104-amadu | amalg-const | consu-equil | equip-incul | indic-ordin | organ-relev | remet-verti | viage-zum
negrito = Texto principal
Parte, Capítulo, Thema, Parágrafo, Número cinza = comentário
1 | 104
2 | 106
3 IV,IV, 0, 10,196(155) | 61: AAS 85 (1993), pp. 1063-1064; TMA 34; João Paulo
4 IV,IV, 0, 10,196(155) | AAS 85 (1993), pp. 1063-1064; TMA 34; João Paulo II,
5 II, I, 0, 19,107(355) | CaIC 1076.~
6 II,II, 1, 3,123(429) | Cf. CaIC 189-190; 1077-1109; 1693-1695; 2564, etc.~
7 II, I, 0, 19,108(358) | é o tema chave. Cf. CaIC 1081 e 1093.~
8 I,III, 1, 9,91(291) | Evangelia, I, III, 2; PL 76, 1086.~
9 V,II, 0, 37,234(260) | Cf. DCG (1971) 108a.~
10 II, I, 0, 19,108(361) | cf. CaIC 129-130 e 1093-1094.~
11 V,II, 0, 51,251(298) | DCG (1971) 109a.~
12 V,II, 0, 50,250(297) | Cf. DCG (1971) 109b.~
13 | 10a
14 IV,IV, 0, 10,197(158) | ecumenismo, n. 190, l.c., p. 1107.~
15 II,II, 1, 3,123(429) | Cf. CaIC 189-190; 1077-1109; 1693-1695; 2564, etc.~
16 II, I, 0, 19,108(361) | 1095; cf. CaIC 1075; CaIC 1116; cf. CaIC 129-130 e 1093-
17 I,II, 1, 2,65(197) | CaIC 1122.~
18 Doc | 1993): AAS 85 (1993), pp. 1133-1228~
19 | 115
20 II, I, 0, 23,117(408) | Cf. CaIC 1145-1152.~
21 I, I, 0, 16,51(137) | Cf. SC 35; CaIC 1154.~
22 Doc | 1980): AAS 72 (1980), pp. 1177-1232~DS: H. Denzinger -
23 I, I, 0, 18,56(169) | Mt 5,48; cf. LG 11c, 40b, 42e.~
24 Doc | AAS 85 (1993), pp. 1133-1228~
25 Doc | AAS 72 (1980), pp. 1177-1232~DS: H. Denzinger - A. Schönmetzer,
26 I, I, 0, 14,48(119) | CaIC 1212; cf. CaIC 1229-1233.~
27 IV,IV, 0, 12,199(164) | 84 (1992), pp. 414-446; 1263.~
28 Doc | 1979): AAS 71 (1979), pp. 1277-1340.~DCG (1971): Sagrada
29 | 131
30 | 132
31 Doc | AAS 71 (1979), pp. 1277-1340.~DCG (1971): Sagrada Congregação
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38 I, I, 0, 17,55(148) | Cf. EN 10; AG 13b; CaIC 1430-1431.~
39 I, I, 0, 17,55(148) | EN 10; AG 13b; CaIC 1430-1431.~
40 I,III, 1, 1,79(235) | Moralia in Iob, LXIX, 12: CCL 143a, 970).~
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46 I,III, 1, 2,80(236) | CT 5; cf. CaIC 426; AG 14a. Em relação a esta finalidade
47 V, I, 0, 30,223(215) | CD 14b; CIC, cân. 780.~
48 I,II, 2, 2,71(218) | veritatis, n. 6b: l.c., 1522. Veja-se o que se encontra
49 | 154
50 V, I, 0, 31,224(220) | sacerdócio de Cristo » cf. CaIC 1546-1547.~
51 V, I, 0, 31,224(220) | de Cristo » cf. CaIC 1546-1547.~
52 | 155
53 I, I, 0, 16,51(138) | n. 6: AAS 82 (1990) p. 1552.~
54 | 156
55 | 157
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57 Expo, 0, 0, 4,18(21) | Cf. SRS 15a.~
