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Congregação para o Clero
Diretório Geral para Catequese

IntraText - Concordâncias


                                                                    negrito = Texto principal
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1 Doc | Congregação para a Doutrina da , Instrução Libertatis Conscientia ( 2 Pref, 0, 0, 0,1 | Congregação para a Doutrina da . No dia 18 de março de 1971 3 Pref, 0, 0, 0,2 | educação e o amadurecimento na , de crianças, jovens e adultos. 4 Pref, 0, 0, 0,7 | assunção dos conteúdos da propostos pelo Catecismo 5 Pref, 0, 0, 0,8 | situações eclesiais, a partir da e da confiança na força 6 Pref, 0, 0, 0,8 | referência para a transmissão da na catequese e para a redação 7 Pref, 0, 0, 0,8 | essenciais de uma pedagogia da , inspirada à pedagogia divina; 8 Expo, 0, 0, 0,14 | partir de uma perspectiva de e de misericórdia. A interpretação 9 Expo, 0, 0, 2 | olhar ao mundo, a partir da ~ 10 Expo, 0, 0, 2,16 | razão, mas também com a . À luz desta, o mundo se 11 Expo, 0, 1, 1 | A dos cristãos~ 12 Expo, 0, 1, 1,24 | sobre a atual situação da dos cristãos.~A renovação 13 Expo, 0, 1, 1,24 | verdadeiramente consciente de sua e coerente com esta em sua 14 Expo, 0, 1, 1,24 | das exigências sociais da .~ 15 Expo, 0, 1, 1,25 | todo. Redespertá-los para a é um verdadeiro desafio 16 Expo, 0, 1, 1,25 | enraizada. Possuem uma certa , mas « conhecem mal os fundamentos 17 Expo, 0, 1, 1,25 | fundamentos dessa mesma ».(47) Além disso, existem 18 Expo, 0, 1, 1,25 | reposicionar e amadurecer a sua « sob uma luz diversa ».(48)~ 19 Expo, 0, 1, 1,26 | em testemunhar a própria em Jesus Cristo na sociedade 20 Expo, 0, 1, 1,26 | contemporânea.~Estas situações da dos cristãos reclamam do 21 Expo, 0, 1, 2,28(53) | Congregação para a Doutrina da , Carta Communionis notio ( 22 Expo, 0, 1, 3,29 | em assegurar a adesão à , dos catecúmenos e dos catequizandos, 23 Expo, 0, 1, 3,30 | catequese como escola da , como aprendizado e tirocínio 24 Expo, 0, 1, 3,30 | transmissão catequética da .~– No que diz respeito à 25 Expo, 0, 1, 3,30 | convergência na unidade da .(59)~– « A catequese é intrinsecamente 26 Expo, 0, 1, 3,30 | da pedagogia própria da .(61) Cai-se facilmente no 27 Expo, 0, 1, 3,30 | em relação ao serviço da , constitui um problema saber 28 Expo, 0, 1, 5,32 | que se deve fazer à luz da , com uma atitude de compaixão. 29 Expo, 0, 1, 6,33 | Cristo como centro da vida de ;~– deve considerar como 30 Expo, 0, 1, 6,33 | formação de catequistas de profunda.~ 31 I, I, 0, 11,41 | mistério, e apresentar a cristã como seqüela da sua 32 I, I, 0, 12,45 | é devida a obediência da , pela qual o homem adere 33 I, I, 0, 12,45 | da vontade. Guiado pela , dom do Espírito, o homem 34 I, I, 0, 13,45(99) | nn. 50-175), fala-se da como resposta à Revelação. 35 I, I, 0, 13,45(99) | pastorais, preferiu-se ligar a mais à evangelização do 36 I, I, 0, 14,48 | conversão; (117)~– inicia na e na vida cristã, mediante 37 I, I, 0, 14,48 | a educação permanente da (homilia, outras formas 38 I, I, 0, 15,50(132) | adaptados à situação de de cada pessoa e de cada 39 I, I, 0, 16,51 | Convocação e chamado à ~É a função que mais imediatamente 40 I, I, 0, 16,51 | batizados que desejam retornar à , ou daqueles que têm necessidade 41 I, I, 0, 16,51 | A educação permanente à ~Em diversas regiões, ela 42 I, I, 0, 16,51 | amadurecer constantemente a sua , durante toda a vida. É 43 I, I, 0, 16,51(135) | educação permanente na » ou «catequese permanente », 44 I, I, 0, 16,51(135) | educação permanente na » difundiu-se na praxe catequética 45 I, I, 0, 16,51 | fundamental da educação da .~– A função teológica~Ela 46 I, I, 0, 16,51 | desenvolver a compreensão da , colocando-se na dinâmica 47 I, I, 0, 16,51 | intellectum », ou seja, da que procura entender. (138) 48 I, I, 0, 16,51 | científica das verdades da ». (139)~ 49 I, I, 0, 16,51(138) | Congregação para a Doutrina da , Instrução Donum veritatis 50 I, I, 0, 17 | A conversão e a ~ 51 I, I, 0, 17,53 | mulheres à conversão e à . (140) O chamado de Jesus, « 52 I, I, 0, 17,53 | evangelização da Igreja. A cristã é, antes de mais 53 I, I, 0, 17,53 | na sua seqüela. (142) A é um encontro pessoal com 54 I, I, 0, 17,53 | discípulos e assume, como sua, a da Igreja. (144)~ 55 I, I, 0, 17,54 | Espírito Santo: (145)~« Com a , o homem livremente se entrega 56 I, I, 0, 17,55 | 55. A comporta uma transformação 57 I, I, 0, 17,55 | econômicas e sociais.~A e a conversão brotam do « 58 I, I, 0, 17,55 | abundantemente. (150) A responde àquela « ânsia », (151) 59 I, I, 0, 17,55 | peregrino em busca de seu lar.