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Multiforme e contínua
atividade para manter a paz
3. Como aos
nossos últimos predecessores, também a nós parece ter sido confiada, pela
Providência de Deus, a tarefa especial de conservar e consolidar a paz,
assumindo com trabalho paciente e incansável o dificultoso empenho. Esta
responsabilidade nasce evidentemente do fato de nos ter sido confiada toda a
Igreja que, "vexilo erguido entre as Nações" (cf. Is 11,12), não
busca interesses políticos, mas deve proporcionar ao gênero humano a verdade e
a graça de Jesus Cristo, seu divino Fundador.
4. Com efeito,
desde que assumimos nosso ministério apostólico, nada omitimos para conservar a
paz no mundo, com a oração, o estímulo e a exortação. Além disso, como bem
lembrais, no ano passado, fomos de avião à América do Norte para falar do
desejado bem da paz, à distinta Assembléia das Nações Unidas, onde estavam
representadas quase todas as Nações do mundo; lá admoestamos a que não se
permita mais que sejam alguns inferiores aos outros, mas que, pelo contrário,
contribuam todos com zelo e com a ação para restabelecer a paz. Depois disso,
movidos pela solicitude apostólica, não cessamos de exortar a que se faça todo
o esforço a fim de que seja afastada dos homens uma imane calamidade.
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