negrito = Texto principal
Parte, Capítulo, Parágrafo cinza = comentário
1 0, 1, 7 | e expresso. Porque, se é verdade que a revelação divina se
2 0, 1, 8 | homem, os dons divinos da verdade e da graça. E a consciência
3 0, 1, 10| Igreja, daquilo que ela é na verdade, segundo o plano de Cristo,
4 0, 1, 11| Mas habituar-se a buscar a verdade, que se reflete na própria
5 0, 1, 16| comunicações admiráveis da sua verdade e da sua graça, e dá ao
6 0, 1, 18| os raios vivificantes da Verdade divina, lhe abre o céu,
7 0, 2, 21| deliberações que dele esperamos. Na verdade, ele desperta, tanto nos
8 0, 2, 25| receptivo e dócil perante a verdade e a autoridade de mestres
9 0, 2, 26| influxo para o bem. Não é verdade, porventura, que muitas
10 0, 3, 37| É certo que o tesouro de verdade e de graça, que nos veio
11 0, 3, 40| lhe oferecermos os dons de verdade e de graça de que Jesus
12 0, 3, 43| ainda que seja anúncio de verdade indiscutível e de salvação
13 0, 3, 47| A autoridade vem-lhe da verdade que expõe, da caridade que
14 0, 3, 47| entabulado, realiza-se a união da verdade e da caridade, da inteligência
15 0, 3, 48| far-nos-á descobrir elementos de verdade mesmo nas opiniões alheias,
16 0, 3 | aos irmãos na inteireza da verdade ~
17 0, 3, 50| atenuação ou diminuição da verdade. O nosso diálogo não pode
18 0, 3, 53| transcendente, ao lhes falar de verdade, justiça, liberdade, progresso,
19 0, 3, 53| Igreja Católica. Mas não é verdade, porque vemos muito bem
20 0, 3, 55| avassaladora, pelo amor supremo da verdade, pelo compromisso sacrossanto
21 0, 3, 56| regimes. Para quem ama a verdade, a discussão é sempre possível.
22 0, 3, 56| deixa de ser expressão da verdade objetiva para se por ao
23 0, 3, 66| serviço e ministério da verdade e da caridade; e entendemos
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