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| Congregação para o Clero Diretório Geral para Catequese IntraText CT - Texto |
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Critérios inspiradores da formação dos catequistas 237. Para conceber adequadamente a formação dos catequistas, é preciso considerar previamente alguns critérios inspiradores que configuram, com diferentes características, esta formação. – Trata-se, antes de mais nada, de formar catequistas para as necessidades evangelizadoras deste momento histórico, com os seus valores, com os seus desafios e os seus pontos obscuros. Para fazer frente a esta tarefa, são necessários catequistas dotados de uma profunda fé, (266) de uma clara identidade cristã e eclesial (267) e de uma profunda sensibilidade social. (268) Todo projeto formativo deve levar em consideração estes aspectos. – Na formação, ter-se-á presente também o conceito de catequese que a Igreja hoje apresenta. Trata-se de formar catequistas para que sejam capazes de transmitir não apenas um ensinamento, mas também uma formação cristã integral, desenvolvendo « tarefas de iniciação, de educação e de ensinamento ». (269) São necessários catequistas que sejam, ao mesmo tempo, mestres, educadores e testemunhas. – O momento catequético que a Igreja vive é um convite a preparar catequistas capazes de superar « tendências unilaterais divergentes » (270) e de oferecer uma catequese plena e completa. Devem saber conjugar a dimensão verídica e significativa da fé, a ortodoxia e a ortopraxis, o sentido social e eclesial. A formação deverá contribuir para a mútua fecundação destes elementos que podem entrar em tensão. – A formação dos catequistas leigos não pode ignorar o caráter próprio do leigo na Igreja e não deve ser concebida como mera síntese da formação recebida pelos religiosos e sacerdotes. Aliás, será preciso levar em consideração que a sua formação apostólica assume característica especial, a partir da índole secular e própria do laicato e da sua espiritualidade. – A pedagogia utilizada nesta formação tem, enfim, uma importância fundamental. Como critério geral, é preciso sublinhar a necessidade da coerência entre a pedagogia global da formação catequética e a pedagogia própria de um processo catequético. Seria muito difícil para o catequista improvisar, na sua ação, um estilo e uma sensibilidade, para os quais não tivesse sido iniciado durante a sua própria formação.
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266) Cf. DCG (1971) 114. 267) Cf. GCM 7. 268) Cf. GCM 13. 269) DCG (1971) 31. 270) CT 52; cf. CT 22. |
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