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- Índice - Veja também: Índice das notas Estatísticas e Gráficos (Ocorrências: 14894. Palavras: 3511)
- Histórico de um ensaio
- Prefácio do Autor para a décima edição
- Introdução
- I - Os fatos
- II - Um problema complexo
- III - Importância do problema na ordem concreta
- IV - Não há como esquivar o problema
- V - Enfrentando o problema
- VI - A solução
- 1. Quanto à primeira condição, parece-nos que a resposta deve ser negativa, à vista da força suasória que têm uma metafísica e uma moral concretizadas num regime, numa cultura, num ambiente.
- 2. Quanto à segunda condição, também nos parece que não é aceitável, tendo em vista não só a incompatibilidade total entre o comunismo e a doutrina católica, como particularmente o direito de propriedade em suas relações com o amor de Deus, a virtude da justiça e a santificação das almas.
- 3. Quanto à terceira condição, parece-nos igualmente inaceitável, pois a necessidade de tolerar um mal menor não pode levar à renúncia à destruição total dele.
- VII - Resolvendo objeções finais
- 1. Defendendo assim o direito de propriedade, a Igreja abandonaria a luta contra a miséria e a fome.
- 2. Quanto a um Estado incompletamente coletivizado não valem os argumentos contrários à coexistência da Igreja com um Estado totalmente coletivizado.
- 3. O senso da propriedade está de tal maneira arraigado nos camponeses de certas regiões da Europa, que se pode transmitir de geração em geração, como que com o leite materno, pelo simples ensino do catecismo em família. Em conseqüência, poderia a Igreja silenciar sobre o direito de propriedade durante decênios, sem prejuízo para a formação moral dos fiéis.
- 4. A coexistência da Igreja com um Estado comunista seria possível se todos os proprietários renunciassem a seus direitos.
- 5. Sendo o comunismo tão antinatural, tem uma existência necessariamente efêmera. Assim, a Igreja poderia aceitar um "modus vivendi" com ele, apenas por algum tempo, até vê-lo cair de podre, ou pelo menos se atenuar.
- 6. À primeira vista dir-se-ia que certos gestos de "distensão" do pranteado Papa João XXIII em relação à Rússia soviética, são de molde a orientar o espírito em sentido diverso das conclusões deste trabalho.
- 7. A coexistência poderia ser aceita em regime de "pia fraus", isto é, se a Igreja quiser aceitar a coexistência com algum regime comunista, poderá fazê-lo com a "arrière pensée", de fraudar quanto possível o pacto que com ele estabeleça.
- VIII - Frutos do acordo: católicos de fachada
- IX - Conclusão prática
- X - Onde está o verdadeiro perigo de uma hecatombe
Créditos
| Fonte impressa | Título original deste trabalho: "A liberdade da Igreja no Estado comunista" Editora Vera Cruz – São Paulo / Brasil - 10a. edição, agosto de 1974 | | Fonte da transcrição eletrônica | Luci sull’Est - Via Castellini, 13/7 – 00197 Roma - e-mail: luci-rm@iol.it | | Marcadores ETML | EuloTech | | Notas de edição | Para tornar mais evidente a tese de que trata a obra, o Autor julgou conveniente mudar-lhe o título, conforme sai nesta edição: "Acordo com o regime comunista: para a Igreja, esperança ou autodemolição?" -- É a única modificação feita no trabalho, cujo texto, em tudo o mais, permanece absolutamente idêntico ao das edições anteriores. Os sumários que precedem cada capítulo, bem como as fotos e respectivas legendas -- introduzidos para dar maior leveza à apresentação gráfica -- aparecem pela primeira vez nesta edição. Publicado originalmente em "CATOLICISMO" (n.° 152, de agosto de 1963 e em reedição ampliada, no n.° 161, de maio de 1964) com Imprimatur do Exmo. Revmo. Sr. D. Antonio de Castro Mayer, Bispo Diocesano de Campos 1.a edição (10.000 exemplares) -- setembro de 1963 2.a edição (4.000 exemplares) -- fevereiro de 1965 3.a edição (10.000 exemplares) -- março de 1965 4.a edição (10.000 exemplares) -- abril de 1965 5.a edição (10.000 exemplares) -- maio de 1965 6.a edição (10.000 exemplares) -- junho de 1965 7.a edição (10.000 exemplares) -- outubro de 1965 8.a edição (10.000 exemplares) -- dezembro de 1965 9.a edição (10.000 exemplares) -- maio de 1967 10.a edição (16.000 exemplares) -- agosto de 1974 Total das edições em português: 100 mil exemplares Teve também uma edição em alemão, onze em castelhano, três em francês, uma em húngaro, quatro em inglês, duas em italiano e uma em polonês, num total de 60 mil exemplares. A edição em ucraniano encontra-se no prelo. Foi outrossim transcrito integralmente em mais de trinta jornais ou revistas de onze países diferentes. |
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