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Santo Tomás de Aquino
Providência Divina

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)


                                                 negrito = Texto principal
    Cap.,  Parágrafo                             cinza = comentário
1 | 103 2 | 12 3 | 13 4 | 14 5 | 147 6 | 18 7 | 21 8 | 22 9 | 28 10 | 48 11 | 5 12 | 6 13 2, 2| modo, isto é, por acaso, acabaram se reunindo as diversas 14 7 | eles de modo diverso se acham ao proverem, de modos também 15 7 | humana, de modo que nada lhes aconteça que não se lhes converta 16 2, 2| onde que não pode ser que aconteçam em virtude do acaso e, assim, 17 6, B| tal maneira que não possa acontecer nenhum mal que eles padeçam 18 3, 4| perpétuo da espécie. ~E de acordo com isto pode-se salvar 19 8 | corporais não são apenas administrados pela providência dos anjos, 20 8 | criaturas corporais são admnistradas por meio dos anjos apenas 21 1, 1| pelas quais o homem se afeiçoa à vida segundo a justiça, 22 1, 1| pré-existe em nós quanto aos afeto, e segundo este outro modo 23 1, 2| virtudes morais, pelas quais os afetos são corretamente postos 24 2, 2| pelo acaso que, por uma afinidade que haveria entre os diversos 25 2, 2| de tal maneira que seja ajudado. Por exemplo, o calor, pela 26 1, 2| coisas que são meios para se alcançá-lo. Ora, esta ação de dispor 27 1, 2| coisas que são meios para se alcançar um fim, ordenando-as ao 28 6, A| que aos jumentos o seu alimento~e aos filhos dos corvos 29 7 | os bons de um modo mais alto do que os maus. Os maus, 30 2, 2| como o ato de atingir o alvo, que é realizado pela flexa, 31 7 | para o bem daqueles~que amam a Deus". ~ ~ ~Rom. 8, 28 ~ 32 8 | DIVINA MEDIANTE A CRIATURA ANGÉLICA. ~~~~ ~Respondo dizendo 33 2, 2| necessário que, segundo a posição anterior, todas as conveniências 34 3, 4| provistas para a utilidade das anteriores, como os vasos, os animais, 35 5 | assim como já foi dito anteriormente, tanto mais nobremente algo 36 2, 1| 1. Dos que negaram na antigüidade a causa final houve duas 37 2, 1| posições. ~Alguns filósofos antiqüíssimos somente colocaram a existência 38 1, 2| assim como manifestamente aparece nas coisas artificiais. 39 1, 1| fora do agente, sendo atos aperfeiçoantes do mesmo, assim como viver 40 | após 41 5 | portanto, tais criaturas podem apresentar defeitos em seus atos, e 42 4 | existe a providência de aprovação, enquanto que a respeito 43 5 | espirituais as que mais se aproximam do primeiro princípio, de 44 | aquela 45 6, B| deve pena ou prêmio senão àquele que tem livre arbítrio. ~ 46 3, 1| provisor mais atenção àquilo que convém à comunidade, 47 5 | ordena à geração daquele ar. ~E por isto, para designar 48 2, 2| fim, do modo pelo qual o arqueiro à flexa um certo movimento, 49 1, 2| manifestamente aparece nas coisas artificiais. Portanto, para que alguém 50 6, C| de outro, como a morte do asno que se ordena para o bem 51 2, 3| qual Deus governa o mundo assemelha-se à providência econômica, 52 5 | que são ditas terem sido assinaladas pela sua imagem; e por isso 53 2, 2| natureza, não poderíamos assinalar a causa pela qual as coisas 54 3, 1| qualquer provisor mais atenção àquilo que convém à comunidade, 55 2, 2| que assim como o ato de atingir o alvo, que é realizado 56 2, 2| ser obra da flexa como do atirador, assim também toda obra 57 6, A| semelhantes. Mas este erro atribui a Deus uma máxima imperfeição 58 1 | Artigo 1 A QUAIS DOS ATRIBUTOS DIVINOS DEVE-SE REDUZIR 59 6, C| principalmente à sua pena ou ao aumento do seu mérito, que cresce 60 4 | justamente pelo defeito ou ausência de alguma coisa. E assim 61 