Capítulo,Parágrafo,Número
1 Apre | de Deus, no qual não pode ser semeada outra semente senão
2 I, 2,5 | fenômeno preocupante começa a ser socialmente relevante nos
3 I, 2,6 | não obstante pode também ser devida a condicionamentos
4 I, 2,6 | Este tipo de união não deve ser equiparada com as uniões
5 I, 3,7 | certos países, não pode ser suficientemente explicado
6 I, 3,8 | instituição matrimonial, não deve ser subestimada a difusão de
7 I, 3,8 | de “gênero” (“gender”). Ser homem ou mulher não estaria
8 I, 3,8 | adolescência consciência de ser “si mesmo”, de sua identidade.
9 I, 3,8 | reconhecimento do próprio ser e, conseqüentemente, da
10 I, 3,8 | dimensão sexual do próprio ser. É portanto consciência
11 II, 1,9 | verdadeira unidade que deve ser protegida pela sociedade,
12 II, 1,9 | estável e monogâmica, possam ser desempenhadas de forma maciça,
13 II, 1,9 | fundada no matrimônio deve ser cuidadosamente protegida
14 II, 1,10 | igualdade perante a lei deve ser orientada pelo princípio
15 II, 1,10 | prestados à sociedade, não podem ser semelhantes nem equivalentes
16 II, 1,11 | interesses privados deve ser, pelo contrário, remetido
17 II, 1,11 | estado, e como tal devem ser reconhecidos e protegidos.
18 II, 2,12 | pessoa, e portanto social; o ser humano não é menos social
19 II, 2,12 | critério neste campo, não pode ser senão o da verdade sobre
20 II, 2,13 | das uniões de fato deve ser abordado partindo de uma
21 II, 2,13 | e o juízo da razão devem ser objetivos, livres de condicionamento
22 II, 2,13 | conseqüentemente, pode e deve ser enfrentado a partir da reta
23 III, 2,17 | A família tem direito a ser protegida e promovida pela
24 III, 2,17 | fundada no matrimônio a ser protegida e promovida pela
25 III, 2,17 | sociedade e pelo Estado deve ser reconhecido pelas leis.
26 III, 2,17 | sociedade moderna, ela não pode ser posta no mesmo plano de
27 III, 2,18 | idéias e as convicções podem ser facilmente instrumentalizadas
28 III, 3,19 | o enraízam no próprio ser da pessoa da mulher ou do
29 III, 3,21 | matrimonial tem como específico o ser a única instituição que
30 III, 3,22 | na sua sexualidade. É o ser do matrimônio como realidade
31 III, 3,22 | verdadeiro e livre deve ser transformado em um amor
32 III, 3,22 | e na totalidade de seu ser masculino e feminino. Tal
33 III, 3,22 | feminino. Tal união só pode ser estabelecida por um ato
34 III, 3,22 | determinado pela estrutura do ser humano, mulher e homem:
35 III, 4,23 | na própria estrutura do ser humano. Igualmente, se opõe
36 III, 4,23 | O matrimônio não pode ser reduzido a uma condição
37 III, 4,23 | homossexuais que reivindicam ser consideradas união de fato,
38 III, 4,23 | distorção do que deveria ser a comunhão de amor e vida
39 IV, 2,25 | esposo pertence ao âmbito do ser, e não do mero agir, a dignidade
40 IV, 2,26 | devida – que provém do ser esposos. Trata-se, portanto,
41 IV, 2,27 | pessoas anciãs não pode ser suprida – pelo menos em
42 IV, 3,29 | institucional do matrimônio deve ser amparado pelas autoridades
43 IV, 3,29 | casais não casados não deve ser posta no mesmo plano do
44 V, 1,30 | requeridos pela verdade sobre o ser humano. Efetivamente, “não
45 V, 1,31 | matrimônio tem de específico o ser sacramento de uma realidade
46 V, 1,31 | que surge do seu próprio ser.~ ~
47 V, 2,32 | percebia com clareza que o ser natural do matrimônio estava
48 V, 2,32 | origem por Deus Criador, para ser o sinal do amor de Deus
49 V, 3,33 | descreve em substância o ser do matrimônio dos batizados,
50 V, 3,33 | os princípios básicos do ser matrimonial em relação ao
51 V, 3,35 | riqueza da graça que dimana do ser sacramental do matrimônio
52 V, 3,35 | justaposto ou extrínseco ao ser natural do matrimônio, mas
53 V, 3,35 | por vontade do Criador, a ser elevado a sacramento pela
54 VI, 2,38 | profundidade do próprio ser, “propter duritiam cordis”
55 VI, 2,38 | características essenciais podem ser reconhecidas pela inteligência
56 VI, 3,41 | possibilidade de reencontro do ser humano consigo mesmo, de
57 VI, 3,41 | nossa família”. Este pode ser um ponto de partida decisivo,
58 VI, 4,42 | para a Igreja, mas deve ser verdadeiro itinerário de
59 VI, 4,43 | decisão é tal que não poderia ser sujeita à improvisação ou
60 VI, 6,46 | elementos sociológicos que devem ser levados em conta numa pastoral
61 VI, 7,47 | o matrimônio acaba por ser algo mais ou menos impensável;
62 VI, 7,47 | pastoral da Igreja pode ser também para elas um evento
63 VI, 7,47 | longo do tempo não pode ser desvinculado dos princípios
64 VI, 8,49 | encontram nestas situações devem ser tomadas em consideração
65 Conclu, 0,50| ainda que com limitações, o ser e a missão fundamental insubstituível
66 Conclu, 0,50| direito próprio e verdadeiro a ser, em justiça, reconhecida,
67 Conclu, 0,50| este conjunto que acaba por ser prejudicado quando, algum
68 Conclu, 0,50| Beauvoir (1908-1986), não pode ser situado à margem deste processo
69 Conclu, 0,50| monogamia já não parecem ser considerados também como
70 Conclu, 0,50| fundamento é e não pode ser senão o matrimônio. Entre
71 Conclu, 0,50| primeiros e universais do ser, e deles deduzir correcta
72 Conclu, 0,50| marcha pela liberdade, podem ser cancelados por uma simples
73 Conclu, 0,50| fundamento da família e deve ser protegido pelo Estado” (
74 Conclu, 0,50| legisladores desejosos de ser fieis à Declaração dos Direitos
75 Conclu, 0,50| e uma mulher. Isto deve ser feito em todos os níveis:
76 Conclu, 0,50| mulher. Só esta última pode ser qualificada como de casal,
77 Conclu, 0,50| verdade profunda do seu ser”. JOÃO PAULO II, Enc. Veritatis
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