Capítulo,Parágrafo,Número
1 Apre | deixar de iluminar esta realidade.~O Conselho Pontifício para
2 II, 1,9 | ao bem comum e aqueloutra realidade que se dá nas meras convivências
3 II, 2,12 | história”. Devemos considerar a realidade existencial da liberdade
4 II, 2,13 | sublinha que a leitura da realidade e o juízo da razão devem
5 II, 2,13 | mesma luz da fé ensina que a realidade do sacramento matrimonial
6 II, 2,13 | cônjuges, mas que é a mesma realidade natural do amor conjugal
7 III, 3,22| o ser do matrimônio como realidade natural e humana o que está
8 III, 4,23| pretensão de atribuir uma realidade conjugal à união entre pessoas
9 IV, 2,25 | verdadeiramente são: uma realidade estável[52][52]. Além do
10 IV, 2,27 | a união matrimonial como realidade social aporta um bem. Com
11 V, 1,30 | aviso certamente aplicável à realidade do matrimônio e da família,
12 V, 1,31 | o ser sacramento de uma realidade que já existe na economia
13 V, 3,33 | 33) A realidade natural do matrimônio é
14 V, 3,35 | desnaturação” alguma da realidade. Por não se entender a peculiaridade
15 VI, 3,41 | ajudá-lo a compreender a realidade de uma subjetividade plenamente
16 VI, 3,41 | espécie de “choque” com a realidade, pode fazer emergir no coração,
17 VI, 4,44 | instituição matrimonial como uma realidade ilusória, a qual só poderiam
18 VI, 7,47 | impensável; para estas pessoas a realidade matrimonial não tem significado
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