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Congregação para o Clero
Diretório Geral para Catequese

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  • IV PARTE OS DESTINATÁRIOS DA CATEQUESE
    • II CAPÍTULO A catequese por idades
      • A catequese dos jovens
        • A importância da juventude para a sociedade e a Igreja
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A importância da juventude para a sociedade e a Igreja

 (134)

182. Se a Igreja os jovens como « esperança », também os sente hoje como « um grande desafio para o futuro da própria Igreja ». (135)

A rápida e tumultuosa transformação cultural e social, o aumento numérico, o afirmar-se de um consistente período de juventude antes de assumir as responsabilidades de adulto, a falta de empregos e, em certos países, as condições de permanente subdesenvolvimento, as pressões da sociedade de consumo..., tudo isso colabora para a definição do planeta jovem como o mundo da expectativa, e não raramente, do desencanto, do tédio e até mesmo da angústia e da marginalização. O distanciamento da Igreja ou, pelo menos, uma atitude de desconfiança em relação a ela, existe em muitos jovens como um comportamento de fundo. Nele refletem-se, freqüentemente, a carência do amparo espiritual e moral das famílias e as fraquezas da catequese recebida.

Por outro lado, em tantos jovens, é forte e impetuoso o impulso da busca de um sentido, da solidariedade, do empenho social, da própria experiência religiosa...

183. Daí derivam algumas conseqüências em vista da catequese.

O serviço à percebe, antes de mais nada, as luzes e as sombras da condição juvenil, assim com existem, concretamente, nas diversas regiões e ambientes da vida.

O coração da catequese é a explícita proposta de Cristo ao jovem do Evangelho, (136) proposta direta a todos os jovens, sob medida para os jovens, na atenta compreensão dos seus problemas. No Evangelho, de fato, eles aparecem como diretos interlocutores de Cristo, que lhes revela a « singular riqueza » e, ao mesmo tempo, os empenha num projeto de crescimento pessoal e comunitário de decisivo valor para os destinos da sociedade e da Igreja. (137)

Por isso, os jovens não devem ser considerados somente objeto de catequese, mas sim « sujeitos ativos, protagonistas da evangelização e artífices da renovação social ». (138)




134) Cf. DCG (1971) 82; EN 72; MPD 3; CT 38-39; ChL 46; TMA 58.



135) GE 2; ChL 46.



136) Mt 19, 16-22; cf. João Paulo II, Carta aos Jovens Parati semper (31 de março de 1985): AAS 77 (1985), pp. 579-628.



137) Cf. João Paulo II, Parati semper, cit. n. 3.



138) ChL 46; cf. DCG (1971) 89.






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