~A é um dom de Deus. Pode nascer 60 I, I, 0, 17,55 | perfeito, estas dimensões da . A Igreja venera n'Ela, « 61 I, I, 0, 17,55 | mais pura realização da ». (155)~ 62 I, I, 0, 18,56 | 56. A é um dom destinado a crescer 63 I, I, 0, 18,56(156) | conhecimento e na vida, o germe de semeado pelo Espírito Santo, 64 I, I, 0, 18,56 | vida. (157) Quem acede à é como uma criança recém-nascida (158) 65 I, I, 0, 18,56 | em Cristo.~No processo de e de conversão podem-se 66 I, I, 0, 18,56 | do espírito humano para a , que já é fruto da graça, 67 I, I, 0, 18,56 | diversos nomes: « propensão à », (160) « preparação evangélica », (161) 68 I, I, 0, 18,56 | sólida. A decisão para a deve ser avaliada e amadurecida. 69 I, I, 0, 18,56 | c) A profissão de . O abandonar-se a Jesus 70 I, I, 0, 18,56 | inicia no conhecimento da e no aprendizado da vida 71 I, I, 0, 18,56 | e operante profissão de . (168)~d) O caminho rumo 72 I, I, 0, 18,56 | qual nasce a profissão de , não é o ponto final no 73 I, I, 0, 18,56 | conversão. A profissão de batismal coloca-se como 74 I, I, 0, 18,56 | de educação permanente da , procura tornar seu o desejo 75 I, I, 0, 18,57 | característica de chamar à ; a catequese, a de dar um 76 I, I, 0, 18,57 | a educação permanente à , na qual se distingue a 77 I, I, 0, 19,58 | para poderem encarnar a no próprio ambiente e anunciá-la 78 I, I, 0, 19,58 | eclesiais, são fermento de e de vida, irradiando o 79 I, I, 0, 19,58 | aceder à idade adulta com uma madura que, de evangelizados, 80 I, I, 0, 19,58 | perderam o sentido vivo da , não se reconhecendo já 81 I, I, 0, 20,59 | qual o adulto convertido à é levado à confissão da 82 I, I, 0, 20,59 | é levado à confissão da batismal, durante a vigília 83 I,II, 0, 20,60 | educar permanentemente à .~Uma consideração especial 84 I,II, 0, 21,61 | conversão inicial, educando à o convertido e incorporando-o 85 I,II, 0, 21,62 | ordem a uma sólida opção de . Somente a partir da conversão, 86 I,II, 0, 21,62 | específica de educação da . (188)~O fato de que a catequese, 87 I,II, 1, 1,64 | fundamentos do edifício da . (194) Outras funções deste 88 I,II, 1, 1,64 | missionária, que chama à , e a ação pastoral, que 89 I,II, 1, 2,65 | 65. A , mediante a qual o homem 90 I,II, 1, 2,65 | Cristo e foram educados à por meio da catequese, ao 91 I,II, 1, 2,66 | Batismo, « sacramento da ». (199) O elo que une a 92 I,II, 1, 2,66 | Batismo é a profissão de que é, ao mesmo tempo, o 93 I,II, 1, 2,66 | explícita e operosa profissão de . (200) A Igreja, para alcançar 94 I,II, 1, 2,66 | tem do Evangelho, e a sua , a fim de que estes a façam 95 I,II, 1, 3,67 | orgânica e sistemática da . O Sínodo de 1977 sublinhou 96 I,II, 1, 3,67 | conhecimento e à vida de , de tal maneira que o homem 97 I,II, 1, 3,67 | batismais e a professar a a partir do « coração ». (205)~– 98 I,II, 1, 3,67 | certezas mais fundamentais da e nos mais basilares valores 99 I,II, 1, 3,67 | as raízes da sua vida de , habilitando-o a receber 100 I,II, 1, 3,68 | celebra e testemunha a . Realiza, portanto, ao mesmo 101 I,II, 2 | da educação permanente da ~ 102 I,II, 2, 1 | A educação permanente da na comunidade cristã~ 103 I,II, 2, 1,69 | A educação permanente à segue a educação de base 104 I,II, 2, 1,69 | sustentá-los e formá-los na . « A catequese corre o risco 105 I,II, 2, 1,69 | estéril se uma comunidade de e de vida cristã não acolher 106 I,II, 2, 1,70 | A educação permanente da se dirige não apenas a cada 107 I,II, 2, 1,70 | uma permanente educação na , na escuta da Palavra.~Nesta 108 I,II, 2, 1,70 | retoma o itinerário de proposto pela catequese 109 I,II, 2, 2,71 | a educação permanente à , o ministério da Palavra 110 I,II, 2, 2,71 | mas com a Igreja e a sua sempre viva. Isto ajuda 111 I,II, 2, 2,71 | suscitar uma resposta de . A chamada « lectio divina » 112 I,II, 2, 2,71 | partir da perspectiva da . (217)~– As iniciativas 113 I,II, 2, 2,71 | eduque verdadeiramente à , faça crescer na compreensão 114 I,II, 2, 2,71(218) | Congregação para a Doutrina da , Instrução Donum veritatis, 115 I,II, 3, 1,73 | cultura se faça à luz da ». (222)~É necessário, portanto, 116 I,II, 3, 2,75 | A situação de vida e de dos alunos que freqüentam 117 I,II, 3, 2,75 | ajuda os alunos que têm a compreender melhor a mensagem 118 I,II, 3, 2,75 | escolar o que é, exatamente, a em Jesus Cristo, quais são 119 I,II, 3, 2,75 | quando os alunos não têm , o ensino religioso escolar 120 I,II, 3, 2,75 | vista de uma decisão de , que a catequese, por sua 121 I,II, 3, 3 | a serviço