiguração do Senhor, do ano de 1993, décimo quinto do
232 3, 108 | vida: é o Espírito Santo — anotava Novaciano, nisto exprimindo
233 1, 7 | resposta que sacia plenamente o anseio do seu coração humano.~Para
234 3, 114 | revelação coisas novas e antigas (cf. Mt 13, 52), fazem-no
235 1, 15 | Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; aquele que
236 2, 32 | pensamento que sustentam a antinomia entre lei moral e consciência,
237 3, 92 | testemunha S. Inácio de Antioquia, dirigindo-se aos cristãos
238 2, 33 | pesquisa científica a nível antropológico. Partindo da grande variedade
239 2, 59 | lei e da obrigação não é anulado, antes fica reconhecido,
240 3, 107 | o dom não só da palavra anunciada, mas também da palavra vivida.
241 3, 106 | Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura» (
242 1, 21 | e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor até que
243 3, 112 | ilumina e adverte os pecadores anunciando-lhes a misericórdia de Deus,
244 Int, 5 | decisão de escrever — como já anunciei na Carta Apostólica Spiritus
245 3, 84 | quem é, donde vem e para aonde vai. E é assim que não raro
246 3, 95 | cana já fendida e para não apagar a chama que ainda fumega (
247 2, 48 | natureza humana e o corpo aparecem como pressupostos ou preliminares,
248 1, 8 | superficiais e até mesmo só aparentes critérios e medidas do próprio
249 2, 30 | mortos, e em nome da Sua aparição e do Seu Reino: prega a
250 3, 100 | temperança, para moderar o apego aos bens deste mundo; da
251 2, 30 | contrário à «sã doutrina», apelando para aqueles elementos do
252 2, 76 | Estas teorias não podem apelar à tradição moral católica:
253 2, 78 | causa da bondade da vontade, aperfeiçoa-nos moralmente e dispõe-nos
254 2, 59 | por ele. É um juízo que aplica a uma situação concreta
255 2, 59 | razão determina as suas aplicações na realidade concreta. O
256 2, 52 | conhecimentos da razão prática e são aplicadas aos actos particulares através
257 2, 39 | as ordenar ao Criador». Aplicado depois ao homem, tal conceito
258 1, 27 | expostos e correctamente aplicados, nos vários tempos e circunstâncias.
259 2, 30 | afastar os ouvidos da verdade, aplicando-os às fábulas. Tu, porém, sê
260 2, 56 | relação entre liberdade e lei, apoiada na verdade, torna possível
261 3, 110 | motivações antropológicas que apoiam a doutrina moral e a visão
262 2, 45 | si, mas, pelo contrário, apoiam-se e compenetram-se mutuamente.
263 1, 22 | rejeita o direito de repúdio, apoiando-se num «princípio» mais original
264 3, 114 | alcançar a vida eterna?», Jesus apontou para Deus, Senhor da criação
265 2, 70 | nos pecados de idolatria, apostasia e ateísmo; ou de modo equivalente,
266 1, 26 | 3-6). E, desde os tempos apostólicos, os Pastores da Igreja denunciaram