58 Expo, 0, 0, 4,19(25) | Cf. SRS 15e; CaIC 2444; CA 57b.~
59 | 160
60 III, I, 0, 1,138(33) | 53, 122, 684, 798, 1145, 1609, 1950, 1964.~
61 | 161
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65 | 165
66 II,II, 2, 3,133(9) | Cf. EN 48; CT 54; CaIC 1674-1676); igualmente no que
67 II,II, 2, 3,133(9) | EN 48; CT 54; CaIC 1674-1676); igualmente no que concerne
68 | 168
69 II,II, 1, 3,123(429) | CaIC 189-190; 1077-1109; 1693-1695; 2564, etc.~
70 II,II, 1, 3,123(429) | 189-190; 1077-1109; 1693-1695; 2564, etc.~
71 II,II, 1, 3,123(430) | 27-49; 355-379; 456-478; 1699-1756; etc.~
72 | 170
73 II, I, 0, 15,100(325) | Cf. CaIC 1878; CaIC 1702. SRS 40 utiliza a expressão «
74 | 171
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76 | 174
77 II,II, 1, 3,123(430) | 355-379; 456-478; 1699-1756; etc.~
78 IV,II, 1, 7,178 | 178. A catequese das crianças
79 IV,II, 1, 7,179 | 179. O ingresso na escola significa,
80 | 17a
81 | 17c
82 IV,II, 2, 2,182 | 182. Se a Igreja vê os jovens
83 IV,II, 2, 3,184 | 184. Dada a amplidão da tarefa,
84 Doc | Jacques P. Migne, Parisiis 1844 ss.~PO: Conc. Ecum. Vaticano
85 Doc | Jacques P. Migne, Parisiis 1857 ss. ~PL: Patrologiae Cursus
86 Doc | Ecclesiasticorum Latinorum (Wn 1866 ss.)~CT: João Paulo II,
87 II, I, 0, 15,100(325) | Cf. CaIC 1878; CaIC 1702. SRS 40 utiliza
88 IV,IV, 0, 8,193 | 193. Muitas comunidades e indivíduos
89 IV,IV, 0, 8,194 | 194. Torna-se indispensável
90 Doc | Chrétiennes, Collection, Paris 1946 ss.~SRS: João Paulo II,
91 IV,IV, 0, 9,195 | 195. Nas comunidades cristãs
92 III, I, 0, 1,138(33) | 122, 684, 798, 1145, 1609, 1950, 1964.~
93 Doc | Series Latina (Turnholti 1953 ss.)~CIC: Codex Iuris Canonici (
94 V, I, 0, 34,231(242) | Typis Polyglottis Vaticanis 1969; OICA 224.~
95 Doc | dezembro de 1975): AAS 58 (1976), pp. 5-76~EV: João Paulo
96 Pref, 0, 0, 0,5 | assumiu esta herança em 1978 e formulou as suas primeiras
97 IV,IV, 0, 10,198 | 198. Em presença de diferentes
98 Doc | Canonici (25 de janeiro de 1983)~ChL: João Paulo II, Exortação
99 Doc | dezembro de 1988): AAS 81 (1989), pp. 393-521~COINCAT: Conselho
100 IV,IV, 0, 11,199 | 199. Uma atenção especial deve
101 Doc | setembro de 1995): AAS 88 (1996) pp. 5-82~EN: Paulo VI,
102 Expo, 0, 1, 3,29(54) | Cf. CT 19b.~
103 Expo, 0, 1, 1,25(42) | TMA 36b; cf. GS 19c.~
104 I, I, 0, 16,51(136) | DCG (1971) 19d.~
105 | 1f
106 | 1o
107 I, I, 0, 18,56(158) | Cf. 1Pd 2, 2; Heb 5; 13.~
108 Doc | encíclica Centesimus Annus (1° de maio de 1991): AAS 83 (
109 IV,IV, 0, 12,200 | 200. Os cristãos hoje, vivem,
110 IV,IV, 0, 13,201 | 201. No clima de relativismo
111 IV, V, 0, 14,202 | 202. « Da catequese, como da
112 IV, V, 0, 15,203 | 203. Formam um conjunto orgânico
113 IV, V, 0, 17,205 | 205. Em fase de avaliação, tanto
114 I, I, 0, 11,41(90) | Cf. CT 5; CaIC 520 e 2053.~
115 IV, V, 0, 19,207 | 207. Entre as formas mais apropriadas
116 IV, V, 0, 20,208 | 208. A inculturação da fé, sob
117 IV, V, 0, 21,209 | 209. Intrinsecamente ligados
118 I, I, 0, 18,56(156) | CT 20a: « Trata-se, com efeito,
119 IV, V, 0, 21,210 | 210. Um instrumento considerado
120 I,III, 1, 3,82(243) | CaIC 2113.~
121 IV, V, 0, 23,212 | 212. O processo de inculturação
122 IV, V, 0, 24,213 | 213. A inculturação compete
123 IV, V, 0, 25,214 | 214. A importância do assunto
124 V, 0, 0, 26,215 | 215. De tudo o que foi exposto
125 II, I, 0, 15,99(319) | CaIC 234; cf. CaIC 2157.~
126 V, 0, 0, 26,216 | 216. No primeiro capítulo se
127 V, I, 0, 27,217 | 217. O anúncio, a transmissão
128 V, I, 0, 27,218 | 218. O anúncio do Evangelho
129 V, I, 0, 28,219 | 219. No conjunto dos ministérios
130 V, I, 0, 29,220 | 220. A catequese é uma responsabilidade
131 V, I, 0, 29,221 | 221. A comunidade cristã não
132 V, I, 0, 30,222 | 222. O Concílio Vaticano II
133 V, I, 0, 30,223 | 223. Esta preocupação pela atividade
134 V, I, 0, 31,225 | 225. De maneira mais concreta,
135 V, I, 0, 32,226 | 226. O testemunho de vida cristã,
136 V, I, 0, 32,227 | 227. Os genitores recebem, no
137 V, I, 0, 33,229 | 229. « Há muitas Famílias religiosas,
138 II, I, 0, 23,116(400) | GS 22b.~
139 II, I, 0, 23,116(399) | CT 22c; cf. EN 29.~
140 V,II, 0, 41,238(271) | Cf. CT 22d.~
141 V, I, 0, 34,230 | 230. Também a ação catequética