da educação na ~ 122 I,III, 1, 1,78 | enviada para ser mestra da . Portanto, a Igreja, imitando 123 I,III, 1, 1,78 | Igreja, de fato, transmite a que ela mesma vive: a sua 124 I,III, 1, 1,78 | A Igreja transmite a de modo ativo, semeia-a 125 I,III, 1, 1,78 | profundas. (232) A profissão de recebida da Igreja (traditio), 126 I,III, 1, 1,78(233) | exprime a dúplice dimensão da : dom recebido (traditio) 127 I,III, 1, 1,79 | Igreja, ao transmitir a e a vida nova — através 128 I,III, 1, 1,79 | também a educadora da nossa »; (235) é mãe e mestra 129 I,III, 1, 1,79 | filhos com a sua própria e os incorpora, como membros, 130 I,III, 1, 3 | exprime na profissão de no único Deus: Pai, Filho 131 I,III, 1, 3,82 | e operativa confissão de : « A catequese tem a sua 132 I,III, 1, 3,82 | sua origem na confissão de e leva à confissão de fé ». (240)~ 133 I,III, 1, 3,82 | fé e leva à confissão de ». (240)~A profissão de 134 I,III, 1, 3,82 | A profissão de , intrínseca ao Batismo, (241) 135 I,III, 1, 3,82 | continuamente esta profissão de , a proclamá-la na Eucaristia 136 I,III, 1, 3,82 | unir bem a confissão de cristológica, « Jesus é 137 I,III, 1, 3,82 | para se exprimir a mesma cristã. Aquele que, pelo 138 I,III, 1, 3,82 | Trindade.~Com a confissão de no único Deus, o cristão 139 I,III, 1, 3,82 | nenhum laço. Proclamando a na Trindade, comunhão de 140 I,III, 1, 3,83 | 83. A confissão de é completa somente se é 141 I,III, 1, 3,83 | proclama a profissão de , assume compromissos que, 142 I,III, 1, 4,84 | das diversas dimensões da , uma vez que a catequese 143 I,III, 1, 4,84 | própria dinâmica interna, a exige ser conhecida, celebrada, 144 I,III, 1, 4,84 | uma dessas dimensões. A , porém, se vive na comunidade 145 I,III, 1, 4,84 | anuncia na missão: é uma compartilhada e anunciada. 146 I,III, 1, 4,84 | que ilumina e fortifica a , nutre a vida segundo o 147 I,III, 1, 5,85 | Favorecer o conhecimento da ~Aquele que encontrou Cristo 148 I,III, 1, 5,85 | revelou. O conhecimento da (fides quae) é exigência 149 I,III, 1, 5,85 | é exigência da adesão à (fides qua). (252) Já na 150 I,III, 1, 5,85 | aprofundamento no conhecimento da ilumina cristãmente a existência 151 I,III, 1, 5,85 | humana, alimenta a vida de e habilita também a prestar 152 I,III, 1, 5,85 | compêndio da Escritura e da da Igreja, exprime a realização 153 I,III, 1, 6,86 | Deus, a vida da graça, a , a esperança, a caridade 154 I,III, 1, 7,87 | dimensões: o conhecimento da , a vida litúrgica, a formação 155 I,III, 1, 7,87 | uma dessas dimensões, a cristã não alcançará todo 156 I,III, 1, 7,87 | outra: o conhecimento da torna idôneos à missão; 157 I,III, 1, 7,87 | diferentes dimensões da são objeto de educação, 158 I,III, 1, 7,87 | compromisso ». O conhecimento da , a vida litúrgica e a seqüela 159 I,III, 1, 7,87 | Cada dimensão da , assim como a fé no seu 160 I,III, 1, 7,87 | dimensão da fé, assim como a no seu conjunto, deve enraizar-se 161 I,III, 1, 7,87 | isolado. O conhecimento da é significativo, ilumina 162 I,III, 1, 8,88 | 88. A , impulsionada pela graça 163 I,III, 1, 8,89(286) | OICA 12), o já propenso à ainda que não creia plenamente; « 164 I,III, 1, 8,89(286) | OICA 39), o maduro na e membro ativo da comunidade 165 I,III, 1, 9,91 | toda forma de educação na . (291)~– O Catecumenato 166 I,III, 1, 9,91 | formativo e verdadeira escola de , oferece à catequese pós-batismal 167 II, 0, 1, 10,92 | 92. A cristã, mediante a qual 168 II, 0, 1, 10,92 | da graça. Neste caso, a consiste em confiar na palavra 169 II, 0, 1, 10,92 | da mensagem evangélica. A , neste sentido, exprime-se 170 II, 0, 1, 10,92 | amadurecimento e o crescimento da exigem o~seu orgânico e 171 II, 0, 1, 10,93 | tratar-se-á do conteúdo da , assim como se encontra 172 II, 0, 1, 10,93 | conservando a unidade da , levem na devida consideração, 173 II, I, 0, 11,94 | Este « depósito da » (297) é como o tesouro 174 II, I, 0, 11,94 | com profundo espírito de , « piamente ausculta aquela 175 II, I, 0, 12,95 | profundamente, por meio do senso de de todo o Povo de Deus, 176 II, I, 0, 12,95 | compreensão vital dos mistérios da ;~– manifesta-se nos genuínos 177 II, I, 0, 12,96 | variedade de « documentos da ». A catequese é tradição 178 II, I, 0, 12,96 | Magistério, símbolos da , testemunhos dos santos 179 II, I, 0, 15,99 | interna, conduz à confissão da em Deus: Pai, Filho e Espírito 180 II, I, 0, 15,99 | Espírito Santo. Por isso, a sua é radicalmente trinitária. « 181 II, I, 0, 15,99 | é o mistério central da e da vida cristã ». (319)~ 182 II, I, 0, 15,100 | A Igreja, ao professar a na Trindade e ao anunciá-la 183 II, I, 0, 16,102(332) | justificação por meio da graça da e dos sacramentos, nos liberta 184 II, I, 0, 18,105 | sua origem na confissão de da Igreja e leva à confissão 185 II, I, 0, 18,105 | Igreja e leva à confissão de do catecúmeno e do catequizando. 