Capítulo, parágrafo
1 1 | A paz: obra de justiça e amor ~
2 1,2 | senão conjugando mutuamente justiça e perdão. As colunas da
3 1,2 | da verdadeira paz são a justiça e aquela forma particular
4 1,3 | actuais, pode-se falar de justiça e, ao mesmo tempo, de perdão
5 1,3 | tendência que há a conceber a justiça e o perdão em termos alternativos.
6 1,3 | rancor e à vingança, não à justiça. Na realidade, a verdadeira
7 1,3 | verdadeira paz é « obra da justiça » (Is 32, 17). Como afirmou
8 1,3 | anelantes por uma mais perfeita justiça » (Const. past. Gaudium
9 1,3 | verdadeira paz é fruto da justiça, virtude moral e garantia
10 1,3 | e encargos. Mas, como a justiça humana é sempre frágil e
11 1,3 | se opõe de modo algum à justiça, porque não consiste em
12 1,3 | sobretudo aquela plenitude de justiça que gera a tranquilidade
13 1,3 | corações. Para tal cura, ambas, justiça e perdão, são essenciais. ~
14 1,3 | reflectir sobre as exigências da justiça e sobre o apelo ao perdão
15 2,4 | precisamente a paz baseada na justiça e no perdão que, hoje, é
16 4,8 | jurídicos, nos quais a mesma justiça assuma um rosto mais humano. ~
17 4,9 | gerar desenvolvimento, paz e justiça. Quantos sofrimentos padece
18 5,11| prevalecer em todos a vontade de justiça e de reconciliação. Dirijo
19 6,13| tranquilidade da ordem na justiça e na liberdade. ~Um compromisso
20 7,14| de uma paz na ordem, na justiça e na liberdade. Orar pela
21 7,14| paz significa rezar pela justiça, por um recto ordenamento
22 7,15| 15. Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão:
23 7,15| paz sem justiça, não há justiça sem perdão: eis o que quero
24 7,15| futuro. ~Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão:
25 7,15| paz sem justiça, não há justiça sem perdão: é o que quero
26 7,15| bem comum. ~Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão:
27 7,15| paz sem justiça, não há justiça sem perdão: não me cansarei
28 7,15| pode nascer do encontro da justiça com a misericórdia! ~
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