7 | Deus, a eles são oferecidos bens ou males. E na medida em 62 6, C| que acontece para o animal bruto não tem ordenação para o 63 6, A| os leõezinhos rugem em busca da presa,~e pedem a Deus 64 | cada 65 1, 1| externa, assim como uma cadeira e uma casa, e a reta razão 66 4 | sai, porém, da reta ordem, cai sob a providência apenas 67 6, A| quando diz o salmista: ~"Cantai ao Senhor na confissão,~ 68 2, 2| fim. ~Aquilo, porém, que carece de inteligência ou conhecimento, 69 2, 2| já que as coisas naturais carecem de conhecimento, que preexista 70 1, 1| mesmo, assim como viver castamente, comportar-se pacientemente 71 2, 2| encontradas nas coisas sejam casuais, isto é, por acaso; o que 72 8 | movimento dos quais são causados os movimentos dos corpos 73 2, 2| não são suficientes para causar a bondade neste efeito, 74 8 | que sejam e não para que causem a outras. Vem daqui que 75 3, 2| e passeia pelos pólos do Céu". ~ ~ ~ 22, 14 ~Colocaram 76 2, 1| imposta pelas causas assim chamadas precedentes, isto é, da 77 6, A| salmodiai ao nosso Deus na cítara,~que aos jumentos o seu 78 3, 2| segundo a qual cada coisa é colocada otimamente em sua ordem, 79 4 | de providência tendo sido colocados pelo Damasceno no II De 80 3, 3| Filósofo conclui ser necessário colocar-se no universo um único dominado, 81 2, 2| modo, de onde que, se não colocássemos uma outra causa além do 82 2 | providência, conforme diz o Comentador no II da Física. ~ 83 7 | honra,~não compreendeu;~foi comparado aos ignorantes jumentos,~ 84 1, 1| parte da prudência como que completiva. De fato, as outras duas 85 1, 1| assim como viver castamente, comportar-se pacientemente e outros tais, 86 7 | homem, estando em honra,~não compreendeu;~foi comparado aos ignorantes 87 5 | quais a providência foi comunicada, não são fins de sua providência, 88 8 | Agostinho. Quiz Deus, de fato, comunicar a outros a perfeição da 89 8 | divina bondade que ambas comunicasse à criatura, isto é, que 90 3, 1| atenção àquilo que convém à comunidade, se governa sabiamente, 91 4 | existe a providência de concessão, estes dois modos de providência 92 3, 3| De onde que o Filósofo conclui ser necessário colocar-se 93 8 | somente a divina bondade lhes confere que influam sobre as outras, 94 6, A| salmista: ~"Cantai ao Senhor na confissão,~salmodiai ao nosso Deus 95 8 | qual é causa das coisas. Congruía, portanto, à divina bondade 96 6, A| não pode dar-se que Deus conheça os atos singulares dos animais 97 1 | intelecto, não as podemos conhecer senão a partir das coisas 98 4 | pois não julgavam que Deus conhecesse os seres em sua singularidade. 99 1, 1| prudente na medida em que é bom conselheiro, conforme é dito no VI da 100 2 | necessariamente negará por conseqüência a providência, conforme 101 3, 4| são provistos senão para a conservação do ser perpétuo da espécie. ~ 102 2, 2| animais pudessem ter-se conservado, e que este processo teria 103 8 | perfeição. Uma segundo si mesma, contendo em si supereminentemente 104 2, 2| as coisas se fazem bem e convenientemente. ~Ora, tudo o que não tem 105 7 | aconteça que não se lhes converta em bem, e que tudo o que 106 7 | Romanos: ~"Todas as coisas cooperam ~para o bem daqueles~que 107 6, A| alimento~e aos filhos dos corvos que o invocam"; ~ ~ ~Salmo 108 6, C| aumento do seu mérito, que cresce pela paciência. ~ 109 8 | pela divina bondade a coisa criada não somente fosse e fosse 110 8 | também teriam sido por ele criados, o que é alheio à . ~De 111 3, 2| está escondido,~e não tem cuidado das nossas coisas,~e passeia 112 | cujas 113 5 | defeitos tenham razão de culpa, o que não era o caso dos 114 4 | movimentos