186 II, I, 0, 18,105 | à Igreja de Deus? ». « A » é a resposta do batizando. (351) 187 II, I, 0, 18,105 | na sua mensagem ressoa a de todo o Povo de Deus, 188 II, I, 0, 18,105 | do curso da história: a dos apóstolos, que a receberam 189 II, I, 0, 18,105 | ação do Espírito Santo; a dos mártires, que a confessaram 190 II, I, 0, 18,105 | confessam com seu sangue; a dos santos, que a viveram 191 II, I, 0, 18,105 | vivem em profundidade; a dos Padres e dos Doutores 192 II, I, 0, 18,105 | ensinaram luminosamente; a dos missionários, que a 193 II, I, 0, 18,105 | anunciam continuamente; a dos teólogos, que ajudam 194 II, I, 0, 18,105 | compreendê-la; e enfim, a dos pastores, que a conservam 195 II, I, 0, 18,105 | catequese está presente a de todos aqueles que crêem 196 II, I, 0, 18,106 | 106. Esta , transmitida pela comunidade 197 II, I, 0, 18,106 | a catequese transmita a através de linguagens culturais 198 II, I, 0, 18,106 | é um só, a confissão de é única e um só é o Batismo: « 199 II, I, 0, 18,106 | um só Senhor, uma só , um só batismo. Há um só 200 II, I, 0, 18,106 | unidade da confissão de . (352) Por sua própria natureza, 201 II, I, 0, 18,106(352) | contida na realidade de uma só .~ 202 II, I, 0, 18,106(353) | comunhão: a profissão de uma só recebida dos Apóstolos; 203 II, I, 0, 19,107 | 107. A confissão de dos discípulos de Jesus 204 II, I, 0, 19,107 | exposição dos mistérios da . (357)~ 205 II, I, 0, 19,108 | história, lida a partir da , é parte fundamental do 206 II, I, 0, 19,108 | Ao explicar o Símbolo da e o conteúdo da moral cristã, 207 II, I, 0, 19,108 | o conhecimento típico da , « que é conhecimento através 208 II, I, 0, 20,109 | inculturação » (368) da , pela qual se assumem, num 209 II, I, 0, 20,109 | sejam compatíveis com a ; mas, por outro lado, trata-se 210 II, I, 0, 20,110 | 110. Nesta inculturação da , apresentam-se concretamente, 211 II, I, 0, 21,111 | tarefa da inculturação da , a catequese deve transmitir 212 II, I, 0, 21,111 | perfeita a oblação da sua , aqueles que se tornam discípulos 213 II, I, 0, 21,111 | de receber a « palavra da » não mutilada, falsificada 214 II, I, 0, 21,112 | uma seleção no depósito da . (380) A catequese, ao contrário, « 215 II, I, 0, 22,114 | síntese coerente e vital da . Ela se organiza em torno 216 II, I, 0, 22,114 | todos os outros mistérios da ; é a luz que os ilumina... ». (388) 217 II, I, 0, 22,114 | destas, com o fundamento da . Todavia, esta hierarquia « 218 II, I, 0, 22,114 | algumas verdades pertençam à menos do que outras, mas 219 II, I, 0, 22,115(392) | afirma: « Este símbolo da não foi elaborado segundo 220 II, I, 0, 22,115(392) | totalidade, a única doutrina da » (Catecheses illuminandorum, 221 II, I, 0, 23,117 | como os grandes temas da (criação, pecado original, 222 II, I, 0, 24,118 | circunstâncias e pela situação de de quem recebe a catequese.~ 223 II,II | CAPÍTULO~« Esta é a nossa , esta é a fé da igreja »~« 224 II,II | Esta é a nossa fé, esta é a da igreja »~« Toda Escritura 225 II,II, 0, 24,119 | pela Igreja nas sínteses de que, oficialmente, elabora 226 II,II, 0, 24,119 | valeu de formulações da que, em forma breve, contêm 227 II,II, 0, 24,119 | explicitação mais ampla da , na forma de uma síntese 228 II,II, 0, 24,119 | uma exposição orgânica da , mediante um Catecismo de 229 II,II, 0, 24,119 | de adaptar o conteúdo da às diferentes situações 230 II,II, 0, 24,119 | a riqueza de conteúdo da exposta nos instrumentos 231 II,II, 0, 24,119 | proclama: « Esta é a nossa , esta é a fé da Igreja ».~ 232 II,II, 0, 24,119 | Esta é a nossa fé, esta é a da Igreja ».~ 233 II,II, 0, 25,120 | Católica é « uma exposição da da Igreja e da doutrina 234 II,II, 0, 25,120 | apostólica, a globalidade da católica e a oferece, antes 235 II,II, 0, 25,120 | autêntica do conteúdo da .~– O Diretório Geral para 236 II,II, 0, 25,120 | exposição dos conteúdos da , como foi feito no Diretório 237 II,II, 1, 1,121 | católica, tanto sobre a como sobre a moral, à luz 238 II,II, 1, 1,121 | a profissão de uma única , recebida dos Apóstolos »; (419)~– « 239 II,II, 1, 1,121 | segura para o ensinamento da ».