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Estudos, análises e
pronunciamentos públicos
Minha atuação doutrinária desenvolve-se
também por meio de pronunciamentos publicados pela imprensa, TV e rádio, sobre
as questões mais candentes, ou pelo envio às autoridades, de estudos e análises
sobre temas de atualidade. Essa ação, exerço-a por vezes em nome pessoal, porém
mais freqüentemente em nome do Conselho Nacional da TFP, que tenho a honra de
presidir. Cito alguns exemplos.
_ Em dezembro de 1970 publiquei na
imprensa diária um longo documento, essencialmente doutrinário, intitulado Análise,
defesa e pedido de diálogo , defendendo a TFP dos ataques que lhe fazia o
então Primaz do Brasil e Arcebispo de Salvador, Cardeal D. Eugênio Sales, e
ressaltando as afinidades ideológicas deste com o Arcebispo emérito de Recife,
D. Helder Câmara, no que se refere ao esquerdismo.
- Em 1972 enviei ao então Ministro da
Justiça, Prof. Alfredo Buzaid, uma análise sobre o anteprojeto de Código Civil,
no qual apontava uma tendência genérica ao relaxamento dos vínculos
constitutivos da família e um injustificável preconceito contra a condição de
proprietário, em benefício de uma concepção coletivista da sociedade humana.
- Em abril de 1974, tendo chegado a seu
auge a Ostpolitik vaticana,
trazendo como conseqüência enorme perturbação de consciência para a maioria
anticomunista de católicos, vi-me levado pelas circunstâncias a elaborar um
documento—vasado na linguagem mais reverente—em que demonstro, com base na
doutrina católica, a liceidade da resistência à détente com o comunismo, então promovida pelo
Vaticano. Esse documento, intitulado A política de distensão do Vaticano com
os governos comunistas—Para a TFP: omitir-se? ou resistir? , foi largamente
difundido pela imprensa nacional e internacional*.
- Em fevereiro de 1990, diante da
espetacular derrubada do muro de Berlim e da cortina de ferro, e dos abalos
políticos que se sucediam nos diversos países do bloco comunista, redigi o
manifesto intitulado Comunismo e anticomunismo na orla da última década
deste milênio , em que analiso o Descontentamento (assim grafado com
inicial maiúscula) que lavrava naquelas nações e que logo depois teria como resultado
o esfacelamento do império soviético. O manifesto foi publicado pelas diversas
TFPs em 21 jornais de oito países da América e da Europa.
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