nunca se desviam do curso natural. Nos corpos corruptíveis, 115 5 | homem possui uma ordenação dada por Deus para o bem do homem 116 1, 3| providência como um dirigente, daí que na providência não esteja 117 4 | tendo sido colocados pelo Damasceno no II De Fide Ortodoxa. ~ 118 | daquela 119 6, A| pois, de fato, não pode dar-se que Deus conheça os atos 120 4 | alguma vez houvesse alguma deficiência, esta se ordenaria a tal 121 4 | coisas inferiores os atos deficientes da reta ordem estão inteiramente 122 | dela 123 4 | motivo, tudo o que está dentro da reta ordem da providência 124 6, A| bondade. Este erro, portanto, derroga a ciência divina, subtraindo-lhe 125 5 | daquele ar. ~E por isto, para designar este modo especial de providência, 126 | destes 127 4 | cujos movimentos nunca se desviam do curso natural. Nos corpos 128 1, 1| nestes agíveis duas coisas devem ser consideradas, a saber, 129 4 | espécie tal ou qual ação deveria seguir-se. E que se alguma 130 8 | os anjos. Nós, todavia, diferimos dos filósofos por alguns 131 6, A| sendo Deus sumamente bom, difundindo por isto em tudo a sua bondade. 132 8 | É assim que o Sol, pela difusão de seus raios, não somente 133 8 | criaturas corporais mais dignas. Pelas criaturas corporais, 134 7 | uma ordem condizente com a dignidade humana, de modo que nada 135 2, 2| ou conhecimento, não pode diretamente tender em direção a um fim, 136 1, 1| para o fim. A prudência dirige naquelas coisas que são 137 1, 3| ato da providência como um dirigente, daí que na providência 138 2, 2| preestabelecido um fim e a ele seja dirigido. De onde que é necessário, 139 1, 1| ambas estas coisas somos dirigidos pela prudência. ~ 140 6, C| dos outros, assim como já dissemos das demais criaturas corruptíveis. ~ 141 2, 2| propriedade de dissolver; a dissolução, porém, não é conveniente 142 2, 2| si, tem a propriedade de dissolver; a dissolução, porém, não 143 4 | coisas, porém, que dele distam, possuem um ser corruptível, 144 2, 2| acabaram se reunindo as diversas partes dos animais de tal 145 7 | medida em que eles de modo diverso se acham ao proverem, de 146 1 | 1 A QUAIS DOS ATRIBUTOS DIVINOS DEVE-SE REDUZIR A PROVIDÊNCIA 147 4 | particular. ~Nós, porém, dizemos que Deus conhece perfeitamente 148 6, C| C. Deve-se dizer, por isso, que os animais 149 8 | fosse boa, mas que também doasse a outros ser e bondade. 150 3, 3| colocar-se no universo um único dominado, e não diversos. ~ 151 2, 3| assemelha-se à providência econômica, pela qual alguém governa 152 5 | substâncias espirituais podem eleger os seus atos, e não as demais 153 1, 1| ao apetite o somos pela eleição, e em ambas estas coisas 154 2, 2| por acaso; o que também Empédocles colocou, dizendo ter acontecido 155 1 | causa da imbecilidade ou enfermidade do nosso intelecto, não 156 4 | assim como a corrupção de um ente se ordena à geração de outro. 157 3, 4| fato, isto é verdade se for entendido da providência pela qual 158 | entretanto 159 7 | segundo o que está escrito na Epístola aos Romanos: ~"Todas as 160 | era 161 6 | este respeito, houve dois êrros. ~ 162 3, 2| que Deus ~"nas nuvens está escondido,~e não tem cuidado das nossas 163 6, A| encontradas nas Sagradas Escrituras que parecem indicar a providência 164 5 | para designar este modo especial de providência, pela qual 165 1, 3| conhecimento; não, entretanto, no especulativo, mas no prático. ~Já a potência 166 1, 1| dos operáveis quanto dos especuláveis, conforme diz o Filósofo 167 5 | a alma, é uma criatura espiritual, da qual vem a raiz dos 168 1, 3| incluída a potência assim como estava a vontade. ~ 169 4 | espécies das coisas