(420) Diante do legítimo 240 II,II, 1, 1,121 | com cuidado a unidade da e a fidelidade à doutrina 241 II,II, 1, 1,121 | como síntese orgânica da , de valor universal. Neste 242 II,II, 1, 2,122 | vida cristã: a profissão de , a celebração litúrgica, 243 II,II, 1, 2,122 | Este:~– « é o objeto da (primeira parte);~– é celebrado 244 II,II, 1, 2,122 | os aspectos essenciais da :~– crer em Deus criador, 245 II,II, 1, 2,122 | Católica se refere, assim, à crida, celebrada, vivida 246 II,II, 1, 2,122 | oração; a confissão da encontra o seu justo posto 247 II,II, 1, 2,122 | liturgia da Igreja, requer a . Se a fé não se realiza 248 II,II, 1, 2,122 | Igreja, requer a fé. Se a não se realiza nas obras, 249 II,II, 1, 2,122 | sustentam a transmissão da (símbolo, sacramentos, decálogo 250 II,II, 1, 3,123 | suas partes. A profissão de , a liturgia, a moral evangélica 251 II,II, 1, 4,124 | apresentar como pertencentes à interpretações particulares, 252 II,II, 1, 4,124 | uma síntese atualizada da , que incorpora a doutrina 253 II,II, 1, 5 | O « Depósito da » e o Catecismo da Igreja 254 II,II, 1, 5,125 | referência para o ensinamento da , escolheu deste precioso 255 II,II, 1, 5,125 | Evangelho e o ensinamento da , que recebem a sua mensagem 256 II,II, 1, 5,126 | Católica e o depósito da , convém esclarecer duas 257 II,II, 1, 6,127 | como « regra suprema da », já que transmite imutavelmente « 258 II,II, 1, 6,128 | segura para o ensinamento da , são chamados, cada um a 259 II,II, 1, 6,128 | explicitação do Símbolo da . A Sagrada Escritura e o 260 II,II, 1, 6,128 | destes « documentos de ». (438)~ 261 II,II, 1, 7,129 | 129. No depósito da , juntamente com a Escritura, 262 II,II, 1, 7,130 | cognoscitiva ou verídica da . Esta não é somente adesão 263 II,II, 1, 7,130 | conhecimento orgânico da .~– A educação à fé, bem 264 II,II, 1, 7,130 | orgânico da fé.~– A educação à , bem radicada em todas as 265 II,II, 1, 7,130 | diferentes dimensões: uma professada, celebrada, vivida 266 II,II, 2, 1,131 | com cuidado a unidade da e a fidelidade à doutrina 267 II,II, 2, 1,131 | condições de educar para uma vigorosa, as gerações cristãs 268 II,II, 2, 2,132 | síntese orgânica e básica da que apresenta, e o fato 269 II,II, 2, 2,132(2) | destinatário, o clima de amor e de na comunicação, a ativa 270 II,II, 2, 3,133 | contextualizar a síntese orgânica da , que todo Catecismo local 271 II,II, 2, 3,133 | oferecer. Esta síntese da deve realizar as adaptações 272 II,II, 2, 3,133 | apresentar a síntese da em referência à cultura 273 II,II, 2, 4,134 | para garantir a unidade da . O presente Diretório Geral 274 II,II, 2, 4,135(12) | Congregação para a Doutrina da Congregação para o Clero, 275 II,II, 2, 4,135 | outros segundo a dimensão da , e outros, ainda, seguindo 276 II,II, 2, 4,135 | permanecer fiel ao depósito da , no seu método de exprimir 277 II,II, 2, 4,135 | é o próprio depósito da ou as verdades, e outra 278 II,II, 2, 4,135(15) | Congregação para a Doutrina da Congregação para o Clero, 279 II,II, 2, 5 | Catecismos locais: a sinfonia da ~ 280 II,II, 2, 5,136 | concreta da « unidade na mesma apostólica »(17) e, ao mesmo 281 II,II, 2, 5,136 | diversidade de formulação da mesma .~O Catecismo da Igreja Católica 282 II,II, 2, 5,136 | exprimem a « sinfonia » da : antes de mais nada, uma 283 II,II, 2, 5,136 | incorporam na expressão da da única Igreja.~– O Catecismo 284 II,II, 2, 5,136 | qual a « profissão da mesma » (19) é um dos vínculos 285 II,II, 2, 5,136(21) | Congregação para a Doutrina da , Carta Communionis notio, 286 II,II, 2, 5,136 | verdadeiramente: « Esta é a nossa , esta é a fé da Igreja ».~ 287 II,II, 2, 5,136 | Esta é a nossa fé, esta é a da Igreja ».~ 288 III | III PARTE~A PEDAGOGIA DA ~A Pedagogia da fé~« Fui 289 III | PEDAGOGIA DA FÉ~A Pedagogia da ~« Fui eu, contudo, quem 290 III, 0, 3, 0,137 | para toda comunicação da .~ 291 III, 0, 3, 1,138 | pedagogia original da ».(32)~A transmissão do 292 III, 0, 3, 1,138 | humanas entram na pedagogia da .~Daí nasce um conjunto de 293 III, I | e modelo da pedagogia da ~ (33)~ 294 III, I, 0, 3,140 | uma conduta amparada pela em Deus, pela esperança 295 III, I, 0, 3,140 | entrega-lhes a sua pedagogia da como plena compartilha da 296 III, I, 0, 4,141 | também educadora da nossa ».