267 2, 34 | nossos contemporâneos que «apreciam grandemente» a liberdade
268 2, 58 | 58. Jamais se apreciará adequadamente a importância
269 Conc, 120| primeiro ardente desejo de aprender dá-o a nobreza do mestre.
270 3, 104 | todos os tempos. O publicano apresenta-nos uma consciência «penitente»,
271 2, 35 | promove-a. Bem distintas se apresentam, porém, algumas tendências
272 3, 108 | moral, assim como podemos apresentar a missão e a responsabilidade
273 2, 47 | tradicional da lei natural: esta apresentaria como leis morais, leis que,
274 2, 44 | como esta Lei que hoje vos apresento? (Dt 4, 7-8). Nos Salmos,
275 3, 110 | moralistas são chamados a aprofundar as razões dos seus ensinamentos,
276 2, 52 | verdade contida na lei: apropria-se, faz sua esta verdade do
277 3, 100 | alheia (cf. Am 8, 4-6), a apropriação e o uso privado dos bens
278 3, 102 | mandamentos; ninguém se deve apropriar daquela expressão temerária
279 1, 8 | que é em si mesmo, deve "apropriar-se" e assimilar toda a realidade
280 3, 92 | máxima severidade: «Que aproveita ao homem ganhar o mundo
281 3, 99 | poder, e cada um tende a aproveitar-se ao máximo dos meios à sua
282 1, 7 | conscientemente ou não, se aproxima de Cristo, Redentor do homem,
283 2, 64 | Quem pratica a verdade aproxima-se da luz» (Jo 3, 21).~Uma
284 1, 8 | vida e com a sua morte, aproximar-se de Cristo. Deve, por assim
285 Conc, 119| viver, tem donde viver. Aproxime-se, creia, deixe-se incorporar
286 | Aquelas
287 2, 32 | indevidamente acrescentada aqueloutra de que o juízo moral é verdadeiro
288 3, 84 | o homem com a lei moral. Àquilo que a lei moral prescreve
289 2, 78 | é frequente — escreve o Aquinate — que alguém aja com recta
290 3, 114 | Evangelho. Os Bispos são os arautos da fé que para Deus conduzem
291 2, 76 | obrigação, voluntarista e arbitrária, que se revelaria desumana.~
292 2, 48 | cai-se no relativismo e no arbitrário.~ ~
293 Conc, 120| assim afirma: «O primeiro ardente desejo de aprender dá-o
294 Conc, 119| própria demasiado difícil, árdua para se compreender e quase
295 Int, 1 | pesquisa do homem em todas as áreas e sectores. Demonstra-o
296 2, 47 | alguns teólogos, semelhante «argumentação biologista ou naturalista»
297 3, 112 | Deus, não pode constituir argumento válido para rejeitar a verdade
298 3, 108 | potências e tormentos do mundo, armados já e reforçados por Seu
299 2, 38 | da dignidade e do nome do Arquétipo».~Já o governar o mundo
300 2, 47 | como também a fecundação artificial. Ora, segundo o parecer
301 3, 86 | rejeitar a Verdade e o Bem para arvorar-se em princípio absoluto de
302 3, 111 | processo espiritual descrito na ascética e mística cristãs».~Hoje
303 1, 7 | Esta é efectivamente a aspiração que está no âmago de cada
304 1, 22 | cujas exigências superam as aspirações e as forças humanas: «Ao
305 2, 66 | prescrições particulares, assegura à moral da Aliança uma fisionomia
306 2, 74 | actos humanos, por que é assegurada? Pela intenção do sujeito
307 3, 98 | pessoal e social, capaz de assegurar justiça, solidariedade,
308 2, 44 | dos pecadores, nem toma assento na reunião dos enganadores;
309 3, 114 | Deus, e quando, com a nossa assídua e confiante prece, sustentamos
310 2, 52 | consciência. O sujeito agente assimila pessoalmente a verdade contida
311 1, 21 | 11, 23-29), é o ápice da assimilação a Cristo, fonte de «vida
312 1, 21 | e assim o discípulo é assimilado ao seu Senhor e configurado
313 1, 8 | mesmo, deve "apropriar-se" e assimilar toda a realidade da Encarnação
314 2, 72 | caminho para o fim último está assinalado pelo respeito das leis divinas
315 3, 101 | âmbito político, deve-se assinalar que a veracidade nas relações
316 2, 28 | âmbito das verdades da fé. Assistida pelo Espírito Santo que
317 3, 84 | E é assim que não raro assistimos à tremenda derrocada da
318 2, 49 | 9-10). Tal condenação — assumida pelo Concílio de Trento —
319 3, 112 | oferecem, não podem ser assumidas como indicadores decisivos
320 2, 53 | o «Princípio» que, tendo assumido a natureza humana, a ilumina
321 3, 88 | critérios de juízo e de escolha assumidos pelos mesmos crentes apresentam-se
322 2, 44 | tomista da lei natural, assumindo-a no próprio ensinamento moral.
