Cap., Parágrafo
1 Pref | esforço e o isco constituem um mal que jamais estão dispostos
2 3 | comunismo, aceito como um mal, mas um mal menor.~Entre
3 3 | aceito como um mal, mas um mal menor.~Entre estas duas
4 4 | realmente, mais vale prevenir um mal do que remediá-lo. Mas bem
5 4 | será preciso escolher o mal menor. E o problema inevitavelmente
6 4 | regime comunistas, talvez o mal menor consista em evitar
7 4 | determinado povo, só então o mal menor será a aceitação da
8 4 | Pois a perda da Fé é um mal maior do que o perecimento
9 6 | um fato consumado e um "mal menor".~ ~
10 6, 1| século XIII, ou no erro e no mal como na Rússia ou na China
11 6, 1| assim coerente no erro e no mal já é de si um tremendo convite
12 6, 2| poderia, pois, aceitar como um mal menor o compromisso de silenciar
13 6, 2| feericamente. E isto porque o mal produzido pela carência
14 6, 3| necessidade de tolerar um mal menor não pode levar à renúncia
15 6, 3| Igreja resolve tolerar um mal menor, não quer dizer com
16 6, 3| dizer com isso que esse mal não~deva ser combatido com
17 6, 3| A fortiori" quando este mal "menor" é em si mesmo gravíssimo.~
18 6, 3| necessidade de aceitar o mal menor. E, com o pesar, deve
19 6, 3| necessária a aceitação do mal menor.~Ora, agindo assim,
20 8 | novas gerações de católicos mal preparados, tíbios, recitando
21 8 | a noção viva do tremendo mal que o laicismo é. Continuaram
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