142 V, I, 0, 34,231 | 231. A vocação do leigo à catequese
143 V, I, 0, 35,232 | 232. O tipo ou figura do catequista
144 V,II, 0, 36,233 | 233. Para o bom funcionamento
145 V,II, 0, 40,237 | 237. Para conceber adequadamente
146 V,II, 0, 41,238 | 238. A formação dos catequistas
147 II,II, 2, 5,136(20) | LG 23a.~
148 V, I, 0, 27,217(193) | LG 23b recolhe o testemunho de
149 V,II, 0, 43,240 | 240. Além de ser testemunha,
150 V,II, 0, 43,241 | 241. Esta formação bíblico-teológica
151 V,II, 0, 44,242 | 242. O catequista adquire o
152 V,II, 0, 45,243 | 243. Tais critérios são:~a)
153 V,II, 0, 46,244 | 244. Paralelamente às dimensões
154 II, I, 0, 17,104(348) | LC 68; cf. SRS 42; CaIC 2443-2449.~
155 Expo, 0, 0, 3,17(19) | 41; cf. ChL 42; CaIC 2444-2448; TMA 51.~
156 II, I, 0, 17,104(348) | 68; cf. SRS 42; CaIC 2443-2449.~
157 V,II, 0, 46,245 | 245. De maneira mais concreta,
158 V,II, 0, 47,246 | 246. Entre os caminhos da formação
159 V,II, 0, 47,247 | 247. Uma comunidade cristã pode
160 V,II, 0, 48,248 | 248. Freqüentar uma Escola para
161 I,III, 1, 6,86(268) | Cf. CT 24b; DCG (1971) 28.~
162 I, I, 0, 13,46(110) | EN 24d.~
163 V,II, 0, 50,250 | 250. Com a finalidade de favorecer
164 V,II, 0, 51,251 | 251. Uma formação catequética
165 V,II, 0, 51,252 | 252. Este nível de formação
166 V,III, 0, 52,253 | 253. A comunidade cristã é a
167 V,III, 0, 52,254 | 254. A comunidade cristã é a
168 V,III, 0, 53,255 | 255. Os genitores são os primeiros
169 V,III, 0, 54,256 | 256. O Catecumenato batismal
170 II,II, 1, 3,123(429) | 190; 1077-1109; 1693-1695; 2564, etc.~
171 | 25a
172 | 25b
173 V,III, 0, 56,260 | 260. Quando os alunos da escola
174 V,III, 0, 57,262 | 262. Quando a catequese se cumpre
175 V,III, 0, 58,263 | 263. As comunidades eclesiais
176 V,III, 0, 58,264 | 264. Nas comunidades eclesiais
177 V,IV, 1, 1,265 | 265. A organização da pastoral
178 V,IV, 1, 1,266 | 266. As principais tarefas do
179 V,IV, 1, 1,267 | 267. Para realizar essas tarefas,
180 V,IV, 1, 2,268 | 268. Esta colaboração é, nos
181 V,IV, 1, 3,269 | 269. « Pode-se criar, junto
182 V, I, 0, 27,217(188) | Como ensina LG 26a, as legítimas agregações
183 Expo, 0, 0, 4,18(23) | ChL 5; cf. SRS 26b; VS 31c.~
184 V,IV, 1, 4,271 | 271. « Com base nesta tarefa,
185 V,IV, 2, 1,272 | 272. A coordenação da catequese
186 V,IV, 2, 2,274 | 274. O Projeto diocesano de
187 V,IV, 2, 2,275 | 275. Estes diversos processos
188 V,IV, 2, 3,276 | 276. Definindo a catequese como
189 V,IV, 2, 3,277 | 277. A atual situação da evangelização
190 V,IV, 2, 4,278 | 278. A Pastoral da educação
191 V,IV, 3, 1,279 | 279. A Igreja particular, ao
192 Expo, 0, 1, 3,30(56) | Cf. CT 27b.~
193 V,IV, 3, 1,280 | 280. A análise da situação,
194 V,IV, 3, 2,281 | 281. Depois de ter analisado
195 V,IV, 3, 3,283 | 283. Ao lado dos instrumentos
196 V,IV, 3, 4,284 | 284. No conjunto dos instrumentos
197 II, I, 0, 15,100(325) | referindo-se a este tema. CaIC 2845 chama a comunhão da SS.
198 Conclu, 0, 3, 4,286 | 286. Na formulação das presentes
199 Conclu, 0, 3, 4,287 | 287. O Diretório Geral para
200 Conclu, 0, 3, 4,289 | 289. Portanto, que o íntimo
201 Conclu, 0, 3, 4,290 | 290. A Igreja, que tem a responsabilidade
202 Conclu, 0, 3, 4,291 | 291. À Virgem Maria, que viu
203 I,III, 1, 9,90(289) | OICA 295. O próprio « Ordo initiationis
204 Doc | AAS 59 (1967), pp. 257-299~RH: João Paulo II, Carta
205 Expo, 0, 1, 3,30(58) | Cf. CT 29b.~
206 I,III, 1, 5,85(260) | Cf. CT 29f.~
207 V, I, 0, 31,224(216) | PO 2c, 6; Cf. João Paulo II, Exortação
208 II,II, 0, 24,119(413) | Cf. FD 2d.~
209 IV, V, 0, 13,201(168) | AAS 87 (1995), pp. 288-319; Comissão Teológica Internacional,
210 Expo, 0, 0, 4,18(23) | ChL 5; cf. SRS 26b; VS 31c.~
211 Doc | AAS 71 (1979), pp. 257-324~OICA: Ordo Initiationis
212 II, I, 0, 15,100(326) | Dominica oratione 23; CCL 32A, 105.~
213 I, I, 0, 19,58(174) | RM 33c.~
214 Doc | AAS 83 (1991), pp. 249-340~SC: Conc. Ecum. Vaticano
215 I, I, 0, 20,59(178) | RM 34c. O texto fala, de forma
216 I,II, 1, 1,64(194) | illuminandorum », I, 11; PG 33, 351-352.~
217 I,II, 1, 1,64(194) | illuminandorum », I, 11; PG 33, 351-352.~
218 II,II, 1, 3,123(430) | Cf. CaIC 27-49; 355-379; 456-478; 1699-1756;
219 V, I, 0, 27,216(187) | seus similares (CIC, cân. 368). A expressão «Igreja local »