naturais, estendendo-a às coisas singulares apenas 170 5 | providência quanto mais próximo estiver do primeiro princípio. ~ 171 1 | é dita em Deus, deve-se examinar como a Providência existe 172 1, 3| prático. ~Já a potência é executiva da providência, de onde 173 2, 2| maneira que seja ajudado. Por exemplo, o calor, pela sua razão, 174 3, 3| corruptíveis e incorruptíveis, existam em uma única ordem de providência 175 3, 2| as coisas corruptíveis existirem e agirem inteiramente sem 176 1, 1| agente em direção à matéria externa, assim como uma cadeira 177 3, 3| exterior, o qual existe de modo externo ao universo. De onde que 178 8 | por sua vez possuem o modo extremo de participação da divina 179 7 | próprios são providentes. ~Falhado, pois, ao proverem, ou observando 180 7 | observando a retidão ao fazê-lo, por isto são ditos bons 181 2, 2| causa pela qual as coisas se fazem bem e convenientemente. ~ 182 7 | ordem da providência, não fazendo a vontade de Deus, caem 183 7 | sob uma outra ordem, sendo feito deles a divina vontade. 184 6, A| Formaste as trevas e se fêz a noite,~nela vagueiam todos 185 1, 3| 3. Do que foi dito fica evidente como a providência 186 4 | pelo Damasceno no II De Fide Ortodoxa. ~Deve-se saber, 187 5 | providência terá uma retidão mais firme. Como, portanto, tais criaturas 188 2 | diz o Comentador no II da Física. ~ 189 5 | assim como a corrupção deste fogo se ordena à geração daquele 190 3, 4| fato, isto é verdade se for entendido da providência 191 6, A| Salmo 147, 9 ~e também: ~"Formaste as trevas e se fêz a noite,~ 192 1, 1| vida segundo a justiça, a fortaleza ou a temperança, que é como 193 4 | animais da casa, cujas ações freqüentemente saem da ordem do governante 194 4 | conforme está escrito no II De Generatione; de onde que, na ordenação 195 4 | qual na natureza o homem gera outro homem perfeito, o 196 4 | pelo qual às vezes são gerados monstros na natureza, embora 197 4 | potência do homem que irá gerar; mas no ato deficiente, 198 8 | TODA CRIATURA CORPORAL É GOVERNADA PELA PROVIDÊNCIA DIVINA 199 3, 1| pela qual as coisas são governadas, é semelhante, conforme 200 4 | freqüentemente saem da ordem do governante da casa. E é também por 201 3, 2| inteiramente sem alguém que as governe, ou serem guiadas por um 202 3, 1| o reino, em ambos estes governos partilhando que o bem comum 203 2, 2| processo teria acontecido uma grande quantidade de vezes. ~Ora, 204 8 | alma humana possui o último grau, e a sua luz é obnubilada 205 3, 2| que as governe, ou serem guiadas por um princípio contrário. ~ 206 | havia 207 8 | agente sempre seja mais honorável do que o paciente, conforme 208 7 | salmista: ~"O homem, estando em honra,~não compreendeu;~foi comparado 209 8 | poucas coisas, às coisas humanas e às coisas que podem vir 210 5 | o pecado, se torne mais humilde, ou pelo menos para o bem 211 7 | compreendeu;~foi comparado aos ignorantes jumentos,~e tornou-se semelhante 212 8 | seus raios, não somente ilumina os corpos, mas também torna-os 213 8 | corpos, mas também torna-os iluminantes, observada a ordem segundo 214 5 | sido assinaladas pela sua imagem; e por isso obtiveram da 215 1 | inteligimos de Deus, por causa da imbecilidade ou enfermidade do nosso 216 5 | homem possui ordenação à imortalidade. ~E por isto os atos humanos 217 6, A| atribui a Deus uma máxima imperfeição pois, de fato, não pode 218 2, 3| providência daquele intelecto que impôs à natureza a ordem referida. 