Parte, Capítulo, Parágrafo
1 0, Pro, 3 | governar a Igreja de Deus (cf. At 20,28).~
2 0, 1, 8 | transviar a atitude do homem (cf. Mt 26,41). Fácil é descobrir
3 0, 1, 8 | tornar-se-á depois memória (cf. Mt 26,75; Lc 24,8; Jo 14,
4 0, 1, 15| videira e nós os sarmentos? (cf. Jo l5,lss). Não se apresenta
5 0, 1, 16| próprio do povo de Deus (cf. 1Pd 2,9).~O mistério da
6 0, 1, 16| eclesiástica a inicia, a gera (cf. Gl 4,19,1Cor 4,15), a instrui,
7 0, 2, 28| que Nosso Senhor nos fala (cf. Mt 7,13ss). De nós, cristãos
8 0, 3, 41| Cristo entre os homens (cf. Br 3,38) que Deus dá a
9 0, 3, 43| naqueles a quem foi dirigido (cf. Mt 11,21), contudo deixou-os
10 0, 3, 43| força probante dos sinais (cf. Mt 12,38ss), às exigências
11 0, 3, 43| espirituais dos homens (cf. Mt 13,13ss), facilitou
12 0, 3, 44| qualquer discriminação (cf. Cl 3,11). Também o nosso
13 0, 3, 44| antes do resultado pleno (cf. Mt 13,31). Também o nosso
14 0, 3, 44| sentido do valor do tempo (cf. Ef 4,16). Deve recomeçar
15 0, 3, 47| psicológicas e morais de quem ouve (cf: Mt 7,6): se criança, se
16 0, 3, 49| preceito que Cristo nos deixou (cf. Jo 13,14-17).~
17 0, 3, 52| essencial e inebriante (cf. Jr 1,6), para sermos dignos
18 0, 3, 52| princípio prático e eficaz (cf. Rm 10,17) e dignos de fazer
19 0, 3, 52| últimos confins da terra (cf. Sl 18,5; Rm 10,18). As
20 0, 3, 58| mudanças mesmo profundas (cf. AAS 55,1963, p. 300), não
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