220 Expo, 0, 1, 2,28(53) | 1993), p. 838; cf. TMA 36e.~
221 II,II, 1, 3,123(430) | Cf. CaIC 27-49; 355-379; 456-478; 1699-1756; etc.~
222 I, I, 0, 19,58(173) | modernos areópagos » (RM 37c), como o são o mundo da
223 I, I, 0, 10,38(82) | haerese » III, 20, 2: SCh 211, 389-393. Veja-se, no presente
224 II, I, 0, 21,112(382) | Cf. DCG (1971) 38b.~
225 | 3b
226 | 3c
227 | 3d
228 I, I, 0, 18,56(169) | Mt 5,48; cf. LG 11c, 40b, 42e.~
229 IV,IV, 0, 12,199(164) | 1991): AAS 84 (1992), pp. 414-446; 1263.~
230 I,III, 1, 6,86(272) | 14-54: AAS 84 (1992) pp. 419-432. CaIC 839-845; Na Quarta
231 II, I, 0, 14,98(311) | DCG (1971) 41a; cf. DCG (1971) 39, 40 e
232 II, I, 0, 15,99(318) | Sessio VIII, can. 4: Dz 424. Foi recordada em CaIC 468.~
233 I, I, 0, 18,56(169) | Mt 5,48; cf. LG 11c, 40b, 42e.~
234 I,III, 1, 6,86(272) | 54: AAS 84 (1992) pp. 419-432. CaIC 839-845; Na Quarta
235 IV,IV, 0, 12,199(164) | AAS 84 (1992), pp. 414-446; 1263.~
236 III,II, 0, 20,159(81) | 1992): AAS 84 (1992), pp. 447-468; EA 71; 122-124.~
237 II, I, 0, 20,109(368) | na GS 53; cf. também ChL 44a.~
238 II, I, 0, 15,100(324) | CaIC 450.~
239 II,II, 1, 3,123(430) | Cf. CaIC 27-49; 355-379; 456-478; 1699-1756; etc.~
240 V, I, 0, 35,232(256) | CT 45a.~
241 Doc | AAS 53 (1961), pp. 401-464~MPD: Sínodo dos Bispos,
242 I, I, 0, 18,56(157) | Cf. RM 46b.~
243 Expo, 0, 0, 6,22(38) | CA 29 ad c; CA 46c.~
244 I, I, 0, 17,55(152) | Cf. RM 46d.~
245 II,II, 1, 3,123(430) | CaIC 27-49; 355-379; 456-478; 1699-1756; etc.~
246 Expo, 0, 0, 4,19(26) | ChL 37a; cf. CA 47c.~
247 V,IV, 3, 3,283(382) | CT 49b.~
248 II, I, 0, 22,115(396) | Epístola 130, c. 12: PL 33, 502); cf. CaIC 2761.~
249 Doc | 1987): AAS 80 (1988), pp. 513-586~TMA: João Paulo II,
250 II, I, 0, 23,116(401) | CaIC 521; cf. CaIC 519-521.~
251 V,III, 0, 58,263(343) | RM 51c.~
252 I, I, 0, 11,41(90) | Cf. CT 5; CaIC 520 e 2053.~
253 Doc | AAS 87 (1995), pp. 401-522~FC: João Paulo II, Exortação
254 II, I, 0, 20,109(370) | Cf. RM 52b que fala de um « longo tempo »
255 II, I, 0, 21,112(384) | e « transpor »; cf. RM 53b.~
256 II, I, 0, 21,112(385) | EN 63c; cf. CT 53c; CT 31.~
257 II, I, 0, 20,109(375) | RM 54a.~
258 II, I, 0, 15,99(318) | Ecumênico de Constantinopla (ano 553): Cf. Constantinopolitarum
259 Doc | 1986): AAS 79 (1987), pp. 554-599~LE: João Paulo II, Carta
260 I,III, 1, 6,86(273) | RM 55a.~
261 I,III, 1, 6,86(272) | Cf. RM 55b; Conselho Pontifício para
262 II,II, 2, 3,133(7) | Cf. CT 55c; MPD 7; DCG (1971) 34.~
263 I, 0, 1, 7,34(66) | paralelos; RM 12-20; CaIC 541-560.~
264 Expo, 0, 0, 5,21(30) | GS 56c.~
265 Doc | 1981): AAS 73 (1981), pp. 577-647~LG: Conc. Ecum. Vaticano
266 IV,II, 2, 2,183(136) | 1985): AAS 77 (1985), pp. 579-628.~
267 Expo, 0, 0, 4,19(25) | SRS 15e; CaIC 2444; CA 57b.~
268 Doc | AAS 80 (1988), pp. 513-586~TMA: João Paulo II, Exortação
269 V,III, 0, 58,263(341) | EN 58b.~
270 V,III, 0, 58,263(342) | RM 51; cf. EN 58f; LC 69.~
271 Doc | AAS 79 (1987), pp. 554-599~LE: João Paulo II, Carta
272 I, I, 0, 20,59(178) | a missão ad extra. Em RM 59c, no mesmo sentido, mostra-se
273 | 5a
274 | 5b
275 III, I, 0, 7,144(47) | enc. Ecclesiam Suam, l.c., 609-659.~
276 V,II, 0, 43,241(277) | ChL 60c.~
277 IV,II, 2, 2,183(136) | AAS 77 (1985), pp. 579-628.~
278 I,II, 3, 1,73(220) | João Paulo II, IV1, pág. 629-630; CD 13c; CIC cân. 761.~
279 Expo, 0, 1, 5,32(65) | Cf. GS 62e; FC 5c.~
280 I, I, 0, 16,51(139) | DCG (1971) 17; cf. GS 62g.~
281 I,II, 3, 1,73(220) | Paulo II, IV1, pág. 629-630; CD 13c; CIC cân. 761.~
282 V, I, 0, 27,217(193) | Moral, IV, 7, 12 (PL 75, 643).~
283 Doc | AAS 73 (1981), pp. 577-647~LG: Conc. Ecum. Vaticano
284 III, I, 0, 6,143(42) | 1964), III: AAS 56 (1964), 6637-659.~
285 V, I, 0, 35,232(251) | CT 66a.~
286 V, I, 0, 31,224(216) | março de 1992), n. 12: l.c., 675-677.~
287 V, I, 0, 31,224(216) | 1992), n. 12: l.c., 675-677.~
288 V,III, 0, 52,254(304) | CT 67a. Trata-se de uma expressão
289 V,III, 0, 55,257(317) | CT 67b.~
290 V,III, 0, 57,262(339) | Cf. CT 67b-c.~
291 V, I, 0, 30,222(205) | LG 25; cf. CD 12a; EN 68c.~
292 I,III, 1, 5,85(263) | PO 6d.~
293 I, I, 0, 14,49(125) | Cf. AG 6f; RM 33 e 48.~
294 V,II, 0, 51,252(299) | CT 71a.~
295 V, I, 0, 32,227(230) | CT 68; cf. EN 71b.~
