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Congregação para o Clero
Diretório Geral para Catequese

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  • QUINTA PARTE A CATEQUESE NA IGREJA PARTICULAR
    • CAPÍTULO II A formação para o serviço da Catequese
        • A pastoral dos catequistas na Igreja particular
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CAPÍTULO II

A formação para o serviço da Catequese

A pastoral dos catequistas na Igreja particular

233. Para o bom funcionamento do ministério catequético na Igreja particular, é fundamental poder contar, antes de mais nada, com uma adequada pastoral dos catequistas. Nesta, diversos aspectos devem ser levados em consideração. De fato, é preciso procurar:

Suscitar nas paróquias e nas comunidades cristãs, vocações para a catequese. Atualmente, considerando o fato de que as necessidades da catequese são sempre mais diferenciadas, é preciso promover a formação de diversos tipos de catequista. « Serão necessários, portanto, catequistas especializados ». (257) A propósito, será conveniente determinar os critérios de escolha.

Promover um certo número de catequistas a tempo integral, de modo que possam dedicar-se mais estável e intensamente à catequese, (258) além de promover também os catequistas a tempo parcial, que ordinariamente serão mais numerosos.

Estabelecer uma mais equilibrada distribuição de catequistas entre os setores dos destinatários que necessitam de catequese. A consciência da necessidade de uma catequese para os jovens e para os adultos, por exemplo, levará a estabelecer um maior equilíbrio em relação ao número dos catequistas que se dedicam à infância e à adolescência.

Promover animadores responsáveis pela ação catequética, que assumam responsabilidade, a nível diocesano, regional e paroquial. (259)

Organizar adequadamente a formação dos catequistas no que concerne tanto à formação de base quanto à formação permanente.

Dispensar uma atenção pessoal e espiritual aos catequistas e ao grupo de catequistas enquanto tal. Esta tarefa compete principal e fundamentalmente aos sacerdotes das respectivas comunidades cristãs.

Coordenar os catequistas com os outros agentes da pastoral nas comunidades cristãs, a fim de que a ação evangelizadora global seja coerente e o grupo dos catequistas não fique isolado e alheio à vida da comunidade.




257) GCM 5.



258) O Concílio Vaticano II distingue dois tipos de catequistas: os « catequistas com plena dedicação » e os «catequistas auxiliares » (cf. AG 17). Esta distinção é retomada pelo GCM 4, com a terminologia « catequistas a tempo integral » e « catequistas a tempo parcial ».



259) Cf. GCM 5.






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