219 5 | si unida, de onde que é impossível que por parte dele próprio 220 2, 1| procedia da necessidade imposta pelas causas assim chamadas 221 1, 3| e por isso a providência inclui a ciência e a vontade; porém, 222 1, 2| prudência de uma certa maneira inclui-se a vontade, que é do fim, 223 1, 3| na providência não esteja incluída a potência assim como estava 224 3, 2| Deus, mas somente o que é incorruptível; na pessoa dos quais está 225 4 | proximíssimas ao fim último indeclinavelmente possuem ordenação ao fim; 226 6, A| Sagradas Escrituras que parecem indicar a providência de Deus acerca 227 8 | bondade lhes confere que influam sobre as outras, mas também 228 8 | universo, por conseguinte, por influência da bondade divina as criaturas 229 8 | semelhança de Deus, são, vivem e inteligem. A estas não somente a divina 230 1 | dizendo que as coisas que inteligimos de Deus, por causa da imbecilidade 231 6, A| filhos dos corvos que o invocam"; ~ ~ ~Salmo 147, 9 ~e também: ~" 232 4 | a potência do homem que irá gerar; mas no ato deficiente, 233 4 | natureza comum, pois não julgavam que Deus conhecesse os seres 234 1 | partir das coisas que existem junto a nós. E por isto, para 235 4 | deficiente pois ele acontece justamente pelo defeito ou ausência 236 6, A| os animais da selva;~os leõezinhos rugem em busca da presa,~ 237 8 | providência por este motivo se limita a poucas coisas, às coisas 238 4 | assemelham-se às pessoas livres em uma casa, os quais sempre 239 3, 1| escrito no princípio dos livros de Ética. De onde que qualquer 240 6, C| para o bem do leão ou do lobo. Mas a morte do homem que 241 6, B| próprios. Mas isto também está longe da razão, pois não se deve 242 4 | diz que além da órbita da Lua não existe o mal, mas somente 243 7 | eles são oferecidos bens ou males. E na medida em que eles 244 4 | providência. De fato, de duas maneiras algo pode submeter-se à 245 7 | coisas que neles são boas ou más não se ordenem para o bem 246 6, A| erro atribui a Deus uma máxima imperfeição pois, de fato, 247 8 | criaturas superiores são maximamente próximas a Deus as criaturas 248 3, 2| algumas que poderiam ser melhores se consideradas em si mesmo, 249 1, 1| duas partes, a saber, a memória e a inteligência, não são 250 4 | e por isso colocamos a mencionada ordem da providência nos 251 2, 2| ocorrem pelo acaso ocorrem em menor parte, enquanto que vemos 252 | menos 253 6, C| pena ou ao aumento do seu mérito, que cresce pela paciência. ~ 254 4 | qual às vezes são gerados monstros na natureza, embora seja 255 6, C| Mas a morte do homem que é morto pelo leão não se ordena 256 | muitas 257 | naquelas 258 2, 1| material de onde que, não negando a existência de uma causa 259 2 | causa final, necessariamente negará por conseqüência a providência, 260 2, 1| 1. Dos que negaram na antigüidade a causa final 261 2 | portanto, quem quer que negue a causa final, necessariamente 262 | nela 263 | neste 264 | nestes 265 5 | anteriormente, tanto mais nobremente algo é colocado sob a ordem 266 6, A| Formaste as trevas e se fêz a noite,~nela vagueiam todos os 267 | nossas 268 3, 2| livro de , que Deus ~"nas nuvens está escondido,~e não tem 269 8 | último grau, e a sua luz é obnubilada em relação à luz que há 270 2, 2| e utilidades ocorrem nas obras da natureza ou sempre ou 271 7 | divina providência neles observa uma ordem condizente com 272 8 | também torna-os iluminantes, observada a ordem segundo a qual o 273 7 | Falhado, pois, ao proverem, ou observando a retidão ao fazê-lo, por 274 5 | pela sua imagem; e por isso obtiveram da divina providência que 275 7 | provistos por Deus, a eles são oferecidos bens ou males. E na medida 276 4 | uma casa, os quais sempre operam para o bem da casa, mas 277 4 | Avicenna diz que além da órbita da Lua não existe o mal, 278 1, 2| pertence à