Cap., Parágrafo
1 1, 2| alguém seja prudente, é necessário que se tenha corretamente
2 1, 2| fim; e por causa disso é necessário que todo homem prudente
3 2, 2| pelo acaso. De onde que é necessário que, segundo a posição anterior,
4 2, 2| virtude do acaso e, assim, é necessário que procedem a partir da
5 2, 2| dirigido. De onde que é necessário, já que as coisas naturais
6 2, 3| 3. Assim, é necessário que o mundo seja governado
7 3, 3| que o Filósofo conclui ser necessário colocar-se no universo um
8 9, B| imóveis, de onde que seria necessário que a geração a partir delas
9 9, C| sempre do mesmo modo. É necessário, todavia, que os primeiros
10 9, C| geração possa ser contínua. É necessário, por isso, que eles sejam
11 9, C| corpos celestes, e por isso é necessário reduzir todos os efeitos
12 9, D| manifestamente falso. É necessário, de fato, que tudo o que
13 9, D| movido segundo o lugar. É necessário, portanto, fazer-se a redução
14 10, A| Anima, sendo, portanto, necessário reduzir o seu ato a algum
15 10, C| visível é o objeto da vista, é necessário que aquilo que age na vontade
16 10, D| imprimir na nossa vontade. ~É necessário, porém, que a ordem dos
17 10, D| da concupiscência, não é necessário que a vontade seja perturbada;
18 11, B| imóveis, de onde que seria necessário que a geração a partir delas
19 11, C| sempre do mesmo modo. É necessário, todavia, que os primeiros
20 11, C| geração possa ser contínua. É necessário, por isso, que eles sejam
21 11, C| corpos celestes, e por isso é necessário reduzir todos os efeitos
22 11, D| manifestamente falso. É necessário, de fato, que tudo o que
23 11, D| movido segundo o lugar. É necessário, portanto, fazer-se a redução
24 12, A| Anima, sendo, portanto, necessário reduzir o seu ato a algum
25 12, C| visível é o objeto da vista, é necessário que aquilo que age na vontade
26 12, D| imprimir na nossa vontade. ~É necessário, porém, que a ordem dos
27 12, D| da concupiscência, não é necessário que a vontade seja perturbada;
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