296 I, I, 0, 16,51(135) | 71: AAS 84 (1992), pp. 729ss.; 778ss; 782-783.~
297 I, I, 0, 15,50(126) | ministros ordenados (cf. CIC 756-757);~– dos membros dos institutos
298 I, I, 0, 15,50(126) | consagração a Deus (cf. CIC 758);~– dos fiéis leigos, em
299 Conclu, 0, 3, 4,288(390)| Cf. EN 75a.~
300 Conclu, 0, 3, 4,288(391)| Cf. EN 75b.~
301 I,II, 3, 1,73(220) | 629-630; CD 13c; CIC cân. 761.~
302 I, I, 0, 16,51(135) | AAS 84 (1992), pp. 729ss.; 778ss; 782-783.~
303 V, I, 0, 30,223(215) | CD 14b; CIC, cân. 780.~
304 I,II, 3, 2,74(224) | João Paulo II, XIV1, pp. 780ss.~
305 I, I, 0, 16,51(135) | 1992), pp. 729ss.; 778ss; 782-783.~
306 I, I, 0, 16,51(135) | pp. 729ss.; 778ss; 782-783.~
307 V,II, 0, 48,248(295) | AG 17c; RM 73; CIC cân. 785 e GCM, 30. Para a Igreja
308 Doc | 1991): AAS 83 (1991), pp. 793-867~CD: Conc. Ecum. Vaticano
309 III, I, 0, 1,138(33) | ChL 61; CaIC 53, 122, 684, 798, 1145, 1609, 1950, 1964.~
310 I, I, 0, 12,43(94) | Cf. DV 7a.~
311 I,III, 1, 2,80(239) | LG 7b.~
312 II,II, 2, 3,133(9) | ecumênico (Cf. CT 32-34; CaIC 817-822) e ao diálogo interreligioso (
313 I,III, 1, 6,86(267) | CT 32; cf. CaIC 821; CT 32-34.~
314 II,II, 2, 3,133(9) | Cf. CT 32-34; CaIC 817-822) e ao diálogo interreligioso (
315 V, I, 0, 30,223(213) | Cf. CT 63c; CIC, cân. 823, § 1.~
316 II,II, 2, 1,130(443) | Catecismos não oficiais (CIC cân. 827, 1) e outros instrumentos
317 II, I, 0, 17,104(350) | Iustitia in mundo, III: l.c., 835-937.~
318 Doc | 1988): AAS 80 (1988), pp. 841-930~PG: Patrologiae Cursus
319 V, I, 0, 27,218(196) | Communionis Notio » 7: l.c., 842.~
320 I, I, 0, 17,53(140) | 16 e AG 7; cf. CaIC 846-848.~
321 Expo, 0, 0, 6,23(39) | 38: AAS 78 (1986), pp. 851-852, estabelece também esta
322 Expo, 0, 0, 6,23(39) | AAS 78 (1986), pp. 851-852, estabelece também esta
323 Doc | AAS 83 (1991), pp. 793-867~CD: Conc. Ecum. Vaticano
324 V,IV, 1, 4,270(359) | 1967: AAS 59 (1967), pp. 885-928.~
325 I,III, 1, 6,86(269) | Cf. LG 31b; ChL 15; CaIC 898-900.~
326 | 8a
327 | 8b
328 | 90
329 I,III, 1, 6,86(269) | LG 31b; ChL 15; CaIC 898-900.~
330 V, I, 0, 33,228(234) | CaIC 915; cf. LG 44.~
331 Doc | 1995): AAS 87 (1995), pp. 921-982~VS: João Paulo II, Carta
332 V,IV, 1, 4,270(359) | AAS 59 (1967), pp. 885-928.~
333 Doc | AAS 80 (1988), pp. 841-930~PG: Patrologiae Cursus completus,
334 IV,IV, 0, 10,196(155) | n. 18: AAS 87 (1995), p. 932.~
335 Expo, 0, 0, 3,17(18) | justiça »: AAS 63 (1971), pp. 935-937; e LC 77.~
336 II,II, 2, 4,135(12) | Igreja Católica (Prot. N. 94004378, de 20 de dezembro de 1994),
337 I,III, 1, 1,79(235) | Iob, LXIX, 12: CCL 143a, 970).~
338 Doc | AAS 87 (1995), pp. 921-982~VS: João Paulo II, Carta
339 | 99
340 II,II, 1, 6,127(435) | MPD 9c; Comissão Bíblica Pontifícia,
341 V, I, 0, 35,232(249) | CT 45; cf. RM 37 ab, par. 2.~
342 V,III, 0, 55,257 | cidades « foi profundamente abalada pelo fenômeno da urbanização ». (317)
343 V, I, 0, 33,229 | jovens, sobretudo dos mais abandonados ». (237) Esse mesmo carisma
344 IV,IV, 0, 8,193 | que nelas estão contidas, abandonem uma regular prática religiosa
345 II,II, 1, 7,129(441) | testemunho de Orígenes: « Quando abandones as trevas da idolatria e
346 I, I, 0, 17,54 | dupla dimensão: o confiante abandono em Deus e a amorosa adesão
347 II, I, 0, 18,106 | limitar: « Desde o justo Abel até o último dos eleitos,
348 I, I | Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda a sorte de bênçãos
349 IV, V, 0, 16,204 | evangélico ou, pelo menos, é aberto ao Evangelho daquilo que
350 IV, V, 0, 17,205 | unificada da fé, preenche o abismo entre aquilo que se crê
351 IV, 0, 1, 1,166 | contextos (IV Capítulo).~Aborda-se assim, em termos operativos,
352 I, I, 0, 11,41(92) | tema do cristocentrismo é abordado, com maiores particulares,
353 IV,III, 0, 6,191 | estes setores necessitam de abordagens competentes e de uma linguagem
354 II, 0, 1, 10,93 | 93. Nesta segunda parte, abordar-se-á o conteúdo da mensagem evangélica (
355 II, I, 0, 17,104(350) | sua vez, o Sínodo de 1971 abordou um tema de fundamental importância
356 V,IV, 3, 1,280 | processo de transformação que abra caminho à fé ». (377)~Esta
357 II,II, 1, 7,130 | em todas as suas fontes, abraça diferentes dimensões: uma
358 I,II, 3, 1,73 | dinâmico do Evangelho e busca « abranger realmente os outros elementos
