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Critérios
vários que podem inspirar o uso das ciências humanas na
formação dos catequistas
243. Tais critérios
são:
a) O respeito pela
autonomia das ciências: « (a Igreja) afirma a legítima autonomia
da cultura humana e particularmente das ciências ». (282)
b) O discernimento
evangélico das diferentes tendências ou escolas
psicológicas, sociológicas e pedagógicas: os seus valores
e os seus limites.
c) O estudo das
ciências humanas, na formação do catequista, não
é uma finalidade em si própria. A tomada de consciência da
situação existencial, psicológica, cultural e social do
homem, se obtém com os olhos voltados para a fé na qual se deve
educá-lo. (283)
d) A teologia e as
ciências humanas, na formação dos catequistas, devem se
fecundar reciprocamente. Por conseguinte, é preciso evitar que estas
ciências se convertam na única norma para a pedagogia da
fé, prescindindo dos critérios teológicos que derivam da
própria pedagogia da fé. São disciplinas fundamentais e
necessárias, todavia, sempre a serviço de uma ação
evangelizadora que não é apenas humana. (284)
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