Cap., Parágrafo
1 1, 2| certa maneira inclui-se a vontade, que é do fim, e o conhecimento
2 1, 3| providência inclui a ciência e a vontade; porém, situa-se essencialmente
3 1, 3| potência assim como estava a vontade. ~
4 7 | providência, não fazendo a vontade de Deus, caem sob uma outra
5 7 | sendo feito deles a divina vontade. Os bons, porém, quanto
6 8 | Deus influi, isto é, pela vontade e não pela necessidade da
7 10 | senhor dos seus atos pela vontade ou pelo livre arbítrio.
8 10 | portanto, acerca dos atos da vontade e do livre arbítrio. De
9 10 | submetidos ao império da vontade, como os atos da potência
10 10, A| porém, não pode ser, pois a vontade humana é um movente movido,
11 10, B| reduziram todos os atos da vontade aos corpos celestes, colocando
12 10, B| ações do intelecto e da vontade, consideradas em si mesmas,
13 10, C| de tal modo que toda a vontade que há em nós é causada
14 10, C| há em nós é causada pela vontade da alma celeste. Esta colocação
15 10, C| celeste. Como a perfeição da vontade é o fim e o bem, que é o
16 10, C| necessário que aquilo que age na vontade tenha também razão de fim,
17 10, D| Ele pode imprimir na nossa vontade. ~É necessário, porém, que
18 10, D| se encontra primeiro é a vontade, à qual pertence por primeiro
19 10, D| tenha precedência sobre a vontade. Mais próximo à vontade
20 10, D| vontade. Mais próximo à vontade está o intelecto, e mais
21 10, D| pode imprimir em nossa vontade. O anjo, porém, que a Ele
22 10, D| acidente e, posteriormente, na vontade. Semelhantemente, a impressão
23 10, D| impressão do anjo redunda na vontade por acidente. ~Todavia,
24 10, D| disposição do intelecto e da vontade para com as potências sensitivas.
25 10, D| é naturalmente motivo da vontade, mas inversamente, pois
26 10, D| não é necessário que a vontade seja perturbada; ao contrário,
27 10, D| inclinação, a qual também a vontade pode repelir pela virtude
28 12 | senhor dos seus atos pela vontade ou pelo livre arbítrio.
29 12 | portanto, acerca dos atos da vontade e do livre arbítrio. De
30 12 | submetidos ao império da vontade, como os atos da potência
31 12, A| porém, não pode ser, pois a vontade humana é um movente movido,
32 12, B| reduziram todos os atos da vontade aos corpos celestes, colocando
33 12, B| ações do intelecto e da vontade, consideradas em si mesmas,
34 12, C| de tal modo que toda a vontade que há em nós é causada
35 12, C| há em nós é causada pela vontade da alma celeste. Esta colocação
36 12, C| celeste. Como a perfeição da vontade é o fim e o bem, que é o
37 12, C| necessário que aquilo que age na vontade tenha também razão de fim,
38 12, D| Ele pode imprimir na nossa vontade. ~É necessário, porém, que
39 12, D| se encontra primeiro é a vontade, à qual pertence por primeiro
40 12, D| tenha precedência sobre a vontade. Mais próximo à vontade
41 12, D| vontade. Mais próximo à vontade está o intelecto, e mais
42 12, D| pode imprimir em nossa vontade. O anjo, porém, que a Ele
43 12, D| acidente e, posteriormente, na vontade. Semelhantemente, a impressão
44 12, D| impressão do anjo redunda na vontade por acidente. ~Todavia,
45 12, D| disposição do intelecto e da vontade para com as potências sensitivas.
46 12, D| é naturalmente motivo da vontade, mas inversamente, pois
47 12, D| não é necessário que a vontade seja perturbada; ao contrário,
48 12, D| inclinação, a qual também a vontade pode repelir pela virtude
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