359 IV, 0, 1, 1,165 | condição de fé inicial, abre-se a via dos catecúmenos e
360 IV | livro do profeta Isaías; abrindo-o, encontrou o lugar onde
361 II, I, 0, 19,108 | catequizandos, « ...a se abrirem a esta compreensão "espiritual"
362 Expo, 0, 1, 2,27 | renovação interior, o Concílio abriu os católicos à exigência
363 V,III, 0, 55,258(324) | movimento paralelo, que absorve os seus membros melhores: «
364 Expo, 0, 0, 5,20 | concretos e tem necessidade de absorver todos os elementos necessários
365 V,II, 0, 49,249 | tratando-se de uma formação menos absorvida pela dimensão imediata da
366 V, I, 0, 31,225(223) | Deus, não de modo geral e abstrato, mas aplicar a verdade perene
367 IV,IV, 0, 13,201 | de seitas ou cultos, com abundância de nomes e de tendências,
368 Expo, 0, 0, 1,15 | preanuncia uma colheita abundante. Jesus faz também uma advertência:
369 I, I, 0, 17,55 | sempre buscou e o encontra abundantemente. (150) A fé responde àquela «
370 Expo, 0, 0, 1,15 | próximo, e produz frutos abundantes.~Jesus, na parábola, comunica
371 I,III, 1, 2,80 | então, de ajudar aquele que acaba de ser converter a « ...
372 IV,III, 0, 4,189 | necessariamente especializada acabe por permanecer à margem
373 IV,IV, 0, 8,193 | regular prática religiosa e acabem por viver como se Deus não
374 I, I, 0, 18,56 | toda a vida. (157) Quem acede à fé é como uma criança
375 I,II, 0, 21,62 | Freqüentemente, as pessoas que acedem à catequese, necessitam,
376 III, I, 0, 6,143 | continuamente neste; (42)~– aceita o princípio da progressividade
377 IV,II, 0, 6,171 | descristianização e deve, acima de tudo, aceitar como um desafio, as tarefas
378 IV, I, 0, 4,169(103) | 44. Nesta Quarta Parte, é aceito, porque utilizado pelo Magistério
379 I,III, 1, 6,86 | religiosa e apostólica e para acender no coração de cada um a
380 V,III, 0, 56,260 | próprio, quando é possível, acentua o caráter cultural. A contribuição
381 Expo, 0, 1, 3,30 | pedagogia, após uma excessiva acentuação do valor do método e das
382 I,II, 3, 1,73 | escolar não se situa como algo acessório, mas sim no âmbito de um
383 IV,II, 0, 6,171 | descristianização e deve, acima de tudo, aceitar como um
384 I,II, 2, 1,69 | uma comunidade cristã que acolha os iniciados para sustentá-los
385 III,II, 0, 18,158 | formação de seus membros, acolhe-os como família de Deus, constituindo-se
386 IV,II, 1, 7,178 | pelo ambiente positivo e acolhedor, persuasivo pelo exemplo
387 V,III, 0, 55,257 | casa de família, fraterna e acolhedora, onde os cristãos tornam-se
388 Pref, 0, 0, 0,10 | contexto cultural, devem ser acolhidas mais como indicações e como
389 II, I, 0, 21,113 | Evangelho, sem cair em fáceis acomodações, que levariam a enfraquecer
390 I,II, 2, 1,70 | apenas a cada cristão, para acompanhá-lo no seu caminho rumo à santidade,
391 II, I, 0, 21,112 | A integridade deve ser acompanhada pela adaptação.~A catequese,
392 V,II, 0, 47,247 | de formação, sobretudo se acompanhado pela avaliação de tudo aquilo
393 I, I, 0, 10,38 | divinamente inspiradas que os acompanham e os explicam.~« Este plano
394 II, I, 0, 19,107 | expectatio) do retorno de Cristo acompanhavam sempre a exposição dos mistérios
395 Expo, 0, 1, 3,30 | bimilenar da Igreja (56) acompanhem tal referência, de modo
396 V, I, 0, 34,231 | ministério da catequese, todavia, aconselha que, na diocese, exista
397 Pref, 0, 0, 0,8(7) | significativas motivações, tenham aconselhado que esta parte precedesse
398 V, I, 0, 35,232 | moderna. (256)~– Podem ser aconselháveis outros tipos de catequistas.
399 II, I, 0, 24,118 | de método ou de pedagogia aconselhem o predispor a comunicação
400 IV,IV, 0, 8,193 | condição de complexidade, pode acontecer que diversos cristãos se
401 Pref, 0, 0, 0,13 | e seja glorificada, como aconteceu entre vós » (2 Ts 3, 1).~
402 Conclu, 0, 3, 4,289 | semente na terra: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas
403 I,II, 3, 2,74 | historicamente em seguida a Acordos com os Estados e às deliberações
404 I,II, 1, 1,63 | e diferentes entre si. E acrescenta: « A catequese é... um desses
405 Doc | dos leigos, Apostolicam Actuositatem (18 de novembro de 1965)~
406 Expo, 0, 1, 4,31 | pede uma preparação muito acurada para realizar a semeadura.~