323 2, 61 | consciência, o qual leva a assumir a responsabilidade do bem
324 1, 22 | os próprios discípulos se assustam com o apelo de Jesus para
325 2, 62 | Tim 1, 3), não deve com astúcia adulterar a palavra de Deus,
326 Int, 5 | fundamentos esses que são atacados por algumas tendências actuais.~
327 2, 32 | as que são explicitamente ateias. Atribuiram-se à consciência
328 2, 70 | de idolatria, apostasia e ateísmo; ou de modo equivalente,
329 2, 65 | maneira «transcendental» e «atemática». Os actos particulares,
330 2, 44 | nosso Deus, sempre pronto a atender-nos quando O invocamos? Qual
331 2, 77 | certas obras exteriores, sem atenderem ao coração (cf. Mc 7, 20-
332 2, 48 | interpretação, ocorre considerar atentamente a recta relação que existe
333 2, 74 | teleológicas», mostram-se atentas à conformidade dos actos
334 2, 76 | mesmo (cf. Rm 13, 8-10), não atenua os mandamentos, mas antes,
335 3, 97 | determinadas, às quais se devem ater tanto as autoridades públicas,
336 3, 86 | A razão e a experiência atestam não só a debilidade da liberdade
337 2, 51 | actos livres, que devem atestar a universalidade do verdadeiro
338 Int, 5 | consequências das contestações que atingem um tal ensinamento.~ ~
339 3, 85 | resposta à questão que hoje atormenta tantos homens: como pode
340 3, 91 | mais graves, e a recusa de atraiçoá-los, mesmo com a intenção de
341 2, 60 | a pessoa humana se sente atraída e acolhe os mandamentos: «
342 1, 19 | seguir Jesus, para o Qual é atraído pelo próprio Pai (cf. Jo
343 2, 35 | Tais são as doutrinas que atribuem a simples indivíduos ou
344 2, 54 | com a interpretação que se atribui à consciência moral. Neste
345 3, 92 | humano» que se pretenda atribuir, mesmo em condições «excepcionais»,
346 2, 32 | são explicitamente ateias. Atribuiram-se à consciência individual
347 3, 101 | para conquistar, manter e aumentar a todo o custo o poder,
348 3, 100 | Dt 24, 14-15; Tg 5, 4), o aumento dos preços, especulando
349 3, 114 | de Cristo, são doutores autênticos, que pregam ao povo a eles
350 1, 16 | original, são uma espécie de auto-retrato de Cristo e, precisamente
351 1, 23 | retirando-lhe a presunção da auto-suficiência, abre-o à invocação e ao
352 3, 84 | pessoa humana em situações de autodestruição progressiva. Se fôssemos
353 2, 41 | significasse negação da autodeterminação do homem ou imposição de
354 2, 48 | redutível a uma liberdade que se autoprojecta, mas comporta uma estrutura
355 3, 95 | não é, certamente, nem a autora nem o juiz. Em obediência
356 2, 34 | expressa do modo mais claro e autorizado pelas palavras de Cristo: «
357 3, 97 | particulares nunca estão autorizados a transgredir os direitos
358 3, 109 | busca a inteligência da fé, auxilia o Povo de Deus, de acordo
359 Int, 3 | divina Providência nega os auxílios necessários à salvação àqueles
360 2, 59 | fazer ou evitar, ou então avalia um acto já realizado por
361 3, 115 | Encíclica, são propostas avaliações sobre algumas tendências
362 2, 74 | utilitarismo e do pragmatismo, que avaliam a moralidade dos actos humanos
363 3, 92 | dignidade que nunca é permitido aviltar ou contrariar, nem mesmo
364 2, 62 | perfeito» (Rm 12, 2).~O aviso de Paulo convida-nos à vigilância,
365 3, 105 | homem deixado a si próprio, aviva o desejo da graça e predispõe
366 Conc, 120| Caná da Galileia durante o banquete de núpcias: «Fazei o que