(40)~São estas as razões 297 III, I, 0, 4,141 | tesouro de pedagogia da : antes de mais nada, o testemunho 298 III, I, 0, 4,141 | catequéticos, de cultura da , de instituições e de serviços 299 III, I, 0, 5,142 | ser mestres e pedagogos da alheia, se não se é discípulo 300 III, I, 0, 6,143 | verdadeira experiência de , um encontro filial com 301 III, I, 0, 6,143 | experiência comunitária da , própria do Povo de Deus, 302 III, I, 0, 6,143 | alcançar a maturidade da « pela medida do dom de 303 III, I, 0, 7 | Pedagogia original da ~(45)~ 304 III, I, 0, 7,144 | é portanto pedagogia da em ato, ao realizar as suas 305 III, I, 0, 7,144 | desenvolver todas as dimensões da , razão pela qual esta se 306 III, I, 0, 7,144 | pela qual esta se traduz em conhecida, celebrada. vivida 307 III, I, 0, 8,145 | Deus. D'Ele, a pedagogia da recebe uma « lei que é fundamental 308 III, I, 0, 10,147 | continuamente na pedagogia da , o catequista configura 309 III,II, 0, 11,148 | 148. Na transmissão da , a Igreja não possui um 310 III,II, 0, 11,148 | unitário, a educação para a ; vale-se das ciências pedagógicas 311 III,II, 0, 12,149 | transmissão dos documentos da », (64) o método dos sinais 312 III,II, 0, 13,150 | 150. A comunicação da na catequese é um evento 313 III,II, 0, 13,150 | características do conhecimento da , que é conhecimento através 314 III,II, 0, 13,151 | principais documentos da (Bíblia, liturgia, doutrina...), 315 III,II, 0, 13,151 | humano, a compreensão da e o processo de racionalidade.~ 316 III,II, 0, 14,152 | experiência assumida pela torna-se, de certo modo, 317 III,II, 0, 14,153 | experiência com o dado da torna-se uma tarefa estável 318 III,II, 0, 14,153 | regulamenta cada encontro entre e experiência humana no 319 III,II, 0, 15,154 | constitutivo da pedagogia da , desde os primórdios do 320 III,II, 0, 15,154 | as principais fórmulas da , porque asseguram uma mais 321 III,II, 0, 15,154 | domínio seguro da linguagem da é condição indispensável 322 III,II, 0, 15,154 | indispensável para viver essa mesma .~É preciso, porém, que tais 323 III,II, 0, 15,154 | As flores da e da piedade, se assim se 324 III,II, 0, 15,155 | aprendizagem das fórmulas da e a sua profissão crente 325 III,II, 0, 15,155 | pelo qual à entrega da na catequese (traditio) 326 III,II, 0, 15,155 | sentido genuíno do dado de , e mostra compreender a 327 III,II, 0, 16,156 | obstáculo ao caminho da , criando sobretudo as condições 328 III,II, 0, 16,156 | seja sempre amparada pela no Espírito Santo e pela 329 III,II, 0, 17,157 | exercitar-se na atividade da , da esperança e da caridade, 330 III,II, 0, 18,158 | exemplar para o caminho de dos indivíduos. Isso ocorre 331 III,II, 0, 18,158 | visível de testemunho de , provê à formação de seus 332 III,II, 0, 18,158 | permanente de crescimento da . (78)~Junto ao anúncio do 333 III,II, 0, 18,158 | consciência pessoal, e o dom da , como é próprio da ação 334 III,II, 0, 19,159 | outros os frutos da sua madura e de estimular, com 335 IV, 0, 1, 0,164 | linhas de uma pedagogia da , na qual se conjugam estreitamente 336 IV, 0, 1, 1,165 | considera a condição de inicial, abre-se a via dos 337 IV, 0, 1, 1,165 | atenção ao desenvolvimento da dos batizados induz a falar 338 IV, 0, 1, 1,166 | relação aos conteúdos da , às pessoas e ao contexto 339 IV, I, 0, 2,167 | por Deus à maturidade da , necessita e, portanto, 340 IV,II, 0, 6,171 | Por um lado, de fato, a participa do desenvolvimento 341 IV,II, 0, 6,171 | diversas etapas do caminho de , prestando particular atenção 342 IV,II, 1, 1,172 | 172. O discurso de com os adultos deve levar 343 IV,II, 1, 1,172 | exigências e necessidades de são múltiplas e várias. (110)~ 344 IV,II, 1, 1,172 | coerentemente a sua opção de e desejam sinceramente aprofundá-la;~– 345 IV,II, 1, 1,172 | cristã, ou se distanciaram da , tanto que podem até mesmo 346 IV,II, 1, 2,173 | amadurecimento o germe da que Deus lhes deu, (114) 347 IV,II, 1, 2,173 | profundas. Em razão disso, a do adulto deve ser continuamente 348 IV,II, 1, 2,173 | típicas do cristão adulto na , a fim de traduzi-las em 349 IV,II, 1, 3,175 | dos adultos deve propor a cristã na sua integridade, 350 IV,II, 1, 3,175 | nossa sociedade à luz da . Dessa maneira, o povo cristão 351 IV,II, 1, 3,175 | fundamentos racionais da . A reta compreensão da fé 352 IV,II, 1, 3,175 | fé. A reta compreensão da e das verdades a se crer 353 IV,II, 1, 6,177 | adolescência, aos olhos da e daprópria razão, tem como 354 IV,II, 1, 7,178 | para o futuro sucessivo da .~– Segundo uma tradição 355 IV,II, 1, 7,178 | primeira formação orgânica da da criança e a sua introdução 356 IV,II, 1, 7,178 | antropológico da vida de , tais como o senso da confiança, 357 IV,II, 1, 7,178 | sensibilização e prática da .~ 358 IV,II, 2, 1,181 | totalmente da prática da . É preciso levar seriamente 359 IV,II, 2, 2,183 | da catequese.~O serviço à percebe, antes de mais nada, 360 IV,II, 2, 3,184 | estão vivendo uma crise de às vezes grave, e outros 361 IV,II, 2, 3,184 | já fizeram uma opção de e pedem para ser ajudados.