407 II,II, 2, 4,135 | distinguir entre um Catecismo que adapta a mensagem cristã às diferentes
408 IV,II, 1, 4,176 | tradicionais devidamente adaptadas, ao longo do ano litúrgico,
409 I,III, 1, 1,79 | lhes é dado como alimento adaptado, culturalmente enriquecido
410 V,II, 0, 39,236 | toda a sua autenticidade, adaptando-o a todas as culturas, idades
411 III, I, 0, 2,139 | lições de sabedoria, (35) adaptando-Se às diversas idades e situações
412 II,II, 2, 1,131(452) | Mostram o desejo de Deus de «adaptar-Se » (synkatabasis) aos seres
413 V,III, 0, 57,261 | especificar a formação que os seus adeptos recebem de outras pessoas
414 IV,II, 1, 1,172 | embora batizados, não foram adequadamentecatequizados ou não levaram a termo o
415 I, I, 0, 12,45 | da fé, pela qual o homem adere livremente ao « Evangelho
416 I, I, 0, 17,55 | fruto da « graça prévia e adjuvante » (153) e como resposta,
417 I,III, 1, 9,90 | que lhes é respectivamente administrada, existe uma diferença fundamental.
418 I,II, 3, 2,74 | neste caso, sobretudo se administrado por um professor sinceramente
419 V,III, 0, 56,259 | os professores, a direção administrativa e auxiliar, os genitores,
420 I,III, 1, 5,85 | fracos, ou quando descobrem, admirados, a ação de Deus na sua vida.~
421 V,II, 0, 51,251 | cursos e às condições de admissão ». (298)~Além da formação
422 III, I, 0, 5,142 | da salvação, aprendendo a adorar a Deus Pai e « vivendo na
423 Expo, 0, 0, 6,22 | de nosso tempo ».(33) Ele adota formas diversas, mas aparece
424 Pref, 0, 0, 0,9 | Tal caminho e método é adotado sobretudo pelas seguintes
425 I,III, 1, 5,85 | orante e contemplativa que adotou o Mestre. Aprender a rezar
426 IV,IV, 0, 9,196 | incorporar os dados doutrinais adquiridos pela reflexão teológica
427 Expo, 0, 1, 3,29 | importância o incremento que vai adquirindo a catequese dos adultos (55)
428 Doc | apostólica Tertio Millennio Adveniente (10 de novembro de 1994):
429 I, I, 0, 10,38(82) | 122; S. Irineu de Lião, Adversus haerese » III, 20, 2: SCh
430 III, I, 0, 2,139 | geração em geração, (36) adverte com a recordação do prêmio
431 Expo, 0, 0, 1,15 | abundante. Jesus faz também uma advertência: somente no coração bem
432 IV,III, 0, 4,189 | comunidade seja constantemente advertida e envolvida. As peculiares
433 V,II, 0, 42,239 | formação alimenta, sobretudo, aespiritualidade do próprio catequista, (275)
434 Doc | Religiões não cristãs Nostra Aetate (28 de outubro de 1965)~
435 I,III, 1, 6,86 | para com aqueles que se afastaram (« vai à procura da ovelha
436 IV,II, 1, 7,179 | capacidades intelectivas, afetivas e comportamentais. Na escola,
437 Expo, 0, 0, 5,20 | humano, que integre a sua afetividade, que o unifique, dando um
438 V,II, 0, 42,239 | catequista no equilíbrio afetivo, no senso crítico, na unidade
439 V,III, 0, 54,256 | catecúmenos « com o seu afeto e os seus cuidados, como
440 I,III, 1, 9,91(294) | parágrafo se abre com a seguinte afirmação: « O catecumenato dos adultos
441 V,IV, 1, 1,266(346) | Introdutiva e o que se encontra afirmado no capítulo « Análise das
442 V,III, 0, 57,262 | mesma forma, é necessário afirmar que os movimentos e as associações,
443 IV,II, 2, 2,182 | social, o aumento numérico, o afirmar-se de um consistente período
444 V,III, 0, 54,255(308) | estrutura e fases ». Aqui se afronta o Catecumenato batismal
445 IV,II, 2, 3,185 | Uma das questões a serem afrontadas e resolvidas diz respeito
446 V, I, 0, 28,219(199) | servem » a este ministério e agem « em nome da Igreja ». As
447 V, I, 0, 30,223 | adequada e eficaz », (214) agindo com a profunda convicção
448 II, I, 0, 23,116 | com inteligência humana, agiu com vontade humana, amou
449 Expo, 0, 0, 5,21 | culturas tradicionais são agredidas por influências externas
450 V, I, 0, 27,216(187) | Igreja local » se refere à agregação de Igrejas particulares,
451 I, I, 0, 17,55 | que o espera. É como uma água pura (152) que reaviva o
452 V,II, 0, 51,252 | dar a outra melhor do que ajudá-la a crescer por si mesma como
453 III,II, 0, 14,152 | importantes experiências, ajudá-las a julgar, à luz do Evangelho,
454 V, I, 0, 32,227 | dirigida aos genitores, se deve ajudá-los a assumir a tarefa, hoje
455 IV,IV, 0, 8,194 | objeções teóricas e práticas, ajuda-os a discernir e a viver o