367 3, 107 | como dom no renascimento baptismal «da água e do Espírito» (
368 1, 17 | pecados foram destruídos no baptismo, mas porventura desapareceu
369 3, 91 | do Novo Testamento, João Baptista, recusando-se a calar a
370 1, 21 | Agostinho dirigindo-se aos baptizados —: tornamo-nos não apenas
371 3, 91 | aquele a quem fora concedido baptizar o Redentor do mundo».~Na
372 3, 105 | continuamente para consolidar este barro, já que a minha consistência
373 2, 46 | senão as suas prescrições, baseando-se numa relação estatística
374 3, 101 | política, a moral — que se baseia sobre a verdade e na verdade
375 1, 13 | representam, portanto, a condição básica para o amor ao próximo;
376 1, 10 | Para quem ama a Deus, basta-lhe agradar Àquele que ama,
377 2, 49 | sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e salteadores» (
378 1, 21 | que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a
379 1, 10 | pois, a ti mesma, ó alma bela: tu és a imagem de Deus —
380 2, 66 | cristã, em suas mesmas raízes bíblicas, reconhece a importância
381 3, 110 | vez mais os fundamentos bíblicos, os significados éticos
382 2, 47 | próprias, seriam somente biológicas. Assim, com grande superficialidade,
383 2, 46 | tratada como mero material biológico ou social, sempre disponível.
384 2, 48 | qualificado como fisicismo ou biologismo. Em semelhante contexto,
385 2, 47 | semelhante «argumentação biologista ou naturalista» estaria
386 2, 81 | o furto, a fornicação, a blasfémia ou outros actos semelhantes,
387 2, 58 | consciência — escreve S. Boaventura — é como o arauto de Deus
388 2, 81 | por boas razões (causis bonis), já não seriam pecados
389 2, 69 | que o homem é capaz, num breve espaço de tempo, de romper
390 3, 115 | Concílio Vaticano II, evoquei brevemente os traços essenciais da
391 2, 62 | hábito do pecado». Com estas breves palavras, o Concílio oferece
392 3, 89 | todos os que estão em casa. Brilhe a vossa luz diante dos homens,
393 2, 48 | corpo humano como um dado bruto, desprovido de significados
394 2, 64 | ajudando-a a não se deixar levar cá e lá por qualquer sopro
395 1, 13 | ter), começa a levantar a cabeça para a liberdade, mas isto
396 2, 48 | fundamentais, sem os quais cai-se no relativismo e no arbitrário.~ ~
397 3, 93 | comunidades eclesiais, não se caia na crise mais perigosa que
398 3, 91 | Senhor Jesus, que, diante de Caifás e Pilatos, «deu um tão belo
399 3, 91 | Baptista, recusando-se a calar a lei do Senhor e a comprometer-se
400 2, 77 | obrigação absoluta sobre cálculos tão discutíveis?~ ~
401 1, 21 | este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor
402 3, 95 | sempre necessita na sua caminhada moral, tornada, com frequência,
403 1, 10 | introduzi-lo no Seu amor: «Caminharei no meio de vós, serei o
404 2, 43 | o universo inteiro e os caminhos da comunidade humana. Desta
405 3, 95 | atenta para não partir a cana já fendida e para não apagar
406 Conc, 120| ordem dada aos servos, em Caná da Galileia durante o banquete
407 Conc, 118| Nenhum pecado do homem pode cancelar a misericórdia de Deus,
408 3, 89 | um monte; nem se acende a candeia para a colocar debaixo do
409 3, 91 | honra dos altares, a Igreja canonizou o seu testemunho e declarou
410 3, 95 | Como Mestra, ela não se cansa de proclamar a norma moral (...)