~– 362 IV,II, 2, 3,185(141) | significativos: relação entre e razão; a existência e 363 IV,II, 3, 1,186 | estas pessoas, à luz da , devem ser, ao invés, compreendidas 364 IV,II, 3, 1,186 | porque, nela, o anúncio da pode dar-se num clima de 365 IV,II, 3, 1,186 | associa, ao conteúdo da , a presença cordial do catequista 366 IV,II, 3, 1,186 | catequista e da comunidade de . Por esta razão, é desejável 367 IV,II, 3, 2,187 | aspectos de sua condição de : o ancião pode ter alcançado 368 IV,II, 3, 2,187 | que se encontra, com uma sólida e rica; nesse caso, 369 IV,II, 3, 2,187 | expectativa; outros vivem uma mais ou menos obscurecida 370 IV,II, 3, 2,187 | ancião que crê testemunha uma que irradia sempre mais, 371 IV,II, 3, 3,188 | testemunha da tradição da , mestre de vida, operador 372 IV,III, 0, 4,189 | santidade.~A educação na , que envolve antes de mais 373 IV,III, 0, 7,192 | 192. O serviço à , atualmente, tem grande 374 IV,III, 0, 7,192 | senso de solidariedade, de em Deus e de fidelidade 375 IV,III, 0, 7,192 | criar um adequado serviço à , valorizando catequistas 376 IV,IV, 0, 8,193 | religião e um incerta adesão à . Diante desta condição de 377 IV,IV, 0, 8,193 | sucedâneos pseudo-religiosos. A dessas pessoas é exposta 378 IV,IV, 0, 8,194 | elementos fundamentais da , estimula-os a um real processo 379 IV,IV, 0, 9,195 | se trata de manifestar a ; ela comporta um apurado 380 IV,IV, 0, 9,195 | tempo vulnerável, na qual a , que está na sua base, pode 381 IV,IV, 0, 10,197 | catequese evidencia a unidade de que existe entre os cristãos 382 IV,IV, 0, 10,197 | católica, no respeito pela dos demais.~ 383 IV,IV, 0, 12,200 | um límpido testemunho da , através de uma atitude 384 IV,IV, 0, 13,201 | distanciam dos conteúdos da cristã. Continua a ser necessário, 385 IV,IV, 0, 13,201 | favor dos cristãos cuja está exposta ao risco « 386 IV,IV, 0, 13,201 | à responsabilidade pela recebida, fazendo-se presente 387 IV, V, 0, 13,201(168) | Commissio Theologica sobre e inculturação (3-8 de outubro 388 IV, V, 0, 14,202 | e eminente a « regra da », ilustrada pelo Magistério 389 IV, V, 0, 14,202 | história da inculturação da e, como tal, merece ser 390 IV, V, 0, 15 | catequese para a inculturação da ~ (172)~ 391 IV, V, 0, 15,203 | visando obter uma linguagem da que seja patrimônio comum 392 IV, V, 0, 15,203 | íntegros os conteúdos da da Igreja e procurar que 393 IV, V, 0, 17,205 | intelectual do conteúdo da , mas também toca o coração 394 IV, V, 0, 17,205 | dinâmica e unificada da , preenche o abismo entre 395 IV, V, 0, 18,206 | reflete aquele sentido da , que é necessário nunca 396 IV, V, 0, 19,207 | apropriadas de inculturação da , é útil recordar a catequese 397 IV, V, 0, 19,207 | correlacionar mais incisivamente e vida. A inculturação da 398 IV, V, 0, 19,207 | vida. A inculturação da não pode deixar de ser considerada 399 IV, V, 0, 19,207 | transmissão encarnada da ; reveste-se de peculiar 400 IV, V, 0, 19,207 | acolher e no expressar a recebida.~ 401 IV, V, 0, 20,208 | 208. A inculturação da , sob certos aspectos, é 402 IV, V, 0, 20,208 | tradicionais e termos técnicos da , mas oferecer o significado 403 IV, V, 0, 25,214 | experiências-piloto de inculturação da , no âmbito de um programa 404 V, I, 0, 27,217(191) | Congregação para a Doutrina da , Carta «Communionis Notio », 405 V, I, 0, 27,218 | Desse modo, a confissão da , meta da catequese, pode 406 V, I, 0, 28,219 | catequista, como educador da , difere daquela que cabe 407 V, I, 0, 29,220 | própria educação permanente na é uma questão que cabe a 408 V, I, 0, 29,221 | catequese conduz à maturidade da não somente os catequizandos, 409 V, I, 0, 29,221 | devam dar testemunho da , somente alguns recebem 410 V, I, 0, 29,221 | delicada missão de transmitir a , no seio da comunidade. (204)~ 411 V, I, 0, 30,222 | mais nada, « arautos da », (206) que buscam arrebanhar 412 V, I, 0, 30,222 | povo a eles confiado, a a ser professada e vivida. 413 V, I, 0, 30,223 | autenticidade da confissão da e sobre a qualidade dos 414 V, I, 0, 31,224 | presbíteros como « educadores na ». (217) Esforçam-se, portanto, 415 V, I, 0, 32 | educadores dos próprios filhos à ~ (224)~ 416 V, I, 0, 32,225(224) | ou meio de crescimento na », onde se analisam as características 417 V, I, 0, 32,227 | família se torna itinerário de e escola de vida cristã. 418 V, I, 0, 32,227 | educar os seus filhos na . Isto se mostra ainda mais 419 V, I, 0, 32,227 | difícil uma livre educação na . (231) Nesses casos, a « 420 V, I, 0, 34,231 | levar outros ao « sim » da em Jesus Cristo ». (243)~ 421 V, I, 0, 35,232 | companheiro de viagem na busca da .