Cap., Parágrafo
1 1, 2| com os próprios fins. Não pode existir, de fato, a reta
2 2, 2| de vezes. ~Ora, isto não pode ser, porque as coisas que
3 2, 2| maior parte, de onde que não pode ser que aconteçam em virtude
4 2, 2| inteligência ou conhecimento, não pode diretamente tender em direção
5 2, 3| outros a um fim. Pois não pode haver em Deus providência
6 3, 4| que de dois modos algo pode ser dito objeto de providência.
7 3, 4| o que é corruptível não pode ter perpetuidade senão na
8 4 | fato, de duas maneiras algo pode submeter-se à ordem da providência:
9 5 | Neles, deste modo, não pode haver defeito a não ser
10 6, A| imperfeição pois, de fato, não pode dar-se que Deus conheça
11 9, B| natural. Mas isto também não pode ser, pois de uma causa que
12 9, D| move a si mesmo e não se pode prosseguir de causa em causa
13 10, A| de Deus. Isto, porém, não pode ser, pois a vontade humana
14 10, C| celeste. Esta colocação pode ser conveniente com a opinião
15 10, D| e por isso somente Ele pode imprimir na nossa vontade. ~
16 10, D| providente, e somente Ele, pode imprimir em nossa vontade.
17 10, D| impressão do corpo celeste pode redundar no intelecto como
18 10, D| a qual também a vontade pode repelir pela virtude adquirida
19 11, B| natural. Mas isto também não pode ser, pois de uma causa que
20 11, D| move a si mesmo e não se pode prosseguir de causa em causa
21 12, A| de Deus. Isto, porém, não pode ser, pois a vontade humana
22 12, C| celeste. Esta colocação pode ser conveniente com a opinião
23 12, D| e por isso somente Ele pode imprimir na nossa vontade. ~
24 12, D| providente, e somente Ele, pode imprimir em nossa vontade.
25 12, D| impressão do corpo celeste pode redundar no intelecto como
26 12, D| a qual também a vontade pode repelir pela virtude adquirida
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