Cap., Parágrafo
1 1, 1| consideradas, a saber, o fim e aquilo que é meio para
2 1, 1| aquilo que é meio para o fim. A prudência dirige naquelas
3 1, 1| coisas que são meios para o fim; de fato, alguém é dito
4 1, 1| Ora, o conselho não é do fim, mas das coisas que são
5 1, 1| coisas que são meios para o fim, conforme está dito no III
6 1, 1| no III da Ética. ~Porém o fim dos agíveis pre-existe em
7 1, 1| conhecimento natural do fim do homem, o qual conhecimento
8 1, 1| De um segundo modo, o fim dos agíveis pré-existe em
9 1, 1| temperança, que é como que o fim próximo dos agíveis. ~De
10 1, 1| coisas que são meios para o fim, tanto quanto ao conhecimento
11 1, 2| ordenadamente em relação ao fim certas coisas que são meios
12 1, 2| meios para se alcançar um fim, ordenando-as ao fim pela
13 1, 2| um fim, ordenando-as ao fim pela prudência, se dá por
14 1, 2| são corretamente postos no fim; e por causa disso é necessário
15 1, 2| inclui-se a vontade, que é do fim, e o conhecimento do fim. ~
16 1, 2| fim, e o conhecimento do fim. ~
17 1, 3| tanto para o conhecimento do fim como das coisas que são
18 1, 3| coisas que são meios para o fim; pela ciência, de fato,
19 1, 3| coisas que são meios para o fim, na medida em que são ordenadas
20 1, 3| em que são ordenadas ao fim; e por isso a providência
21 2 | à ordenação dos meios ao fim e, portanto, quem quer que
22 2, 1| também a existência de um fim, que não é a causa senão
23 2, 2| partir da intenção de um fim. ~Aquilo, porém, que carece
24 2, 2| diretamente tender em direção a um fim, a não ser que por algum
25 2, 2| seja preestabelecido um fim e a ele seja dirigido. De
26 2, 2| as coisas naturais ao seu fim, do modo pelo qual o arqueiro
27 2, 2| que tenda a um determinado fim. Daqui procede que assim
28 2, 3| governa os atos de outros a um fim. Pois não pode haver em
29 2, 3| pois tudo o que há nEle é fim, e não meio para um fim. ~
30 2, 3| fim, e não meio para um fim. ~
31 4 | princípio das coisas e o seu fim último, é do mesmo modo
32 4 | princípio e se ordenam ao fim último. ~No provir das coisas
33 4 | ordenação das coisas ao fim, aquelas que são proximíssimas
34 4 | que são proximíssimas ao fim último indeclinavelmente
35 4 | indeclinavelmente possuem ordenação ao fim; aquelas que, porém, são
36 4 | relação ao princípio e ao fim. Os incorruptíveis, deste
37 4 | declinam da ordem para com o fim em seus atos. São assim
38 4 | existem para um determinado fim todos os intermediários
39 4 | próprios fins e meios para o fim, assim como está dito no
40 5 | respeito à ordenação ao fim, seja feita segundo a regra
41 5 | feita segundo a regra do fim. O primeiro providente,
42 5 | porém, é ele próprio como o fim da providência; possui,
43 5 | mas se ordenam a outro fim, a saber, Deus. São ordenadas,
44 10, C| opinião que ele tinha sobre o fim do homem, que Avicenna dizia
45 10, C| perfeição da vontade é o fim e o bem, que é o seu objeto
46 10, C| vontade tenha também razão de fim, porque não age segundo
47 10, D| é, e de modo imediato, o fim da vida humana. Somos, de
48 10, D| moventes. Ora, na ordem ao fim, ao qual diz respeito a
49 10, D| primeiro a razão de bem e de fim, e que usa de todas as coisas
50 10, D| instrumentos para a consecução do fim embora, em relação a algo,
51 12, C| opinião que ele tinha sobre o fim do homem, que Avicenna dizia
52 12, C| perfeição da vontade é o fim e o bem, que é o seu objeto
53 12, C| vontade tenha também razão de fim, porque não age segundo
54 12, D| é, e de modo imediato, o fim da vida humana. Somos, de
55 12, D| moventes. Ora, na ordem ao fim, ao qual diz respeito a
56 12, D| primeiro a razão de bem e de fim, e que usa de todas as coisas
57 12, D| instrumentos para a consecução do fim embora, em relação a algo,
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