prudência dispor ordenadamente em relação ao fim certas 279 5 | defeitos que neles ocorrem ordenam-se à pena ou ao prêmio na medida 280 1, 2| para se alcançar um fim, ordenando-as ao fim pela prudência, se 281 7 | a divina providência os ordenará segundo a ordem que compete 282 4 | alguma deficiência, esta se ordenaria a tal ou qual utilidade, 283 7 | neles são boas ou más não se ordenem para o bem deles próprios, 284 5 | retidão de sua providência. Origina-se daqui que, em sua providência, 285 4 | Damasceno no II De Fide Ortodoxa. ~Deve-se saber, todavia, 286 3, 2| qual cada coisa é colocada otimamente em sua ordem, disseram que 287 6, C| mérito, que cresce pela paciência. ~ 288 8 | mais honorável do que o paciente, conforme diz S. Agostinho 289 1, 1| castamente, comportar-se pacientemente e outros tais, e destas 290 6, B| acontecer nenhum mal que eles padeçam que não seja ordenado ao 291 3, 1| providência pela qual o pai de família governa a casa, 292 6, A| Sagradas Escrituras que parecem indicar a providência de 293 8 | possuem o modo extremo de participação da divina bondade, dela 294 8 | da divina bondade, dela participando somente para que sejam e 295 4 | medida em que estas coisas participavam na natureza comum, pois 296 3, 1| em ambos estes governos partilhando que o bem comum seja mais 297 6, A| Salmo 103, 21 ~e muitas passagens semelhantes. Mas este erro 298 3, 2| cuidado das nossas coisas,~e passeia pelos pólos do Céu". ~ ~ ~ 299 7 | Artigo 7 SE OS PECADORES SÃO REGIDOS PELA DIVINA 300 6, A| rugem em busca da presa,~e pedem a Deus o seu sustento"; ~ ~ ~ 301 3, 3| e não por acidente, mas per se. Vemos, de fato, que 302 4 | dizemos que Deus conhece perfeitamente todos os seres particulares, 303 4 | o homem gera outro homem perfeito, o qual é ordenado por Deus 304 2, 2| de tal maneira que possa permanecer, e conveniente em relação 305 3, 4| As que, porém, não são perpétuas, não são provistas senão 306 3, 4| corpos celestes, que são perpétuos segundo a espécie e segundo 307 4 | incorruptíveis assemelham-se às pessoas livres em uma casa, os quais 308 3, 4| espécie. ~E de acordo com isto pode-se salvar a opinião daqueles 309 1 | nosso intelecto, não as podemos conhecer senão a partir 310 3, 2| corruptíveis há algumas que poderiam ser melhores se consideradas 311 2, 2| semelhantes na natureza, não poderíamos assinalar a causa pela qual 312 2, 3| família, ou à providência política, pela qual alguém governa 313 3, 2| coisas,~e passeia pelos pólos do Céu". ~ ~ ~ 22, 14 ~ 314 2, 1| a causa final houve duas posições. ~Alguns filósofos antiqüíssimos 315 8 | à luz que há nos anjos. Possuindo um conhecimento particular, 316 2, 1| agente. ~Outros filósofos posteriores, porém, colocaram a causa 317 1, 2| afetos são corretamente postos no fim; e por causa disso 318 | poucas 319 3, 1| singular, assim como o bem do povo é mais eminente do que o 320 1, 3| no especulativo, mas no prático. ~Já a potência é executiva 321 1, 1| Porém o fim dos agíveis pre-existe em nós de dois modos. De 322 1, 1| modo, o fim dos agíveis pré-existe em nós quanto aos afeto, 323 3, 1| conforme foi dito no artigo precedente, à providência pela qual 324 2, 1| pelas causas assim chamadas precedentes, isto é, da matéria ou do 325 2, 2| algum conhecimento lhe seja preestabelecido um fim e a ele seja dirigido. 