negrito = Texto principal
Cap., § cinza = comentário
1 Intro (*)| contrária. Aliás, o escritor "católico"-comunista tinha lá suas
2 1, 5 | comunismo, que se disfarçou de católico durante todo o tempo da
3 4 (15) | de que o interlocutor não católico está sempre de boa fé. A
4 4, 1 | quem deve discutir é um católico, há nesta escamoteação,
5 4, 1 | opinião restrita com que o católico discute, mas ainda em relação
6 4, 1 | verdadeira atonia do senso católico, ou da sensibilidade moral.
7 4, 1 | leva necessariamente cada católico a usar, em proporções também
8 4, 2 | devem lutar tanto o genuíno católico, quanto qualquer irmão separado
9 4, 2 | O aliado do verdadeiro católico, nessa luta, será por exemplo
10 4, 2 | Entretanto, nem por isso deixa o católico de compreender que, como
11 4, 2 | Porque assim pensa, o católico verdadeiro é o contrário
12 4, 3 | São as que se referem ao católico que discute ou polemiza.
13 4, 3 | Segundo o irenista, tal católico emprega métodos de apostolado
14 4, 3 | apologeta ou o polemista católico, a qual pode chegar até
15 4, 3 | vai parecendo a este um católico sectário e descaridoso,
16 4, 3 | preocupação do "dialogante" católico é outra. Ele só vê o que
17 5, 1 | resultados do diálogo com o católico relativista, que admite
18 5 (25) | indiferente a tal perigo. ~Um católico que não o receie com todas
19 5 (25) | fariseu. ~Porém, para um católico sincero, há um mal ainda
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