456 II, I, 0, 19,108 | essencial nesta catequese. Ajuda-se, assim, os catecúmenos e
457 IV,II, 2, 3,184 | opção de fé e pedem para ser ajudados.~– Não se deve também esquecer
458 V, I, 0, 31,224 | trabalho dos catequistas, ajudando-os a realizar uma função que
459 I,II, 1, 3,67 | fecundado pela Palavra de Deus. Ajudar-se-á, assim, o discípulo de Cristo,
460 V,II, 0, 47,247(293) | catequistas, mas sim os ajudas a crescer na espiritualidade
461 V, I, 0, 29,221(204) | daqueles homens e mulheres que ajudavam o apóstolo Paulo no Evangelho,
462 V,IV, 2, 2,275 | alimentos mais sólidos, que o ajudem no seu permanente amadurecimento
463 II,II, 1, 2,122(428) | Schönborn, Breve introduzione al Catechismo della Chiesa
464 Expo, 0, 0, 4,18 | corrente benéfica já se alastra e permeia todos os povos
465 V, 0, 0, 26,216 | uma série de metas a serem alcançadas gradativamente.~
466 II, I, 0, 20,109 | das pessoas e dos povos, alcançando-os « ...de maneira vital, em
467 Expo, 0, 0, 5,21 | as pessoas e os povos de alcançarem o desenvolvimento de suas
468 V,IV, 1, 3,269 | das publicações que tenham alcance nacional, dos congressos
469 V, I, 0, 31,224 | se formem adequadamente e alcancem a maturidade cristã. (218)
470 II, I, 0, 19,107 | passado, desenvolveu-se e alcançou o seu ponto mais elevado
471 IV,II, 1, 7,178 | de si, da invocação, da alegre participação... A educação
472 V, I, 0, 32,226 | dão conta, assim, e vivem alegremente a proximidade de Deus e
473 III, I, 0, 5,142 | mestres e pedagogos da fé alheia, se não se é discípulo convicto
474 V,II, 0, 36,233 | catequistas não fique isolado e alheio à vida da comunidade.~
475 IV,IV, 0, 9,195 | que raramente se observam alhures no mesmo grau: paciência,
476 III,II, 0, 19,159 | estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles » (
477 III,II, 0, 14,153 | constituem o critério que alicerça e regulamenta cada encontro
478 II, I, 0, 22,114 | que algumas verdades se alicerçam sobre outras que são mais
479 Expo, 0, 0, 5,21 | dominantes e por imitações alienantes de formas de vida importadas.
480 IV,II, 1, 6,177 | Batismo, tem o dever de alimentá-la em sua continuidade.~
481 V,II, 0, 46,244 | cultivar este dom, cultivá-lo, alimentá-lo e ajudá-lo a crescer. (286)~
482 IV,IV, 0, 8,193 | se não for continuamente alimentada e promovida.~
483 I, I, 0, 20,59 | comunidades cristãs missionárias, alimentadas por uma adequada « ação
484 I, I, 0, 18,56 | sempre pelo Espírito Santo, alimentado pelos sacramentos, pela
485 I, I, 0, 15,50 | Cristo têm necessidade de ser alimentados constantemente com a palavra
486 Expo, 0, 0, 4,19 | violados.(24) Dessa maneira, alimentam-se outras formas de pobreza,
487 I,II, 2, 1,70 | Espírito Santo, um constante alimentar-se do Corpo e Sangue do Senhor
488 V,II, 0, 42,239 | A formação, além disso, alimentará constantemente, a consciência
489 III | me inclinava para ele e o alimentava » (Os 11,3-4).~« Quando
490 V,II, 0, 42,239 | o exercício da catequese alimente e nutra a fé do catequista,
491 V,IV, 2, 2,275 | adultos, mas sim de outros alimentos mais sólidos, que o ajudem
492 I,II, 2, 1,70(213) | Missae, n. 24, Editio Typica Altera, Libreria Editrice Vaticana,
493 II,II, 2, 4,135 | transfundi-la sem a mínima alteração da sua verdade fundamental,
494 Pref, 0, 0, 0,5 | magistério constante de altíssimo valor catequético. Entre
495 Conclu, 0, 3, 4,289 | a parábola na qual Jesus alude, uma após outra, às etapas
496 I,II, 3, 1,73 | plasma a personalidade do aluno. Assim, a apresentação da
497 III, I, 0, 2,139(37) | Cf. Am 4,6; Os 7,10; Jr 2,30; Pr
498 II,II, 1, 2,122 | na vida sacramental;~– amá-Lo com todo o coração e amar
499 III, I, 0, 3,140 | do pecador, como pessoa amada e querida por Deus; o anúncio
500 I,II, 2, 1,70 | cristã enquanto tal, para que amadureça tanto na sua vida interior
501 IV,II, 2, 3,185 | passo necessário para que amadureçam as disposições mais favoráveis
502 V,II, 0, 42,239 | permanente, irá progressivamente amadurecendo.~
503 II, I, 0, 12,96 | mensagem a todos aqueles que amadureceram a decisão de seguir Jesus
504 I, I, 0, 19,58 | cristãs suficientemente amadurecidas para poderem encarnar a
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