Capítulo,Parágrafo,Número
1 I, 1,2 | serem convivências (de tipo sexual) que não são matrimônios.
2 I, 2,4 | coabitação acompanhada de relação sexual (o que as distinguem de
3 I, 3,8 | conseqüentemente, da dimensão sexual do próprio ser. É portanto
4 I, 3,8 | distinguir entre identidade sexual (isto é, consciência de
5 I, 3,8 | integração, a identidade sexual e a genérica se complementam,
6 I, 3,8 | categoria de identidade genérica sexual (“gender”) é portanto de
7 I, 3,8 | harmonia com a identidade sexual de ordem psico-biológica,
8 I, 3,8 | que a identidade genérica sexual (“gender”), seja o produto
9 I, 3,8 | independente da identidade sexual pessoal, ou seja, que os
10 I, 3,8 | verdade alguma da dimensão sexual da pessoa. Deste modo, qualquer
11 I, 3,8 | Deste modo, qualquer atitude sexual resultaria como justificável,
12 II, 1,11 | juntas, com o sem a dimensão sexual, porém essa convivência
13 III, 3,21 | ou não na diferenciação sexual –, outros meios para trazer
14 Conclu, 0,50| tais como a “revolução sexual”, com postulados como os
15 Conclu, 0,50| de qualquer disciplina sexual, ou os de Herbert Marcusi (
16 Conclu, 0,50| entendidas desde o polimorfismo sexual de orientação indiferentemente “
17 Conclu, 0,50| heterossexual”, isto è, a orientação sexual natural, ou homossexual),
18 Conclu, 0,50| possíveis modos de prática sexual.~~~~~ ~ ~~~[8][8] Esta
19 Conclu, 0,50| porque implica a diferença sexual na dimensão conjugal, na
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