326 2, 2| carecem de conhecimento, que preexista algum intelecto que ordene 327 1, 1| inteligência, não são senão certas preparações ao ato da prudência. ~A 328 6, A| leõezinhos rugem em busca da presa,~e pedem a Deus o seu sustento"; ~ ~ ~ 329 1, 3| onde que o ato da potência pressupõe o ato da providência como 330 6, C| ordena apenas a isto, mas principalmente à sua pena ou ao aumento 331 2, 2| um determinado fim. Daqui procede que assim como o ato de 332 2, 1| ambos estes filósofos, tudo procedia da necessidade imposta pelas 333 2, 2| ter-se conservado, e que este processo teria acontecido uma grande 334 8 | Respondo dizendo que a causa da produção do ser das coisas é a divina 335 1, 1| são ditos as ações que não progridem para fora do agente, sendo 336 7 | tudo o que lhes provenha os promova ao bem, segundo o que está 337 3, 4| casa, isto é, os filhos, as propriedades, e outras tais, todas as 338 8 | criaturas corporais, porém, Deus provê de modo que não as torna 339 5 | provistas, mas também que provejam, sendo esta a causa pelas 340 7 | com a criatura racional, provendo, em vez disso, segundo o 341 7 | bem, e que tudo o que lhes provenha os promova ao bem, segundo 342 4 | ordenam ao fim último. ~No provir das coisas a partir do princípio 343 3, 1| Ética. De onde que qualquer provisor mais atenção àquilo que 344 5 | modo que eles próprios são provisores de seus atos, e seus defeitos 345 6, A| espécie, que é por Deus provista e ordenada, e que a este 346 4 | ao fim, aquelas que são proximíssimas ao fim último indeclinavelmente 347 2, 1| de uma causa agente, não puderam colocar também a existência 348 2, 2| que os diversos animais pudessem ter-se conservado, e que 349 5 | divina, na medida em que é punido pelo pecado. Mas os defeitos 350 | qualquer 351 | quando 352 2, 2| teria acontecido uma grande quantidade de vezes. ~Ora, isto não 353 | quem 354 2 | ao fim e, portanto, quem quer que negue a causa final, 355 8 | Areopagita e S. Agostinho. Quiz Deus, de fato, comunicar 356 1, 2| por modo de um certo raciocínio cujos princípios são os 357 7 | condizente com a criatura racional, provendo, em vez disso, 358 8 | Sol, pela difusão de seus raios, não somente ilumina os 359 5 | espiritual, da qual vem a raiz dos atos humanos, e pela 360 5 | menos para o bem que se realiza nele pela justiça divina, 361 2, 2| de atingir o alvo, que é realizado pela flexa, não é tanto 362 8 | mais conforme ao Sol mais recebe de sua luz, não a recebendo 363 8 | recebe de sua luz, não a recebendo apenas suficientemente para 364 6, A| este modo de providência se referem todas as coisas que são 365 2, 3| impôs à natureza a ordem referida. E esta providência pela 366 4 | todavia, que alguns filósofos referiram este modo de providência 367 2, 2| 2. Mas esta opinião é refutada pelos filósofos da seguinte 368 2 | Artigo 2 SE O MUNDO É REGIDO PELA PROVIDÊNCIA ~~~~ ~Respondo 369 3, 1| família governa a casa, e o rei a cidade ou o reino, em 370 3, 3| Filósofo, no XII da Metafísica reprova pela semelhança com um exército, 371 1, 2| isso para a prudência se requerem o intelecto dos fins e as 372 5 | do homem para que este, ressurgindo após o pecado, se torne 373 7 | de fato, segundo que se retiram de uma determinada ordem 374 1, 1| no segundo livro da Velha Retórica, colocou a providência como 375 2, 2| por acaso, acabaram se reunindo as diversas partes dos animais 376 5 | Sabedoria: ~"Dispõe de nós~com reverência". ~ ~ ~Sab. 12, 18 ~ ~ 377 7 | daqueles~que amam a Deus". ~ ~ ~Rom. 8, 28 ~Se, porém, ao proverem, 378 7 | escrito na Epístola aos Romanos: ~"Todas as coisas cooperam ~ 379 6, A| da selva;~os leõezinhos rugem em busca da presa,~e pedem 380 5 | nós~com reverência". ~ ~ ~Sab. 12, 18 ~ ~ 381 5 | está escrito no livro da Sabedoria: ~"Dispõe de nós~com reverência". ~ ~ ~ 382 3, 1| à comunidade, se governa sabiamente, do que o que convém a um 383 4 | cujas ações freqüentemente saem da ordem do governante da 384 6, A| que são encontradas nas Sagradas Escrituras que parecem indicar 385 4 | outros estão ordenados. O que sai, porém, da reta ordem, cai 386 1 | nós. E por isto, para que saibamos como a Providência é dita 387 6, A| ao Senhor na confissão,~salmodiai ao nosso Deus na cítara,~ 388 3, 4| acordo com isto pode-se salvar a opinião daqueles que dizem 389 1, 2| a virtude do primeiro se salve em todos os seguintes; e 390 1, 2| reta razão a não ser que se salvem os princípios da razão. 