411 3, 95 | tornada, com frequência, cansativa pelas dificuldades, debilidades
412 2, 39 | assumindo, em última análise, um carácterateu: «Pois, sem o Criador, a
413 2, 46 | liberdade e natureza fosse uma característica estrutural da história humana.
414 2, 46 | época contemporânea está caracterizada por uma tensão análoga,
415 1, 27 | Precisamente sobre as questões que caracterizam hoje o debate moral e à
416 3, 91 | encerrado na escuridão do cárcere aquele que veio para dar
417 2, 64 | prudência e as outras virtudes cardeais, e, antes ainda as virtudes
418 2, 34 | afirmava com decisão o Cardeal J. H. Newman, eminente defensor
419 1, 15 | escreve: «Fim, não enquanto carência, mas como plenitude da lei:
420 1, 22 | referindo-se especificamente ao carisma do celibato «pelo Reino
421 3, 108 | harmoniza os restantes dons carismáticos, tornando, assim, por toda
422 3, 112 | que uma tal normalidade carrega em si os vestígios de uma
423 1, 26 | comportamento. Comprovam-no as suas Cartas que contêm a interpretação,
424 1, 22 | mulher, não é conveniente casar-se!» (Mt 19, 10). E Jesus,
425 1, 12 | aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe,
426 2, 73 | bom, que premeia o bem e castiga o mal, como nos lembra o
427 2, 76 | última se desenvolveu uma casuística atenta a ponderar em algumas
428 2, 70 | para a constituição de uma categoria teológica, como é precisamente
429 2, 65 | particulares (também chamados «categoriais»). Ora, segundo a opinião
430 2, 46 | explicáveis somente com as categorias dos mecanismos psicossociais.
431 2, 81 | O apóstolo Paulo afirma categoricamente: «Não vos enganeis: Nem
432 1, 26 | 26. Na catequese moral dos Apóstolos, a par
433 3, 116 | relativamente às instituições católicas. Quer se trate de organismos
434 2, 74 | males.~Muitos dos moralistas católicos, que seguem esta orientação,
435 2, 81 | realizando-os por boas razões (causis bonis), já não seriam pecados
436 2, 63 | consciência se torna quase cega em consequência do hábito
437 2, 62 | se vai progressivamente cegando, com o hábito do pecado».
438 2, 42 | dentro e não levado por cegos impulsos interiores ou por
439 1, 27 | sacrifício dos Mártires, celebra a esperança na Liturgia:
440 1, 21 | Paulo — manda rememorar na celebração e na vida: «Sempre que comerdes
441 1, 18 | como é perfeito o vosso Pai celeste» (Mt 5, 48). No Evangelho
442 1, 22 | especificamente ao carisma do celibato «pelo Reino dos céus» (Mt
443 1, 12 | causa do Meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança
444 2, 59 | criadora de Deus, que, como uma centelha indelével (scintilla animae),
445 Int, 5 | por ocasião do segundo centenário da morte de S. Afonso Maria
446 2, 75 | valores e bens procurados, centra-se mais na proporção reconhecida
447 1, 13 | remeter o jovem para a «centralidade» do Decálogo relativamente
448 Int, 1 | abandonando-se ao relativismo e ao cepticismo (cf. Jo 18, 38), ele vai
449 2, 51 | imagem que passa do anel à cera, sem abandonar todavia o
450 2, 28 | nunca cessou, nem poderá cessar, de perscrutar o «mistério
451 2, 28 | 16, 13), a Igreja nunca cessou, nem poderá cessar, de perscrutar
452 3, 86 | com a revelação de Cristo, chama-o a estabelecer amizade com
453 2, 42 | lei é chamada lei natural: chama-se assim, não por referência
454 2, 70 | toda a tradição da Igreja, chamamos pecado mortal a este acto,
455 1, 19 | Jesus que toma a iniciativa, chamando para O seguir. O apelo é
456 2, 58 | até às raízes da sua alma, chamando-o fortiter et suaviter à obediência: «