~– Outros tipos de catequistas 422 V,II, 0, 39,236 | conserva íntegra e pura a do Esposo » (265) e, « como 423 V,II, 0, 40,237 | dotados de uma profunda , (266) de uma clara identidade 424 V,II, 0, 40,237 | verídica e significativa da , a ortodoxia e a ortopraxis, 425 V,II, 0, 42,239 | catequese alimente e nutra a do catequista, fazendo-o 426 V,II, 0, 42,239 | alimentar, em primeiro lugar, a do próprio catequista. Na 427 V,II, 0, 43,240 | ser mestre que ensina a . Uma formação bíblico-teológica 428 V,II, 0, 43,240 | partir do mistério central da , que é Jesus Cristo.~O conteúdo 429 V,II, 0, 43,241 | diferentes elementos da cristã apareçam, bem estruturados 430 V,II, 0, 43,241 | verdades ».~b) Esta síntese de deve ser tal, que ajude 431 V,II, 0, 43,241 | a amadurecer na própria e, ao mesmo tempo, o torne 432 V,II, 0, 43,241 | dinamismo de aprofundar a sua , mas também pela exigência 433 V,II, 0, 43,241 | aquilo que é conforme à ». (279)~ 434 V,II, 0, 44,242 | encaminhados a uma vida de mais pura e amadurecida ». (280)~ 435 V,II, 0, 45,243 | os olhos voltados para a na qual se deve educá-lo. (283)~ 436 V,II, 0, 45,243 | norma para a pedagogia da , prescindindo dos critérios 437 V,II, 0, 45,243 | da própria pedagogia da . São disciplinas fundamentais 438 V,II, 0, 46,244 | facilita o amadurecimento da que o catecúmeno ou o catequizando 439 V,II, 0, 46,244 | a pedagogia original da . O catequista, de fato, 440 V,II, 0, 46,244 | crescimento de uma experiência de , da qual ele não é o depositário. 441 V,II, 0, 46,244 | não é o depositário. Essa foi colocada por Deus no 442 V,II, 0, 47,247 | buscar o amadurecimento da dos próprios catequistas, 443 V,II, 0, 47,247 | comunidade cristã educa na os próprios agentes pastorais 444 V,II, 0, 47,247 | engajados. (292) Quando a dos catequistas ainda não 445 V,II, 0, 49,249 | sociocultural e a pedagogia da .~As vantagens desta formação 446 V,III, 0, 52,253 | os cristãos nascem para a , educam-se na fé e nela 447 V,III, 0, 52,253 | para a fé, educam-se na e nela vivem: a família, 448 V,III, 0, 52,253 | a educação permanente na são realizadas. (302)~ 449 V,III, 0, 52,253(301)| Congregação para a Doutrina da , CartaCommunionis notio, 450 V,III, 0, 52,254 | da própria experiência de e os incorpora no seu seio. (303)~ 451 V,III, 0, 53 | ou meio de crescimento na ~ 452 V,III, 0, 53,255 | primeiros educadores na . Juntamente com eles, sobretudo 453 V,III, 0, 54,256 | qual o adulto, convertido à , é levado até à confissão 454 V,III, 0, 54,256 | levado até à confissão da batismal, durante a vigília 455 V,III, 0, 55,257 | se nasce e se cresce na . Constitui, por isso, um 456 V,III, 0, 55,258 | maduros, já iniciados na , aos quais reservar uma 457 V,III, 0, 57,262 | formação orgânica e básica da . Deve incluir, portanto, « 458 V,IV, 1, 1,266 | diocesana acerca da educação na . Nesta análise, seria útil 459 V,IV, 1, 4,270(358) | Congregação para a Doutrina da , Carta Communionis Notio, 460 V,IV, 1, 4,271 | Congregação para a Doutrina da ; (360)~–        presta assistência 461 V,IV, 2, 1,272 | porque ela visa a unidade da , a qual, por sua vez, sustenta 462 V,IV, 2, 2,274 | dar um fundamento à sua , realizando ou completando 463 V,IV, 2, 2,274 | sólidas estruturas para a sua .~ 464 V,IV, 2, 2,275 | chega à idade adulta com uma bem fundada, não necessita 465 V,IV, 2, 2,275 | permanente amadurecimento na . Na mesma situação se encontram 466 V,IV, 2, 2,275 | à terceira idade com uma bem radicada.~Juntamente 467 V,IV, 2, 3,276 | que procura suscitar a , e a ação catequética, que 468 V,IV, 2, 4,278 | desenvolve a educação na . É sumamente importante 469 V,IV, 2, 4,278 | para uma mesma confissão de , para uma comum consciência 470 V,IV, 3, 1,279 | outras formas de educação na ; a sua qualidade interna; 471 V,IV, 3, 1,279 | com Ele; e as situações de com a diversa tipologia 472 V,IV, 3, 1,280 | transformação que abra caminho à ». (377)~Esta análise da 473 V,IV, 3, 3,283(380) | daquilo que faz parte da e da doutrina segura, e 474 V,IV, 3, 4,285(389) | Congregação para a Doutrina da , Carta Communionis Notio, 475 Conclu, 0, 3, 4,287 | favorecer o crescimento na , daqueles que creram.~As 476 Conclu, 0, 3, 4,290 | favor do crescimento da e da seqüela de Jesus Cristo 477 Conclu, 0, 3, 4,291 | catequese contemporânea, na , na esperança e na caridade. 478 Conclu, 0, 3, 4,291 | gerar filhos e filhas na e educá-los para a plenitude


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