391 2, 2| refutada pelos filósofos da seguinte maneira. ~As causas material 392 1, 2| primeiro se salve em todos os seguintes; e portanto na prudência 393 4 | tal ou qual ação deveria seguir-se. E que se alguma vez houvesse 394 4 | que pela virtude que se seguiria à espécie tal ou qual ação 395 6, A| vagueiam todos os animais da selva;~os leõezinhos rugem em 396 4 | corruptíveis assemelham-se aos servos e aos animais da casa, cujas 397 3, 1| mais eminente do que o bem singular, assim como o bem do povo 398 4 | conhecesse os seres em sua singularidade. Diziam, de fato, que Deus 399 1, 3| evidente como a providência se situa para com as demais coisas 400 1, 3| ciência e a vontade; porém, situa-se essencialmente no conhecimento; 401 1, 2| vem toda a razão da ordem situada em todos os operáveis, assim 402 2, 3| qual alguém governa uma sociedade ou um reino, em que alguém 403 | suas 404 4 | duas maneiras algo pode submeter-se à ordem da providência: 405 6, A| derroga a ciência divina, subtraindo-lhe a ordenação dos particulares 406 8 | não a recebendo apenas suficientemente para si, mas também para 407 2, 2| para o efeito, mas não são suficientes para causar a bondade neste 408 6, A| não os ordene, sendo Deus sumamente bom, difundindo por isto 409 8 | si mesma, contendo em si supereminentemente toda perfeição; outra na 410 5 | são causas de seus atos, surge daqui que seus defeitos 411 6, A| presa,~e pedem a Deus o seu sustento"; ~ ~ ~Salmo 103, 21 ~e 412 | têm 413 1, 1| justiça, a fortaleza ou a temperança, que é como que o fim próximo 414 2, 2| certo movimento, para que tenda a um determinado fim. Daqui 415 2, 2| conhecimento, não pode diretamente tender em direção a um fim, a não 416 4 | dois modos de providência tendo sido colocados pelo Damasceno 417 2, 2| diversos animais pudessem ter-se conservado, e que este processo 418 | terá 419 | teriam 420 2, 2| boa senão segundo um certo termo e modo, de onde que, se 421 5 | portanto, na medida em que tomam da regra divina a retidão 422 8 | ilumina os corpos, mas também torna-os iluminantes, observada a 423 5 | ressurgindo após o pecado, se torne mais humilde, ou pelo menos 424 7 | aos ignorantes jumentos,~e tornou-se semelhante a eles". ~ ~ ~ 425 6, A| e também: ~"Formaste as trevas e se fêz a noite,~nela vagueiam 426 3, 3| incorruptíveis, existam em uma única ordem de providência de 427 3, 3| colocar-se no universo um único dominado, e não diversos. ~ 428 8 | providência dos anjos, porém, é universal e se estende sobre todas 429 8 | coisas que podem vir ao uso da vida humana. ~A providência 430 6, A| trevas e se fêz a noite,~nela vagueiam todos os animais da selva;~ 431 3, 4| das anteriores, como os vasos, os animais, e outros tais. ~ 432 1, 1| Túlio, no segundo livro da Velha Retórica, colocou a providência 433 8 | humanas e às coisas que podem vir ao uso da vida humana. ~ 434 1, 2| todo homem prudente seja virtuoso, conforme se diz no VI da 435 8 | semelhança de Deus, são, vivem e inteligem. A estas não 436 1, 1| aperfeiçoantes do mesmo, assim como viver castamente, comportar-se


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