negrito = Texto principal
Parte, Capítulo, Parágrafo cinza = comentário
1 0, Pro, 5 | É o chamado problema do diálogo entre a Igreja e o mundo
2 0, 3 | III. O DIÁLOGO~
3 0, 3, 37| daremos o nome, hoje comum, de diálogo.~
4 0, 3 | O diálogo~
5 0, 3, 38| A Igreja deve entrar em diálogo com o mundo em que vive.
6 0, 3, 38| motivos que levam a Igreja ao diálogo, os métodos mais aconselháveis
7 0, 3, 39| convencidos como estamos que o diálogo deve caracterizar o nosso
8 0, 3, 39| tentativa apostólica que é senão diálogo? E João XXIII nosso imediato
9 0, 3 | A religião: diálogo entre Deus e o homem~
10 0, 3, 41| origem transcendente do diálogo. Está no plano de Deus.
11 0, 3, 41| homem, e a oração exprime em diálogo este enlace. A revelação,
12 0, 3, 41| podemo-la imaginar como diálogo, em que o Verbo de Deus
13 0, 3, 41| história da salvação narra este diálogo longo e variado, a partir
14 0, 3, 41| supremo que nos impõe. O diálogo torna-se pleno e confiado;
15 0, 3 | Características do diálogo da salvação~
16 0, 3, 42| e realíssima relação de diálogo, que Deus Pai nos propõe
17 0, 3, 42| promover com a humanidade.~O diálogo da salvação foi aberto espontaneamente
18 0, 3, 42| prolongarmos até aos homens esse diálogo, sem esperar que nos chamem.~
19 0, 3, 42| esperar que nos chamem.~O diálogo da salvação partiu da caridade,
20 0, 3, 42| deve despertar o nosso.~O diálogo da salvação não se proporcionou
21 0, 3, 42| Lc 5,31). Também o nosso diálogo deve ser sem limites nem
22 0, 3, 43| 43. O diálogo da salvação não obrigou
23 0, 3, 44| 44. O diálogo da salvação ficou ao alcance
24 0, 3, 44| recebê-lo sem sinceridade.~O diálogo da salvação conheceu ordinariamente
25 0, 3, 44| Mas, nem por isso, o nosso diálogo deixará para amanhã o que
26 0, 3, 45| se representa melhor pelo diálogo, embora não necessariamente
27 0, 3, 45| circunstâncias de fato: um é o diálogo com a criança, outro com
28 0, 3, 45| Conceber essa relação como diálogo é o que nos sugerem o hábito
29 0, 3, 45| e manter com dignidade o diálogo.~
30 0, 3, 46| sentimentos e convicções.~O diálogo supõe em nós, que pretendemos
31 0, 3, 47| Primeiro que tudo, a clareza. O diálogo supõe e exige compreensibilidade,
32 0, 3, 47| de coração" (Mt 11,29). O diálogo não é orgulhoso, não é pungente,
33 0, 3, 47| comando, não é imposiço. O diálogo é pacífico, evita os modos
34 0, 3, 47| nem incompreensíveis.~No diálogo, assim entabulado, realiza-se
35 0, 3, 48| 48. Descobre-se no diálogo como são diversas as vias
36 0, 3, 48| com que apresentaremos o diálogo da salvação?~São múltiplas
37 0, 3, 48| São múltiplas as formas do diálogo da salvação. Obedece a exigências
38 0, 3, 49| pais e mestres. O clima do diálogo é a amizade; melhor, o serviço.
39 0, 3, 50| diminuição da verdade. O nosso diálogo não pode ser fraqueza nos
40 0, 3, 51| guia para bem orientarmos o diálogo com os homens do nosso tempo.
41 0, 3, 51| para manter animado um diálogo benéfico.~Deixamos por isso
42 0, 3, 51| apostolado católico e do diálogo, que é o que nos interessa
43 0, 3, 52| fim aos ouvintes do nosso diálogo. Mas, também neste particular,
44 0, 3, 53| em geral desta posição de diálogo, que a Igreja católica deve
45 0, 3 | negação de Deus: obstáculo ao diálogo~
46 0, 3, 56| condições, a hipótese de diálogo torna-se bastante difícil,
47 0, 3, 57| 57. É por isto que o diálogo cessa. A Igreja do silêncio,
48 0, 3, 57| como poderia ele abrir diálogo nestas circunstâncias? Teria
49 0, 3 | O diálogo pela paz~
50 0, 3, 59| cultivar e aperfeiçoar o nosso diálogo, nas várias e mudáveis facetas
51 0, 3, 59| supremos. A abertura dum diálogo, tal como deseja ser o nosso,
52 0, 3, 60| nestes ideais comuns, o diálogo é possível do nosso lado;
53 0, 3, 61| intitula cristão. Neste campo o diálogo, que se chamou ecumênico,
54 0, 3, 61| orientação para o nosso diálogo. Estamos dispostos a prossegui-lo
55 0, 3, 62| disposições nossas germina o diálogo, que antes de se desenvolver
56 0, 3, 63| Cristãos, esperando que, no diálogo da sinceridade e do amor,
57 0, 3 | O diálogo na Igreja Católica~
58 0, 3, 64| 64. Finalmente o nosso diálogo convida os Filhos da Casa
59 0, 3, 64| Quanto prazer nos trará este diálogo doméstico, em plenitude
60 0, 3, 65| caracterizem pelo tom próprio do diálogo, entre membros de um corpo
61 0, 3, 66| obediência, expressa em forma de diálogo, entendemos, portanto, o
62 0, 3, 66| transforma facilmente o diálogo em discussão, rixa ou desavença:
63 0, 3, 67| 67. Muito desejamos que o diálogo interior, isto é, dentro
64 0, 3, 67| competente, participam no diálogo vivificador da Igreja: os
65 0, 3, 68| confortados ao observar que o diálogo no interior da Igreja, e
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