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25 anos de luta contra o
agro-socialismo confiscatório
A Nova República prosseguia no seu
esforço inglório de implantar no Brasil o agro-socialismo confiscatório. A TFP,
sempre atenta, acompanhava de perto cada lance.
Em 1986, a meu pedido, o conhecido Master
of Science em economia agrária,
Carlos Patricio del Campo, sócio efetivo da TFP brasileira, escreveu o livro Is
Brazil Sliding Toward the Extreme Left? -- Notes on the Land Reform Program in
South America’s Largest and Most Populous Country , que a TFP
norte-americana lançou em Washington, em outubro de 1986. Receberam o livro os
principais centros de decisão norte-americanos: todos os membros de primeiro e
segundo escalão do Governo dos Estados Unidos; todos os senadores e deputados,
embaixadores norte-americanos; bancos internacionais com sede nos Estados
Unidos, centenas de intelectuais conservadores, brazilianists e 1.100 jornalistas.
A obra apresenta penetrante análise da
realidade sócio-econômica brasileira, solidamente baseada em estatísticas
insuspeitas. Os prestidigitadores da fome e da miséria, os quais, sob esse
pretexto, queriam impingir ao País uma Reforma Agrária socialista e
confiscatória, ficavam, assim, privados de sua insustentável argumentação.
No prefácio do livro descrevo, em rápidas
pinceladas, o Brasil real, em confronto com o quadro profundamente pessimista e
tendencioso apresentado pela propaganda esquerdista no Exterior.
Entrementes, a TFP se preparava para
entrar em nova campanha, desta vez para divulgar o livro de minha autoria, No
Brasil, a Reforma Agrária leva a miséria ao campo e à cidade—A TFP informa,
analisa, alerta (Editora Vera Cruz,
São Paulo, 64 pp.), no qual faço um balanço de 25 anos de luta contra o
agro-socialismo confiscatório, e incito os fazendeiros e produtores rurais a
não se deixarem embair pelo velho slogan agro-reformista ceder para não perder , alertando-os para
o fato de que a irresolução deles era a primeira condição de êxito da investida
agro-reformista.
Da obra foram feitas quatro edições, num
total de 55 mil exemplares, vendidos diretamente ao público em campanhas de
rua, pelos propagandistas da TFP.
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