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Alfabética    [«  »]
vista 4
vivem 1
viver 1
vontade 48
xii 2
xvi 2
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Freqüência    [«  »]
50 isto
49 mas
48 um
48 vontade
45 atos
45 deus
43 ordem
Santo Tomás de Aquino
Providência Divina

IntraText - Concordâncias

vontade

   Cap.,  Parágrafo
1 1, 2| certa maneira inclui-se a vontade, que é do fim, e o conhecimento 2 1, 3| providência inclui a ciência e a vontade; porém, situa-se essencialmente 3 1, 3| potência assim como estava a vontade. ~ 4 7 | providência, não fazendo a vontade de Deus, caem sob uma outra 5 7 | sendo feito deles a divina vontade. Os bons, porém, quanto 6 8 | Deus influi, isto é, pela vontade e não pela necessidade da 7 10 | senhor dos seus atos pela vontade ou pelo livre arbítrio. 8 10 | portanto, acerca dos atos da vontade e do livre arbítrio. De 9 10 | submetidos ao império da vontade, como os atos da potência 10 10, A| porém, não pode ser, pois a vontade humana é um movente movido, 11 10, B| reduziram todos os atos da vontade aos corpos celestes, colocando 12 10, B| ações do intelecto e da vontade, consideradas em si mesmas, 13 10, C| de tal modo que toda a vontade que há em nós é causada 14 10, C| há em nós é causada pela vontade da alma celeste. Esta colocação 15 10, C| celeste. Como a perfeição da vontade é o fim e o bem, que é o 16 10, C| necessário que aquilo que age na vontade tenha também razão de fim, 17 10, D| Ele pode imprimir na nossa vontade. ~É necessário, porém, que 18 10, D| se encontra primeiro é a vontade, à qual pertence por primeiro 19 10, D| tenha precedência sobre a vontade. Mais próximo à vontade 20 10, D| vontade. Mais próximo à vontade está o intelecto, e mais 21 10, D| pode imprimir em nossa vontade. O anjo, porém, que a Ele 22 10, D| acidente e, posteriormente, na vontade. Semelhantemente, a impressão 23 10, D| impressão do anjo redunda na vontade por acidente. ~Todavia, 24 10, D| disposição do intelecto e da vontade para com as potências sensitivas. 25 10, D| é naturalmente motivo da vontade, mas inversamente, pois 26 10, D| não é necessário que a vontade seja perturbada; ao contrário, 27 10, D| inclinação, a qual também a vontade pode repelir pela virtude 28 12 | senhor dos seus atos pela vontade ou pelo livre arbítrio. 29 12 | portanto, acerca dos atos da vontade e do livre arbítrio. De 30 12 | submetidos ao império da vontade, como os atos da potência 31 12, A| porém, não pode ser, pois a vontade humana é um movente movido, 32 12, B| reduziram todos os atos da vontade aos corpos celestes, colocando 33 12, B| ações do intelecto e da vontade, consideradas em si mesmas, 34 12, C| de tal modo que toda a vontade que há em nós é causada 35 12, C| há em nós é causada pela vontade da alma celeste. Esta colocação 36 12, C| celeste. Como a perfeição da vontade é o fim e o bem, que é o 37 12, C| necessário que aquilo que age na vontade tenha também razão de fim, 38 12, D| Ele pode imprimir na nossa vontade. ~É necessário, porém, que 39 12, D| se encontra primeiro é a vontade, à qual pertence por primeiro 40 12, D| tenha precedência sobre a vontade. Mais próximo à vontade 41 12, D| vontade. Mais próximo à vontade está o intelecto, e mais 42 12, D| pode imprimir em nossa vontade. O anjo, porém, que a Ele 43 12, D| acidente e, posteriormente, na vontade. Semelhantemente, a impressão 44 12, D| impressão do anjo redunda na vontade por acidente. ~Todavia, 45 12, D| disposição do intelecto e da vontade para com as potências sensitivas. 46 12, D| é naturalmente motivo da vontade, mas inversamente, pois 47 12, D| não é necessário que a vontade seja perturbada; ao contrário, 48 12, D| inclinação, a qual também a vontade pode repelir pela virtude


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