457 1, 9 | assim formulada: «Por que Me chamas bom? Ninguém é bom, senão
458 2, 33 | nome de «ciências humanas», chamou justamente a atenção para
459 1, 12 | da Aliança (cf. Êx 24) e chamou-o a ser sua «propriedade entre
460 3, 114 | desta doutrina teve a sua chancela sobre a Cruz no sangue de
461 1, 15 | Montanha» que constitui a magna charta da moral evangélica, Jesus
462 2, 65 | sua recusa.~Deste modo, chega-se a introduzir uma distinção
463 Int, 2 | sua glória» (Heb 1, 3), «cheio de graça e de verdade» (
464 3, 100 | fiscal, a falsificação de cheques e facturas, os gastos excessivos,
465 1, 19 | perfeição consiste na sequela Christi, no seguir Jesus, depois
466 1, 15 | Cristo (plenitudo legis in Christo est), uma vez que Ele veio,
467 3, 97 | autoridades públicas, como os cidadãos. Independentemente das intenções,
468 3, 89 | Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
469 3, 104 | penitente», que está plenamente ciente da fragilidade da própria
470 3, 89 | do alqueire, mas sim em cima do velador, e assim alumia
471 2, 81 | intrinsecamente maus, a Igreja cinge-se à doutrina da Sagrada Escritura.
472 1, 18 | está reservada só para um círculo de pessoas. O convite «vai,
473 3, 88 | como insensatos, mas com circunspecção, aproveitando o tempo, pois
474 2, 73 | sua imagem — escreve S. Cirilo de Alexandria —, de modo
475 2, 80 | mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles
476 3, 97 | difíceis, as autoridades civis e os sujeitos particulares
477 3, 91 | si a «melhor parte»: um claríssimo testemunho, sem qualquer
478 2, 34 | foi expressa do modo mais claro e autorizado pelas palavras
479 2, 43 | Concílio remete para a doutrina clássica sobre a lei eterna de Deus.
480 2, 66 | diversos mandamentos, aparece a cláusula fundamental: «Eu sou o Senhor,
481 3, 116 | escolas, universidades, clínicas e serviços sócio-sanitários,
482 1, 17 | matarás, não furtarás, não cobiçarás e qualquer um dos outros
483 3, 97 | precisá-los e explicitá-los num código de comportamento mais pormenorizado.
484 2, 32 | verdade universal sobre o bem, cognoscível pela razão humana, mudou
485 3, 110 | Unindo as suas forças para colaborar com o Magistério hierárquico,
486 Int, 4 | pessoalmente quer em conjunto com o Colégio Episcopal, desenvolveram
487 3, 109 | dom de Deus feito para colher a verdade — a entrar na
488 2, 34 | liberdade, pelo contrário, coloca-a no centro dela, porque não
489 2, 35 | muitas orientações éticas que colocam no centro do seu pensamento
490 3, 89 | acende a candeia para a colocar debaixo do alqueire, mas
491 2, 78 | moralmente, ocorre, pois, colocar-se na perspectiva da pessoa
492 1, 27 | ensinamento, apresenta-se como «coluna e sustentáculo da verdade» (
493 2, 49 | alguns velhos erros sempre combatidos pela Igreja, porquanto reduzem
494 3, 103 | posta ao serviço desta numa combinação harmónica e fecunda. Cada
495 1, 8 | confrontar com Aquele que tinha começado a sua pregação com este
496 1, 22 | abala os discípulos, que comentam com estas palavras: «Se
497 3, 87 | liberdade, doar-se e servir. Comentando o versículo do Salmo 99
498 1, 21 | celebração e na vida: «Sempre que comerdes este pão e beberdes este
499 2, 61 | mal cometido: se o homem comete o mal, o recto juízo da
500 2, 69 | Cristo e à Sua Igreja, possa cometer pecados mortais tão fácil
501 1, 15 | mulher, desejando-a, já cometeu adultério com ela no seu
502 3, 104 | justificação para os pecados cometidos, de modo a diminuir a sua